sexta-feira, 18 de maio de 2018

Enoturismo na Bairrada (VI) : Restaurante Vidal

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8.Restaurante Vidal (Aguada de Cima, Águeda Sul)
Foi neste clássico da Bairrada que fizemos a nossa 3ª refeição de leitão, em sala reservada para o efeito. O dono, José Vidal de seu nome, apareceu no final do repasto e ainda nos fez companhia.
Nas mesas toalhas e guardanapos de pano e, para trincar, salgados, queijos e enchidos.
Antes de chegar a entrada (miúdos de leitão estufados), foi correctamente servido o espumante da casa, cujo produtor engarrafador aparece apenas com um nº de código (houve quem afirmasse que era das Caves São João, mas não consegui confirmar). Penso que é um espumante de entrada de gama, simples e correcto, com alguma acidez, frescura e bolha fina, a cumprir bem a sua missão.
Entretanto apareceu o indispensável leitão, acompanhado com batata frita, salada e laranja cortada, muito bom, mas sem ultrapassar o do Mugasa. A pedido de alguém, tive a oportunidade de provar uma garrafa do tinto Frei João 2011, num bom momento de forma.
Como sobremesa, comi uma belíssima salada de frutas, feita na hora, uma mais valia (na maioria dos restaurantes servem-nas já feitas há alguns dias, super geladas e sem qualquer sabor).
Ao longo das paredes, podem ler-se uma série de críticas abonatórias do restaurante, destacando eu a do José Quitério e a do saudoso David Lopes Ramos.
Como curiosidade, o portal www.aveirolovers.pt/leitao-a-bairrada refere o resultado de uma votação entre os seguidores do respectivo face book, sendo os 3 primeiros a Casa Vidal, a Casa dos Leitões e o Mugasa, tendo o gestor do portal acrescentado o Rei dos Leitões. Bingo!
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quinta-feira, 17 de maio de 2018

Enoturismo na Bairrada (V) : Caves São João

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7.Caves São João
Na visita às Caves São João, empresa familiar fundada em 1920 e a mais antiga na Bairrada, à beira de comemorar o seu 100º aniversário, fomos recebidos e acompanhados pela Célia Alves, a sua face mais visível e uma mulher de armas. Para além de responsável pelas áreas comercial e marketing dá, ainda, uma mão na enologia, tendo sido designada recentemente presidente da Confraria dos Enófilos da Bairrada, cargo nunca antes atribuído a uma mulher. Está, pois, de parabéns!
Nas galerias subterrâneas, repousam milhares e milhares de garrafas, das diversas marcas detidas pelas Caves (Frei João, Porta dos Cavaleiros, São João e Qtª Poço dos Lobos), cobrindo as Regiões da Bairrada e do Dão. A título de curiosidade, a colheita mais antiga de vinho tinto é de 1959 e a de branco remonta a 1966.
No decorrer da visita, tivemos a oportunidade de provar:
.Espumante Poço do Lobo Baga Bairrada 2015 (com 22 meses de estágio, bolha fina, fresco e elegante, notas de pão cozido)
.São João Lote Especial 2014 branco (com base nas castas Maria Gomes, Chardonnay e Sauvignon Blanc; citrinos e maçãs, boa acidez, notas amanteigadas, algum volume e final de boca)
.São João Lote Especial 2014 tinto (com base nas castas Baga, Touriga Nacional, Syrah e Cabernet Sauvignon, estagiou 6 meses em barricas de carvalho; nariz discreto, muita fruta vermelha, acidez equilibrada, algo especiado, taninos civilizados, volume e final de boca médios)
.Qtª Poço dos Lobos Reserva Cabernet Sauvignon 1996 (ainda com alguma fruta, notas herbáceas, taninos rugosos, volume e final de boca médios, ainda longe da reforma)
Fora da prova, numa mesa ao lado, estavam algumas sobras de uma outra degustação ocorrida horas antes. É claro que não desperdicei a oportunidade de provar estas preciosidades, que passaram ao lado da maior parte do grupo:
.Porta dos Cavaleiros Reserva 1985 branco (oxidação nobre, acidez impressionante, volume notável e grande complexidade; um branco com mais de 30 anos, cheio de personalidade!)
.Porta dos Cavaleiros Reserva Seleccionada 1984 branco (ainda cheio de saúde e frescura, longe da reforma, com um perfil semelhante mas sem a complexidade do vinho anterior)
.Poço do Lobo Arinto 1995 branco (algo oxidado, belíssima acidez, notas amanteigadas, algum volume e final seco).
.Frei João Reserva 1980 tinto (evolução nobre, aromas e sabores terciários, fino e elegante; pura souplesse, a deste vinho com quase 40 anos).
Só para provar estas relíquias, valeu a pena vir à Bairrada. Obrigado, Célia!
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terça-feira, 15 de maio de 2018

Enoturismo na Bairrada (IV) : Caves Aliança e Mugasa

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5.Caves Aliança
Começámos por visitar a Aliança Underground Museum, inaugurada em 2010, onde estão alojadas as diversas colecções do Joe Berardo. Pasmo como é que este senhor, envolvido em várias polémicas, conseguiu coleccionar tantas obras de arte, algumas das quais que devem ter custado um balúrdio. Mistérios insondáveis do Comendador...
Polémicas àparte, este museu enterrado, com mais de 1 km de galerias subterrâneas, merece uma visita às suas 8 colecções (Arqueológica, Arte Etnográfica Africana, Escultura Contemporânea do Zimbabué, Minerais, Fósseis, Estanhos, Azulejos e Cerâmica das Caldas), sendo uma delas (Arqueológica?) património mundial da Unesco.
A visita foi conduzida pela Joana Castilho, responsável pelo enoturismo, que ainda dissertou sobre o mundo dos espumantes (foi a 2ª explicação sobre esta matéria, tendo sido a 1ª feita pelo Osvaldo Amado).
Acabada a visita, passámos para as mãos do Francisco Antunes, enólogo das Caves Aliança, que conduziu uma prova com pedagogia e uma voz bem colocada a sobrepor-se ao barulho de um outro grupo, mesmo ali ao nosso lado.
Vinhos Aliança provados:
.espumante Baga Bairrada Reserva Bruto 2015
.branco Bairrada Reserva 2016, com Maria Gomes e Bical (50 % cada)
.tinto Bairrada Reserva 2016, com Baga (70 %), Tinta Roriz (15 %) e Touriga Nacional (15 %)
O nosso agradecimento ao Francisco Antunes que fez um louvável esforço para estar presente, apesar de compromissos profissionais que o poderiam ter impedido de comparecer.
6.Mugasa
Este restaurante é um dos clássicos da Bairrada, embora situado fora do eixo habitual. Fica na Fogueira, paredes meias com a Qtª das Bageiras.
Toalhas de pano, guardanapos de papel, pratos Vista Alegre personalizados, copos aceitáveis e TV ligada (não havia necessidade). Na parede um curioso quadro alusivo ao leitão e ao espumante, assinado por Virgílio Metrogos, um pintor regional.  Na mesa pão, azeitonas, salgados diversos,...
Ainda sem o vinho chegar às mesas, avançou um agradável prato de arroz de miúdos de leitão.
Finalmente chegaram os vinhos, um obrigatório espumante Qtª do Valdoeiro Baga e Chardonnay e um branco Qtª do Valdoeiro 2016, a pedido de um participante avesso a borbulhas - nariz afirmativo, presença de citrinos, acidez no ponto, notas amanteigadas, algum volume e final de boca assinalável. Uma boa surpresa, a harmonizar muito bem com o leitão. Nota 17.
Um dos donos, Ricardo Nogueira de seu nome e cortador afamado, apareceu com 3 fabulosos leitões acabados de saír do forno e, mesmo ali, trinchados à nossa frente. Vieram para a mesa com salada de alface, batatas fritas e cozidas. Uma delícia (depois de uma refeição desastrosa há já alguns anos, pazes feitas com o Mugasa!). Por votação do grupo (e minha também), no final da viagem, o Mugasa iria vencer o concurso do melhor leitão, em confronto com o Rei dos Leitões e o Vidal.
Nos finalmentes, arroz doce, aletria pudim flan e fruta laminada.
À saída, reparei que num dos frigoríficos, repletos de espumantes, lá poisavam algumas garrafas do famigerado vinho azul (ver a minha crónica ""Vinho azul" : no melhor pano cai a nódoa", publicada em 3/10/2017). Não havia necessidade...
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sábado, 12 de maio de 2018

Vinhos em família (LXXXVIII) : 2 brancos do Tomaz Vieira da Cruz e 2 tintos de 2011

Interrompo hoje a série dedicada ao Enoturismo na Bairrada, para debitar algo sobre 4 vinhos que já bebi há algum tempo, em família e com os rótulos à vista, sem a pressão da prova cega. E eles são:
.Mouchão 2011 - 95 pontos no Parker; com base na casta Alicante Bouschet loteada com a Trincadeira, estagiou 24 meses em tonéis de 5000 litros e outro tanto em garrafa; ainda com fruta vermelha, fresco e elegante, acidez no ponto, algo especiado, taninos civilizados, algum volume e final persistente. Tem tudo no sítio, mas falta-lhe alma. Nota 17,5 (noutra situação 18).
.Pintas Character 2011 - 94 pontos na Wine Spectator de 22/1/2014; com base em vinhas velhas, foi vinificado em lagar com pisa a pé e engarrafado em 2013; ainda com fruta preta, alguma acidez e especiarias, notas fumadas, taninos presentes mas educados, potência de boca e final extenso. Nota 18.
.Terra Larga 2013 (3150 garrafas;12,5 % vol.) - enologia do Tomaz Vieira da Cruz (TVC), um surpreendente criador de vinhos contra a corrente, a começar por pôr na rolha informação que é normal vir no contra-rótulo, como é o caso da data de engarrafamento (21/5/2014) e das castas que compõem o vinho (Fernão Pires, Arinto, Sémillon e Alvarinho); cor palha dourada, aroma contido, citrinos e fruta madura, oxidação nobre, acidez no ponto, notas amanteigadas, volume assinalável e final de boca médio/curto. Gastronómico. Nota 17,5.
Posto no mercado apenas em Julho 2017, fico com a idéia que foi "envelhecido" propositadamente para ficar com um perfil parecido com o surpreendente 5ª de Mahler 2000, já aqui referido em "À volta da casta Fernão Pires (1ª parte : a prova didáctica)" e "Vinhos em família (LXXXIV) : surpresas e desilusões", crónicas publicadas em 3/4/2018 e 1/2/2018, respectivamente.
Mais, diz o contra-rótulo que "(...) Para saber as castas que o compõem, saque a rolha e divirta-se tanto a bebê-lo como nós nos divertimos a fazê-lo e a guardá-lo para o beber no momento certo. Haja saúde!".
.Areias Gordas 2015 (12 % vol.) - com base nas castas Sémillon e Alvarinho; nariz austero, fruta madura, notas florais, alguma acidez e gordura, volume e final de boca médios. Gastronómico e, talvez, o branco menos irreverente do TVC. A voltar a provar daqui a alguns anos. Rolha, desta vez, anónima. Nota 16,5 (noutra situação 17).

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Enoturismo na Bairrada (III) : Museu do Vinho, Dóri e Curia Palace

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3.Museu do Vinho da Bairrada
O grupo foi recebido pelo director deste museu, inaugurado em 2003 e tutelado pela Câmara Municipal de Anadia, que fez uma interessante e oportuna visita guiada à exposição permanente intitulada "Percursos do Vinho" e, ainda, à exposição temporária sobre a obra do pintor Júlio Resende (1917-2011).
Numa das paredes, citando o Decreto-Lei nº 301/2003 de 4 de Dezembro, consta como uma das castas autorizadas na Bairrada a Fernão Pires, cujo sinónimo nesta Região é a Maria Gomes que foi ignorada pelo escriba da lei, sabe-se lá porquê.
4.Restaurante Dóri
Fica na Costa Nova e é muito conhecido pela sua oferta de peixe e marisco. Com uma bela vista sobre a ria, nas mesas toalhas e guardanapos de pano, copos Schott Zwiesel, pão, azeitonas e patés industriais.
Chegaram aos nossos pratos:
.camarões grelhados, choco e lulinhas fritas
.peixes fritos com arroz de lingueirão (bem servido, mas com pouco sabor)
.peixe com massinha
.ovos moles e fruta fatiada
Resumindo, uma boa oferta mas algo desequilibrada, com excesso de fritos
Tudo isto com a companhia do branco Qtª das Bageiras 2017 (a mim coube-me a garrafa nº 877 de 16025) - com base nas castas Maria Gomes, Bical e Cerceal; muito simples, correcto e frutado, notas cítricas, acidez no ponto, volume médio e final curto. Nota 15,5.
5.Curia Palace Hotel
É um hotel de 4* inaugurado em 1926 e remodelado recentemente, embora os quartos continuem a ser demasiado antiquados. Ainda se respira história por aqui...
No entanto, as partes comuns medernizaram-se, pois possui piscina exterior, SPA e golfe.
A gastronomia e o serviço não foram testados, pois não fizemos ali nenhuma das refeições principais. O pequeno almoço, esse, era francamente bom.
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terça-feira, 8 de maio de 2018

Enoturismo na Bairrada (II) : o Rei dos Leitões e a Qtª do Encontro

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1.O Rei dos Leitões
O 1º momento desta viagem enoturística foi a paragem no Rei dos Leitões (Av. da Restauração, Mealhada), bem no centro da Bairrada. Propriedade do casal Licínia Ferreira e Paulo Rodrigues, que nos receberam, o restaurante foi remodelado há pouco tempo e galardoado com um "Garfo de Ouro" pelo Guia Boa Cama Boa Mesa, distinguindo-se pela sua cozinha de grande qualidade, para além do tradicional leitão, serviço e garrafeira. A gastronomia está a cargo do Carlos Fernandes, chefe que veio da Global Wines.
O almoço do grupo decorreu numa sala reservada, inaugurada há apenas 2 anos. Nas mesas pratos Vista Alegre personalizados, pão, azeite, queijos, rissóis, presunto, sapateira, etc, para entreter o palato, enquanto não chegava o leitão (bom, abundante e bem confeccionado). Fez-se acompanhar pelo espumante São João Reserva Bruto 2015 - discreto, fresco, agradável e com a bolha fina, a cumprir bem a sua missão.
A fechar, um bufete de sobremesas (Morgado do Buçaco com gelado de nozes, queijo e fruta), explicado pela chefe pasteleira, dita "doceira do Rei".
Serviço de qualidade, sendo de salientar o facto de o empregado ter calçado luvas brancas para colocar na mesa os talheres para a sobremesa.
2.A Qtª do Encontro
A belíssima adega da Qtª do Encontro, pertença da Global Wines (ex-Dão Sul), foi projectada pelo arquitecto Pedro Mateus e é uma referência, não só na Bairrada, como também no país.
A prova de vinhos e a visita ficaram a cargo, mais uma vez, do enólogo Osvaldo Amado, que já estivera connosco no Dão (e comigo num jantar vínico, relatado na crónica "Jantar Osvaldo Amado", publicada em 24/4).
Com um discurso muito didáctico, apresentou 5 vinhos em bons copos Schott: Qtª do Encontro Bical 2017 (nota 16), Encontro 1 2013 (100% Arinto, nota 17,5+), Qtª do Encontro Merlot Baga 2014 (nota 16,5), Qtª do Encontro Preto e Branco 2014 (40 % Baga, 40 % TN e 20% Bical, nota 17+) e Qtª do Encontro Baga 2012 (amostra de casco, nota 18).
Foi uma boa sessão com um prestigiado enólogo, sempre disponível e simpático com toda a gente.
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quinta-feira, 3 de maio de 2018

Enoturismo na Bairrada (I) : Introdução

Foi mais uma boa incursão enoturística, desta vez na Região Demarcada da Bairrada, depois de termos visitado outras Regiões (ver "Enoturismo no Dão", a 1ª de uma série de crónicas, publicada em 8/10/2016, "Enoturismo no Douro", a 1ª em 14/4/2017, e "Enoturismo no Minho", a 1ª em 15/10/2017). Previstas, ainda em 2018, viagens à Madeira e a Bordéus, com a mesma temática.
Estas incursões foram da responsabilidade da dupla Rui Nobre (o representante da agência Tryvel) e a Maria João de Almeida (MJA) (jornalista, crítica de vinhos, autora do livro "Guia do Enoturismo em Portugal" * e a animadora no terreno). Remeto para este livro da MJA, o desenvolvimento das histórias de cada produtor e demais informações úteis.
Num fim de semana alargado, tivemos a oportunidade de visitar a Qtª do Encontro, Qtª das Bageiras, Caves Aliança, Caves São João, Caves São Domingos e o Museu do Vinho, almoçar no Rei dos Leitões, no Mugasa e no Hotel Palace Buçaco, jantar no Dori (Costa Nova) e no Vidal, pernoitar e tomar o pequeno almoço no Hotel Curia Palace.
Provámos, no decorrer desta viagem  8 espumantes, 7 vinhos brancos e 6 tintos, e bebemos nas refeições mais 3 espumantes, 3 brancos e 3 tintos, num total de 29 vinhos provados/bebidos. Foi a ditadura do leitão e do espumante. Mas, ditaduras destas, podem vir mais!
Como balanço da viagem, posso dizer que correu tudo às mil maravilhas, com excepção do almoço no Buçaco, para esquecer. Em próximas crónicas, que poderão não ser consecutivas, desenvolverei as minhas impressões sobre os locais visitados.

* A MJA acabou de lançar mais um livro, "Vinho à Mesa - Treze Chefes, Treze Regiões, 265 Vinhos", com prefácios de Duarte Calvão (jornalista, crítico gastronómico e responsável pelo Peixe em Lisboa) e Frederico Falcão (enólogo de profissão, actualmente Presidente do IVV).
A ligação Chefe - Região foi sorteada, apresentando cada um deles um menu (uma entrada, dois pratos principais e uma sobremesa) e respectivas receitas, harmonizando-o com vinhos, escolhidos a partir de uma selecção da responsabilidade da autora.
O final de cada capítulo é ilustrado com uma humorada e descontraida banda desenhada alusiva aos temas ali tratados.
Resta dizer que já o li e o recomendo vivamente.
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