O Degust'AR foi o espaço de restauração escolhido em Lisboa para o meu regresso à vida "quase" normal, já aqui referido nas crónicas
."Degust'AR Lisboa - 4 *"
."Curtas (CXIV) : (...), Degust'AR, (...)"
Na mesa apenas o toalhete de papel que também funciona como ementa. Só depois de me ter sentado é que foram postos na mesa o guardanapo de pano, os talheres e , ainda, um toalhete para as mãos devidamente higienizado. Os empregados estavam todos "mascarados", como manda a DGS.
A escolher entre 8 pratos de peixe, 7 de carne e 18 petiscos, optei pelo arroz malandrinho com pataniscas de bacalhau. Dose generosa, com o arroz saborosíssimo (o que não tinha acontecido em visita anterior) e as pataniscas como eu gosto (finas e sem ponta de gordura). Vinha acompanhado de uma salada que não fazia falta.
A acompanhar, uma cerveja artesanal, desta vez a Musa Frank APA a acompanhar muito bem as pataniscas e a merecer nota 4 (em 5).
Como mais valia, o chefe António Nobre de seu nome responsável pelos tachos e, simultaneamente, o proprietário deste espaço, foi às mesas. É um gesto que sempre aprecio mas, neste momento em que vivemos, é também um mau sinal ter disponibilidade para tal. Em vez dos habituais 40 almoços, serviram 4.
Serviço eficiente, simpático e profissional. Apenas um senão, a música de fundo demasiado alta para o meu gosto. Não havia necessidade...
Em conclusão, recomendo e tenciono voltar.
domingo, 31 de maio de 2020
quarta-feira, 27 de maio de 2020
A minha biblioteca vínica (VIII) : outros autores portugueses
Continuando com autores portugueses:
1."Dicionário do Vinho" de Francisco Esteves Gonçalves (edição Novotipo, 1986) com 257 páginas
Este livro da autoria deste consagrado escanção é uma das primeiras obras, sobre a temática do vinho, publicadas em Portugal.
2."Vinho Verde" de Amândio Galhano (edição CVR Vinhos Verdes, 1986) com 94 páginas
Esta edição, em inglês, é também, a par do livro anterior, uma das primeiras obras sobre o vinho.
3."Os Vinhos Verdes" de Rui Graça Feijó com fotos de António Homem Cardoso (edição Chaves Ferreira, 1990) com 135 páginas
Foi com este livro que a Chaves Ferreira iniciou a Enciclopédia dos Vinhos de Portugal.
4."Cores do Vinho Verde", de Manuel Carvalho (edição CVR Vinhos Verdes, 1997) com 159 páginas
O autor é o actual director do Público que também publicou o "Guia do Douro e do Vinho do Porto", já aqui referido.
5."Quintas do Vinho Verde" de José Estêvão (edição APEVV, sem data) com 104 páginas
6."O Grande Livro do Vinho" de J. Duarte Amaral (Circulo de Leitores, 1994) com 415 páginas
É uma obra monumental, com 5 capítulos dedicados à Vinha e ao Vinho (na Lenda e na Mitologia, na História, nas Religiões, na Arte e na Literatura). Continua com:
.O Vinho na voz do Povo
.O Vinho e a Vida
.Da Vinha até à Mesa
.Geografia da Vinha
.A Vinha e o Vinho em Portugal
.Roteiro dos Vinhos de Portugal
7."O Vinho do Porto - Vinhos do Douro" de diversos autores (edição Chaves Ferreira, 1998) com 230 páginas
É outra obra monumental e faz parte da já referida Enciclopédia dos Vinhos de Portugal. Colaboraram:
.António Filipe (Organização Institucional)
.Gaspar Martins Pereira (Um Vinhedo Milenar, um Vinho Universal)
.Isabel Gomes Mota (O Douro, a Gastronomia e o Vinho)
.João Nicolau de Almeida (As Castas do Douro)
.José Maria Soares Franco (A Vinificação)
.Nuno Magalhães (A Região / A Cultura da Vinha na Região do Douro)
.Vasco Magalhães (Os Estilos dos Vinhos)
8."Roriz - História de uma Quinta no Coração do Douro" de Gaspar Martins Pereira (Edições Afrontamento, 2011) com 446 páginas
Esta obra, valorizada com um prefácio de António Barreto, já foi referida aqui na crónica "A Quinta de Roriz", publicada em 11/3/2012.
9."A Vinha e o Vinho na História da Madeira - séculos XV a XX" de Alberto Vieira (edição do Centro de Estudos de História do Atlântico, 2003) com 585 páginas
Mais uma obra monumental, desdobrada em:
.O Vinho na História e Historiografia
.Da Vinha ao Vinho
.O Mercado do Vinho
.O Culto e a Cultura do Vinho
10."Grande Reserva - As Melhores Histórias do Vinho Português" de João Barbosa (Oficina do Livro, 2011) com 235 páginas
Este livro do meu colega bloguista já foi aqui referido em "Grande Reserva", crónica publicada em 10/11/2011.
11."O Vinho que Lisboa tem" de Ana Cristina Marques (Caminho das Palavras, 2017) com 93 páginas
Também já aqui referido em "O Vinho que Lisboa tem : Prós e Contras", crónica publicada em 22/8/2017.
1."Dicionário do Vinho" de Francisco Esteves Gonçalves (edição Novotipo, 1986) com 257 páginas
Este livro da autoria deste consagrado escanção é uma das primeiras obras, sobre a temática do vinho, publicadas em Portugal.
2."Vinho Verde" de Amândio Galhano (edição CVR Vinhos Verdes, 1986) com 94 páginas
Esta edição, em inglês, é também, a par do livro anterior, uma das primeiras obras sobre o vinho.
3."Os Vinhos Verdes" de Rui Graça Feijó com fotos de António Homem Cardoso (edição Chaves Ferreira, 1990) com 135 páginas
Foi com este livro que a Chaves Ferreira iniciou a Enciclopédia dos Vinhos de Portugal.
4."Cores do Vinho Verde", de Manuel Carvalho (edição CVR Vinhos Verdes, 1997) com 159 páginas
O autor é o actual director do Público que também publicou o "Guia do Douro e do Vinho do Porto", já aqui referido.
5."Quintas do Vinho Verde" de José Estêvão (edição APEVV, sem data) com 104 páginas
6."O Grande Livro do Vinho" de J. Duarte Amaral (Circulo de Leitores, 1994) com 415 páginas
É uma obra monumental, com 5 capítulos dedicados à Vinha e ao Vinho (na Lenda e na Mitologia, na História, nas Religiões, na Arte e na Literatura). Continua com:
.O Vinho na voz do Povo
.O Vinho e a Vida
.Da Vinha até à Mesa
.Geografia da Vinha
.A Vinha e o Vinho em Portugal
.Roteiro dos Vinhos de Portugal
7."O Vinho do Porto - Vinhos do Douro" de diversos autores (edição Chaves Ferreira, 1998) com 230 páginas
É outra obra monumental e faz parte da já referida Enciclopédia dos Vinhos de Portugal. Colaboraram:
.António Filipe (Organização Institucional)
.Gaspar Martins Pereira (Um Vinhedo Milenar, um Vinho Universal)
.Isabel Gomes Mota (O Douro, a Gastronomia e o Vinho)
.João Nicolau de Almeida (As Castas do Douro)
.José Maria Soares Franco (A Vinificação)
.Nuno Magalhães (A Região / A Cultura da Vinha na Região do Douro)
.Vasco Magalhães (Os Estilos dos Vinhos)
8."Roriz - História de uma Quinta no Coração do Douro" de Gaspar Martins Pereira (Edições Afrontamento, 2011) com 446 páginas
Esta obra, valorizada com um prefácio de António Barreto, já foi referida aqui na crónica "A Quinta de Roriz", publicada em 11/3/2012.
9."A Vinha e o Vinho na História da Madeira - séculos XV a XX" de Alberto Vieira (edição do Centro de Estudos de História do Atlântico, 2003) com 585 páginas
Mais uma obra monumental, desdobrada em:
.O Vinho na História e Historiografia
.Da Vinha ao Vinho
.O Mercado do Vinho
.O Culto e a Cultura do Vinho
10."Grande Reserva - As Melhores Histórias do Vinho Português" de João Barbosa (Oficina do Livro, 2011) com 235 páginas
Este livro do meu colega bloguista já foi aqui referido em "Grande Reserva", crónica publicada em 10/11/2011.
11."O Vinho que Lisboa tem" de Ana Cristina Marques (Caminho das Palavras, 2017) com 93 páginas
Também já aqui referido em "O Vinho que Lisboa tem : Prós e Contras", crónica publicada em 22/8/2017.
segunda-feira, 25 de maio de 2020
Vinhos em família (CVI) : ainda à boleia do Covid - 19
Bebidos mais 4 vinhos, em confinamemento e com os rótulos à vista, sem a pressão da prova cega.
E eles foram:
.Regueiro Jurássico I Alvarinho - com base num lote das colheitas 2007, 2008, 2009 e 2010; nariz elegante, fresco e mineral, presença de citrinos e notas tropicais, equilíbrio acidez/gordura, volume e final de boca assinaláveis (13 % vol.). Grande complexidade, não ficando atrás dos melhores vinhos Soalheiro ou Anselmo Mendes. Nota 18,5.
.Maria João Private Colection 2008 (garrafa nº 555/3200) - enologia de Osvaldo Amado, com base nas castas Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinta Roriz e Jaen; aromas e sabores terciários, acidez e frescura, especiado, taninos de veludo, algum volume e final de boca longo (14 % vol.). Muito elegante e harmonioso, a beber nos próximos 7/8 anos. Nota 18,5 (18 noutra situação).
.Qtª da Gaivosa 2011 - 95 pontos no Parker, 93 na Wine Enthusiast e Prémio Excelência da Revista de Vinhos; com base em mais de 20 castas em vinhas velhas, estagiou 15 meses em barricas de carvalho francês (50% novas e 50 % usadas) e na garrafa até 2015; ainda com fruta vermelha, fresco e elegante, acidez no ponto, especiado, taninos civilizados, algum volume e final de boca longo (14,5 % vol.). Sofisticado e muito equilibrado, a beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 18,5+.
.Pai Abel 2011 - 19 na Grandes Escolhas; ainda com fruta preta, vinoso, notas de chocolate preto, alguma acidez, taninos vigorosos mas civilizados, boa estrutura e final de boca persistente (14 % vol.). Potente e guloso, a beber nos próximos 6/7 anos. Nota 18,5 (18,5+/18,5+ noutras).
E eles foram:
.Regueiro Jurássico I Alvarinho - com base num lote das colheitas 2007, 2008, 2009 e 2010; nariz elegante, fresco e mineral, presença de citrinos e notas tropicais, equilíbrio acidez/gordura, volume e final de boca assinaláveis (13 % vol.). Grande complexidade, não ficando atrás dos melhores vinhos Soalheiro ou Anselmo Mendes. Nota 18,5.
.Maria João Private Colection 2008 (garrafa nº 555/3200) - enologia de Osvaldo Amado, com base nas castas Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinta Roriz e Jaen; aromas e sabores terciários, acidez e frescura, especiado, taninos de veludo, algum volume e final de boca longo (14 % vol.). Muito elegante e harmonioso, a beber nos próximos 7/8 anos. Nota 18,5 (18 noutra situação).
.Qtª da Gaivosa 2011 - 95 pontos no Parker, 93 na Wine Enthusiast e Prémio Excelência da Revista de Vinhos; com base em mais de 20 castas em vinhas velhas, estagiou 15 meses em barricas de carvalho francês (50% novas e 50 % usadas) e na garrafa até 2015; ainda com fruta vermelha, fresco e elegante, acidez no ponto, especiado, taninos civilizados, algum volume e final de boca longo (14,5 % vol.). Sofisticado e muito equilibrado, a beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 18,5+.
.Pai Abel 2011 - 19 na Grandes Escolhas; ainda com fruta preta, vinoso, notas de chocolate preto, alguma acidez, taninos vigorosos mas civilizados, boa estrutura e final de boca persistente (14 % vol.). Potente e guloso, a beber nos próximos 6/7 anos. Nota 18,5 (18,5+/18,5+ noutras).
sábado, 23 de maio de 2020
Esplanada Furnas - 4 *
Não contando com os restaurantes de bairro e confinamentos à parte, a visita à Esplanada Furnas na Ericeira (já aqui referida em "Curtas (LVI) : (...)", ponto 3.) foi o meu regresso à vida quase normal, tendo abancado na confortável esplanada fechada que dá o nome a este espaço.
Pareceu-me estar tudo de acordo com as directivas da DGS (mesas distanciadas e despojadas, só sendo postas na presença do cliente, empregados "mascarados", etc). Com a mesa posta temos direito a uma espécie de toalhete em material sintético e guardanapos de papel personalizados.
Comemos, uma vez mais, umas belíssimas e carnudas ameijoas, seguidas de uma saborosa dourada grelhada toda inteira (detestamos peixe escalado).
A acompanhar e porque não há vinho a copo (só o da casa) nem cervejas artesanais, o que se lamenta, bebeu-se uma meia garrafa do Planalto Reserva 2018 - fresco e cítrico, sem grandes complexidades mas correcto e muito agradável, volume e final de boca médios (12,5 % vol.). Nota 15,5.
A garrafa foi mostrada e dada a provar num bom copo, com o logo da Herdade do Peso, passe a publicidade. Serviço simpático e profissional.
Por falta de treino e/ou lapso meu, não fiz o habitual inventário dos vinhos disponíveis.
No final do repasto é obrigatório ir à Loja da Amélia, onde se encontra quase tudo e do melhor.
A concluir, recomendo a Esplanada Furnas e tenciono voltar, sempre!
Pareceu-me estar tudo de acordo com as directivas da DGS (mesas distanciadas e despojadas, só sendo postas na presença do cliente, empregados "mascarados", etc). Com a mesa posta temos direito a uma espécie de toalhete em material sintético e guardanapos de papel personalizados.
Comemos, uma vez mais, umas belíssimas e carnudas ameijoas, seguidas de uma saborosa dourada grelhada toda inteira (detestamos peixe escalado).
A acompanhar e porque não há vinho a copo (só o da casa) nem cervejas artesanais, o que se lamenta, bebeu-se uma meia garrafa do Planalto Reserva 2018 - fresco e cítrico, sem grandes complexidades mas correcto e muito agradável, volume e final de boca médios (12,5 % vol.). Nota 15,5.
A garrafa foi mostrada e dada a provar num bom copo, com o logo da Herdade do Peso, passe a publicidade. Serviço simpático e profissional.
Por falta de treino e/ou lapso meu, não fiz o habitual inventário dos vinhos disponíveis.
No final do repasto é obrigatório ir à Loja da Amélia, onde se encontra quase tudo e do melhor.
A concluir, recomendo a Esplanada Furnas e tenciono voltar, sempre!
quinta-feira, 21 de maio de 2020
A minha biblioteca vínica (VII) : os livros de Virgílio Loureiro e João Afonso
Continuando com autores portugueses:
A) - Virgílio Loureiro
Professor reformado e enólogo no activo, este autor publicou estes 2 livros disponíveis na minha biblioteca:
1."Os Vinhos do Dão" com fotos de António Homem Cardoso (edição Chaves Ferreira, 1993) com 160 páginas
Um dos 12 volumes da Enciclopédia dos Vinhos de Portugal, organizada por António Lopes Vieira, e uma obra de referência no mundo vínico, dividida em 8 capítulos:
.A Região do Dão
.A Vitivinicultura do Dão através dos tempos
.O cultivo da vinha no Dão
.As Castas do Dão
.Os processos de vinificação e o estilo dos vinhos
.As Quintas do Dão
.Organização Institucional
.O vinho do Dão na Cozinha e na Mesa
2."O Vinho Sentido" em parceria com Manuel Malfeito Ferreira (Plátano Editora, 2019) com 224 páginas
Sobre este livro, a editora referiu "Depois de trinta anos a provarem vinhos e a lecionarem cursos de prova, os autores concluíram que o método de prova tradicional não satisfaz. Por isso, desenvolveram um novo método que se centra no reconhecimento das emoções que o vinho causa no provador. Não obriga a descrever aromas através de metáforas, não atribui notas e, por isso, não elege os "melhores". (...)".
É uma obra polémica que, para se perceber a mensagem dos autores, exige conhecimentos em neurociências, química, biologia e até anatomia, o que o enófilo normal não domina.
B) - João Afonso
Jornalista e crítico de vinhos, pertence à equipa da Grandes Escolhas, tendo colaborado na antiga Revista de Vinhos. Publicou o Anuário de Vinhos, de 2000 até 2008 e, ainda, o "Curso de Vinhos para verdadeiros apreciadores", que não possuo. Apenas tenho o
."Entender de Vinho" (edição a esfera dos livros, 2010) com 238 páginas
Também é uma obra polémica, embora por razões diferentes das indicadas para o livro acima referido. Para os mais curiosos, remeto-os para a crónica
"Entender de Vinho, de João Afonso. Um livro acabado à pressa?"
A) - Virgílio Loureiro
Professor reformado e enólogo no activo, este autor publicou estes 2 livros disponíveis na minha biblioteca:
1."Os Vinhos do Dão" com fotos de António Homem Cardoso (edição Chaves Ferreira, 1993) com 160 páginas
Um dos 12 volumes da Enciclopédia dos Vinhos de Portugal, organizada por António Lopes Vieira, e uma obra de referência no mundo vínico, dividida em 8 capítulos:
.A Região do Dão
.A Vitivinicultura do Dão através dos tempos
.O cultivo da vinha no Dão
.As Castas do Dão
.Os processos de vinificação e o estilo dos vinhos
.As Quintas do Dão
.Organização Institucional
.O vinho do Dão na Cozinha e na Mesa
2."O Vinho Sentido" em parceria com Manuel Malfeito Ferreira (Plátano Editora, 2019) com 224 páginas
Sobre este livro, a editora referiu "Depois de trinta anos a provarem vinhos e a lecionarem cursos de prova, os autores concluíram que o método de prova tradicional não satisfaz. Por isso, desenvolveram um novo método que se centra no reconhecimento das emoções que o vinho causa no provador. Não obriga a descrever aromas através de metáforas, não atribui notas e, por isso, não elege os "melhores". (...)".
É uma obra polémica que, para se perceber a mensagem dos autores, exige conhecimentos em neurociências, química, biologia e até anatomia, o que o enófilo normal não domina.
B) - João Afonso
Jornalista e crítico de vinhos, pertence à equipa da Grandes Escolhas, tendo colaborado na antiga Revista de Vinhos. Publicou o Anuário de Vinhos, de 2000 até 2008 e, ainda, o "Curso de Vinhos para verdadeiros apreciadores", que não possuo. Apenas tenho o
."Entender de Vinho" (edição a esfera dos livros, 2010) com 238 páginas
Também é uma obra polémica, embora por razões diferentes das indicadas para o livro acima referido. Para os mais curiosos, remeto-os para a crónica
"Entender de Vinho, de João Afonso. Um livro acabado à pressa?"
quarta-feira, 20 de maio de 2020
A minha biblioteca vínica (VI) : os livros do Ceferino Carrera e da Ana Sofia Fonseca
Continuando com os autores portugueses:
A) - Ceferino Carrera
Este escanção com provas dadas e professor na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, publicou na Colares Editora 4 livros dos quais tenho 2, que passarei a indicar:
1."Vinhos de Portugal da vinha ao vinho - variedades e regiões" (1997) com 333 páginas
O autor começa por nos desbravar a vinha, incidindo sobre a videira, as doenças e pragas, processos de vinificação, envelhecimento, alterações e defeitos do vinho. Continua pelas diversas regiões controladas, definindo exaustivamente, em cada uma delas, a situação geográfica, os solos, as castas recomendadas e autorizadas, etc. Termina com alguns conceitos quanto ao serviço do vinho.
2."A Arte de Beber Vinho do Porto" (2007) com 334 páginas
Este livro divide-se em 4 capítulos,
.A Terra à Mesa
.Vinho do Porto e os Sabores
.Fabricação do Queijo (este a propósito da harmonização do Vinho do Porto com queijos)
.Harmonia do Vinho do Porto com as Iguarias
B) - Ana Sofia Fonseca
A autora é uma jornalista que, para além de ter realizado o filme "Setembro a vida inteira", publicou diversos livros, mas só estes 2 sobre o vinho:
1."Barca Velha - Histórias de um Vinho" (Dom Quixote, 2004) com 199 páginas
Uma incursão no passado, com destaque para
.Anos 50, com Fernando Nicolau de Almeida, o Criador
.Anos 60, com D.ª Antónia, a Pioneira
.Anos 70, com Francisco Olazabal, o Trineto
.Anos 80, com José Maria Soares Franco, o Guardião
2."Cada Garrafa Conta Uma História" (a esfera dos livros, 2014) com 197 páginas
Este livro desenvolve-se em 3 capítulos, que contemplam
.As Famílias
.Os Enólogos
.Os Produtores
Para os mais curiosos, passo a indicar os links para as crónicas que se referem aos livros e ao filme:
."Um filme sobre o vinho "Setembro a vida inteira" (1ª parte)"
."Um filme sobre o vinho "Setembro a vida inteira" (2ª parte)"
."Curtas (LI) : livros, (...)"
A) - Ceferino Carrera
Este escanção com provas dadas e professor na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, publicou na Colares Editora 4 livros dos quais tenho 2, que passarei a indicar:
1."Vinhos de Portugal da vinha ao vinho - variedades e regiões" (1997) com 333 páginas
O autor começa por nos desbravar a vinha, incidindo sobre a videira, as doenças e pragas, processos de vinificação, envelhecimento, alterações e defeitos do vinho. Continua pelas diversas regiões controladas, definindo exaustivamente, em cada uma delas, a situação geográfica, os solos, as castas recomendadas e autorizadas, etc. Termina com alguns conceitos quanto ao serviço do vinho.
2."A Arte de Beber Vinho do Porto" (2007) com 334 páginas
Este livro divide-se em 4 capítulos,
.A Terra à Mesa
.Vinho do Porto e os Sabores
.Fabricação do Queijo (este a propósito da harmonização do Vinho do Porto com queijos)
.Harmonia do Vinho do Porto com as Iguarias
B) - Ana Sofia Fonseca
A autora é uma jornalista que, para além de ter realizado o filme "Setembro a vida inteira", publicou diversos livros, mas só estes 2 sobre o vinho:
1."Barca Velha - Histórias de um Vinho" (Dom Quixote, 2004) com 199 páginas
Uma incursão no passado, com destaque para
.Anos 50, com Fernando Nicolau de Almeida, o Criador
.Anos 60, com D.ª Antónia, a Pioneira
.Anos 70, com Francisco Olazabal, o Trineto
.Anos 80, com José Maria Soares Franco, o Guardião
2."Cada Garrafa Conta Uma História" (a esfera dos livros, 2014) com 197 páginas
Este livro desenvolve-se em 3 capítulos, que contemplam
.As Famílias
.Os Enólogos
.Os Produtores
Para os mais curiosos, passo a indicar os links para as crónicas que se referem aos livros e ao filme:
."Um filme sobre o vinho "Setembro a vida inteira" (1ª parte)"
."Um filme sobre o vinho "Setembro a vida inteira" (2ª parte)"
."Curtas (LI) : livros, (...)"
domingo, 17 de maio de 2020
À volta da cerveja artesanal (X)
1.Provas
Provadas/bebidas mais 8 cervejas artesanais, classificadas de 1 a 5:
Com 5
.Letra F American IPA (Vila Verde)
.8ª Colina Falstaff (Lisboa) com estágio em barricas de Vinho da Madeira (casta Sercial) da Justino's e 11º de álcool
.8ª Colina Bardolfo (Lisboa) com estágio em barricas de Vinho da Madeira (casta Verdelho) da Justino's e 10,5º de álcool
Com 4,5+
.8ª Colina Urraca Vendaval (Lisboa)
Com 4,5
.Letra D Red Ale (Vila Verde)
Com 4
.Letra B Boehemian (Vila Verde)
.Letra E Belgian Dark Strong Ale (Vila Verde) com 9º de álcool
.La Rosa Lager (Pinhão)
2.Compras online
Arrisquei (e não estou arrependido) comprar à Letra uma caixa com 12 cervejas artesanais (Letra A,B,C,D,E e F - 2 de cada). Paguei 27,80 € com direito a entrega sem custos, no prazo de 48 horas.
Bingo!
Provadas/bebidas mais 8 cervejas artesanais, classificadas de 1 a 5:
Com 5
.Letra F American IPA (Vila Verde)
.8ª Colina Falstaff (Lisboa) com estágio em barricas de Vinho da Madeira (casta Sercial) da Justino's e 11º de álcool
.8ª Colina Bardolfo (Lisboa) com estágio em barricas de Vinho da Madeira (casta Verdelho) da Justino's e 10,5º de álcool
Com 4,5+
.8ª Colina Urraca Vendaval (Lisboa)
Com 4,5
.Letra D Red Ale (Vila Verde)
Com 4
.Letra B Boehemian (Vila Verde)
.Letra E Belgian Dark Strong Ale (Vila Verde) com 9º de álcool
.La Rosa Lager (Pinhão)
2.Compras online
Arrisquei (e não estou arrependido) comprar à Letra uma caixa com 12 cervejas artesanais (Letra A,B,C,D,E e F - 2 de cada). Paguei 27,80 € com direito a entrega sem custos, no prazo de 48 horas.
Bingo!
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