quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Garrafeiras em queda e concorrência mais ou menos desleal

Nos últimos 10 anos garrafeiras e lojas gourmet têm aparecido um pouco por todo o lado. Parecem cogumelos. Mas, como não há mercado para tantos pontos de venda, também vão fechando ou empurrando para a falência algumas das mais antigas. Recentemente fecharam as portas a Mourinha (lojas na Av.Roma e na João XXI), a Garrafeira de São Bento e a Diogo's (Funchal). Já há uns tantos anos projectos megalónomos, como O Espírito do Vinho (3 lojas) e a Gourmet Lamour não se aguentaram. E, mais recentemente, o império da Vinho e Coisas soçobrou. Pelo caminho, entre outras, também ficaram Vinha d'Arte, O Culto do Vinho e Corpo e Alma.
A concorrência, mais ou menos desleal, por parte de alguns produtores, distribuidores e, até, jornais e revistas, têm ajudado ao enterro. Nesta altura de proximidade com a quadra natalícia, também aparecem empresas-fantasma a anunciar os tradicionais cabazes, desaparecendo logo que as festas terminam. Não têm praticamente despesas, ao contrário das lojas de porta aberta,algumas das quais com custos fixos quase incomportáveis.
E, pasme-se, até a banca (concretamente o Millennium) tem uma promoção, até ao final do ano, de cabazes de Natal!
À reflexão de todos.

1 comentário:

  1. Ouvir dizer que a Brasilia junto do Lg.do Rato tambem fechou.Parece-me importante que se publicitem estas situações,dando assim oportunidade para pensarmos sobre elas e tirarmos os ensinamentos que contribuam para alterar este statuo quo ante,pois como tenho dito repetidas vezes a responsabilidade é de todos nós,bem sei que uns mais do que outros.

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