Confirma-se o que foi dito na minha crónica de 11 de Junho 2010. Localização privilegiada junto ao Tejo (atrás da estação do Cais do Sodré), cozinha de inspiração moçambicana e não só, pratos bem apresentados, doses fartas, serviço eficiente, sala confortável, bom ambiente. Lista de vinhos alargada com boas sugestões para todas as bolsas, uma apreciável quantidade de vinhos a copo, temperaturas controladas, bons copos.
Degustámos alguns dos pratos recomendados, tendo a nossa escolha caído no caril de camarão com arroz basmati, lombinhos de peixe com molho de coco, puré de mandioca e batata doce e, ainda, chacuti de cabrito.
Quanto a vinhos foi bebido o Qtª de Saes Reserva Estágio Prolongado 07 - austero, alguma rusticidade, boa acidez, boca potente, final longo. Aguenta bem mais 10 anos. Nota 17,5.
Volto a recomendar este restaurante que, além de ter passado ao lado da crítica, bem merece ser considerado amigo do vinho. À atenção da Revista de Vinhos.
Quinta-feira, 28 de Abril de 2011
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E notícias do Farol de Belém (não sei se era assim que se chamava), não há?
ResponderEliminarUm abraço
Suponho que se trata do restaurante que costumava ter caça e estava situado num prédio a ameaçar ruina.
ResponderEliminarNão tenho notícias concretas, mas consta que o dono estará interessado no espaço que pertenceu ao "Já Sei", em frente à Cervejaria Nunes.