quinta-feira, 25 de agosto de 2011

OITO DEZOITO revisitado

Mantenho o que disse em crónica anterior: não faz sentido a inexistência da uma lista de vinhos a copo. A empregada que nos atendeu sabia as marcas, mas questionada sobre anos de colheita e preços teve que ir indagar. Podem aproveitar a lista principal, que até prevê preços para garrafa e copo. É só preencher. Será assim tão complicado?
Já não exijo que se leve a garrafa à mesa e se dê o vinho a provar, pois o sistema logístico implantado não o permite. Mas fico com sérias dúvidas que na ausência do barman, que funciona como escanção da casa, alguma das empregadas tenha conhecimentos e treino que detecte uma eventual garrafa com rolha ou outro defeito.
Bebi um copo do branco Tapada de Coelheiros 09, que acompanhou bem um agradável Bacalhau à Gomes de Sá. Custou 4,60 €, o que considero um exagero, pois 1 copo e meio chega para pagar a garrafa.
Ó dr. José António Saraiva, não pode dar uma mãozinha e convencer o pessoal a pôr os preços dos vinhos a copo?

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