quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Porque deixei de ir ao Vin Rouge

Esta é mais uma história passada comigo há já alguns anos, enquanto sócio gerente das CAV. Por indicação de alguém, cujo nome não recordo (David Lopes Ramos? José Quitério?), "descobri" o Vin Rouge, perdido nos confins do Monte Estoril e nada fácil de encontrar à primeira.
Gostámos (eu e a minha mulher) francamente e passámos a frequentar este pequeno mas apelativo restaurante. Cozinha imaginativa da responsabilidade do chefe João Antunes, espaço acolhedor dirigido pela Rita Caldas, sua mulher. Mais ainda, tinhamos no balcão das CAV cartões do restaurante para recomendar aos nossos clientes e amigos.
Numa das nossas visitas, a Rita Caldas pediu-me se lhe fornecia 1 ou 2 garrafas de um Porto de 1958. Arranjo-lhe o Valriz Colheita 1958 e se não o tiver na loja, encomendo de imediato, disse-lhe.
Logo que o vinho chegou, passados 3 ou 4 dias, entrei em contacto com a senhora que, na maior das calmas, me respondeu que o marido já tinha arranjado o Porto 1958 que me tinham encomendado.
Resultado : os cartões do Vin Rouge foram para o lixo e nunca mais lá pusémos os pés! Não havia necessidade...

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