domingo, 19 de agosto de 2012

Actualização dos meus Quadros de Honra (QH)

Foi em Maio de 2010, um mês após ter iniciado este blogue, que fiz um primeiro balanço dos vinhos provados, registados e classificados, a partir de 1997/98, balanço este actualizado em Dezembro de 2010 e 2011. Eram vinhos provados em serviço ou em sessões privadas (em família, com o Núcleo Duro, Grupo dos 3, Grupo dos 3+4, Novo Formato, etc). Inventariei, até agora, cerca de 3300 vinhos e, se calhar, outros tantos foram provados mas não registados (foi o caso das visitas anuais às mostras organizadas pela Revista de Vinhos e pela Wine, entre outras).
Os critérios que estabeleci para a entrada nos QH, exigiam uma classificação de 18,5 o que, mais tarde, considerei injusto para os brancos. Assim, alterei o critério relativo à excelência dos brancos, baixando-o para 17,5. Como consequência, os vinhos eleitos passaram dos 115 iniciais (3,8 % do total registado) para os actuais 243 (7,4 %), o que dá uma média de 20 por ano, quantidade inferior aos Prémios Excelência atribuídos anualmente pela revista de Vinhos ou aos Melhores do Ano seleccionados pelo João Paulo Martins no seu guia Vinhos de Portugal. Nada de mais, portanto...
Nesta última actualização, contabilizei 163 vinhos de mesa/consumo (67,1 % dos eleitos) e 80 fortificados (32,9 %). Dos 163, 110 são tintos (45,3 %) e 53 brancos (21,8 %). Quanto aos fortificados, 32 são Porto (13,2 %), 37 Madeira (15,2 %) e 11 Moscatel de Setúbal (4,5 %).
Em próximas crónicas, tratarei destes números em pormenor, para melhor se perceber as minhas preferências, nomeadamente quanto a tipos de vinho, marcas/produtores e anos de colheita. É um exercício deveras interessante que os enófilos organizados poderiam fazer, a partir dos seus registos e anotações. Chegarão, pela certa, a conclusões bem diferentes das minhas ou não tanto. Fica aqui o desafio.

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