domingo, 4 de novembro de 2012

Petiscos em Lisboa (VIII)

Estive recentemete no Bar/Enoteca do Hotel Avenue (Av. Liberdade, 129), um espaço moderno onde se pode petiscar, beber um copo de vinho ou, mesmo, comprar uma garrafa. Um contra: a música demasiado alta. Era jazz que eu adoro. Mas, e se não gostasse?
A lista de vinhos é apresentada em suporte iPad (?), o que não dá para inventariar, com rigor, a respectiva oferta. Fiquei, no entanto, com a ideia que têm uma selecção criteriosa e uma boa quantidade de vinhos a copo. Mais: os copos são os apropriados, as temperaturas as adequadas (possuem armários térmicos) e os preços de acordo com aquele espaço, isto é, acima da média.
Bebi um copo do branco Churchill Estates 2011 (5,50 €) - frutado, alguma mineralidade, fresco, bom final de boca. Nota 16,5. Um senão: a garrafa é de rosca! Ó senhores produtores, então não devemos defender a rolha de cortiça? Lembro-me, a propósito, de nos tempos das CAV ter deixado de comprar o rosé da Churchill por idêntico motivo. E isto apesar da amizade que tínhamos com a responsável da área comercial/marketing.
A garrafa veio à mesa, o vinho dado a provar e a quantidade, servida a olho, generosa. Serviço profissional e simpático.
Quanto a comeres escolhi alguns petiscos/entradas: peixinhos da horta com maionese de coentros (3 €), choquinhos em tempura com aioli de caril (4 €) e moelas de pato confitadas com cerveja, tomate e gindungo (6 €), servidas em boas doses. Ao almoço a oferta de petiscos/entradas é algo reduzida, o que não se compreende, pois ao jantar é praticamente o dobro.
Para terminar, uma nota simpática: a chefe Marlene Vieira veio à mesa para se inteirar se estava tudo ao meu gosto, o que raramente acontece noutros espaços de restauração.

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