sábado, 12 de janeiro de 2013

Curtas (III)

1.Umai da Rua da Misericórdia, revisitado. Mantém, em bom estilo, tudo o que escrevi na crónica de 21/11: ambiente, original e excelente gastronomia oriental, serviço de vinhos de muita qualidade. A revisitar, sempre!
2.Taberna das Flores, também revisitada. Mantém as características referidas na crónica de 21/6: gastronomia alfacinha de qualidade, vinhos a copo, copos e serviço vínico exageradamente típicos, isto é, uma desgraça. Bebi uma cerveja artesanal, deveras interessante. A revisitar para provar a meia desfeita de bacalhau ou as iscas com elas.
3.Quem quiser comprar vinhos não precisa de ter a maçada de ir a uma garrafeira, loja gourmet ou grande superfície. Basta encomendar ao Público, Expresso, Diário de Notícias ou à revista Volta ao Mundo. Ou, então, ir à Leya do Rossio, onde pode adquirir uns tantos vinhos, aliás até com direito a montra!
É, no meu entender, uma concorrência desleal e inqualificável!
4.Quis conhecer a Taberna Maria do Correio, em Alvalade, uma das recomendadas pela Time Out. Diz a revista que o horário é das 12 ás 22 h, de 2ª feira a sábado. Fui a uma terça, mas bati com o nariz na porta. Um letreiro tosco, escrito à mão, avisava que só serviam almoços de 5ª a sábado. Francamente...
5.A Fugas (separata do Público) de 5 de Janeiro dedica 2 páginas ao Descobre Restaurante Mercearia, um dos meus preferidos. Entre elogios e algumas críticas, refere sobre os vinhos que "(...) A oferta é alargada e tem várias referências de qualidade (...) mas como não há carta o cliente tem que andar algum tempo à descoberta (...)". Não é verdade. Posso servir de testemunha. Ó senhor crítico Fortunato da Câmara, estava mesmo distraído!

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