terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Perplexidades (VIII)

Desde há algum tempo que não publicava crónicas com este título (a última foi em 18/3/2012). A propósito do que escrevi em Curtas (III), sobre os diversos agentes de vendas de vinhos, no âmbito da comunicação social, veio-me à memória uma pequena história passada comigo, talvez há mais de 10 anos, enquanto um dos responsáveis pelas CAV.
Uma figura pública do mundo do vinho, estava de algum modo ligada a um desses clubes patrocinados pela comunicação social. Uma das selecções publicamente publicitada, referia uns tantos vinhos, talvez uns 6 se a memória não me atraiçoa. Afirmavam, então, que eram vinhos praticamente impossíveis de se encontrar no mercado, mas mesmo que existissem, os preços de venda seriam sempre mais elevados dos que agora eram publicitados. Azar o dele, pois as CAV tinham todos os vinhos daquela selecção e, no seu conjunto, mais baratos!
Lembro-me de lhe ter enviado um e-mail, questionando-o se não sabia fazer contas ou se, deliberadamente, estava a enganar os leitores daquele órgão. Fiquei sem saber, pois a resposta solicitada nunca chegou a acontecer. Coisas da vida...

2 comentários:

  1. O brilhantismo Português e a falta de honestidade.
    neste país somos todos mais espertos do que o outro. Temos é, como sabe, muitos problemas de visão!
    Abraço e muito obrigado por mais este delicioso momento!

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  2. Obrigado Hugo Mendes pelas suas palavras.

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