quarta-feira, 6 de março de 2013

Eu, enófilo, me confesso...

A título de revisão da matéria e para arrumar idéias:
1.Gosto de vinho branco que consumo praticamente durante todo o ano, ao passo que nos dias mais quentes não me apetece beber tinto.
Quanto ao estilo, prefiro claramente o branco de outono/inverno, já com 2 ou 3 anos (ou mais) em cima.
O melhor branco português que já bebi em toda a minha vida foi o Soalheiro Alvarinho Reserva 2007 e a casta nele presente, a melhor de todas..
2.Quanto a tintos, a minha escolha incide, claramente, nos vinhos do Douro, a beber 6 a 10 anos após a colheita (considero o ano 2004 o melhor da década). Quanto a produtores/marcas, a Qtª do Crasto e a Niepoort são as minhas preferências.
Mas não desprezo as outras regiões, nomeadamente Alentejo, Bairrada e Dão, com alguns dos seus vinhos a darem-me grandes momentos de prazer.
3.Nos vinhos fortificados, a minha apetência vai, por ordem decrescente:
.Em 1º lugar o Vinho da Madeira (o melhor do mundo!), preferencialmente os frasqueiras com base nas castas Bual, Terrantez e Verdelho e destaque para a marca Blandy.
.Em 2º lugar, ex-aequo, Porto Colheita de anos recuados, alguns Tawnies de 30 ou 40 anos (marcas Burmester, Krohn e Noval) e Moscatéis de Setúbal da José Maria da Fonseca (décadas de 50 a 70).
.Por fim, o Porto Vintage, sempre uma lotaria. Tanto pode estar excepcional como ir directamente para a pia!
Considere-se esta crónica um desabafo de quem esteve de quarentena cerca de 2 semanas, sem provar ou sequer cheirar vinho.

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