domingo, 14 de abril de 2013

No rescaldo do Peixe em Lisboa

Estive presente, mais uma vez, neste imperdível evento. Enquanto que no 1º dia, logo a seguir à abertura, se estava completamente à vontade, com muitos lugares por ocupar (á hora do almoço), no 2º, uma semana depois, quem chegava lá para as 13h30/14h já tinha dificuldade em arranjar uma mesa para se instalar.
O que comi?
.Entradas:
.sopa de cabeças de peixe (Assinatura), menos interessante do que tenho saboreado quando vou ao restaurante;
.sopa de santola (Nobre), a perder interesse de ano para ano (já foi  excepcional); deu-me a idéia que se industrializou, a partir do êxito alcançado em 2011;
.pirulitos de lula dos Açores (Gspot), com a irreverência a que estamos habituados (muitíssimo bom);
.línguas, pil-pil,... (Tasca da Esquina), bem concebida, mas o excesso de sal penalizou-a;
.favada de bacalhau (Cantinho do Avillez), casamento do bacalhau com as favas a resultar muito bem;
.empada de caril vermelho de camarão (Cantinho do Avillez), o elo mais forte do que comi nestes 2 dias; excelente!
E o que bebi? (não houve oportunidade de tomar notas de prova, limitei-me a classificá-los
.Brancos: Colecção Privada Domingos Soares Franco Gruner, Rabigato, Viognier 2012 e idem Verdelho 2012 (com estilos diferentes, mas bem feitos; nota 16 a ambos)
.Tintos: idem Syrah e Touriga Franca 2011 (esperava um pouco mais; nota 15,5) e Hexagon 2008 (belo vinho, a José Maria da Fonseca  no seu melhor; nota 18)
.Fortificados: Moscatel Alambre 20 Anos (a melhor relação preço/qualidade em moscatéis; não me canso de o beber; nota 18+)
O Duarte Calvão e restante equipa estão de parabéns. E, para o ano, há mais...

Sem comentários:

Enviar um comentário