quarta-feira, 15 de maio de 2013

Perplexidades (IX)

Já há algum tempo que não partilho com os leitores deste blogue, histórias insólitas protagonizadas por figuras do mundo do vinho (e não só), algumas bem conhecidas outras não tanto, umas que se mantêm na ribalta e outras que desapareceram discretamente.
Para quem tiver curiosidade, as Perplexidades anteriores podem ser relembradas: I (publicada em 8/5/2011), II (28/5/2011), III (10/6/2011), IV (13/11/2011), V (21/12/2011), VI (5/3/2012), VII (18/3/2012) e VIII (15/1/2013). Os intervenientes não estão identificados, mas poderão vir a sê-lo em devido tempo.
A história que hoje me ocorreu, passou-se há alguns anos, quando eu era um dos responsáveis pelo projecto Coisas do Arco do Vinho (CAV). Uma figura do mundo vínico, actuante na altura, mas agora desaparecida da ribalta, entrou em contacto comigo, pressionando-me para subir o preço de venda ao público de determinado vinho de referência, pois achava que as CAV estavam a vendê-lo muito em conta. A ele, que o vendia caro, não lhe dava jeito nenhum. A minha resposta foi pronta: o problema é seu, a política de preços aqui nas CAV é da nossa inteira e exclusiva responsabilidade e não aceito quaisquer pressões do exterior. Passe bem!
E esta hem? É preciso descaramento... 

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