sexta-feira, 28 de junho de 2013

Grupo dos 3 (31ª sessão)

O último encontro deste núcleo duríssimo teve lugar no Rubro Avenida, restaurante escolhido por mim e com vinhos da minha garrafeira. Levei 2 brancos 2011, 1 tinto 2008 e um Colheita 1961, todos provados rigorosamente às cegas. O apoio logístico foi do Tiago Pereira, responsável por aquele espaço, a fazer com que tudo funcioasse a contento.
Vinhos provados:
.Anselmo Mendes Curtimenta Alvarinho (Prémio Excelência da RV 2012) - aroma discreto, notas de citrinos, acidez equilibrada, frescura, mineralidade e elegância. A confirmação. Nota 17,5.
.Ribeiro Santo Vinha da Nave (um dos melhores no Guia do JPM 2013) - aroma mais intenso, boa acidez a suportar bem as notas amanteigadas, estrutura e final longo. A surpresa. Nota 17,5+.
Além do pão e azeite, os 2 brancos acompanharam uma série de agradáveis tapas (shot de salada de tomate, ovo de codorniz e queijo brie/croquete de morcela/empada de rabo de touro/mexilhão recheado com frutos do mar e tinta de choco/atum na chapa com soja e ponta de espargo verde), cogumelos grelhados e um surpreendente queijo provolone sobre cama de tomate.
.Kopke Vinhas Velhas - (também um dos melhores, no mesmo guia) - com base na T.Nacional e Sousão, estagiou 16 meses em barricas de carvalho francês; servido após dupla decantação; nariz exuberante e complexo, frutos silvestres, notas especiadas, tabaco e chocolate, acidez q.b., taninos aveludados, profundidade e final longo. Em forma mais 4/5 anos. Um tinto de luxo. Nota 18,5+.
Fez companhia a  um deveras apetecível chuleton de buey.
.Calém Colheita 61 (engarrafado em 2011) - frutos secos, mel, iodo, vinagrinho, boca potente e final longo. Um prazer. Nota 18 (noutra situação, também 18).
Maridou com bolo de chocolate e laminado de abacaxi, erradamente designado por carpaccio.
Mais uma boa sessão, com os vinhos, gastronomia e serviço a portarem-se à altura.

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