quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Coisas do Arco do Vinho : 17 anos depois (II)

2.Gestação e preparação do projecto
A ideia nasceu no decorrer de um jantar vínico organizado pela Revista de Vinhos. Aí ficaram definidas as linhas mestras do que viria a ser a loja Coisas do Arco do Vinho. O conceito, inovador e pioneiro na altura, contemplava 4 áreas de negócio, a saber, vinhos, acessórios para o serviço do vinho, mercearia fina e livraria especializada. O jantar vínico teve lugar em Abril 1996 e as CAV abriram em Setembro do mesmo ano, em tempo recorde.
Cientes que não sabíamos tudo, conversámos com algumas pessoas já nossas conhecidas, o que de algum modo nos ajudou a clarificar o projecto. Para memória futura, fica registado que nos reunimos, em separado:
.em Lisboa, com o saudoso David Lopes Ramos, José Salvador, João Paulo Martins e José Quitério
.em Sangalhos, com o Luis Lopes
.no Porto, com Dirk Niepoort, Maria Emília Campos e Ricardo Nicolau Almeida
3.A primeira crónica
Ao longo dos 13 anos de vida em que estivémos à frente das CAV, praticamente todos os órgãos de comunicação social se referiram ao projecto, fizeram-nos entrevistas e aparecemos na maioria dos canais televisivos.
A realçar algum, parece-me de inteira justiça lembrar a 1ª crónica sobre as CAV, que foi publicada, em 6 de Outubro de 1996, na Pública (suplemento do Público) e assinada pelo David Lopes Ramos.
Eis o que o DLR escreveu na altura:
"(...) Chamaram-lhe Coisas do Arco do Vinho (...) e lá está um espaço muito bem decorado, bem arrumado e com uma selecção de vinhos - com destaque para os tintos e Porto - de se lhe tirar o chapéu. Além disso, ainda tem lugar para acessórios do vinho, nomeadamente copos, entre os quais os Riedel, (...)livros sobre gastronomia e vinhos e "delicatessen", por exemplo, doces conventuais bejenses(...)".

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