terça-feira, 26 de novembro de 2013

Encontro com os Vinhos e Sabores (EVS) 2013

À semelhança de anos anteriores marquei presença no EVS deste ano, mas só consegui estar na 2ª feira depois da hora de almoço. Foi um período muito curto, menos de 4 horas, tendo ficado pela prova de 37 vinhos (7 brancos, 26 tintos, 1 rosé e 3 fortificados), uma ínfima parcela do que lá se encontrava. Mas, mais importante, revi amigos, antigos clientes, produtores, enólogos e alguns distribuidores que frequentavam as Coisas do Arco do Vinho (CAV).
O EVS é, mais uma vez, o grande evento do ano: 11 Provas Especiais, 4 Provas de Harmonização, 200 stands de vinhos, 24 de sabores, 12 de acessórios e, ainda o concurso "A Escolha da Imprensa", é obra. Os meus parabens à Revista de Vinhos. É justo referir, com agrado, que o Nuno Garcia, um dos enófilos que pertenceu ao painel de prova das CAV e que agora integra a redacção da RV, participou em algumas das Provas Especiais e de Harmonização e, ainda, fez parte do juri do concurso "A Escolha da Imprensa". A propósito, em crónica futura, citarei alguns amantes do vinho que "cresceram" no âmbito das CAV, que há alguns anos atrás funcionou como uma espécie de viveiro de enófilos.
Quanto a vinhos provados, ficaram-me na memória os brancos Casal de Santa Maria Reserva 2010, Herdade Grande Reserva 2012, Malhadinha 2012 e Principal Reserva 2010; os tintos Vale Meão 2011 (perfeito!), Marquês de Borba Reserva 2011, Memórias Alves de Sousa (lote de vinhos de 1992 a 2012?), Qtª de Pinhanços Altitude 2007, Vallado Reserva 2011, Calda Bordaleza 2009, Três Bagos Grande Escolha 2008, Marquesa de Cadaval 2010, Qtª dos Roques Garrafeira 2008, Qtª Foz de Arouce Vinhas Velhas 2009, Qtª do Noval 2009, Palácio da Bacalhoa 2008 e Vale do Tua 2009; o rosé Tête de Cuvée 2010; e os fortificados Blandy Terrantez 1976 e Graham's 30 Anos (com grande frustação da minha parte, não cheguei a tempo de provar alguns enormes vinhos, nomeadamente o Bual 1920 da Blandy). De referir, com toda a justiça, a surpresa que foi provar o Parduço, um verde tinto elaborado pelo Anselmo Mendes, que nada tem a haver com os que se bebem na malguinha tradicional.
E, para o ano, há mais!

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