sábado, 7 de dezembro de 2013

Curtas (XX)

1.Casa da Mó
Já começou a temporada do cozido às quintas feiras, na modalidade bufete. Por 11 € pode comer-se até rebentar. Uma boa notícia: finalmente e depois de muitas insistências, o restaurante já permite que se leve vinho de casa. Serviço de rolha 5 €, o que é irrecusável.
2.O Talho
Continua a comer-se bem neste espaço talho/restaurante. O croquete de cozido à portuguesa, os escalopes à milanesa com batata brava e a sobremesa (baklava) estavam bons. Bom ambiente, mas cadeiras desconfortáveis.
 Em relação a visitas anteriores, o serviço de vinhos melhorou. Bebi, a copo, Papafigos 2012 - fruta exuberante, acidez equilibrada, taninos civilizados; um vinho descomplicado e apetecível para o dia a dia. Nota 16,5+. A garrafa veio à mesa, o vinho, em bom copo e a temperatura aceitável, foi dado a provar. A lista tem os vinhos todos datados, mas sem critério de preços que se perceba, pois alternam os preços acessíveis com outros excessivos.
3.Mercado da Praça da Figueira
Este espaço foi totalmente remodelado e, recentemente, incorporou uma garrafeira que é uma surpresa, devido especialmente à oferta de vinhos fortificados, alguns a preços muito amigáveis. Por exemplo, o Kopke Vintage 2011 (94 pontos atribuidos por Kim Marcus, crítico da Wine Spectator) custa 31,95 €.
A selecção de vinhos de mesa/consumo é curta , tem algumas boas referências, mas também por lá estão alguns, para mim, completamente desconhecidos, como é o caso do Malhadinha da Cooperativa Agrária de Távora, nome que pode provocar confusões. A propósito, estou a lembrar-me de outras semelhanças em nomes, como é o caso do Munda (Dão) e Mundus (Lisboa)  ou os alentejanos J (da JMF) e JJ (doutro produtor). O IVV não deveria intervir e evitar confusões?

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