domingo, 10 de abril de 2016

Vinhos em família (LXX) : um Legado de luxo

Mais uns tantos vinhos (1 branco e 3 tintos) provados no sossego do lar e com os rótulos à vista. Todos se portaram à altura e não houve, desta vez, desilusões. E eles foram:
.Qtª da Falorca Encruzado Reserva 2014 - uma das 1989 garrafas produzidas; presença de citrinos, leves notas tropicais, alguma gordura e acidez, gastronómico e final persistente. Nota 17+.
.CH by Chocapalha 2008 - com base na casta Touriga Nacional em vinhas velhas; fresco, floral e elegante, acidez no ponto, notas especiadas, volume médio e bom final de boca. A beber nos próximos 4/5 anos. Nota 18 (noutra situação 17,5).
.Marquês de Borba Reserva 2009 - nariz contido, fresco e elegante, especiado, notas de couro e lagar, taninos suaves, algum volume e final de boca longo. Em forma mais 3/4 anos. Nota 18 (noutra também 18).
.Legado 2009 (Prémio Excelência 2013) - fresco e elegante, notas florais, acidez equilibrada, especiado, notas de chocolate e tabaco, taninos de veludo, volume e final de boca assinaláveis. Um grande Douro, com pernas para andar mais 7/8 anos. Nota 18,5.
No contra-rótulo pode ler-se: "Legado é mais do que um vinho: é o tetemunho do conhecimento e do saber que recebi do meu pai e que agora deixo às gerações futuras da nossa família". Assinado, Fernando Guedes.

3 comentários:

  1. espero em breve provar o legado 2010.

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  2. Não percebo nada de vinhos, mas esse Legado ao preço que custa não deveria ter pernas para andar durante mais 15 ou 20 anos?

    F.

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    1. Caro F.
      Obrigado pelo comentário. Até pode durar mais 20 anos, mas o que eu defendo é mais o ponto óptimo de consumo, para além do qual o prazer que se tira do seu consumo vai certamente diminuir.

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