terça-feira, 31 de maio de 2016

Provar vinhos com o Rui Reboredo Madeira (RRM)

Pela 1ª vez participei numa "Grande Prova Anual Rui Reboredo Madeira" que foi a sua 3ª edição e decorreu no Hotel Altis Belém. O autor, simultaneamente produtor e enólogo, saíu do projecto familiar (a CARM) e está a correr por conta própria.
Estavam em prova 44 vinhos (2 espumantes, 16 brancos, 18 tintos, 2 rosés e 6 fortificados (Porto, obviamente) que representavam 8 marcas (by Rui Madeira, Castello d´Alba, Beyra, Qtª da Pedra Escrita, Qtª de Fafide, Qtª da Cassa, Qtª do Côa e Espírito do Côa). A maior parte era Douro, mas a Beira Interior também estava representada, tendo a região dos Vinhos Verdes uma quantidade residual.
Destes 44, só consegui provar 14, pois o meu palato saturou-se demasiado rápido, talvez porque, como disse o Rui Miguel no blogue "pingas no copo", a propósito dos vinhos Ermelinda Freitas, alguns dos vinhos do RRM eram demasiado parecidos uns com os outros, um perigo para quem faz um número excessivo de referências, algumas perfeitamente dispensáveis, como é o caso.
De qualquer modo destaco, no âmbito dos vinhos provados, o by Rui Reboredo Madeira Alvarinho 2013 e os tintos by Rui Reboredo Madeira 2013 (amostra de casco), Beyra Superior 2012 e Qtª do Côa Reserva 2013. E logo a seguir o branco Qtª da Pedra Escrita 2014 e os tintos Beyra Superior e Reserva 2013.
Quanto à organização, a sala era ampla mas os tintos estavam à temperatura ambiente, o que os prejudicou. Mais, desejo ao Rui Reboredo Madeira os maiores êxitos e apelo que reduza a quantidade de referências, separando o trigo de algum joio.

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