quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Vinhos em família (LXXVIII) : 3 tintos 2011 e 1 Colheita

Mais 4 vinhos (3 tintos de 2011 e 1 Colheita de 1997) provados em casa e com os rótulos à vista, todos a portarem-se bem. E eles foram:
.Foz Torto Vinhas Velhas - nariz contido, alguma fruta vermelha, notas de esteva, acidez no ponto, especiado, taninos domesticados, volume médio e final de boca longo. Resultado de uma parceria de dois Tavares da Silva, o Abílio (produtor) e a Sandra (enóloga) que, curiosamente, nada são um ao outro. Beber nos próximos 3/4 anos. Nota 17.
.Telhas - com base nas castas Syrah e Viognier, estagiou 24 meses em barrica; aromático, ainda com fruta, notas de lagar e pimenta, acidez equilibrada, taninos firmes e civilizados, algum volume e final de boca. Complexo e uma grande surpresa vinda do Alentejo. No ponto óptimo de consumo. Nota 18.
.Mouchão (95 pontos no Parker) - com base na casta Alicante Bouschet, estagiou 24 meses em carvalho português e 36 meses em garrafa; alguma fruta, aromas terciários, notas de lagar, acidez q.b., taninos vigorosos, volume e final de boca assinaláveis. A meio caminho entre a frescura e a potência, evoluirá bem nos próximos 4/5 anos. Nota 18.
.Qtª do Crasto Colheita 1997 (engarrafada em 2016) - com base em vinhas velhas, envelheceu cerca de 18 anos em pipos de carvalho nacional de 550 litros; muita fruta vermelha, aromas terciários, frutos secos, a meio caminho entre um 10 anos e um 20, alguma complexidade, acidez e volume, final de boca persistente. Nota 17+.

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