quinta-feira, 27 de abril de 2017

Boas notícias : 25 de Abril, Quando Portugal Ardeu, Barca Velha e OliStori

1.25 de Abril
A boa notícia é que o espírito de Abril ainda está vivo e não se esgotou na geração que o viveu. Milhares de pessoas manifestaram-se em Lisboa, com alegria e militância. Mais, parte considerável dos manifestantes era jóvem, o que sinceramente me surpreendeu.
Depois de ter almoçado na Associação 25 de Abril, também me incorporei na manifestação onde encontrei amigos que já não via há algum tempo.
A outra boa notícia é que os militares de Abril voltaram ao Parlamento, do qual se tinham afastado por motivos óbvios.
E para o ano, há mais. 25 de Abril, sempre!
2.Quando Portugal Ardeu
É o título de um oportuno livro da autoria de Miguel Carvalho, jornalista de investigação no semanário Visão, editado nas vésperas do 25 de Abril pela Oficina do Livro. Como sub-título lê-se "Histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril", tendo como pano de fundo a rede bombista e os contra-revolucionários do MDLP. Para a geração que viveu estes tempos é importante recordar e, para as gerações mais novas é importante conhecer.
É, portanto, uma boa notícia. Já o li num fôlego e recomendo-o.
2.Barca Velha 2008
Outra boa notícia: o Barca Velha 2008 acabou de obter 100 pontos, atribuídos pela revista norte americana Wine Enthusiast, a nota mais alta desde sempre conseguida por um vinho português não fortificado. Parabens à Sogrape e à sua equipa de enologia, encabeçada pelo Luis Sottomayor.
Já tive a ocasião de provar este portentoso vinho e dele dei notícia na crónica "Vinhos em família : Barca Velha e outros", publicada em 7/3/2017, onde referi "(...) será talvez o melhor Barca Velha de sempre (...). Nota 19". Mas, pelos vistos, fui somítico na nota dada.
3.OliStori
Mais uma boa notícia: abriu recentemente a OliStori (Rua da Madalena,137), uma loja que apostou fortemente nos azeites portugueses de referência. Em parte, a respectiva selecção de azeites, inspira-se no livro "Os melhores 100 Azeites de Portugal" do jornalista Edgardo Pacheco (editora Lua de Papel), que recomendo vivamente.

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