quarta-feira, 28 de março de 2018

Revisitando o Crôa pela enésima vez

O Crôa é o meu restaurante preferido na Praia Grande e arredores (Praia das Maçãs e etc). Porque está bem localizado, tem sempre peixe fresco, os preços são acessíveis e porque sim.
Dele já falei em "Curtas (VII)" e "Curtas XXXVIII", crónicas publicadas em 7/5/2013 e 18/9/2014, respectivamente.
Desta vez comemos ameijoas à Bolhão Pato, dourada grelhada com batatas e legumes e, ainda, a belíssima tarte de maçã com gelado. Tudo no ponto.
Na componente vínica é que é o desastre. A  lista é curta, os anos de colheita estão omissos e os copos que estão na mesa uma desgraça. A pedido, vieram copos aceitáveis.
Para compensar, fomos atendidos por um empregado que fez um serviço de 5 estrelas, o que não é habitual num espaço de restauração como este.
Optei por uma garrafa de Catarina 2016 - com base nas castas Fernão Pires, Chardonnay e Arinto; presença de citrinos e fruta madura, acidez nos mínimos, algum verniz e madeira discreta, notas amanteigadas, volume médio e final curto. Gastronómico. Nota 16. O vinho foi dado a provar.
Tem uma boa relação preço/qualidade e é uma boa defesa na restauração. Esta garrafa custou-me 10 € e levei para casa a metade que sobrou.

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