terça-feira, 12 de junho de 2018

Grupo FJF (2ª sessão) : Alvarinhos em alta

O Grupo FJF, reforçado com mais um J (de Juca), voltou a reunir-se no Magano para uma prova de alvarinhos e albariños, devidamente acompanhados por produtos do mar.
Com um serviço de sala de 5 *, a que já estamos habituados, desfilaram:
.Qtª de Santiago Rascunho Alvarinho 2015 (garrafa nº 334/600, levada por mim) - estagiado durante 9 meses sobre as borras, seguido de mais 12 meses na garrafa; presença de citrinos, fresco, acidez q.b., notas amanteigadas, muito complexo, volume e final de boca assinaláveis. Grande Alvarinho e uma grande surpresa, a demonstrar que a qualidade dos alvarinhos não se esgota no Anselmo Mendes e na Qtª de Soalheiro (13,5 % vol.). Nota 18.
.Kompassus Alvarinho 2015 (também levada por mim) - estagiou 7 meses em barricas usadas, tendo sido engarrafado em Julho de 2016; fresco e mineral, acidez equilibrada, polido e austero, volume e final de boca médios. Uma boa surpresa este Alvarinho, o único na Bairrada (12,5 % vol.). Nota 17,5.
Estes 2 alvarinhos harmonizaram com gambas de Madagascar e carabineiros com arroz.
.Soalheiro Alvarinho 2000 (levado pelo João) - nariz contido, oxidação nobre, aromas e sabores terciários, bela acidez, volume e final de boca médios (12,5 % vol.). Envelheceu muito bem. Nota 17,5.
.Granbazán Albariño 2010 (também levado pelo João) - estagiou 6 meses em barricas de carvalho francês; fresco e mineral, acidez no ponto, algum volume e final de boca médio (13,5 % vol.). Nota 17.
Estes 2 brancos fizeram companhia a lulas grelhadas com grelos e batatas.
.Messias Colheita 1977 (engarrafado em 2007, foi levado pelo Frederico) - presença de frutos secos, acidez e gordura, algum volume e final de boca muito longo. Complexo e harmonioso. Nota 18,5.
Acompanhou a tradicional tarte de amêndoa.
Uma boa sessão, com uma luta desigual: 3 Alvarinhos contra 1 Albariño.

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