quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Grupo FJF (7ª sessão) : vinhos de eleição e um fortificado surpreendente

O grupo original (Frederico, João e Francisco) reuniu, uma vez mais, no Magano. Os vinhos foram provados com o rótulo à vista:
.Gouvyas Reserva 2015 branco (garrafa levada por mim) - enologia de Luis Soares Duarte, com base em vinhas velhas; nariz contido, citrinos e fruta madura, bom equilibrio entre a acidez e a gordura, barrica bem casada, volume notável e final de boca assinalável (13,5 % vol.). Complexo e gastronómico. Um bom regresso desta prestigiada marca que andava desaparecida. Nota 18.
Este branco maridou com as entradas (queijo fresco, peixinhos da horta, alheira e empadinhas) e 2 sopas (de cação e de tomate).
.Carvalhas 2013 (levada pelo João) - com base na casta Tinta Francisca em vinhas velhas; fruta vermelha bem presente, alguma acidez e notas especiadas, taninos civilizados, algum volume e final de boca (13,5 % vol.). Elegante e bem comportado, a beber nos próximos 7/8 anos. Nota 17,5.
.Pai Abel 2013 (levada pelo Frederico) - nariz intenso, notas de fruta preta, acidez equilibrada, algo especiado, volume e final de boca notáveis (13,5 % vol.). Envolvente e a impor-se naturalmente, a beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 18,5.
Estes 2 tintos harmonizaram com um bife da vazia maturada.
.Moscatel da Madeira garrafeira particular 1865 (levada pelo João) - presença de frutos secos e casca de laranja, notas de iodo, acidez incrivel, algum volume e final de boca interminável. Nota 19.
Este fortificado acompanhou alguma doçaria conventual.
Mais uma grande sessão vínica, com a gastronomia e o serviço de vinhos à altura dos acontecimentos.

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