Esta última sessão foi com vinhos da garrafeira do Juca e decorreu no Magano, cuja gastronomia e serviço de vinhos, mais uma vez, esteve à altura dos acontecimentos.
Desfilaram:
.Blandy Alvada 5 Anos - lote de Bual e Malvasia; presença de frutos secos, notas de brandy e algum iodo, excesso de doçura e défice de acidez, algum volume e final de boca. Um bom Madeira para principiantes. Nota 16,5.
Não ligou com as entradas habituais.
.Vallado Reserva 2015 branco - enologia dos Franciscos (Olazabal e Ferreira); com base nas castas Arinto, Gouveio, Rabigato e Viosino, estagiou 7 meses em barricas de carvalho francês; nariz discreto, alguma acidez e fruta madura, notas vegetais, volume médio e final de boca amargo (12,5 % vol.). Gastronómico. Nota 16,5.
Acompanhou sável frito com açorda de ovas do mesmo.
.Esporão Private Selection Garrafeira 2008 - enologia de David Baverstock e Luis Patrão; com base nas castas Alicante Bouschet, Aragonez e Syrah, estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês e mais 18 meses em garrafa; nariz contido, ainda com alguma fruta e acidez, especiado, taninos civilizados, volume e final de boca assinaláveis (14,5 % vol.). Fresco e elegante, no ponto óptimo de consumo. Nota 18,5. O rótulo é do artista plástico Rui Sanches.
Harmonizou com cabrito e batata no forno.
.Blandy Verdelho 1977 (engarrafado em 2009) - presença de frutos secos, algum iodo e vinagrinho, notas salinas, taninos evidentes, volume notável e final de boca longo. Muito complexo. Nota 18,5+.
Acompanhou as sobremesas habituais.
Mais uma boa sessão, com destaque para um surpreendente tinto alentejano e confirmação de um belo Madeira. Obrigado, Juca!
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