terça-feira, 13 de agosto de 2019

À volta da cerveja artesanal (IV)

1.Mais provas
Mais umas tantas cervejas artesanais e semi-artesanais (onde encaixo as 1927 da Super Bock) provadas recentemente, em casa ou em espaços de restauração, pontuando-as de 1 a 5:
.com 4,5
Sovina Amber (agora da Herdade do Esporão)
D' Ourique Condestável (Mafra) com 9º
1927 Bengal Amber IPA
.com 4+
Dois Corvos Que Syrah,Syrah (com mosto da casta Syrah e estágio em barricas de vinho do Porto)
.com 4
Lince Blonde (Lisboa)
Mean Sardine Brewery (Ericeira) com uvas da casta Jampal da Manzwine
1927 Japonese Rice Lager
1927 Munich Dunkel
.com 3,5
Letra Grape Ale by Anselmo Mendes (com uvas da casta Loureiro)
Bolina Lobo do Mar Weiss (Azambuja)
.com 3
Musa Saison O' Connor

2.O livro
Já referido e recomendado aqui na crónica publicada em 2 de julho, "Uma viagem pelo mundo da cerveja artesanal portuguesa" de Bruno Aquino e Domingos Quaresma, mereceu uma página inteira no Fugas de 20 julho. Assina o artigo o jornalista Rodrigo Nogueira.

3.O restaurante
Na crónica de 9 maio refiro o Ground Burger como o único espaço de restauração que dedica uma especial atenção à cerveja artesanal.
No entanto não é nada patriota, pois a grande maioria da oferta centra-se nos EUA e em alguns países europeus. Em visita recente, verifiquei que das 10 torneiras, só tinham 7 a funcionar (5 dos EUA, 1 alemã e apenas 1 portuguesa, da cervejeira 8ª Colina). Mais, das cervejas seleccionadas no livro acima indicado não consta nem uma. Uma pena...
Um pormenor: este restaurante avia 400 a 500 hambúrgueres por dia. É obra!

4.As Revistas
Tal como a maioria dos enófilos e das garrafeiras, as revistas especializadas estão de costas voltadas para esta nova realidade, o mundo da cerveja artesanal. Uma página mensal, a cargo de alguém que domine a matéria (os autores do livro, por exemplo) traria uma mais valia.
Fica aqui o desafio!

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