terça-feira, 13 de outubro de 2020

Grupo FJF (18ª sessão) : 2 grandes brancos da Adega Mãe

 A  última sessão deste grupo de enófilos militantes decorreu no restaurante Lugar Marcado, com vinhos da minha garrafeira (3 brancos, não havendo espaço para tintos). A Fátima na sala e a Sandra nos tachos, inspiradas como sempre. Mais, este espaço é o que tem um dos melhores serviços de vinho dos muitos restaurantes que conheço.

Desfilaram:


.Adega Mãe 221 2015 (garrafa nº 218/2703) - 221 significa 2 enólogos (Anselmo  Mendes e Diogo Lopes), 2 proveniências (Monção e Lisboa) e 1 casta (Alvarinho); 9 meses de batonage; aroma intenso, presença de citrinos, notas tropicais e algum floral, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca longo (12,5 % vol.). Personalidade e elegância. Nota 18 (noutras situações 17/17,5+).

Este primeiro branco acompanhou:

.couvert (pão e azeite Vale Meão Virgem Extra Bio)

.chamuças de bacalhau

.camarões panados


.Adega Mãe Terroir 2016 (garrafa nº 356/1761) - com base nas castas Viosinho, Alvarinho e Arinto, foi engarrafado em Setembro 2017, tendo estagiado 26 meses em garrafa; nariz contido, algum citrino e fruta de caroço, acidez presente, notas amanteigadas, volume considerável e final de boca persistente (13 % vol.). Um dos grandes brancos portugueses e um caso sério em qualquer parte do mundo. Nota 18,5 (também 18,5 noutra situação).

Este segundo branco acompanhou:

.ovinhos de codorniz com linguiça

.desfeita de bacalhau

.lulas à algarvia

.milho frito


.Qtª de Santiago Rascunho Alvarinho Late Harvest 2015 (garrafa nº 555/592 !) - com base na casta Alvarinho (100 %), estagiou 4 anos em barrica; presença de citrinos e alguma maçã verde, frutos secos e algum mel, acidez acentuada, volume médio e final de boca assinalável (12,5 % vol.). Elegante, mas algo "light". Nota 17.

Este terceiro branco acompanhou:

.bolo rançoso

.gelados caseiros


Mais uma boa jornada de convívio, comeres e beberes.

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