Mais uns tantos vinhos, agora todos tintos e da famosa colheita de 2011, provados com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega. Não houve desilusões, nem grandes paixões, mas com o Qtª Crasto Vinhas Velhas a impor-se.
E eles foram:
.J de José de Sousa - com base nas castas Grand Noir, Touriga Franca e Touriga Nacional, fermentou em ânforas de barro e estagiou 14 meses em meias pipas de carvalho francês; ainda com muita fruta, notas de lagar, algo especiado, acidez no ponto, taninos presentes, volume e final de boca assinaláveis. A beber nos próximos 3/4 anos. Nota 17,5+.
.Qtª Crasto Vinhas Velhas - estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês; ainda com frutos vermelhos presentes mas já com aromas e sabores terciários, acidez equilibrada, notas especiadas, taninos domesticados, algum volume e final de boca bem persistente. É um vinho que, de ano para ano, mantém um padrão de qualidade sempre elevado. Um valor seguro e longe da reforma, pode ser bebido nos próximos 7/8 anos. Nota 18.
.Canameira Grande Reserva (garrafa nº 898/3000) - muita fruta presente, fresco e elegante, notas especiadas e esteva, alguma acidez e volume e final de boca médio. É um tinto do Douro Superior pouco conhecido, mas com uma boa relação preço/qualidade. A beber nos próximos 4/5 anos. Nota 17,5.
.Olho no Pé Reserva Vinhas Velhas - estagiou 40 meses em barricas; alguma fruta preta e vermelha, notas vegetais, acidez discreta, , taninos civilizados, algum volume e final de boca. Sóbrio, fresco e elegante. A beber nos próximos 5/6 anos. Nota 17.
sábado, 2 de dezembro de 2017
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