terça-feira, 24 de julho de 2018

Rescaldo das férias (I) : Manjar do Marquês

Uma semana e meia de férias termais, "obrigou-me" a frequentar 10 restaurantes (1 no caminho e 9 na zona) para almoçar. Dessas experiências, umas já minhas conhecidas e outras não, darei fé no decorrer das próximas crónicas, com referência ao que comi, ao que bebi e como me trataram. A cada espaço de restauração, será atribuída uma classificação (1 a 5 *) que será o reflexo ponderado de um conjunto de factores, nomeadamente o ambiente, a gastronomia e, muito especialmente, a componente vínica (carta, oferta a copo, copos, temperaturas e serviço propriamente dito).
A classificação, baseada numa única visita, poderá ser injusta ou benévola, mas penso que não estará muito afastada da realidade. Quem conhecer estes restaurantes, poderá ajuizar os meus critérios.

1.Manjar do Marquês (Pombal) - 4,5*
Já publiquei alguma crónicas onde refiro este imperdível espaço de restauração, sendo a última "Rescaldo da ida ao Douro (II) : Manjar do Marquês e B & W", em 24/9/2015, com um link para uma outra e dessa para outra, etc.
Nesta paragem, a caminho das termas, apenas tomei nota telegráfica dos vinhos que o Paulo Graça, muito simpaticamente, abriu para provarmos:
.Champagne Egly-Ouriet V. P. Extra Brut Grand Cru - com base nas castas Chardonnay e Pinot Noir, estagiou 75 meses em cave, tendo o dégorgement ocorrido em Outubro 2015.
.Bouisson Renard 2012 Domaine Didier Dagueneau (Appellation Pouilly Fumé) - com base na casta Sauvignon, estagiou 12 meses em barrica.
Com estes 2 memoráveis vinhos, comemos uns belíssimos e originais jaquinzinhos com o clássico arroz de tomate.
No final do repasto, ainda nos ofereceram uma colecção de 10 guaches pintados pelo artista Jorge Ramos, natural de Pombal.
Obrigado Paulo Graça, por todas estas atenções. Até sempre!
continua...

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