terça-feira, 21 de agosto de 2018

Grupo FJF (4ª sessão) : tudo na maior!

O Grupo FJF, reforçado com outro J (J.Rosa), reuniu novamente no Magano. Com excepção do fortificado, os 3 vinhos de mesa foram provados às cegas, com bons resultados. E eles foram:
.Muros de Magma Verdelho 2015 (levado por mim) - DO Biscoitos, com 12,5 % vol. e enologia de Anselmo Mendes, estagiou 6 meses em barricas usadas de carvalho francês; nariz exuberante, fresco, cítrico e salino, muito boa acidez, notas amanteigadas, algum volume e final de boca longo. Pura elegância. Nota 18.
Acompanhou as entradas habituais.
.Blanco Nieva Pie Franco Verdejo 2015 (levado pelo João) - DO Rueda, com 13 % vol., a partir de vinhas velhas com mais de 100 anos e sem estágio em barrica; austero, mineral e cítrico, acidez equilibrada e notas amanteigadas, bom volume e final de boca médio. Gastronómico. Nota 17,5+ (noutras situações 18/18).
Maridou com filetes de peixe com arroz.
.Conde de Vilar Seco Touriga Nacional Garrafeira 2010 (levado pelo Frederico) - garrafa nº 811/1246, produzida por Qtª da Fata, a partir da vinha que obteve o 1º prémio "A melhor vinha do Dão 2016", com 13 % vol.; com pisa a pé, estagiou em barricas de carvalho francês; ainda com fruta e notas florais, acidez no ponto, frescura e juventude, algum especiado, volume e final de boca. A beber nos próximos 10/12 anos. Nota 18,5.
Harmonizou com bochecha de vitela e grelos.
.Blandy Bual 1977 (levada pelo J.Rosa) - engarrafada em 2007, com o nº 404/1666; frutos secos, notas de iodo, brandy e caril, vinagrinho bem presente, taninos civilizados, volume considerável e final de boca interminável. Não me canso de beber esta Madeira (esta foi a 19ª garrafa que me passou pelo estreito!). Nota 19.
Acompanhou a tradicional tarte de amêndoa, a ligação perfeita.
Resta acrescentar que a gastronomia e o serviço de vinhos estiveram à altura dos acontecimentos. Nem outra coisa seria de esperar.

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