Mais 2 brancos e 2 tintos bebidos em família, com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega:
.Niepoort Qtª de Baixo Vinhas Velhas Bical/Mª Gomes 2015 (11,5 % vol.) - com base em vinhas de mais de 60 anos, fermentou 20 meses em "fuders" de 1000 litros; nariz discreto, presença de citrinos e notas de maçã, acidez pronunciada, fresco e elegante ao melhor estilo Dirk, volume médio e final de boca algo persistente. Nota 17,5.
.Qtª das Bageiras Garrafeira 2015 branco (14% vol.) (garrafa nº 1587/2950) - 93 pontos no Parker; com base nas castas Maria Gomes e Bical em vinhas velhas com mais de 75 anos; fechado no nariz, presença de citrinos e fruta cozida, boa acidez, notas florais e amanteigadas, volume e final de boca médios. Nota 17 (noutra situação 18).
.Qtª das Bageiras Garrafeira 2011 (14 % vol.) (garrafa nº 5820/6056) - 95 pontos no Parker; com base na casta Baga em vinhas velhas, fermentou em lagares e estagiou 18 meses em tonéis antigos; ainda com muita fruta vermelha, acidez pronunciada, fresco e elegante, taninos presentes mas civilizados, algum volume e final de boca. A beber nos próximos 10/12 anos. Nota 18 (noutras 18/17,5+).
.Qtª da Costa das Aguaneiras 2011 (14,5 % vol.) - produzido pelos Lavradores de Feitoria, com base nas castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e outras, estagiou 12 meses em barricas novas de carvalho francês; ainda com muita fruta, bela acidez, especiado, taninos presentes bem comportados, estrutura e final de boca assinaláveis. Gastronómico, a beber nos próximos 6 a 8 anos. Nota 18.
sábado, 10 de novembro de 2018
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