Nos últimos 10 anos garrafeiras e lojas gourmet têm aparecido um pouco por todo o lado. Parecem cogumelos. Mas, como não há mercado para tantos pontos de venda, também vão fechando ou empurrando para a falência algumas das mais antigas. Recentemente fecharam as portas a Mourinha (lojas na Av.Roma e na João XXI), a Garrafeira de São Bento e a Diogo's (Funchal). Já há uns tantos anos projectos megalónomos, como O Espírito do Vinho (3 lojas) e a Gourmet Lamour não se aguentaram. E, mais recentemente, o império da Vinho e Coisas soçobrou. Pelo caminho, entre outras, também ficaram Vinha d'Arte, O Culto do Vinho e Corpo e Alma.
A concorrência, mais ou menos desleal, por parte de alguns produtores, distribuidores e, até, jornais e revistas, têm ajudado ao enterro. Nesta altura de proximidade com a quadra natalícia, também aparecem empresas-fantasma a anunciar os tradicionais cabazes, desaparecendo logo que as festas terminam. Não têm praticamente despesas, ao contrário das lojas de porta aberta,algumas das quais com custos fixos quase incomportáveis.
E, pasme-se, até a banca (concretamente o Millennium) tem uma promoção, até ao final do ano, de cabazes de Natal!
À reflexão de todos.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Ainda o EVS 2010
Em aditamento à crónica anterior, ficaram por provar alguns dos melhores vinhos que lá se encontravam por os já conhecer das provas nas Coisas do Arco do Vinho que, aliás, vivamente se recomendam (4ª feiras, das 18h30 ás 20h). É o caso do Três Bagos Grande Escolha 07, Qtª La Rosa Reserva 08, Poeira 08, Pintas 08, Passadouro Reserva 08 e Qtª do Crasto Vinhas Velhas 08. Para que conste!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Passagem pelo Encontro com os Vinhos e Sabores (EVS) 2010
Foi na minha nova condição de ex-profissional que passei no EVS para reencontrar amigos, produtores, enólogos, vendedores e antigos clientes.
No Sábado aproveitei para degustar uma reduzida amostra das largas centenas de vinhos em prova, concretamente 14 brancos e 20 tintos. Infelizmente as condições não eram as melhores, pois a partir das 15 h já não era fácil circular nos corredores. Mesmo assim retive o prazer que me deram os brancos Muros de Melgaço Alvarinho 09, Maritávora Reserva 08, Murganheira Vintage Bruto 04, Qtª Seara d'Ordens Reserva 09 (talvez a maior surpresa entre os brancos), Morgado Stª Catherina 08, Meruge 09 (veio a ser a escolha da crítica), Qtª das Marias Encruzado Barricas 09 e Vallado Reserva 09. Quanto aos tintos provados destaco o Abandonado 07, Dona Berta Grande Escolha 07, Qtª das Brôlhas Grande Escolha 07, Qtª do Perdigão T.Nacional Reserva 08, S de Soberanas 05, Tapadinha (Alves de Sousa) Grande Reserva 07, Vale Meão 08, Falorca Lagar Reserva 04, Dom Cosme Reserva 06, Herdade dos Coelheiros Garrafeira 05, e Dona Maria Petit Verdot 08. E ficaram tantos e tantos vinhos interessantes por apreciar. Lamentavelmente já não tive tempo para provar 2 ou 3 vinhos recomendados pelo Rui Miguel (Pingas no Copo), dos quais não retive os nomes. Ó Rui quer relembrar-me?
Já no Domingo, o tempo passado no EVS foi quase exclusivamente na prova especial Lavradores de Feitoria - 10 Anos, a convite deste original produtor, no qual acreditei desde a 1ª hora. Foi uma sessão didáctica concentrada na apresentação dos diferentes "terroirs" dos Lavradores de Feitoria, orientada pelo Dirk Niepoort e Paulo Ruão. Pena foi que a documentação distribuida tivesse escassa informação e, ainda por cima, com algumas gralhas.
No Sábado aproveitei para degustar uma reduzida amostra das largas centenas de vinhos em prova, concretamente 14 brancos e 20 tintos. Infelizmente as condições não eram as melhores, pois a partir das 15 h já não era fácil circular nos corredores. Mesmo assim retive o prazer que me deram os brancos Muros de Melgaço Alvarinho 09, Maritávora Reserva 08, Murganheira Vintage Bruto 04, Qtª Seara d'Ordens Reserva 09 (talvez a maior surpresa entre os brancos), Morgado Stª Catherina 08, Meruge 09 (veio a ser a escolha da crítica), Qtª das Marias Encruzado Barricas 09 e Vallado Reserva 09. Quanto aos tintos provados destaco o Abandonado 07, Dona Berta Grande Escolha 07, Qtª das Brôlhas Grande Escolha 07, Qtª do Perdigão T.Nacional Reserva 08, S de Soberanas 05, Tapadinha (Alves de Sousa) Grande Reserva 07, Vale Meão 08, Falorca Lagar Reserva 04, Dom Cosme Reserva 06, Herdade dos Coelheiros Garrafeira 05, e Dona Maria Petit Verdot 08. E ficaram tantos e tantos vinhos interessantes por apreciar. Lamentavelmente já não tive tempo para provar 2 ou 3 vinhos recomendados pelo Rui Miguel (Pingas no Copo), dos quais não retive os nomes. Ó Rui quer relembrar-me?
Já no Domingo, o tempo passado no EVS foi quase exclusivamente na prova especial Lavradores de Feitoria - 10 Anos, a convite deste original produtor, no qual acreditei desde a 1ª hora. Foi uma sessão didáctica concentrada na apresentação dos diferentes "terroirs" dos Lavradores de Feitoria, orientada pelo Dirk Niepoort e Paulo Ruão. Pena foi que a documentação distribuida tivesse escassa informação e, ainda por cima, com algumas gralhas.
domingo, 7 de novembro de 2010
Grupo de Prova dos 3 (8ª sessão)
Para quem ainda não saiba o Grupo de Prova dos 3 é constituído por Oliveira Azevedo (mais conhecido por Juca), João Quintela (um dos fundadores do extinto grupo 5 às 8) e eu próprio. Desta vez os vinhos foram da responsabilidade do Juca que escolheu o restaurante O Mattos (próximo dos cinemas King). O Mattos já é considerado, pela Revista de Vinhos, um dos restaurantes Amigos do Vinho. E com toda a justiça: tem uma excelente lista de vinhos, copos à altura e um serviço profissional. Desfilaram :
.Projectos Niepoort Chardonnay 03 (garrafa nº 1373 de 1417) - exibiu uma saúde incrível para a idade, aroma complexo, um ligeiro toque de oxidação a dar-lhe nobreza, acidez q.b., profundidade e bom final de boca. Nota 17,5 (noutra situação 17). Acompanhou bem uns cogumelos sem história e uma excelente alheira.
.CV 04 - aroma intenso, ainda com fruta, boa acidez, taninos ainda muito presentes sem serem agressivos, bom final de boca, todo ele deveras harmonioso. Nota 18,5 (noutras 18+/17,5).
.Icon d'Azamor 04 - aroma inicialmente algo complicado, melhorou ao longo da prova, boa acidez, encorpado, bom final de boca. Nota 17,5 (noutras 18/17,5+). Os 2 tintos acompanharam um sucolento naco de vitela.
.Blandy Malvasia 85 (engarrafado em 2009) - aroma exuberante, vinagrinho, iodo, caril, boa profundidade, final interminável, enfim soberbo. Nota 18,5 (noutra 17,5+). Obrigado Juca!
.Projectos Niepoort Chardonnay 03 (garrafa nº 1373 de 1417) - exibiu uma saúde incrível para a idade, aroma complexo, um ligeiro toque de oxidação a dar-lhe nobreza, acidez q.b., profundidade e bom final de boca. Nota 17,5 (noutra situação 17). Acompanhou bem uns cogumelos sem história e uma excelente alheira.
.CV 04 - aroma intenso, ainda com fruta, boa acidez, taninos ainda muito presentes sem serem agressivos, bom final de boca, todo ele deveras harmonioso. Nota 18,5 (noutras 18+/17,5).
.Icon d'Azamor 04 - aroma inicialmente algo complicado, melhorou ao longo da prova, boa acidez, encorpado, bom final de boca. Nota 17,5 (noutras 18/17,5+). Os 2 tintos acompanharam um sucolento naco de vitela.
.Blandy Malvasia 85 (engarrafado em 2009) - aroma exuberante, vinagrinho, iodo, caril, boa profundidade, final interminável, enfim soberbo. Nota 18,5 (noutra 17,5+). Obrigado Juca!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Almoço no Bocca
À semelhança do Assinatura, também o Bocca (R.Rodrigo da Fonseca, Lisboa) tem um menú executivo (almoços de 2ª a 6ª feira) a preços acessíveis. A refeição completa (entrada, prato e sobremesa) custa 27 € e inclui 1 copo de vinho (15 cl). Se for só o prato e uma entrada/sobremesa a conta desce para 21 €. No entanto há que somar o couvert e a água (5,50 €). No Assinatura a água e couvert estão incluidos no preço da refeição completa (24 €), mas há que acrescentar o preço do vinho (mais 3 ou 4 € por copo). Acaba por ficar ela por ela, talvez com uma pequena vantagem para o Assinatura.
Falta acrescentar que o Bocca é, neste momento, um dos restaurantes mais conceituados de Lisboa, com o chefe Alexandre Silva nos tachos e o Ricardo Barros na sala.
Quanto aos vinhos, o Bocca tem uma excelente carta (vai ser reformulada breve), que contempla o melhor que se produz por cá e, ainda, uma boa selecção de vinhos estrangeiros, colheitas tardias, Portos, Madeiras e Moscateis. Os preços, sem serem escaldantes, estão um pouco acima do esperado. Copos muito bons, temperaturas correctas (tem armários térmicos) e serviço profissional. Uma mais valia : oferta alargada de vinhos a copo.
Bebi o branco Maritávora 08 - aroma exuberante e complexo, presença de citrinos e notas de frutos secos, excelente acidez, madeira discreta e bom final de boca. Todo ele harmonioso e vai aguentar mais 3/4 anos em forma. Nota 17+.
Quanto à cozinha pareceu-me o elo mais fraco. Na entrada a compota de aipo abafou completamente o salmão e no prato (risotto de peixe) o dito meteu dispensa. O chefe estaria de folga? A voltar para tirar conclusões.
Falta acrescentar que o Bocca é, neste momento, um dos restaurantes mais conceituados de Lisboa, com o chefe Alexandre Silva nos tachos e o Ricardo Barros na sala.
Quanto aos vinhos, o Bocca tem uma excelente carta (vai ser reformulada breve), que contempla o melhor que se produz por cá e, ainda, uma boa selecção de vinhos estrangeiros, colheitas tardias, Portos, Madeiras e Moscateis. Os preços, sem serem escaldantes, estão um pouco acima do esperado. Copos muito bons, temperaturas correctas (tem armários térmicos) e serviço profissional. Uma mais valia : oferta alargada de vinhos a copo.
Bebi o branco Maritávora 08 - aroma exuberante e complexo, presença de citrinos e notas de frutos secos, excelente acidez, madeira discreta e bom final de boca. Todo ele harmonioso e vai aguentar mais 3/4 anos em forma. Nota 17+.
Quanto à cozinha pareceu-me o elo mais fraco. Na entrada a compota de aipo abafou completamente o salmão e no prato (risotto de peixe) o dito meteu dispensa. O chefe estaria de folga? A voltar para tirar conclusões.
Visita à Lavinia em Barcelona
Esta garrafeira que nasceu em Madrid e já está em Paris, também foi implantada na capital da Catalunha. Fica no nº 605 da Diagonal, bem próximo do Corte Inglês (Metro : estação Maria Cristina, linha 3). É um espaço a perder de vista, num único piso, tudo bem organizado, com 4000 referências de vinhos, sendo 50% de Espanha e a outra metade do resto do mundo.
Portugal só tem direito a um expositor como país produtor autónomo, aparecendo os nossos vinhos em mais 2 expositores, mas a meias com a Alemanha e com a Itália (!?), sem que se perceba bem porquê. Estavam visíveis uma dezena de marcas de Porto Vintage, 2 referências de Madeira e 20 de vinhos de mesa (gamas alta, média e baixa). Curiosa a versão espanhola do Diálogo, Alonso Quijano 07, com bonecos de um artista dos nossos vizinhos. Os preços, de um modo geral, pareceram-me caros.
Em prova, tipo sirva-se a si mesmo, estavam 8 vinhos de diversas origens (nenhum português).
Nesta Lavinia também se podem adquirir acessórios para o serviço do vinho, copos (Ridel em maioria) e livros.
Em conclusão, tem uma dimensão impressionante em relação à nossa realidade, mas perde claramente com a loja de Paris, essa sim obrigatório conhecer.
Portugal só tem direito a um expositor como país produtor autónomo, aparecendo os nossos vinhos em mais 2 expositores, mas a meias com a Alemanha e com a Itália (!?), sem que se perceba bem porquê. Estavam visíveis uma dezena de marcas de Porto Vintage, 2 referências de Madeira e 20 de vinhos de mesa (gamas alta, média e baixa). Curiosa a versão espanhola do Diálogo, Alonso Quijano 07, com bonecos de um artista dos nossos vizinhos. Os preços, de um modo geral, pareceram-me caros.
Em prova, tipo sirva-se a si mesmo, estavam 8 vinhos de diversas origens (nenhum português).
Nesta Lavinia também se podem adquirir acessórios para o serviço do vinho, copos (Ridel em maioria) e livros.
Em conclusão, tem uma dimensão impressionante em relação à nossa realidade, mas perde claramente com a loja de Paris, essa sim obrigatório conhecer.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Núcleo Duro (59ª Prova)
Regressado de uma excelente viagem cultural aos locais onde viveram e trabalharam Dali e Gaudi, retomo as habituais crónicas, começando com a 59ª jantar-prova de vinhos do Núcleo Duro. Esta sessão foi da responsabilidade do Juca e teve lugar no Colunas, conhecido restaurante situado na Venda Nova aqui já referido por diversas vezes. Ementa tipicamente portuguesa : canja de pombo bravo, caldeirada de tamboril e arroz de coelho bravo.
Começo por referir o 1º de 3 andamentos, os vinhos brancos, que tinham em comum serem todos Projectos Niepoort Riesling.
.Dócil 07 - nariz contido, citrinos, notas de mel, alguma acidez, todo ele muito soft e elegante. Óptimo como aperitivo. Nota 15,5 (noutra situação 16,5+).
.2004 - aroma estranho, boa acidez, volumoso, mas oxidado. Não o classifiquei (noutras situações 14,5+/15,5/15,5).
.2005 - aroma intenso, fruta cozida, boa acidez, estrutura e final de boca médios. Nota 15,5+ (noutras 15,5+/15,5).
.2007 - o mais floral de todos, mineral, excelente acidez, boa profundidade e final de boca. Nota 17 (noutras 16,5/15,5).
O 2º andamento foi constituido por 3 vinhos tintos, todos de 2004, tendo como ponto comum o facto de terem sido os vencedores em sessões anteriores do Núcleo Duro. Lamentavelmente ficaram todos abaixo da qualidade que tinham exibido nas referidas provas.
.Qtª do Crasto T.Nacional - aroma exuberante e complexo, fruta ainda presente, notas de tabaco e especiarias, boa acidez, grande volume de boca, taninos bem presentes, bom final de boca. Nota 17,5 (noutra situação 18,5).
.Charme - floral, algum vegetal, acidez equilibrada, taninos presentes, final médio. Nota 16,5 (noutras 18/17/17+/16,5).
.Esporão Garrafeira - notas vegetais e algo metálicas, taninos bicudos, persistência final. Foi a desilusão da noite. Nota 15,5 (noutras 17,5*/17).
No 3º andamento estiveram em confronto 2 vinhos fortificados completamente diferentes. Foi uma "luta" verdadeiramente desigual.
.Smithwoodhouse LBV 90 - aroma contido, corpo destapado, algo desequilibrado mas, ainda, com uma apreciavel saúde. Nota 15.
.FMA (Francisco Machado Albuquerque) Bual 64 - aroma e boca intensos, final interminável. Perfeito! Nota 18,5+ (provadas outras 3 garrafas, todas classificadas com 18,5).
Grande vinho que nos põe em tal estado de graça que até perdoamos aos nossos inimigos qualquer mal que nos tenham feito. Obrigado Juca!
Começo por referir o 1º de 3 andamentos, os vinhos brancos, que tinham em comum serem todos Projectos Niepoort Riesling.
.Dócil 07 - nariz contido, citrinos, notas de mel, alguma acidez, todo ele muito soft e elegante. Óptimo como aperitivo. Nota 15,5 (noutra situação 16,5+).
.2004 - aroma estranho, boa acidez, volumoso, mas oxidado. Não o classifiquei (noutras situações 14,5+/15,5/15,5).
.2005 - aroma intenso, fruta cozida, boa acidez, estrutura e final de boca médios. Nota 15,5+ (noutras 15,5+/15,5).
.2007 - o mais floral de todos, mineral, excelente acidez, boa profundidade e final de boca. Nota 17 (noutras 16,5/15,5).
O 2º andamento foi constituido por 3 vinhos tintos, todos de 2004, tendo como ponto comum o facto de terem sido os vencedores em sessões anteriores do Núcleo Duro. Lamentavelmente ficaram todos abaixo da qualidade que tinham exibido nas referidas provas.
.Qtª do Crasto T.Nacional - aroma exuberante e complexo, fruta ainda presente, notas de tabaco e especiarias, boa acidez, grande volume de boca, taninos bem presentes, bom final de boca. Nota 17,5 (noutra situação 18,5).
.Charme - floral, algum vegetal, acidez equilibrada, taninos presentes, final médio. Nota 16,5 (noutras 18/17/17+/16,5).
.Esporão Garrafeira - notas vegetais e algo metálicas, taninos bicudos, persistência final. Foi a desilusão da noite. Nota 15,5 (noutras 17,5*/17).
No 3º andamento estiveram em confronto 2 vinhos fortificados completamente diferentes. Foi uma "luta" verdadeiramente desigual.
.Smithwoodhouse LBV 90 - aroma contido, corpo destapado, algo desequilibrado mas, ainda, com uma apreciavel saúde. Nota 15.
.FMA (Francisco Machado Albuquerque) Bual 64 - aroma e boca intensos, final interminável. Perfeito! Nota 18,5+ (provadas outras 3 garrafas, todas classificadas com 18,5).
Grande vinho que nos põe em tal estado de graça que até perdoamos aos nossos inimigos qualquer mal que nos tenham feito. Obrigado Juca!
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