O bufete na Cozinha Velha mudou de formato. De generalista passou a especializado em cozido. Boa matéria prima e comida à descrição. Como se diz (dizia) na tropa, bom, abundante e bem confeccionado. O preço foi actualizado de 25 para 30 €. De resto tudo na mesma, bons copos, serviço de vinhos, a cargo do Paulo Cunha, muito profissional e carta de vinhos muito fraca.
Bebeu-se o Duorum Reserva 07, trazido por um amigo - côr muito viva, frutos vermelhos, taninos ainda agressivos apesar de decantado, bom final de boca, perfil clássico. É pedofilia bebê-lo tão jóvem. Nota 17,5.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
O vinho os une.550 anos os separam.
No Museu Nacional de Arte Antiga, no âmbito da exposiçao " Primitivos Portugueses 1450-1550; O Século de Nuno Gonçalves", pode ser apreciado o quadro "Retrato do Homem do Copo de Vinho" de autor desconhecido e datado de 1460, pertencente ao Museu do Louvre. Conotado desde sempre com a escola francesa, passou a partir de determinada altura a ser atribuido a Nuno Gonçalves, o que muito nos honra. Observando o quadro constatamos que o copo é tipo copo de água, sem pé (nada de Riedel nem de Schott!), e tinha por perto um naco de pão e uma fatia de queijo curado (seria terrincho?).
550 anos depois, no inesquecível espectáculo "Final de Rascunho", na Culturgest, deparamos com o nosso Sérgio Godinho, entre músicas e canções, de copo de tinto na mão, mas sem pão nem queijo.
Um belo quadro e um grande espectáculo, com o vinho em pano de fundo!
550 anos depois, no inesquecível espectáculo "Final de Rascunho", na Culturgest, deparamos com o nosso Sérgio Godinho, entre músicas e canções, de copo de tinto na mão, mas sem pão nem queijo.
Um belo quadro e um grande espectáculo, com o vinho em pano de fundo!
domingo, 28 de novembro de 2010
Grupo de Prova 3+4 (5ª sessão)
Este grupo foi substancialmente alargado a +3 (Luis Paulo, Francisco Esteves e Juha Videman) e +1 (Rui Miguel, um dos fundadores do Núcleo Duro e animador do blog Pingas no Copo). Acabou por funcionar com 11 provadores, revelando alguma heterogeneidade. O encontro foi no restaurante Colunas, escolhido pelo Raul Matos que levou os vinhos (5 tintos em garrafa magnum e 3 fortificados). O tema escolhido foi um confronto (mais um) Douro/Ribera del Duero e os resultados, em relação a alguns dos vinhos provados, foram algo controversos, com o painel dividido ao meio.
Com um muito apreciado arroz de galo do campo, degladiaram-se :
.Qtª do Crasto Vinhas Velhas 00 - francamente evoluído (parecia ter mais alguns anos), floral, muito elegante, fresco, suave na boca, bom final. Nota 17+. Foi o vinho da discórdia, com alguns provadores a encontrar-lhe defeitos que, confesso, não os vislumbrei.
.Aalto PS 00 - aroma recatado, mais carregado na côr, taninos algo bicudos, pouco elegante e harmonioso, persistente. Desiludiu. Nota 16,5 (noutra situação 18,5).
Mais um confronto com um empadão de javali :
.Aalto PS 04 - aroma exuberante, fruta, notas de tabaco, chocolate e algum couro, acidez q.b., taninos bem presentes, final longo, todo ele harmonioso. Nota 18.
.Qtª do Crasto Vinha da Ponte 04 - aroma mais discreto, algumas notas vegetais, acidez q.b., taninos macios, bom final de boca. Desiludiu. Nota 17.
Mais um tinto, mas desta vez sem confronto :
.Qtª do Crasto T.Nacional 05 - aroma exuberante e complexo, fruta, especiarias, bela acidez, profundidade de boca, final longo. Pujança e harmonia. Perfeito! Nota 18,5.
Em final de refeição, foram provados Niepoort Colheita 76 (Nota 15,5), Krohn Colheita 68 (17) e FMA Bual 64 (17,5), todos motivo de controvérsia.
Controvérsias à parte foi mais uma grande jornada. Parabéns Raul.
Com um muito apreciado arroz de galo do campo, degladiaram-se :
.Qtª do Crasto Vinhas Velhas 00 - francamente evoluído (parecia ter mais alguns anos), floral, muito elegante, fresco, suave na boca, bom final. Nota 17+. Foi o vinho da discórdia, com alguns provadores a encontrar-lhe defeitos que, confesso, não os vislumbrei.
.Aalto PS 00 - aroma recatado, mais carregado na côr, taninos algo bicudos, pouco elegante e harmonioso, persistente. Desiludiu. Nota 16,5 (noutra situação 18,5).
Mais um confronto com um empadão de javali :
.Aalto PS 04 - aroma exuberante, fruta, notas de tabaco, chocolate e algum couro, acidez q.b., taninos bem presentes, final longo, todo ele harmonioso. Nota 18.
.Qtª do Crasto Vinha da Ponte 04 - aroma mais discreto, algumas notas vegetais, acidez q.b., taninos macios, bom final de boca. Desiludiu. Nota 17.
Mais um tinto, mas desta vez sem confronto :
.Qtª do Crasto T.Nacional 05 - aroma exuberante e complexo, fruta, especiarias, bela acidez, profundidade de boca, final longo. Pujança e harmonia. Perfeito! Nota 18,5.
Em final de refeição, foram provados Niepoort Colheita 76 (Nota 15,5), Krohn Colheita 68 (17) e FMA Bual 64 (17,5), todos motivo de controvérsia.
Controvérsias à parte foi mais uma grande jornada. Parabéns Raul.
sábado, 27 de novembro de 2010
Grupo de Prova dos 3 (9ª sessão)
Mais um almoço-prova cega dos 3, sendo os vinhos do João Quintela que escolheu o restaurante do Corte Inglês. Este espaço continua recomendável e já merecia ser considerado "amigo do vinho". Ó gentes da Revista de Vinhos, então?
Começámos pelo branco Churchill 09, que começou da melhor maneira a sua introdução neste tipo de vinho. Entrou por cima e produziu um dos brancos de outono/inverno mais interessantes que tenho provado ultimamente. Nariz algo austero, fruta madura mas boa acidez, madeira presente mas sem marcar o vinho, boa presença na boca. Infelizmente não ligou bem com a salada de lagosta com fruta tropical. Nota 17,5.
A acompanhar um pregado com um excelente risoto de cogumelos, avançaram 2 tintos com alguma idade :
.Esporão Reserva 94 - aroma complexo com notas de couro e tabaco, excelente acidez, profundidade de boca, taninos macios, elegante, bom final
Nota 18+.
.Tapada de Coelheiros 96 - aroma floral, alguma mineralidade, acidez q.b., taninos ainda com algumas arestas, bom final de boca. Nota 17,5.
Com a sobremesa provámos um "late harvest" austríaco, Lenz Mozer Prestige 05 que deu muito boa conta de si. Informaram-me que tem um preço muito acessível. Nota 17,5.
Mais uma boa jornada. Obrigado João!
Começámos pelo branco Churchill 09, que começou da melhor maneira a sua introdução neste tipo de vinho. Entrou por cima e produziu um dos brancos de outono/inverno mais interessantes que tenho provado ultimamente. Nariz algo austero, fruta madura mas boa acidez, madeira presente mas sem marcar o vinho, boa presença na boca. Infelizmente não ligou bem com a salada de lagosta com fruta tropical. Nota 17,5.
A acompanhar um pregado com um excelente risoto de cogumelos, avançaram 2 tintos com alguma idade :
.Esporão Reserva 94 - aroma complexo com notas de couro e tabaco, excelente acidez, profundidade de boca, taninos macios, elegante, bom final
Nota 18+.
.Tapada de Coelheiros 96 - aroma floral, alguma mineralidade, acidez q.b., taninos ainda com algumas arestas, bom final de boca. Nota 17,5.
Com a sobremesa provámos um "late harvest" austríaco, Lenz Mozer Prestige 05 que deu muito boa conta de si. Informaram-me que tem um preço muito acessível. Nota 17,5.
Mais uma boa jornada. Obrigado João!
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Sidónio de Sousa, Caves São João e Qtª das Bágeiras : a Bairrada clássica
Depois das provas e almoço no Luis Pato rumámos ao Sidónio de Sousa, onde fomos recebidos pelo produtor, pai e filho. Aliás, residência e adega coincidem geograficamente. A sala de visitas, que é também de provas, é um brinco e contrasta com o resto da adega. Foi neste espaço que nos serviram um lanche ajantarado, mas a fome já não era muita.
Confesso que os vinhos deste produtor, no passado, raramente me entusiasmaram; mas o problema deve ser meu uma vez que a crítica tem tecido os maiores encómios. Provámos 2 espumantes e 7 tintos da linha pura e dura, onde impera a Baga. Desfilaram, então, os espumantes Sidónio de Sousa 09 Rosé e 07 Branco e os tintos (também Sidónio de Sousa) 89 (Nota 15), 90 (16), 88 (10 e depois de decantado e muito arejado 12,5), 95 (17), 97 (14), Garrafeira 95 (16) e Garrafeira 97 (18). Este último foi, de facto, o que me encheu as medidas. Todos fossem assim!
Domingo, ainda de manhã, fomos visitar as Caves São João, um ícone da Bairrada. Parte considerável da adega e das caves de armazenagem do seu imenso espólio estão no sub-solo. Albergam, imaginem só, um stock de 1.300.000 garrafas. Não, não é engano, são mesmo um milhão e trezentas mil garrafas, mas nem todas certamente bebíveis! E todo aquele espaço a perder de vista, imaginem, está impecavelmente limpo. É um exemplo que se aplaude.
Provámos apenas 3 vinhos, não havendo tempo para mais. Foram 1 espumante Qtª Poço do Lobo 06, cuja relação preço/qualidade é imbatível (Nota 16,5), 1 branco Frei João Reserva 09(15) e 1 tinto Caves São João Reserva 07 (14).
Já com um considerável atraso chegámos à Qtª das Bágeiras (não fará muito sentido o acento no a, mas é assim que está registada a marca), onde nos esperava o produtor Mário Sérgio Nuno. Fomos recebidos principescamente, almoçámos muito bem (novo serviço do Mugasa que apresentou bacalhau à lagareiro e cabrito no forno, ambos com muita qualidade) e provámos ao longo da tarde (o almoço estendeu-se até à hora de jantar) 3 espumantes, 5 brancos e 4 tintos. Foi para mim e,creio, para o resto do grupo, o melhor lote de vinhos provados em toda a jornada. É de acrescentar que a maior parte dos vinhos foi servida em copos Riedel. Obrigado Mário Sérgio!
Voltando aos vinhos Qtª das Bágeiras, desfilaram os espumantes Reserva 90, Grande Reserva 03 e Reserva 07. No excelente lote de brancos estavam o Reserva 94 (a maior surpresa da jornada; nota 17,5) e os Garrafeiras 02 (17+), 04 (17,5+), 06 (16,5) e 08 (16,5). Quanto aos tintos provámos os Garrafeiras 05 (17), 04 (17+), 01 (grandioso, a merecer a nota mais alta de 18,5) e 94 (16). Finalmente, com as sobremesas mais uma garrafa de Blandy Bual 77, engarrafado em 2009, oferta nossa que o anfitrião adorou.
O Mário Sérgio é um ganhador, daí que fique bem a fotografia do José Mourinho com uma garrafa Qtª das Bágeiras na mão.
Confesso que os vinhos deste produtor, no passado, raramente me entusiasmaram; mas o problema deve ser meu uma vez que a crítica tem tecido os maiores encómios. Provámos 2 espumantes e 7 tintos da linha pura e dura, onde impera a Baga. Desfilaram, então, os espumantes Sidónio de Sousa 09 Rosé e 07 Branco e os tintos (também Sidónio de Sousa) 89 (Nota 15), 90 (16), 88 (10 e depois de decantado e muito arejado 12,5), 95 (17), 97 (14), Garrafeira 95 (16) e Garrafeira 97 (18). Este último foi, de facto, o que me encheu as medidas. Todos fossem assim!
Domingo, ainda de manhã, fomos visitar as Caves São João, um ícone da Bairrada. Parte considerável da adega e das caves de armazenagem do seu imenso espólio estão no sub-solo. Albergam, imaginem só, um stock de 1.300.000 garrafas. Não, não é engano, são mesmo um milhão e trezentas mil garrafas, mas nem todas certamente bebíveis! E todo aquele espaço a perder de vista, imaginem, está impecavelmente limpo. É um exemplo que se aplaude.
Provámos apenas 3 vinhos, não havendo tempo para mais. Foram 1 espumante Qtª Poço do Lobo 06, cuja relação preço/qualidade é imbatível (Nota 16,5), 1 branco Frei João Reserva 09(15) e 1 tinto Caves São João Reserva 07 (14).
Já com um considerável atraso chegámos à Qtª das Bágeiras (não fará muito sentido o acento no a, mas é assim que está registada a marca), onde nos esperava o produtor Mário Sérgio Nuno. Fomos recebidos principescamente, almoçámos muito bem (novo serviço do Mugasa que apresentou bacalhau à lagareiro e cabrito no forno, ambos com muita qualidade) e provámos ao longo da tarde (o almoço estendeu-se até à hora de jantar) 3 espumantes, 5 brancos e 4 tintos. Foi para mim e,creio, para o resto do grupo, o melhor lote de vinhos provados em toda a jornada. É de acrescentar que a maior parte dos vinhos foi servida em copos Riedel. Obrigado Mário Sérgio!
Voltando aos vinhos Qtª das Bágeiras, desfilaram os espumantes Reserva 90, Grande Reserva 03 e Reserva 07. No excelente lote de brancos estavam o Reserva 94 (a maior surpresa da jornada; nota 17,5) e os Garrafeiras 02 (17+), 04 (17,5+), 06 (16,5) e 08 (16,5). Quanto aos tintos provámos os Garrafeiras 05 (17), 04 (17+), 01 (grandioso, a merecer a nota mais alta de 18,5) e 94 (16). Finalmente, com as sobremesas mais uma garrafa de Blandy Bual 77, engarrafado em 2009, oferta nossa que o anfitrião adorou.
O Mário Sérgio é um ganhador, daí que fique bem a fotografia do José Mourinho com uma garrafa Qtª das Bágeiras na mão.
Luis Pato : a ponte entre o clássico e o moderno
Sábado, ao final da manhã, fomos revisitar a adega do Luis Pato, que fez questão em estar presente e ser ele a conduzir a visita e as provas. Foi um anfitrião à altura e estamos gratos por isso.
Na adega fizemos provas de casco, iniciadas com um lote de Tinto Cão e um de Touriga Nacional (são para lotear com Baga e engarrafar o conjunto como BTT, uma novidade a sair oportunamente). Terminámos com amostras de Vinha Barrosa e de Qtª do Ribeirinho Baga Pé Franco, que prevejo virem a ser excepcionais. Nota - todas as amostras eram de 2009.
Já na mesa, com um leitão servido pelo restaurante Mugasa (um dos poucos genuinos, a par do Vidal), provámos os espumantes Luis Pato Baga/Touriga Nacional 09, Cerceal/Bical 10 e Vinha Formal 08. Seguiram-se os tintos Vinhas Velhas 03 (Nota 16,5+), Vinhas Velhas 01 (17) e Vinha Barrosa 01 (18). Terminámos com o já famoso FMA Bual 64 (18,5), oferta nossa.
Na adega fizemos provas de casco, iniciadas com um lote de Tinto Cão e um de Touriga Nacional (são para lotear com Baga e engarrafar o conjunto como BTT, uma novidade a sair oportunamente). Terminámos com amostras de Vinha Barrosa e de Qtª do Ribeirinho Baga Pé Franco, que prevejo virem a ser excepcionais. Nota - todas as amostras eram de 2009.
Já na mesa, com um leitão servido pelo restaurante Mugasa (um dos poucos genuinos, a par do Vidal), provámos os espumantes Luis Pato Baga/Touriga Nacional 09, Cerceal/Bical 10 e Vinha Formal 08. Seguiram-se os tintos Vinhas Velhas 03 (Nota 16,5+), Vinhas Velhas 01 (17) e Vinha Barrosa 01 (18). Terminámos com o já famoso FMA Bual 64 (18,5), oferta nossa.
Campolargo : a Bairrada moderna
Foi, seguramente, o ponto mais alto da nossa jornada bairradina, o jantar servido em casa do simpático casal Campolargo (Carlos e Mª da Glória), onde aliás ficámos alojados nas noites de 6ª e sábado.
Para preparar o palato começámos por 2 espumantes, o Campolargo - cuja data de colheita não retive - e o entusiasmante CC e CP 07, elaborado a meias pelo Carlos Campolargo e pelo Celso Pereira (esclarecimento : devido à quantidade de vinhos provados, não me foi possível anotar sistematicamente as minhas impressões, limitando-me a hierarquizá-los, reflectindo assim os meus gostos, embora não o tivesse feito para a totalidade).
Com um empadão de peixe bebemos o surpreendente branco Pinote 07, elaborado em parceria com o Rui Cunha (Nota 16,5+). Seguiu-se-lhe uma excepcional lebre no forno, direi mesmo a lebre da minha vida (parabéns Mª da Glória!). Acompanharam 3 tintos, Campolargo CC (leia-se Castelão Nacional e Cabernet Sauvignon) 08 (Nota 16,5+), CC 04 (16,5) e Calda Bordaleza 07 (17). Com a avalanche de sobremesas (nota muito alta para o pudim de abóbora), bebemos o C.S.E. 40 Anos (engarrafado em 2009) e o Malvasia 1879, este último oferta nossa. (17 para ambos).
Foi uma grande jornada no "restaurante" Campolargo, com a Mª da Glória a dirigir os tachos e o Carlos na sala a orientar o serviço de vinhos. O nosso sentido agradecimento a ambos!
No dia seguinte tivemos a ocasião de visitar a moderna e impressionante adega. Do terraço, a vista daquele panorama super colorido é de cortar a respiração. Se eu fosse pintor era ali que gostaria de me instalar com os pincéis e o cavalete.
Para preparar o palato começámos por 2 espumantes, o Campolargo - cuja data de colheita não retive - e o entusiasmante CC e CP 07, elaborado a meias pelo Carlos Campolargo e pelo Celso Pereira (esclarecimento : devido à quantidade de vinhos provados, não me foi possível anotar sistematicamente as minhas impressões, limitando-me a hierarquizá-los, reflectindo assim os meus gostos, embora não o tivesse feito para a totalidade).
Com um empadão de peixe bebemos o surpreendente branco Pinote 07, elaborado em parceria com o Rui Cunha (Nota 16,5+). Seguiu-se-lhe uma excepcional lebre no forno, direi mesmo a lebre da minha vida (parabéns Mª da Glória!). Acompanharam 3 tintos, Campolargo CC (leia-se Castelão Nacional e Cabernet Sauvignon) 08 (Nota 16,5+), CC 04 (16,5) e Calda Bordaleza 07 (17). Com a avalanche de sobremesas (nota muito alta para o pudim de abóbora), bebemos o C.S.E. 40 Anos (engarrafado em 2009) e o Malvasia 1879, este último oferta nossa. (17 para ambos).
Foi uma grande jornada no "restaurante" Campolargo, com a Mª da Glória a dirigir os tachos e o Carlos na sala a orientar o serviço de vinhos. O nosso sentido agradecimento a ambos!
No dia seguinte tivemos a ocasião de visitar a moderna e impressionante adega. Do terraço, a vista daquele panorama super colorido é de cortar a respiração. Se eu fosse pintor era ali que gostaria de me instalar com os pincéis e o cavalete.
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