O repasto foi iniciado com uma mousse de fois gras com cebola confitada e um paté de atum, tudo feito em casa por este casal de gourmets. Estavam ambos excelentes. Acompanhou um vinho de aperitivo, levado pelo Juca : Tio Pepe Palomino Fino (Jerez) - excessivamente seco, direi algo agressivo, direccionado ao palato dos andaluzes, que não ao nosso. Nem todos apreciaram.
Com uns lombos de corvina com crosta de ervas aromáticas desfilaram os 4 brancos :
.Aneto 07 - aroma inicialmente fechado foi abrindo ao longo da prova, citrinos, algum tropical, madeira fina, gordo na boca, acidez a compensar, final longo. Pede pratos gastronómicos, como foi o caso. Um dos bons brancos portugueses que tem vindo a crescer. Nota 17,5+ (noutras situações 16,5+/17,5/17+/17).
.Bétula 09 - aroma exuberante, acentuadamente floral, prima pela finura e elegância, acentuada acidez e bom final de boca. Está uns furos acima do 08. Nota 17.
.Castelo d'Alba 09 - este branco era o joker, muito mineral e fresco na boca, um vinho para todo o ano com excelente relação preço/qualidade. Nota 16,5.
.Qtª Foz de Arouce 08 - nariz afirmativo, fruta madura, notas de petróleo, madeira ainda presente, um pouco plano na boca. Desiludiu em relação a provas anteriores. Nota 16 (noutras 17/16,5).
Seguiu-se um belo naco de lombinho de porco com castanhas, cogumelos e tomate seco, acompanhado por 4 tintos, todos de 2005, com excepção do joker :
.Chateau de Pressac (Saint Emilion) - aroma intenso, muito floral, fino, excelente acidez, taninos bem presentes, profundidade, bom final de boca. Este Bordéus convenceu-me! Nota 18,5.
.Vinhas da Ira - nariz afirmativo, floral, acidez pronunciada, taninos redondos, todo ele elegante e equilibrado. O Alentejo no seu melhor! Nota 17,5+.
.Chryseia - ainda com fruta, algumas notas vegetais, boa acidez, corpo e final de boca medianos. Má relação preço/qualidade. Nota 16,5 (noutra 16).
.Castelo d'Alba 08 - algo vegetal, acidez q.b., alguma rusticidade, pouco harmonioso,corpo e final medianos. De qualquer modo razoável relação preço/qualidade. Nota 15,5.
Nos finalmentes havia queijos e doces em fartura, evidenciando-se uma imperdível panacotta com frutos silvestres. Acompanharam :
.Niepoort Vintage 97 (trazido por mim) - alguma polémica com este Vintage, a começar pela rolha toda encharcada, acidez volátil muito elevada e um ataque inicial na boca desagradável, no entanto boca poderosa e final longo.Possivelmente ainda não saiu da fase estúpida e/ou foi prejudicado pelo mau estado da rolha. Nota 17.
.Cossart Bual 69 (trazido pelo Juca) - nariz discreto, especiarias, iodo, acidez, boca potente, final interminável. Muito bom sem atingir a excelência dos 64 e 77. Nota 17,5+.
Grande jornada! Obrigado Pedro e Ana pelo repasto, por nos terem recebido na vossa casa e por terem partilhado o vosso amor connosco!
sábado, 11 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Núcleo Duro (60ª Prova) e uma história de amor
Contrariamente ao habitual, a prova do Núcleo Duro (N.D.), que foi também um encontro de Natal, com distribuição de prendas e tudo o mais, decorreu ao longo de um excelente almoço, mas desta vez num "restaurante" muito especial, a casa do Pedro Brandão (um dos elementos do N. D.) e da noiva, Ana Carolina Almeida. O almoço foi uma oferta do simpático casal e nós, os restantes componentes do N.D., tivémos o privilégio de termos sido dos primeiros a tomar conhecimento do seu casamento, com data marcada para o 1º trimestre de 2011. Num original folheto que nos foi distribuido, pode ler-se "(...) Pedro : Sou um sortudo em ter alguém como a Ana ao meu lado (...)" e "(...) Ana : Já não sei viver de outra maneira que não seja com a paz que ele me dá." Enfim, uma bela história de amor do domínio privado!
Mas esta história de amor fez-me lembrar uma outra, essa do domínio público. É a história do José Saramago e da Pilar, a sua última mulher. O amor entre um homem taciturno, mas excelente escritor e uma mulher que é uma força da natureza. Trata-se de uma brilhante longa metragem, "José e Pilar" realizada por Miguel Gonçalves Mendes, com a duração de cerca de 2 horas que passam a correr. Pode ser vista na sala 4 do Corte Inglês. Imperdível!
Mas vamos à prova. Os vinhos da responsabilidade do Pedro eram 8 (4 brancos e 4 tintos). Só que em ambas as séries havia 1 joker, precisamente os vinhos escolhidos para o chamado copo d'água, os Castelo d'Alba branco e tinto, de uma relação preço/qualidade praticamente imbatível. Se o tinto não me enganou, o branco sim. De qualquer modo, as escolhas do Pedro ficaram aprovadas. As classificações a seguir anotadas são pessoais, nem todas coincidentes com o painel (ver, oportunamente, a continuação desta crónica).
Mas esta história de amor fez-me lembrar uma outra, essa do domínio público. É a história do José Saramago e da Pilar, a sua última mulher. O amor entre um homem taciturno, mas excelente escritor e uma mulher que é uma força da natureza. Trata-se de uma brilhante longa metragem, "José e Pilar" realizada por Miguel Gonçalves Mendes, com a duração de cerca de 2 horas que passam a correr. Pode ser vista na sala 4 do Corte Inglês. Imperdível!
Mas vamos à prova. Os vinhos da responsabilidade do Pedro eram 8 (4 brancos e 4 tintos). Só que em ambas as séries havia 1 joker, precisamente os vinhos escolhidos para o chamado copo d'água, os Castelo d'Alba branco e tinto, de uma relação preço/qualidade praticamente imbatível. Se o tinto não me enganou, o branco sim. De qualquer modo, as escolhas do Pedro ficaram aprovadas. As classificações a seguir anotadas são pessoais, nem todas coincidentes com o painel (ver, oportunamente, a continuação desta crónica).
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Cozido e vinhos com fartura
Num dia chuvoso um grupo de amigos juntou-se à lareira, para um grande repasto que tão cedo não se esquecerá. O tema : o cozido rico à moda da Paula Costa, isto é, cerca de 20 ingredientes (produtos de 1ª) em quantidades fartas, tudo feito no momento. Um grande cozido! Obrigado Paula!
Foram servidas 4 magnum e 3 de 0,75, ou seja, uma quantidade equivalente a 11 garrafas. Como, das 13 pessoas presentes, só 2 não beberam, dá uma média impressionante de 1 garrafa "per capita". Que grandes alarves...
Desfilaram os tintos :
.Qtª Poço do Lobo Reserva 05 Magnum - vibrante, bela acidez, taninos bem presentes mas sem bicos, um vinho com personalidade. O melhor dos Bairradas em prova. Nota 17+.
.Porta dos Cavaleiros Reserva 02 Magnum - o nariz não estava limpo, sulfuroso em excesso, uma desilusão. Nota 10.
.Luis Pato Vinha Pan 97 Magnum - rusticidade agressiva, outra desilusão. Nota 12.
.Frei João Reserva 01 Magnum - uma boa surpresa, cheio de nervo, acidez q.b., taninos firmes, um baga muito elegante. Nota 17.
.Passadouro Reserva 03 - acidez elevada apesar do ano, potência de boca, bom final. Nota 17.
.Vale Meão 01 - está em grande forma, nariz complexo, boa acidez, grande estrutura de boca, final longo. Portentoso e cheio de personalidade. Tem mais 4/5 anos no pico da forma. Nota 18,5+.
No final da refeição, foram servidas bebidas destiladas e, ainda, o FMA Bual 64 para os indefectíveis de vinhos da Madeira. Obrigado João!
Foram servidas 4 magnum e 3 de 0,75, ou seja, uma quantidade equivalente a 11 garrafas. Como, das 13 pessoas presentes, só 2 não beberam, dá uma média impressionante de 1 garrafa "per capita". Que grandes alarves...
Desfilaram os tintos :
.Qtª Poço do Lobo Reserva 05 Magnum - vibrante, bela acidez, taninos bem presentes mas sem bicos, um vinho com personalidade. O melhor dos Bairradas em prova. Nota 17+.
.Porta dos Cavaleiros Reserva 02 Magnum - o nariz não estava limpo, sulfuroso em excesso, uma desilusão. Nota 10.
.Luis Pato Vinha Pan 97 Magnum - rusticidade agressiva, outra desilusão. Nota 12.
.Frei João Reserva 01 Magnum - uma boa surpresa, cheio de nervo, acidez q.b., taninos firmes, um baga muito elegante. Nota 17.
.Passadouro Reserva 03 - acidez elevada apesar do ano, potência de boca, bom final. Nota 17.
.Vale Meão 01 - está em grande forma, nariz complexo, boa acidez, grande estrutura de boca, final longo. Portentoso e cheio de personalidade. Tem mais 4/5 anos no pico da forma. Nota 18,5+.
No final da refeição, foram servidas bebidas destiladas e, ainda, o FMA Bual 64 para os indefectíveis de vinhos da Madeira. Obrigado João!
domingo, 5 de dezembro de 2010
Vinhos em família (V) e não só
Impressões e notas telegráficas de vinhos provados em família e, noutras situações, com amigos. Tudo às claras e descontraidamente.
Num almoço recente com a família, bebeu-se :
.FEM Verdelho Muito Velho (produção do avô do Francisco Albuquerque) - aroma envolvente que fica a pairar mesmo com o copo vazio, frutos secos, iodo, especiarias, vinagrinho, final interminável. Nota 18,5 (noutras situações 18,5+/19/19/18,5/18,5/18/18,5; é um dos vinhos mais vezes provados e sempre com notas muito altas, ou seja, um dos vinhos da minha vida)
.Redoma Reserva 06 Branco - um bom branco que lhe falta personalidade para ser um grande branco, o menos interessante dos Redoma Reserva que já tenho provado. Nota 16+ (noutras situações 15,5/16/15,5/16)
.Equinócio 09 Branco - um vinho do João Afonso apadrinhado pelo Dirk Niepoort; não subscrevo os encómios atribuídos por alguma crítica embora lhe reconheça um perfil "sui generis"; vinhos originários da Serra São Mamede, prefiro o Terrenus e o Altas Quintas, bem mais interessantes. Nota 16.
.Esporão T.Nacional 07 - uma aposta na diferença em relação às colheitas anteriores, aroma exuberante, muita fruta vermelha, acidez q.b., boca potente, madeira sem marcar, bom final; equilibrado e guloso, embora não se sinta a casta. Nota 17,5.
.Niepoort Colheita 74 (engarrafado em 89) - uma muito boa surpresa, aroma discreto, frutos secos, algumas notas de mel, acidez q.b., boca poderosa, final longo e um ano que me diz muito. Nota 17,5+ (noutra situação engarrafada em 85 : 17).
Noutras ocasiões :
.Júlia Kemper 08 (Dão) - uma boa surpresa, nariz exuberante, muito frutado, acidez não muito evidente, profundidade, taninos macios, bom final de boca, perfil moderno e pouco tradicional. Nota 16,5.
.Chryseia 01 - nova garrafa e a última da minha garrafeira, não estava morto, não senhor, tinha alguma vida e acidez, mas continua a grande distância de outras garrafas provadas há mais tempo. A quem, ainda, as tiver, aconselho a despachá-las rapidamente. Nota 15,5 (noutras situações 17/17/17/10).
.Ferreira Reserva Especial 97 - festival de aromas terciários, notas de tabaco, couro, cacau, côr ainda com alguma vivacidade, taninos presentes mas suaves, excelente acidez, final longo; está no pico da forma e dá muito gozo bebê-lo nesta fase; mais interessante que o 01 aguenta bem mais 3/4 anos, antes de iniciar a curva descendente. Nota 18,5 (noutras situações 18,5/17,5/18,5/18,5).
.Valado Reserva 07 - aroma presente, boa acidez, madeira fina, elegante, harmonioso, bom final de boca, a melhorar com mais tempo de garrafa. Nota 17,5 (noutras situações 18/17,5/17,5+).
Num almoço recente com a família, bebeu-se :
.FEM Verdelho Muito Velho (produção do avô do Francisco Albuquerque) - aroma envolvente que fica a pairar mesmo com o copo vazio, frutos secos, iodo, especiarias, vinagrinho, final interminável. Nota 18,5 (noutras situações 18,5+/19/19/18,5/18,5/18/18,5; é um dos vinhos mais vezes provados e sempre com notas muito altas, ou seja, um dos vinhos da minha vida)
.Redoma Reserva 06 Branco - um bom branco que lhe falta personalidade para ser um grande branco, o menos interessante dos Redoma Reserva que já tenho provado. Nota 16+ (noutras situações 15,5/16/15,5/16)
.Equinócio 09 Branco - um vinho do João Afonso apadrinhado pelo Dirk Niepoort; não subscrevo os encómios atribuídos por alguma crítica embora lhe reconheça um perfil "sui generis"; vinhos originários da Serra São Mamede, prefiro o Terrenus e o Altas Quintas, bem mais interessantes. Nota 16.
.Esporão T.Nacional 07 - uma aposta na diferença em relação às colheitas anteriores, aroma exuberante, muita fruta vermelha, acidez q.b., boca potente, madeira sem marcar, bom final; equilibrado e guloso, embora não se sinta a casta. Nota 17,5.
.Niepoort Colheita 74 (engarrafado em 89) - uma muito boa surpresa, aroma discreto, frutos secos, algumas notas de mel, acidez q.b., boca poderosa, final longo e um ano que me diz muito. Nota 17,5+ (noutra situação engarrafada em 85 : 17).
Noutras ocasiões :
.Júlia Kemper 08 (Dão) - uma boa surpresa, nariz exuberante, muito frutado, acidez não muito evidente, profundidade, taninos macios, bom final de boca, perfil moderno e pouco tradicional. Nota 16,5.
.Chryseia 01 - nova garrafa e a última da minha garrafeira, não estava morto, não senhor, tinha alguma vida e acidez, mas continua a grande distância de outras garrafas provadas há mais tempo. A quem, ainda, as tiver, aconselho a despachá-las rapidamente. Nota 15,5 (noutras situações 17/17/17/10).
.Ferreira Reserva Especial 97 - festival de aromas terciários, notas de tabaco, couro, cacau, côr ainda com alguma vivacidade, taninos presentes mas suaves, excelente acidez, final longo; está no pico da forma e dá muito gozo bebê-lo nesta fase; mais interessante que o 01 aguenta bem mais 3/4 anos, antes de iniciar a curva descendente. Nota 18,5 (noutras situações 18,5/17,5/18,5/18,5).
.Valado Reserva 07 - aroma presente, boa acidez, madeira fina, elegante, harmonioso, bom final de boca, a melhorar com mais tempo de garrafa. Nota 17,5 (noutras situações 18/17,5/17,5+).
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Imoralidades (II)
Muito se tem escrito sobre 2 vinhos do Porto, postos no mercado recentemente, o pré filoxérico Tawny Scion da Taylor e o Andresen Colheita 1910 (excepcionais para quem teve a ocasião de os provar), a preços que rondam os 2500 €. Mas, senhores, estes preços são uma afronta para o cidadão comum e para os consumidores em particular. Garrafas a estes preços só para quem beneficia de reformas douradas ou para novos ricos angolanos. E ninguém se insurge?
Nesta quadra natalícia fique-se pelo mítico Barca Velha, vinho que,segundo consulta ao programa "wine searcher", pode ser adquirido nas garrafeiras Coisas do Arco do Vinho, Estado Líquido (Caldas da Rainha), Garrafeira Campo de Ourique, Garrafeira Nacional e Wine o' Clock ou nas lojas virtuais Lusa Wines e Velvet Bull. É uma questão de comparar preços...
Nesta quadra natalícia fique-se pelo mítico Barca Velha, vinho que,segundo consulta ao programa "wine searcher", pode ser adquirido nas garrafeiras Coisas do Arco do Vinho, Estado Líquido (Caldas da Rainha), Garrafeira Campo de Ourique, Garrafeira Nacional e Wine o' Clock ou nas lojas virtuais Lusa Wines e Velvet Bull. É uma questão de comparar preços...
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Restaurante Manifesto revisitado
O conceito deste espaço do Luis Baena mudou. Desapareceram os menús de degustação e as diferentes ofertas gastronómicas entre almoço e jantar. Passou a haver uma ementa única, constituída por 34 pequenos pratos em porção de degustação individual, com preços a variar entre os 2,50 e os 5,50 €, não me parecendo que possam ser partilhados. O que provei numa ida recente ao Manifesto (bife de atum, Mac Silva, miga de bacalhau e burra de porco) estava excelente e foi um verdadeiro festival de aromas e sabores. Um deslumbramento!
Quanto a vinhos a carta (em reestruturação), os copos e o serviço continuam em alta. Pontos susceptiveis de crítica, a pouca oferta de vinho a copo e preços de alguns vinhos demasiado puxados.
Quanto a vinhos a carta (em reestruturação), os copos e o serviço continuam em alta. Pontos susceptiveis de crítica, a pouca oferta de vinho a copo e preços de alguns vinhos demasiado puxados.
ViniPortugal : um novo fôlego?
Após uma série de anos a viver no marasmo, eis que com a entrada de Francisco Borba, a ViniPortugal parece renascer. Entre outras iniciativas é de louvar a realização da 1ª conferência internacional (Wines of Portugal International Conference 2010), de 9 a 11 de dezembro no Porto, tendo a Touriga Nacional como a grande vedeta do acontecimento.Durante este evento e com a participação de um júri internacional (Portugal faz-se representar por José António Salvador e Luis Lopes), vai ser eleito o Top 10 Touriga Nacional, a partir de uma amostra de 30 vinhos pré-seleccionados.
A ViniPortugal noticiou, ainda, com pompa e circunstância, a campanha descobrir o vinho a copo, remetendo-nos para a página www.acopo.pt, mas que parece estar inacessível. Falsa partida?
Já agora, nos links constantes na página oficial da ViniPortugal ainda se encontram a Vinho e Coisas e a Garrafeira Adivinho, desaparecidas em 2009! Ninguém actualiza?
A ViniPortugal noticiou, ainda, com pompa e circunstância, a campanha descobrir o vinho a copo, remetendo-nos para a página www.acopo.pt, mas que parece estar inacessível. Falsa partida?
Já agora, nos links constantes na página oficial da ViniPortugal ainda se encontram a Vinho e Coisas e a Garrafeira Adivinho, desaparecidas em 2009! Ninguém actualiza?
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