Esta sessão foi com vinhos meus, sendo 1 branco e 2 tintos, todos da Niepoort, e, ainda, um Moscatel com quase 50 anos de vida.
Escolhi o restaurante Jacinto, habituado a fazer jantares vínicos. Era aqui que a Vinodivino, mais conhecida pela garrafeira das "meninas da Lapa", fazia os seus eventos. Considero que, neste espaço, o serviço de vinhos é quase luxuoso, desde os copos e decantadores da Riedel às temperaturas irrepreensiveis. Tem, ainda, uma mais valia, que é uma espécie de loja na cave, onde vendem os vinhos que constam na carta do restaurante e outras preciosidades. O grande responsável é, obviamente, o Luis Cardoso, o dono e animador do Jacinto.
Depois deste intróito, vamos aos beberes e comeres:
.Navazos 10 - um branco diferente, feito pelo Dirk na região de Málaga, com uvas da casta palomino; nariz fechado, carregado na côr, aparentando muito mais idade, boa acidez, frescura e secura final; é um branco algo controverso, muito afastado dos padrões a que estamos habituados. Nota 16.
Acompanhou uma tábua de queijos, presunto de vaca e um belo arroz de lingueirão com gambas.
.Omlet 07 - um Douro com a mão do Telmo Rodriguez; alguma exuberância olfactiva, acidez no ponto, taninos macios, estrutura e final longo. A beber nos próximos 5/6 anos. Nota 17,5.
.Ultreia 08 - outro Douro, mas desta vez, com a participação do Raul Perez; mais austero no nariz, alguma fruta, notas especiadas, caril e tabaco, taninos mais evidentes, boa estrutura e final muito longo. Em forma mais 7/8 anos. Prémio Excelência 2012 da RV. Nota 18.
Estes 2 tintos tiveram por companhia empada de perdiz com boletos, talvez demasiada apurada, e um delicioso javali estufado com castanhas.
.Moscatel de Setúbal 20 Anos José Maria da Fonseca (engarrafado em 1986) - nariz e boca exuberantes, presença de citrinos com a tangerina a sobrepôr-se, notas de mel, alguma gordura, fresco, estruturado e final muito longo. O vinho do almoço. Nota 18,5.
Foi uma sessão muito didáctica. Os enófilos que se prezam deveriam conhecer este espaço. Obrigatório!
Nota final - o restaurante estava completamente cheio ao almoço e praticamente em todas as mesas se bebia vinho. A crise não passou por aqui...
sexta-feira, 15 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
Lisboa Restaurante Week (LRW)
Começou hoje e prolonga-se até ao dia 24 a nova edição do LRW. Por 19+1 €, com direito a entrada, prato e sobremesa, pode-se almoçar ou jantar em sítios onde normalmente não vamos por questões orçamentais.É o caso dos restaurantes dos Hotéis Aviz, Bairro Alto, Altis Avenida, Altis Belém, Sheraton (Panorama) e Tivoli (Terraço) ou, ainda, Eleven, Faz Gostos, Pedro e o Lobo, XL e Estufa Real. Marcação obrigatória. É de aproveitar!
quarta-feira, 13 de março de 2013
Um salto a Coimbra
1.Uma simpática oferta da CGD, por utilização do cartão de crédito, fez-me rumar ao Hotel da Quinta das Lágrimas, membro da cadeia "Small Luxury Hotels of the World". Qualidade pura, merecedora de todos os encómios. Resta esclarecer que não tive a oportunidade de comer no Arcadas, pois já vinha atestado do almoço no Manjar do Marquês. Contentei-me com uma refeição leve no bar, que me soube muito bem.
2.Não sendo este blogue, obviamente, um espaço dedicado ao turismo, não resisto a partilhar com quem frequenta o enófilo militante, 3 visitas em Coimbra que recomendo e considero imperdíveis:
.Visita guiada à Universidade de Coimbra, a marcar com 2/3 dias de antecedência. Escolhi o Programa A que contempla a Sala dos Capelos, Sala do Exame Privado, Sala das Armas, Capela de S. Miguel, Biblioteca Joanina e Prisão Académica.
.Visita ao Museu Nacional Machado de Castro, que esteve fechado cerca de 8 anos para "(...) obras de requalificação e ampliação dos espaços arquitectónicos e museológicos (...)", com destaque para o criptopórtico, talvez a obra mais importante de arquitectura romana existente em Portugal.
.Visita ao Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, monumento nacional, alvo de um amplo projecto de valorização, onde se podem ver as ruínas e o respectivo espólio arqueológico.
3.Na área da gastronomia, o ponto mais alto desta viagem foi, sem sombra de dúvida, o almoço no Manjar do Marquês, nos arredores de Pombal. É de espantar como se consegue manter a alta qualidade da comida tradicional num restaurante com esta dimensão (2 salas, uma delas com capacidade para mais de 100 mastigantes). É obra!
A cozinha é orientada pela D. Lourdes e, na sala, pontifica o seu filho Paulo Graça que, além de saber receber os clientes, está perfeitamente à vontade nos vinhos. É o grande responsável por a Revista de Vinhos ter considerado o seu espaço como "Restaurante Amigo do Vinho". Há sempre um vinho da semana, a preço contido. Desta vez era o tinto Quinta de Saes (2,70 € o copo), que não tive a ocasião de provar, pois o Paulo Graça trouxe para a mesa uma garrafa já aberta de Bouchard Père & Fils 2008, Appelation Volney Premier Cru Controlée, Ancienne Cuvée Carnot, Chateau de Beaune, Cote d' Or. Uf, estes rótulos franceses são mesmo cansativos! Um belo vinho a fazer lembrar um bom bairrada já com alguma idade. Especiado, notas de caril e tabaco, belíssima acidez a prometer longevidade, elegante, taninos macios e estruturado. Foi servido num excelente copo Riedel (borgonhês) a uma temperatura irrepreensível. Nota 18.
O que comi? Queijo fresco, pastéis de bacalhau, filetes com arroz de tomate (o ex-libris da casa) e grelos de couve. Veio ainda para a mesa, por iniciativa da D. Lourdes, um excelente arroz de berbigão e um estimável bolo económico. A fechar, mais uma oferta do Paulo Graça, o Krohn Branco 1964 (engarrafado em 2010), já aqui descrito, a fazer lembrar um Moscatel de Setúbal já com alguma idade.
Grande repasto! Obrigado, Paulo Graça!
2.Não sendo este blogue, obviamente, um espaço dedicado ao turismo, não resisto a partilhar com quem frequenta o enófilo militante, 3 visitas em Coimbra que recomendo e considero imperdíveis:
.Visita guiada à Universidade de Coimbra, a marcar com 2/3 dias de antecedência. Escolhi o Programa A que contempla a Sala dos Capelos, Sala do Exame Privado, Sala das Armas, Capela de S. Miguel, Biblioteca Joanina e Prisão Académica.
.Visita ao Museu Nacional Machado de Castro, que esteve fechado cerca de 8 anos para "(...) obras de requalificação e ampliação dos espaços arquitectónicos e museológicos (...)", com destaque para o criptopórtico, talvez a obra mais importante de arquitectura romana existente em Portugal.
.Visita ao Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, monumento nacional, alvo de um amplo projecto de valorização, onde se podem ver as ruínas e o respectivo espólio arqueológico.
3.Na área da gastronomia, o ponto mais alto desta viagem foi, sem sombra de dúvida, o almoço no Manjar do Marquês, nos arredores de Pombal. É de espantar como se consegue manter a alta qualidade da comida tradicional num restaurante com esta dimensão (2 salas, uma delas com capacidade para mais de 100 mastigantes). É obra!
A cozinha é orientada pela D. Lourdes e, na sala, pontifica o seu filho Paulo Graça que, além de saber receber os clientes, está perfeitamente à vontade nos vinhos. É o grande responsável por a Revista de Vinhos ter considerado o seu espaço como "Restaurante Amigo do Vinho". Há sempre um vinho da semana, a preço contido. Desta vez era o tinto Quinta de Saes (2,70 € o copo), que não tive a ocasião de provar, pois o Paulo Graça trouxe para a mesa uma garrafa já aberta de Bouchard Père & Fils 2008, Appelation Volney Premier Cru Controlée, Ancienne Cuvée Carnot, Chateau de Beaune, Cote d' Or. Uf, estes rótulos franceses são mesmo cansativos! Um belo vinho a fazer lembrar um bom bairrada já com alguma idade. Especiado, notas de caril e tabaco, belíssima acidez a prometer longevidade, elegante, taninos macios e estruturado. Foi servido num excelente copo Riedel (borgonhês) a uma temperatura irrepreensível. Nota 18.
O que comi? Queijo fresco, pastéis de bacalhau, filetes com arroz de tomate (o ex-libris da casa) e grelos de couve. Veio ainda para a mesa, por iniciativa da D. Lourdes, um excelente arroz de berbigão e um estimável bolo económico. A fechar, mais uma oferta do Paulo Graça, o Krohn Branco 1964 (engarrafado em 2010), já aqui descrito, a fazer lembrar um Moscatel de Setúbal já com alguma idade.
Grande repasto! Obrigado, Paulo Graça!
sábado, 9 de março de 2013
Morreu uma grande senhora
Acabaram de me comunicar o falecimento da Júlia Vinagre, uma grande senhora da gastronomia, retirada já há alguns anos, o que me deixou muito triste e surpreendido. É altura de reler o que escrevi numa crónica de 13/1/2012, intitulada "Júlia Vinagre : uma grande senhora caída no esquecimento". Para que jamais nos esqueçamos dela!
quarta-feira, 6 de março de 2013
Eu, enófilo, me confesso...
A título de revisão da matéria e para arrumar idéias:
1.Gosto de vinho branco que consumo praticamente durante todo o ano, ao passo que nos dias mais quentes não me apetece beber tinto.
Quanto ao estilo, prefiro claramente o branco de outono/inverno, já com 2 ou 3 anos (ou mais) em cima.
O melhor branco português que já bebi em toda a minha vida foi o Soalheiro Alvarinho Reserva 2007 e a casta nele presente, a melhor de todas..
2.Quanto a tintos, a minha escolha incide, claramente, nos vinhos do Douro, a beber 6 a 10 anos após a colheita (considero o ano 2004 o melhor da década). Quanto a produtores/marcas, a Qtª do Crasto e a Niepoort são as minhas preferências.
Mas não desprezo as outras regiões, nomeadamente Alentejo, Bairrada e Dão, com alguns dos seus vinhos a darem-me grandes momentos de prazer.
3.Nos vinhos fortificados, a minha apetência vai, por ordem decrescente:
.Em 1º lugar o Vinho da Madeira (o melhor do mundo!), preferencialmente os frasqueiras com base nas castas Bual, Terrantez e Verdelho e destaque para a marca Blandy.
.Em 2º lugar, ex-aequo, Porto Colheita de anos recuados, alguns Tawnies de 30 ou 40 anos (marcas Burmester, Krohn e Noval) e Moscatéis de Setúbal da José Maria da Fonseca (décadas de 50 a 70).
.Por fim, o Porto Vintage, sempre uma lotaria. Tanto pode estar excepcional como ir directamente para a pia!
Considere-se esta crónica um desabafo de quem esteve de quarentena cerca de 2 semanas, sem provar ou sequer cheirar vinho.
1.Gosto de vinho branco que consumo praticamente durante todo o ano, ao passo que nos dias mais quentes não me apetece beber tinto.
Quanto ao estilo, prefiro claramente o branco de outono/inverno, já com 2 ou 3 anos (ou mais) em cima.
O melhor branco português que já bebi em toda a minha vida foi o Soalheiro Alvarinho Reserva 2007 e a casta nele presente, a melhor de todas..
2.Quanto a tintos, a minha escolha incide, claramente, nos vinhos do Douro, a beber 6 a 10 anos após a colheita (considero o ano 2004 o melhor da década). Quanto a produtores/marcas, a Qtª do Crasto e a Niepoort são as minhas preferências.
Mas não desprezo as outras regiões, nomeadamente Alentejo, Bairrada e Dão, com alguns dos seus vinhos a darem-me grandes momentos de prazer.
3.Nos vinhos fortificados, a minha apetência vai, por ordem decrescente:
.Em 1º lugar o Vinho da Madeira (o melhor do mundo!), preferencialmente os frasqueiras com base nas castas Bual, Terrantez e Verdelho e destaque para a marca Blandy.
.Em 2º lugar, ex-aequo, Porto Colheita de anos recuados, alguns Tawnies de 30 ou 40 anos (marcas Burmester, Krohn e Noval) e Moscatéis de Setúbal da José Maria da Fonseca (décadas de 50 a 70).
.Por fim, o Porto Vintage, sempre uma lotaria. Tanto pode estar excepcional como ir directamente para a pia!
Considere-se esta crónica um desabafo de quem esteve de quarentena cerca de 2 semanas, sem provar ou sequer cheirar vinho.
domingo, 3 de março de 2013
À volta do sushi alentejano
No espaço de 2 dias sairam 2 crónicas sobre o "de Castro & sushi alentejano", a 1ª na Revista do Expresso "De Castro rendeu-se ao Sushi", assinado pela Paula Cosme Pinto, e a 2ª no blogue Mesa Marcada "Miguel Castro e Silva com sushi alentejano e boas carnes", da autoria do Duarte Calvão. Este restaurante renasceu, a partir de uma recente parceria do Gustus com o MCS. O conceito, dizem-me, é do chefe Eduardo Guerreiro, proprietário do 1ª Sinfonia (neste momento, em lume brando), mas que já trabalhou no Gustus. O seu a seu dono.
A minha curiosidade era grande e já lá tinha ido, algum tempo antes das referidas crónicas serem publicadas.
A oferta é enorme com 12 propostas para picar, 6 saladinhas, 18 pratos quentes, e 35 diversos combinados de sushi alentejano e tradicional (2, 4 e 8 peças). Há também menús de degustação, o que foi a minha escolha. Por 32 €, este menú para 2 pessoas oferece 8 peças de sushi alentejano (4 variedades a dobrar), iscas de bacalhau, ovos mexidos com pão frito e carrilheira de porco em vinho tinto, tudo francamente bem elaborado. No entanto e quanto ao sushi propriamente dito, há 2 muito bem conseguidos (bacalhau à Braz e sardinha de escabeche) e 2 cujo paladar não está evidente (cavala fumada e pezinhos de coentrada).
Falta dizer que as salas são confortáveis, embora a música de fundo pudesse estar mais baixa. Serviço profissional e competente.
Quanto a vinhos, a lista é curta, pouco ambiciosa, mas está toda datada. A copo pode escolher-se entre 1 espumante, 3 brancos, 3 tintos e 1 rosé, tudo a preços deveras acessíveis. Optei pelo branco Cassa 10 (frutado e descomplicado, cumpre a sua função; nota 15,5) e pelo tinto Cassa 07 (muito concentrado, alguma estrutura e bom final de boca; uma boa surpresa; nota 17).
A concluir, este espaço reformulado está bem entregue ao Gonçalo Ribeiro, responsável pelos tachos e genro do MCS, e ao Nuno Henriques que pontifica na sala e sabe dar conselhos ajustados. Recomendo e tenciono voltar.
A minha curiosidade era grande e já lá tinha ido, algum tempo antes das referidas crónicas serem publicadas.
A oferta é enorme com 12 propostas para picar, 6 saladinhas, 18 pratos quentes, e 35 diversos combinados de sushi alentejano e tradicional (2, 4 e 8 peças). Há também menús de degustação, o que foi a minha escolha. Por 32 €, este menú para 2 pessoas oferece 8 peças de sushi alentejano (4 variedades a dobrar), iscas de bacalhau, ovos mexidos com pão frito e carrilheira de porco em vinho tinto, tudo francamente bem elaborado. No entanto e quanto ao sushi propriamente dito, há 2 muito bem conseguidos (bacalhau à Braz e sardinha de escabeche) e 2 cujo paladar não está evidente (cavala fumada e pezinhos de coentrada).
Falta dizer que as salas são confortáveis, embora a música de fundo pudesse estar mais baixa. Serviço profissional e competente.
Quanto a vinhos, a lista é curta, pouco ambiciosa, mas está toda datada. A copo pode escolher-se entre 1 espumante, 3 brancos, 3 tintos e 1 rosé, tudo a preços deveras acessíveis. Optei pelo branco Cassa 10 (frutado e descomplicado, cumpre a sua função; nota 15,5) e pelo tinto Cassa 07 (muito concentrado, alguma estrutura e bom final de boca; uma boa surpresa; nota 17).
A concluir, este espaço reformulado está bem entregue ao Gonçalo Ribeiro, responsável pelos tachos e genro do MCS, e ao Nuno Henriques que pontifica na sala e sabe dar conselhos ajustados. Recomendo e tenciono voltar.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Vinhos em família (XLI)
Ainda no período pré-antibiótico, tive a oportunidade de provar os seguintes vinhos:
.CV 06 - com cerca de 22 meses de barrica (foi engarrafado em julho 2008); notas florais, especiado, acidez equilibrada, taninos ainda por domar, boca poderosa e final longo. Ainda aguenta mais 2/3 anos. Prémio Excelência em 2008. Nota 18 (noutra situação 17,5+).
.Pintas 06 - a partir de vinhas velhas e vinificado em lagar; ainda com fruta, acidez equilibrada, notas e tabaco e chocolate, taninos domados, alguns furos abaixo de outras colheitas. A consumir de imediato. Nota 17+ (noutras 17/16,5+/17,5+/16,5+).
.Casa de Santar Reserva 08 - estagiou em madeira; frutado, notas especiadas, acidez presente, equilibrio e elegância, alguma estrutura e bom final. Boa relação preço/qualidade. Em forma mais 6/7 anos. Nota 17,5.
Também marcharam o Morgado Stª Catherina 08 e a minha penúltima garrafa do BOCA, ambos em grande estilo e já aqui referidos por diversas vezes.
.CV 06 - com cerca de 22 meses de barrica (foi engarrafado em julho 2008); notas florais, especiado, acidez equilibrada, taninos ainda por domar, boca poderosa e final longo. Ainda aguenta mais 2/3 anos. Prémio Excelência em 2008. Nota 18 (noutra situação 17,5+).
.Pintas 06 - a partir de vinhas velhas e vinificado em lagar; ainda com fruta, acidez equilibrada, notas e tabaco e chocolate, taninos domados, alguns furos abaixo de outras colheitas. A consumir de imediato. Nota 17+ (noutras 17/16,5+/17,5+/16,5+).
.Casa de Santar Reserva 08 - estagiou em madeira; frutado, notas especiadas, acidez presente, equilibrio e elegância, alguma estrutura e bom final. Boa relação preço/qualidade. Em forma mais 6/7 anos. Nota 17,5.
Também marcharam o Morgado Stª Catherina 08 e a minha penúltima garrafa do BOCA, ambos em grande estilo e já aqui referidos por diversas vezes.
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