quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Campolargo : a Bairrada moderna

Foi, seguramente, o ponto mais alto da nossa jornada bairradina, o jantar servido em casa do simpático casal Campolargo (Carlos e Mª da Glória), onde aliás ficámos alojados nas noites de 6ª e sábado.
Para preparar o palato começámos por 2 espumantes, o Campolargo - cuja data de colheita não retive - e o entusiasmante CC e CP 07, elaborado a meias pelo Carlos Campolargo e pelo Celso Pereira (esclarecimento : devido à quantidade de vinhos provados, não me foi possível anotar sistematicamente as minhas impressões, limitando-me a hierarquizá-los, reflectindo assim os meus gostos, embora não o tivesse feito para a totalidade).
Com um empadão de peixe bebemos o surpreendente branco Pinote 07, elaborado em parceria com o Rui Cunha (Nota 16,5+). Seguiu-se-lhe uma excepcional lebre no forno, direi mesmo a lebre da minha vida (parabéns Mª da Glória!). Acompanharam 3 tintos, Campolargo CC (leia-se Castelão Nacional e Cabernet Sauvignon) 08 (Nota 16,5+), CC 04 (16,5) e Calda Bordaleza 07 (17). Com a avalanche de sobremesas (nota muito alta para o pudim de abóbora), bebemos o C.S.E. 40 Anos (engarrafado em 2009) e o Malvasia 1879, este último oferta nossa. (17 para ambos).
Foi uma grande jornada no "restaurante" Campolargo, com a Mª da Glória a dirigir os tachos e o Carlos na sala a orientar o serviço de vinhos. O nosso sentido agradecimento a ambos!
No dia seguinte tivemos a ocasião de visitar a moderna e impressionante adega. Do terraço, a vista daquele panorama super colorido é de cortar a respiração. Se eu fosse pintor era ali que gostaria de me instalar com os pincéis e o cavalete.

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