sábado, 29 de julho de 2023

O regresso ao Douro em 10 momentos e 1 introdução (III)

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3º MOMENTO - Museu do Douro


"(...) É a paisagem avalassadoura que o enforma, bem como as condições climáticas, genuínas, das gentes de Portugal. Foram sem dúvida estas últimas que atrairam os ingleses para Portugal no século XII (*), desencadeando a série de acontecimentos que vieram depois, eventualmente, a criar o Vinho do Porto (...)".

Richard Mayson in "O Porto e o Douro" (Quetzal Editores, 2001)

(*) - é uma gralha tipográfica, devia estar XVII


"O Museu do Douro como museu de território tem por missão a representação do património natural e cultural da Região Demarcada do Douro, consagrada com o estatuto de Património Mundial pela UNESCO como paisagem cultural, evolutiva e viva (...)".

in portal do Museu do Douro


Na Área de Exposições está situada a exposição permanente "Douro : Matéria e Espírito", onde tivemos uma visita guiada, muito interessante e didáctica, a cargo de um dos responsáveis do Museu.

Eu já conhecia o Museu, quando da exposição "Dona Antónia - Uma Vida Singular", comemorativa dos 200 anos do seu nascimento e que deu origem à crónica 

"Rescaldo da ida ao Douro (IV) : Os 200 anos da Dona Antónia"


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quinta-feira, 27 de julho de 2023

O regresso ao Douro em 10 momentos e 1 introdução (II)

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1º MOMENTO - Almoço no Zé da Calçada (Amarante) - 4 *


"Quem chega pela primeira vez ao Douro raramente escapa ao prazer do espanto. A viagem prossegue, e quando se mergulha na profundidade das encostas onde corre o rio, o espanto dá normalmente lugar ao deslumbramento. (...)"

Manuel Carvalho in "Guia do Douro e do Vinho do Porto" (Edições Afrontamento, 1995)


O primeiro momento desta visita ao Douro foi o almoço no Zé da Calçada, em Amarante, um restaurante prestigiado e muito badalado. Mas qualquer um tinha servido, pois o grupo estava deveras faminto. 

O repasto iniciou-se com um festival de pequenas entradas e continuou com creme de legumes e naco de vitela com migas, ambos muitíssimo saborosos. Comida farta e bom serviço.

Na mesa pratos Vista Alegre (!), mas uns copos horríveis. Se o restaurante fosse meu, já tinham ido parar ao lixo.

Quanto a vinhos, provei:

.Flor do Outeiro Escolha 2021 (Vinhos Verdes) - nota 15

.Quinta do Portal Muros de Vinha 2021 (Douro) - 16,5

Copos à parte, este restaurante tem uma nota positiva.


2º MOMENTO - Visita à Quinta do Vallado


"A Região Demarcada do Douro, é mas do que uma simples demarcação administrativa, mesmo que justamente fundamentada em termos vinícolas, é o Alto Douro, é o "País Vinhateiro", nome porque ficou celebrizada desde os tempos da sua formação (...)"

Nuno Magalhães in "O Vinho do Porto * Vinhos do Douro", volume nº 4 da Enciclopédia dos Vinhos de Portugal (edição Chaves Ferreira, 1998) 


A Quinta do Vallado, minha conhecida desde há anos, é uma das mais emblemáticas do Douro e possui um portefólio impressionante:

.Vinhos brancos - Vallado branco, Prima, Três Melros e o Reserva

.Vinhos tintos - Vallado tinto, Três Melros, Divina Lampreia, Douro Superior, Sousão, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Reserva, Vinha Coroa, Vinha da Granja e o Adelaide

.Vinho rosé - Touriga Nacional

.Vinhos do Porto - Branco, Tawny Reserva, 10, 20, 30, 40 e 50 Anos, Colheita 1999, LBVs e Vintages 

Tem ainda 2 vinhos estratosféricos, só para milionários: Tributa Porto Muito Velho 1866 e ABF Porto Muito Velho 1888.  


No início da visita, tive o prazer e a oprtunidade de dar um abraço e trocar meia dúzia de palavras com o Francisco Ferreira (o proprietário), que já não via há uns tantos anos. Sempre tive com ele, desde os tempos da garrafeira Coisas do Arco Vinho, as melhores relações pessoais e institucionais.

Para celebrar o encontro, ofereceu-me um exemplar do livro "Quinta do Vallado - 300 Anos no Coração do Douro" de Gaspar Martins Pereira (autor) e António Barreto (prefácio), edição Quinta do Vallado, 2016.

Obrigado, Francisco!


A visita guiada à adega e às caves de envelhecimento (1000 barricas!), esteve a cargo da Cristina que teve uma boa prestação. Tivemos, ainda, a oportunidade de visionar um interessante vídeo sobre as vindimas na quinta.

Finalmente, a cereja em cima do bolo, uma prova de vinhos de gama média/alta, embora prejudicada com a temperatura dos tintos, um pouco acima do recomendável.

Desfilaram:

.Reserva Branco 2022 (nota 18)

.Superior Tinto 2020 (16,5)

.Touriga Nacional 2019 (17,5)

.Reserva Tinto 2020 (18)

.Tawny 10 Anos (17)


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terça-feira, 25 de julho de 2023

O regresso ao Douro em 10 momentos e 1 introdução (I)

 INTRODUÇÃO :

"DOURO - VINHO DO PORTO - REGIÃO VITÍCOLA MARCADA

Esta região é considerada como tendo sido a primeira no mundo vitivinícola a ser demarcada. Com vasto historial, foi seu grande impulsionador e defensor o Marquês de Pombal. A primeira delimitação data de 1756 (...)".

in "Dicionário do Vinho" de Francisco Esteves Gonçalves (edição de 1986).


No fim de semana de 14 a 16 deste mês, tive a oportunidade de revisitar o Douro aproveitando um dos passeios organizado pela Agência Pinto Lopes que se intitula "Viajar Entre Viagens no Douro" que recomendo. Embora conhecesse a maior parte do programa, foi a grande oportunidade de regressar ao Douro e matar saudades acumuladas ao longo dos últimos anos.

Resta dizer que fomos sempre acompanhadas pela guia da agência, Ana Sofia Lobão de seu nome, que se portou muito bem e à altura dos acontecimentos.


Tenho andado pelo Douro desde o início do século, primeiro como um dos dois responsáveis pela garrafeira Coisa do Arco do Vinho (no Centro Cultural de Belém), e depois como enófilo militante que sou. Nesta qualidade fui ao Douro, algumas vezes apenas com a minha companheira, mas também participando em programas organizados.

No total contabilizei 34 as quintas visitadas até Julho de 2011. 


Para os mais curiosos, segue o inventário das minhas crónicas sobre as visitas ao Douro, pondo um link para a 1ª (crónica) de cada uma delas:

."Rescaldo da ida ao Douro" - 5 crónicas (em 16, 17, 21 e 22 Julho 2011)

."Rescaldo da ida ao Douro" - 5 crónicas (em 24, 27 e 29 Setembro e 2 Outubro 2015)

."Enoturismo no Douro" - 6 crónicas (em 15, 18, 25 e 29 Abril e 2 Maio 2017)


Quanto aos 10 momentos, explanados nas próximas crónicas, serão os seguintes:

1º - Restaurante Zé da Calçada

2º - Quinta do Vallado

3º - Museu do Douro

4º - Hotel Vila Galé

5º - Fundação Eça de Queiroz

6º - Comboio Histórico do Douro

7º - S. Leonardo da Galafura

8º - Espaço Miguel Torga

9º - Quinta de La Rosa

10º - Balanço final

Nota - cada um dos 9 momentos será iniciado por uma frase sobre o Douro, retirada de um livro sobre esta Região


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sábado, 22 de julho de 2023

O regresso ao Douro em 10 Momentos e 1 Introdução

 A partir da próxima semana publicarei, em princípio, 4 ou 5 crónicas sobre a viagem que fiz ao Douro com a Agência Pinto Lopes, iniciando-as obviamente com a Introdução.

terça-feira, 18 de julho de 2023

FJF (35ª sessão) : mais 3 vinhos para a tal ilha deserta

 Esta última sessão foi da responsabilidade do Frederico que pôs à prova (cega) 2 brancos e 1 fortificado. 

O repasto decorreu, uma vez mais, no Salsa & Coentros. Comida de tacho com muita qualidade, serviço profissional, pratos Vista Alegre e copos Riedel na mesa.

Desfilaram:


.Transmission 2019 (Bairrada) - enologia de Miguel Silva; com base nas castas Cercial, Bical, Maria Gomes, Rabo de Ovelha e Arinto, estagiou 15 meses em barricas usadas de carvalho francês; cítrico e salino, acidez bem pronunciada, algum volume e final de boca algo extenso (12,5 % vol.). Muito elegante e uma grande surpresa. Nota 18.


.Dominio do Açor Encruzado 2021 (garrafa nº 1051/1364, Dão) - enologia de Luis Lopes; com base na casta Encruzado (100 %), estagiou 11 meses em barricas de carvalho; presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, volume e final de boca de assinalar (13,5 % vol.). Complexo e gastronómico, outra boa surpresa. Nota 18,5.

Estes 2 brancos acompanharam uma série de entradas (queijo de cabra fresco, empadas, cogumelos e favinhas), meia desfeita de bacalhau e polvo à Lagareiro.


.Blandy's Terrantez 1978 (garrafa nº 127/204) - 97 pontos na Decanter e 95 na Wine Spectator; presença de frutos secos, notas de iodo e caril, vinagrinho, volume notável e final de boca interminável. Uma raridade e a Madeira no seu melhor! Nota 19.

Este fortificado acompanhou encharcada, torta de laranja, tarte de requeijão e toucinho do céu.


Mais uma boa sessão de convívio, comeres e beberes. Obrigado Frederico!

quinta-feira, 13 de julho de 2023

Os vinhos nos menus de antigamente (II)

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Depois de inventariada a presença de vinhos tranquilos nos menus de antigamente, hoje é a vez dos vinhos com borbulhas e dos fortificados.

Em 78 dos menus constantes no livro referido na crónica anterior, 68 são champanhes e apenas 10 espumantes, uma diferença abismal. Creio, no entanto, que os diversos responsáveis pela elaboração dos menus chamassem champanhe a todos os vinhos com borbulhas. Sempre era mais fino.


Quanto aos vinhos fortificados, o Vinho do Porto era o que estava mais presente nos menus (inventariei 68), mas sem identificar o tipo, se Vintage ou Colheita, com excepção de 2 (Vintage 1917 e Old Tawny).

Destes 68, 49 são indicados apenas como Porto. Dos restantes, 6 aparecem com os nomes das casas produtoras (Porto Roncão, Porto Pessanha, Porto Junqueiro, "Maison" Graham's (2) e Ramos Pinto) e 11 com os anos de colheita (1815, 1820, 1830, 1834, 1836, 1840, 1847, 1850, 1851, 1883 e 1897).

Segue-se o Vinho da Madeira com 47 presenças, 29 das quais apenas como Madeira. Os restantes 18 aparecem com alguma identificação, seja o tipo, marca ou ano: Sercial (2), Seco (7), Lomelino Seco, Boal (1), Malvasia, 1825, 1880, 1885, 1895, Monica 1901 e 1909.

O Moscatel tem uma presença mínima nos menus, apenas 7: Moscatel (5), Moscatel de Setúbal e Moscatel Henrique de Mendia.

Há ainda referências ao Carcavelos (3), Xerez (5) e Marsala (1).

Finalmente, a presença de outras bebidas alcoólicas: Licores (63) e Conhaques (9).  


Como conclusão, o que se bebia em almoços ou jantares de casamentos, homenagens ou meras confraternizações (apenas os vinhos que de algum modo estão identificados) :

.Champanhe (embora a maior parte possa ser espumante nacional)

.Colares tinto e Bucelas branco

.Vinho do Porto e Vinho da Madeira

.Licores

terça-feira, 11 de julho de 2023

Os vinhos nos menus de antigamente (I)

 Chegou-me recentemente às mãos um curioso livro intitulado "Os Menus em Portugal" da autora Isabel Mendes Drumond Braga, editado pela Chaves Ferreira Publicações (1ª edição em Novembro 2006). O livro tem como base 143 menus, em português e em francês, elaborados entre 1874 e 1945, pertencentes à autora.


Analisados estes 143 menus, constata-se que uns tantos são omissos quanto aos vinhos servidos nesses repastos, enquanto outros se limitam a referir simplesmente "Vinhos" (58 menus), sem mencionarem a origem, nem as marcas nem os anos de colheita.

No entanto há outros mais específicos (54 vinhos nacionais), a saber:

.Colares - 27 (maioritariamente tintos)

.Bucelas - 18 (maioritariamente brancos)

.Douro - 4 (1 tinto, 1 branco, 1 branco de 1926 e 2 claretes)

.Dão - 1 (branco) 

.Palmela - 2

.Vinhos Verdes - 2 (Aguieira e Guimarães)


Há ainda referência a mais 26 vinhos, de marcas quase todas desaparecidas, sem indicação de origem e quase nenhum com o ano de colheita: Lorna (branco e tinto), Beselga (branco e tinto), Ourém (branco e tinto), Asseiceira (branco e tinto), Tagarro, "maison" Rosa Araújo, "maison" Jardim, Francisco Costa, Ermida, Felgar, Chaves, Gaeiras, Quinta da Vilela, Caves do Bussaco 1916 (tinto), Caves do Bussaco 1918 (branco), Serradayres (2), Óis do Bairro, Terra de Santa Marta, Moura Bastos (branco), Conde de Agueda e Vargellas 1929 (tinto).


Quanto a vinhos estrangeiros, nos menus constam 11, a saber: Bordeau (4), Margaux, Chateau Lafite, Chambertin, Medoc, Chablis, Barolo e Maziotti, todos sem ano de colheita.


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sábado, 8 de julho de 2023

O PR, o moscatel quente e o desmaio

 Foi largamente divulgado, nas televisões e nas primeiras páginas dos jornais, o recente desmaio do PR.

O PR estava numa visita oficial à Faculdade de Ciências e Tecnologia, no Monte da Caparica. Como o próprio referiu, não almoçou e deram-lhe a beber moscatel quente!

O PR que opina sobre tudo, não sabe que um vinho fortificado se deve beber refrescado e não quente. Precisa de aprender, para não voltar a desmaiar.

O PR que tem assessores para tudo e mais alguma coisa, não tem ninguém que o aconselhe na área do vinho.

Óh senhor Presidente, contrate lá o João Paulo Martins ou o Anibal Coutinho!

quinta-feira, 6 de julho de 2023

Grupo dos 3 (86ª sessão) : surpresas e desilusões

 Esta última sessão, que decorreu no Belmiro, foi da responsabilidade do João que levou 2 brancos e 2 fortificados. Tudo o que veio para a mesa estava deveras saboroso, mas o serviço nem tanto. A sala estava cheia e o barulho excessivo impedia a devido concentração na prova dos vinhos.

Desfilaram:


.Soalheiro Alvarinho 1ª Vinhas 2019 - 95 pontos na Decanter; com base na casta Alvarino (100 %), estagiou 6 meses e barricas de madeira; presença de citrinos e mineralidade, acidez vibrante, volume e final de boca de assinalar (13 % vol.). Fresco e sofistificado. Nota 18.


.Carvalhas 2012 - alguma oxidação, fruta de caroço e algum fruto seco, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca (13,5 % vol.). Pesado e na curva descendente. Nota 16,5.

Estes 2 brancos acompanharam as entradas (empadas, paté de aves, queijo fresco e salada de pimentos) e o prato principal  (cabeça de cherne grelhada).


.Quinta dos Carvalhais Colheita Tardia 1995 - ainda com saúde, cítrico, acidez no ponto, volume e final de boca médios. Uma curiosidade, mas demasiado "light". Nota 16,5.


.Quinta das Bageiras Abafado 2007 - com base na casta Baga; presença de frutos secos, citrinos (tangerina), notas de maracujá e algum iodo, volume médio e final de boca longo. Uma boa surpresa, com um perfil a lembrar um tawny de idade. Nota 18.

Estes 2 fortificados acompanharam sericaia e tarte de laranja.


Mais uma boa sessão de convívio, comeres e beberes. Obrigado João!

terça-feira, 4 de julho de 2023

Re' Tasco e outros espaços de restauração

 1.Re' Tasco - 5 *

Andava de olho neste restaurante, ao ler algumas críticas bem positivas. Mas, a minha grande surpresa foi ter dado de caras com o Filipe Marques, que não reconheci de imediato, já meu conhecido (e também a Vanessa) de outras paragens, nos tempos do nosso saudoso amigo Alfredo Penetra.

Mais, este blogue já se tinha referido a este profissional e simpático casal nas crónicas

."Qtª da Fonte Santa revisitada" 

."Mais uma boa jornada na Fonte Santa"


O Re' Tasco situa-se  na Estrada de Calhariz de Benfica, 13. Sala luminosa, rodeada por prateleiras carregadas de bons vinhos, mesas com toalhetes e guardanapos de pano. Há ainda outra sala na cave.

Na ementa consta Couvert (9 items),10 entradas, 11 pratos Do Mar, 13 As Nossas Carnes pelo Mundo, 2 Carnes de Porco, 3 Vegetarianos, 3 Os Nossos Risottos e 14 Os Nossos Doces.

Comi, nesta minha primeira visita:

.Arroz de Lingueirão

.Brownie de Chocolate com gelado de amendoim

estava tudo muito bem apresentado e saborosíssimo.


Quanto à componente vínica, inventariei 9 champanes, 8 espumantes, 111 vinhos brancos (5 a copo), 216 tintos (7 a copo) e 8 rosés. Noutra lista constam 29 Vinhos do Porto (5 Vintage, 20 Tawnies e 4 LBV), 5 Madeiras, 6 Moscatéis, 2 Carcavelos e, ainda, 10 Late Harvest/Colheita Tardia. Tem, ainda, 3 referências da cerveja semi-artesanal 1927. 

Uma lista monumental, como não vi em mais nenhum restaurante. Para ser perfeita, faltam-lhe os anos de colheita, uma informação que faz falta. Por outro lado, a selecção de Alvarinhos é o ponto fraco da carta.

Optei por um copo do branco Vale D. Maria 2021 - aroma exuberante, cítrico e mineral, acidez bem presente, notas ligeiramente amanteigadas, algum volume e final de boca (13,5 % vol.). Gastronómico, fresco e elegante. Nota 17. 

A garrafa veio à mesa e dada a provar num belíssimo copo Schott e servida uma quantidade generosa.

Serviço despachado e profissional.


No final do repasto, o Filipe Marques (proprietário) esteve na minha mesa e recordámos os velhos tempos. Aliás tem o cuidado de passar por todas as mesas, o que é de louvar. Não tive a oportunidade de falar com a Vanessa. Ficará para uma próxima.

Recomendo o Re' Tasco e tenciono voltar em breve.


2.Outros espaços de restauração, classificados de 1 a 5 * 

Com 5

.Geadas e Geadas (Pousada de Bragança)

.Jardim/Sr. Lisboa (Lisboa)

Com 4,5

.Alma Lusa (Bragança)

.Carvalho (Chaves)

.Contradição (Bragança)

.deRaiz (Rebordinho, Viseu)

.O Geadas (Bragança)

.Poças (Bragança)

Com 4

.Bastardo (Lisboa)

.Belmiro (Lisboa)

.Casa da Balbina (Miranda do Douro)

.Flor de Sal (Mirandela)