terça-feira, 30 de julho de 2024

Salsa & Coentros e outros espaços de restauração

 1.Salsa & Coentros - 5 *

Frequento este imperdível restaurante há uma série de anos, seja em família ou com os grupos de prova de que faço parte, nomeadamente o G3, G6, FJF e ad-hoc, tendo em 2010 publicado esta crónica

"Jantar no Salsa & Coentros".

Sob a batuta do proprietário, José Duarte de seu nome, este restaurante inclui 2 salas (1º andar e cave) e uma esplanada exterior. Mesas bem aparelhadas, guardanapos de pano e bons copos Riedel e Schott.


Na extensa ementa, onde a boa comida de tacho se impõe, constam:

.13 entradas

.2 sopas

.3 saladas

.10 pratos de carne

.6 de caça

.7 de peixe

.1 vegetariano

.5 sugestões do dia

.4 queijos

.9 doces

.6 gelados

.5 frutas


Quanto à componente vínica, inventariei :

.2 champanhes

.6 espumantes

.52 brancos + 2 colheita tardia

.151 tintos

.3 rosés

.4 fortificados (2 Porto, 1 Madeira e 1 Moscatel)

A lista, embora sem anos de colheita, é extensa e inclui as marcas mais prestigiadas. No entanto, é omissa quanto a vinhos a copo e cervejas artesanais. Por outro lado, a arrumação de alguns vinhos na lista não faz sentido. Por exemplo, nos brancos aparece Alentejo/Açores!? 

Os empregados são eficientes, simpáticos e muito profissionais, sendo o serviço de vinhos exemplar, incluindo o controlo das temperaturas.


Recomendo. A voltar sempre!


2.Outros espaços classificados de 1 a 5 *

Com 5

.deCastro Gaia (V. N. Gaia)

.Quinta do Vallado (Vilarinho dos Freires)

.Sauvage CCB

.Taberna Albricoque

Com 4,5

.Capim Limão

.Cobaia (a)

.Elevador (Hotel Santa Justa)

.Gurkha (indiano)

.Relento (Algés)

.Taberna da Julinha (Pocinho)

Com 4

.É Um Restaurante

.Petiscos da Esquina

.Refeitório (a)

.Taberna do ECI

Com 3,5

.Sabores de Outono (Lumiar)

(a) - apesar da inegável qualidade, não voltarei a estes restaurantes por incluirem a malfadada gratificação


terça-feira, 23 de julho de 2024

O Douro de Dona Antónia (VII) - Dia 4 : Quinta da Casa Amarela e o Hotel Rural

 O programa do 4º e último dia, percorridos 442 kms:


9.Quinta da Casa Amarela

"A História da Quinta

A Quinta da Casa Amarela situa-se na margem esquerda do Rio Douro, no vale de Cambres, na mancha classificada pela UNESCO como Património da Humanidade, a meio caminho entre as cidades da Régua e Lamego, no coração da mais antiga Região Demarcada do Mundo - o Douro.

Encontra-se na posse da família desde o ano de 1885. A casa de habitação reconstruida e ampliada no primeiro quartel do século passado presta o nome à propriedade, em virtude da cor amarela com que se encontra pintada. (...)

A sua actividade assenta fundamentalmente em 4 pilares:

Viticultura Sustentável (...)

Produção de Vinhos (...)

Enoturismo (...)

Turismo em Espaço Rural (...)"

(retirado do portal da Quinta da Casa Amarela)


Foi mais uma visita que fiz a esta simpática quinta, que nada tem a haver com a Dona Antónia que eu saiba, mas desta vez lamentavelmente nem a Laura Regueiro (em provas no Brasil) nem o marido Gil Regueiro (hospitalizado de urgência) estavam presentes. Sublinhe-se que ambos foram capa da Revista de Vinhos de Maio 2024 e ficaram muito bem na fotografia.

As minhas relações pessoais e institucionais com a Laura Regueiro estão bem fundamentadas na crónica "Jantar Quinta da Casa Amarela (edição 2016) : Laura Regueiro, a alma do negócio..." que remete para outras 5 crónicas publicadas em 2011 e 2012.


Saídos do hotel rumámos a Folgosa do Douro num barco rabelo, onde nos foi oferecido um Porto Dona Antónia Tawny Reserva num minúsculo copinho de plástico (!?). Simpático mas desajustado...

Chegados à quinta, fizeram-nos uma visita guiada e, logo de seguida e antes de irmos para a sala de refeições, a prova do rosé Casa Amarela 2022 (nota 15,5) servido em bons copos Schott. Acompanharam o rosé uma série de boas e variadas entradas (bola, alheira e outros enchidos, etc).

Já sentados à mesa, por sinal bem aparelhada, guardanapos de pano e 1 copo Schott para os vinhos branco e tinto, desfilaram:

.Casa Amarela Reserva 2023 branco (enologia de João Pissarra) - 17

Este branco harmonizou com um saboroso caldo verde.

.Quinta da Casa Amarela Reserva 2021 tinto (enologia de Jean-Huges Gros) - 17,5

Este tinto maridou com feijoada à transmontana.

.Quinta da Casa Amarela Porto Reserva - 15,5

Este fortificado, servido à temperatura ambiente (!), acompanhou uma pera bêbeda com gelado.

Serviço simpático, mas algo descoordenado, notando-se a ausência dos proprietários. Uma pena... 


10.Hotel Rural da Casa dos Viscondes de Várzea - 3 *

Deixei para o final desta crónica este hotel rural, demasiado rural para o meu gosto, onde ficámos 3 noites e onde pequeno almoçamos e jantamos durante todo o passeio. 

.Meio envolvente

Demasiado lixo no chão, incluindo muitas garrafas de plástico espalhadas um pouco por todo o lado.

.Pequeno almoço

Bem servido. Só tenho a dizer bem.

.Jantar

Os almoços tiraram-me a fome e os meus jantares resumiram-se a sopoa e sobremesas. No entanto tive a ocasião de provar o branco Coração da Minha Terra Frutado com 9,5 % de álcool e selo do IVV , uma desgraça (nota 10). Mais, os copos maiores estavam já servidos com água, restando os mais pequenos para o vinho. 

.Quarto

Não tinha cadeiras que só vieram a pedido. Mais grave, os roupões já tinham passado por outros corpos e o meu estava sujíssimo. Lamentável!

Resumindo e concluindo, este hotel rural nunca mais. Cartão vermelho!


11.Balanço final

Bom programa e organização da WINEnROUTE, boa companhia (José Silva e Rui Nobre), quintas de prestígio e bons locais visitados. A excepção : o hotel rural, a banir deste programa ou qualquer outro.


Fim dos meus serviços!

quinta-feira, 18 de julho de 2024

À volta da cerveja artesanal (XXXVII)

 1.Mais provas

Provadas mais 13 cervejas (9 artesanais e 4 semi-artesanais), classificadas de 1 a 5:

Com 5

.Barona Boleima Winter Ale (Marvão)

.Rúnica Session Red IPA (Ericeira)

.Steam Brew Imperial IPA (Alemanha)

Com 4,5

.Dois Corvos Creature American IPA (Lisboa)

.Dois Corvos Just Wing It Double NEIPA (Lisboa)

.Dois Corvos Seven Layer Haze NEIPA (Lisboa)

.Piquenique (?)

.8ª Colina Urraca Vendaval IPA (Lisboa)

.1927 Munich Dunkel (Superbock)

Com 4

.Boehmia Original (Sagres)

.Coruja IPA (Superbock)

.Dois Corvos Snoopy Come Back NEIPA (Lisboa)

.Musa Born in the IPA (Lisboa)


2.Revista de Vinhos (RV)

Após uma hibernação de alguns meses, a RV voltou às suas crónicas mensais pela pena do jornalista Luis Alves que publicou nos números de

.Maio

Dedicada à cervejeira Barona, cujo nome vem das iniciais dos 3 fundadores: Diogo BArrigas, Rui ROque e João NAbo, com notas de prova de 10 artesanais.

Referida ainda a 2ª edição do evento Beer Garden, a realizar de 8 a 10 de Agosto em Castelo de Vide.

.Junho

Dedicada à cervejeira Judia (Carrazedo de Montenegro, Valpaços), especializada em cerveja de castanha, referindo os últimos lançamentos: Judia, Longal e Martainha, 3 variedades de castanha.

.Julho

Dedicado à cervejeira Burguesa (Vila Nova de Gaia), com notas de prova de 6 artesanais.

terça-feira, 16 de julho de 2024

O Douro de Dona Antónia (VI) - Dia 3 (2ª parte) : o Museu do Douro e o Museu de Lamego

 7.Museu do Douro

"O Museu do Douro como museu de território tem como missão a representação do património natural e cultural da Região Demarcada do Douro, consagrada com o estatuto de Património Mundial pela UNESCO como paisagem natural, evolutiva e viva. (...)"

(retirado do respectivo portal)


Já visitei este museu, inaugurado em 2008 no Peso da Régua, pelo menos 2 vezes, uma das quais dedicada à Dona Antónia, e dessas visitas dei boa nota nas crónicas:

."Rescaldo da ida ao Douro (IV) : os 200 anos da Dona Antónia"

."O regresso ao Douro em 10 momentos e 1 introdução (III)"


A visita de agora foi superiormente orientada pelo guia Fernando Cardoso que nos levou de uma ponta à outra deste imperdível espaço cultural.

De referir a exposição temporária "Concurso Internacional de Fotografia 2022 - Alto Douro Vinhateiro : 20 anos de Património Mundial", com realce para as fotografias dos 3 primeiros classificados:

1º - Luis Miguel Proença

2º - José Suzana Magalhães

3º - António Jaime Abrunhosa


8.Museu de Lamego

"Localizado no centro histórico da cidade, o Museu de Lamego foi fundado em 1917, num edifício do século XVIII, que foi palácio episcopal (...)"

(retirado do respectivo portal)


Acompanhados pela guia Luisa Cardoso, curiosamente irmã do Fernando Cardoso que nos guiou no Museu do Douro e que não ficou a perder com ele, visitámos este Museu que ainda não conhecia.

Curiosamente, entre os seus beneméritos incluem-se dois grandes nomes do universo vínico, a Sogrape e a Quinta da Pacheca.

Para além do seu riquíssimo acervo, é de registar a exposição "De Paço a Museu", sendo um dos seus beneméritos o João Paulo Martins (JPM). Não, não é o JPM crítico de vinhos no Expresso e na revista Vinho - Grandes Escolhas. Este JPM é arquitecto e , que eu saiba, não tem nada a haver com o seu homónimo. Ele há coisas...

quinta-feira, 11 de julho de 2024

O Douro de Dona Antónia (V) - Dia 3 (1ª parte) : Quinta do Vallado

O programa do 3º dia, percorridos 87 kms (deixo os museus para a próxima crónica):


6.Quinta do Vallado 

"A Quinta do Vallado, construída em 1716, é uma das quintas mais antigas e famosas do Vale do Douro. Situa-se nas margens do Rio Corgo, um afluente do Rio Douro, mesmo junto à sua foz, perto da localidade de Peso da Régua. (...) 

(...) Os actuais responsáveis da Quinta do Vallado são João Ferreira Alvares Ribeiro (CEO) e Francisco Ferreira (Administrador responsável pela Gestão Agrícola, Enologia e Produção), auxiliados por Francisco Olazabal (Enólogo), todos tetranetos de Dona Antónia Adelaide Ferreira. (...)"

(retirado da brochura da WINEnROUTE)


Esta foi mais uma visita que fiz a esta aprazível quinta, a última das quais há cerca de 1 ano e isso ficou registado na crónica "O regresso ao Douro em 10 momentos e 1 introdução (II)". Mas desta vez o Francisco Ferreira não estava presente, com muita pena minha. 

Fomos recebidos por uma das guias que nos orientou numa visita virtual através de um aparelho individual onde se podia assistir a um vídeo sobre a quinta.


7.Restaurante da Quinta do Vallado - 5 *

Sofisticado e muito bem localizado, com vistas alargadas e uma imperdível esplanada exterior, onde almoçámos.

Mesas bem aparelhadas, guardanapos de pano, pratos Villeroy & Boch, copos Riedel para os vinhos tranquilos e um copo Siza Vieira para o Porto.


Desfilaram:

.Quinta do Vallado Reserva 2022 - 18

Este branco harmonizou com pão, azeite, alheira, bola de carne, amendoas torradas e carpaccio de polvo.

.Vallado Reserva Field Blend 2016 (vinhas centenárias) - 18,5

Este tinto maridou com bacalhau assado, batatas e migas.

.Vallado 20 Anos (engarrafado em 2023; 93 pontos no Parker) - 18

Este tawny acompanhou carpaccio de laranja com lascas de chocolate.

A meu pedido, voltei a provar este 20 Anos num copo Riedel para branco que me soube bem melhor.


Serviço eficiente, simpático e profissional, com os vinhos a serem servidos com as temperaturas recomendadas.

continua...

terça-feira, 9 de julho de 2024

O Douro de Dona Antónia (IV) - Dia 2 (2ª parte) : Quinta do Vale Meão

 5.Quinta do Vale Meão

" (...) Hoje Francisco, Luísa e Jaime estão ligados à gestão da empresa, cada um o seu papel, e partilham a mesma paixão pelo vinho. de uma vindima à outra respeitam  a tradição e mantêm a mente aberta à inovação. Toda a família Olazabal imprime o seu entusiasmo e contribui para perpetuar o projecto de D. Antónia de tornar a Quinta do Vale Meão uma Quinta modelo no seu próprio tempo. (...)"

(retirado da brochura da Quinta do Vale Meão)


Foi a Luísa Olazabal, a directora de marketing da quinta, quem nos recebeu e acompanhou numa visita guiada à adega e apresentou um vídeo sobre a Dona Antónia.

Foi também a Luísa que orientou uma prova de vinhos, muito bem organizada e conduzida (a melhor de todas, diga-se), onde estivemos sentados e com cuspideiras à nossa frente. As temperaturas dos vinhos eram as correctas (finalmente!) e os copos Riedel (um luxo!).

Desfilaram:

.Meandro 2023 branco - 17

.Meandro 2021 tinto - 17

.Monte Meão Cabeço Vermelho 2021 tinto - 17,5

.Quinta do Vale Meão 2021 - 18,5

.Quinta do Vale Meão 10 Anos (engarrafado em 2023) - 17,5 


Foi mais uma visita que fiz a esta emblemática quinta e tive muita pena que o Francisco Olazabal pai, mais conhecido por Vito, não estivesse presente para lhe dar um grande abraço.

E, a propósito, não resisto em partilhar a crónica "Francisco Olazabal (Vito) : 17 anos depois" lembrando o meu primeiro contacto com este grande senhor.

sábado, 6 de julho de 2024

Grupo ad-hoc (10ª sessão)

 Este grupo de enófilos reuniu no Belmiro para provar, às cegas, exclusivamente vinhos brancos.

Mesas bem aparelhadas, guatrdanapos de pano e bons copos Schott na mesa. Boa comida de tacho e serviço reduzido aos mínimos dos mínimos.

Desfilaram:


.Alboroque 2001 (um vinho branco de aperitivo levado por mim) - um "Jerez" do Tejo, com base nas castas Fernão Pires e Arinto, tendo sido engarrafado apenas em 2017; presença de frutos secos, notas de iodo e caril, alguma acidez, corpo e final de boca. Um branco fora da caixa, mas a perder frescura. Nota 17.

Este branco não ligou bem com as entradas (queijo fresco, empadas, favas, cogumelos e carapauzinhos fritos). Fizeram falta umas amêndoas torradas.


.Poejo d' Algures Alvarinho (garrafa levada pelo João) - com base na casta Alvarinho das colheitas 2017, 2018 e 2019; nariz discreto,  notas cítricas e salinas, equilibrio acidez/gordura, volume e final de boca de registar (13 % vol.). Complexo, fresco e elegante. Nota 18,5.

Este branco acompanhou uma excelente barriga de atum dos Açores.


.Herdade do Portocarro Sercial 2017 (garrafa nº 81/1467 levada pelo Arménio) - com base na casta Sercial (100 %); nariz evidente, presença de citrinos, acidez nos mínimos, alguma doçura, boa estrutura e algum final de boca (12 % vol.). Muito gastronómico, mas algo desequilibrado. Nota 17. 

Este branco fez companhia a uma lula grelhada demasiado "al dente".


.Valle Pradinhos Reserva 2021 (levada pelo J. Rosa) - com base nas castas Gewurztraminer, Malvasia Fina e Riesling; nariz intenso, presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, algo adocicado, bom volume e final de boca (13,5 % vol.). Gastronómico, precisa de comida por perto. Nota 18. 

Este branco maridou bem com uma saborosa raia à Bulhão Pato.


.Adega Mãe Vinhas Velhas Vital 2020 (levada por mim) - com base na casta Vital em vinhas velhas, estagiou 10 meses em ovo de cimento; cítrico e mineral, boa acidez, notas amanteigadas, bem estruturado e final de boca longo (13 % vol.). Complexo e original. Nota 18,5.

Este branco acompanhou queijo.


Mais uma boa sessão de convívio, comeres e beberes. Obrigado a todos!

quinta-feira, 4 de julho de 2024

Junho 2016 : o que se passou aqui há 8 anos

 Das 10 crónicas publicadas no decorrer de Junho 2016, destaco estas 3:


."O Bairradão em Lisboa (2ª edição)"

Recordando a 2ª edição do Bairradão em Liboa, organizado pela Garrafeira Néctar das Avenidas e que decorreu no Hotel Real Palácio. Muitos vinhos à prova e um jantar com o produtor e enólogo Osvaldo Amado.


."Confraria do Periquita 2016 : convívio, vinhos e António Zambujo"

Recordando o Vigésimo Segundo Capítulo da Confraria do Periquita, da qual faço parte desde 2001, onde a grande estrela foi o cantante António Zambujo.


."Almoço Soalheiro : Reserva 2014, um branco de excepção"

Recordando um almoço vínico com a Quinta do Soalheiro, organizado pela Garrafeira Néctar das Avenidas, que decorreu no Via Graça. A estrela foi o Reserva 2014.

terça-feira, 2 de julho de 2024

O Douro de Dona Antónia (III) - Dia 2 (1ª parte) : Quinta do Vesúvio e Taberna da Julinha

O programa do 2º dia, percorridos 288 Kms de curvas e contra curvas:


3.Quinta do Vesúvio

"(...) A história do Vesúvio é de obsessão. Foi a devoção obstinada de dois visionários do Douro que primeiro conquistou o seu lugar como um dos tesouros nacionais do Douro e de Portugal. Estes dois eram António Bernardo Ferreira I e a sua nora Dona Antónia Adelaide Ferreira.

Depois de passar pelos cuidados especializados da família Brito e Cunha, o Vesúvio foi adquirido pela Symington, que se tornou guardiã da Quinta em 1989 (...)".

(retirado do portal da Quinta do Vesúvio)


O grupo tomou parte numa visita a esta emblemática quinta que eu já conhecia de outras viagens ao Douro, seguida de uma prova de 2 vinhos topo de gama:

.Quinta do Vesúvio 2011 (18,5) (a) 

.Quinta do Vesúvio Porto Vintage 1995 (18) 

Nesta prova as cuspideiras não foram esquecidas, os copos eram Riedel (um luxo!), mas as temperaturas dos vinhos algo desadequadas.


(a) não referi na Introdução as escalas das minhs pontuações:

.vinhos - de 1 a 20 pontos ou valores

.restaurantes e hotéis - de 1 a 5 *


4.Taberna da Julinha - 4,5 *

Depois de uma agradável viagem de combóio desembarcámos no Pocinho e rumámos ao restaurante Taberna da Julinha que de tasca não tem nada.

Mais, existe por ali uma grande preocupação com os vinhos, nomeadamente copos de qualiddae, temperaturas adequadas e saca rolhas eléctrico.

O que comemos e bebemos?


.Gerações de Xisto 2021 (Douro), com 90 % de rabigato e 10 % de Arinto - 18

Este branco harmonizou com queijo, enchidos, cogumelos, os excepcionais tomates coração de boi e umas fabulosas alheiras.


.Zom Reserva 2020 (Douro), com estágio de 15 meses em barricas de carvalho francês - 17,5

Este tinto maridou com um belo naco e batata assada.

No final do repasto, como sobremesa, comeu-se leite de creme queimado.


A terminar, não resisto a divulgar o que está escrito num painel no WC masculino, bem por cima do urinol:

"Por favor chegue-se mais à frente.

Porque afinal ela é mais pequena do que pensa"


continua...