Hugh Johnson, autor britânico especializado na área vínica, tem uma vasta obra publicada ao longo da sua vida profissional e, ainda, uma loja em Londres (St James Street) onde eu comprei, há uma série de anos, o meu 1º saca-rolhas a sério que fazia parte da Hugh Johnson Colection, muitos anos antes de sonhar que iria ter uma loja no CCB, as Coisas do Arco do Vinho.
Dele tenho estes 4 livros:
1."Le Vin mode d'emploi" (Flammarion, 1985) com 143 páginas
Centrado no serviço do vinho, este livro contempla:
.Ouvrir une Bouteille
.Conserver le Vin
.Decanter et Servir
.Juger un Vin
.Les Types de Vin
.Les Vins et les Mets
.Tatiques au Restaurant
.Les Occasions Speciales
2."Une Histoire Mondiale du Vin - De l' Antiquité à nos jours" (Hachette, 1990) com 679 páginas
Uma obra de fôlego e de referência no mundo do vinho, dividida em 5 partes:
.La Naissance du Vin
.L' Epoppee du Vin
.L' Avenement des Grands Vins
.L' Age d' Or
.Les Nouveaux Defis
3."L' Art du Vin dans le Monde - Techniques et Savoir Faire" em parceria com James Halliday (Hachette, 1992) com 232 páginas
Outra obra de fôlego, organizada em 3 grandes partes, cada uma com vários capítulos:
.Dans le Vignoble (9 capítulos)
.Dans la Cuverie (11 capítulos)
.Dans la Bouteille (4 capítulos)
4."Wine Journal" (Mitchell Beazley, 2011) com 191 páginas
É mais um livro de registo dos néctares que mais nos impressionaram, antecedido de notas informativas para cada tipo de vinhos. Curiosamente a fotografia incluída numa das páginas dedicada aos vinhos do Porto, não é de nenhuma casa de famílias inglesas, mas sim a do Pintas Vintage 2003!
terça-feira, 30 de junho de 2020
quinta-feira, 25 de junho de 2020
Espaços de restauração revisitados em tempo de desconfinamento
1.Fidalgo - 4,5 *
Não me canso de revisitar este baluarte de comida de tacho, já aqui referido por diversas vezes, em:
."Campo de Ourique, o Dirk, o Fidalgo e (...)"
."Curtas (CXVII) : Dão Capital e 4 espaços de restauração revisitados"
."Curtas (CXIX) : Lampreia no Hotel Mundial e espaços revisitados"
Nesta última ida, partilhei as entradas (coxinhas de frango e chamuças) e o prato (o imperdível arroz de línguas de bacalhau com grelos).
A acompanhar uma cerveja semi-artesanal, a 1927 Bengal Amber IPA (nota 4,5).
Não me canso de revisitar este baluarte de comida de tacho, já aqui referido por diversas vezes, em:
."Campo de Ourique, o Dirk, o Fidalgo e (...)"
."Curtas (CXVII) : Dão Capital e 4 espaços de restauração revisitados"
."Curtas (CXIX) : Lampreia no Hotel Mundial e espaços revisitados"
Nesta última ida, partilhei as entradas (coxinhas de frango e chamuças) e o prato (o imperdível arroz de línguas de bacalhau com grelos).
A acompanhar uma cerveja semi-artesanal, a 1927 Bengal Amber IPA (nota 4,5).
Serviço de acordo com as normas da DGS.
A voltar, sempre!
A voltar, sempre!
2.Marisco na Praça - 4 *
Este espaço de restauração é o meu refúgio em Cascais (há outro idêntico na Marina que não conheço) e já o referi na crónica
Rigorosamente organizado de acordo com as recomendações da DGS, um batalhão de empregados (em determinada altura, excedia o nº de clientes) e serviço despachado.
Partilhámos conquilhas grelhadas, salada de polvo, croquetes, caril de gambas e tarte blatter, tudo saborosíssimo e em quantidades generosas.
A acompanhar ( e com alguma falta de imaginação) a mesma 1927 Bengal Amber IPA, uma das 5 torneiras aqui presentes.
A voltar, sempre!
3.Café Império Restelo - 3,5 *
Já conheço este espaço, bem perto da minha casa, mas nunca calhou referi-lo aqui no blogue.
Cumpridas rigorosamente as directivas da DGS, tendo o cuidado de desinfectar as mesas e cadeiras da esplanada, onde almocei.
A ementa não é muito apelativa, tendo comido um risotto de gambas e caril, saboroso mas demasiado pesado para esta altura do ano. Quanto à carta de vinhos, não tive a oportunidade de a inventariar.
Fiquei-me pela semi-artesanal da Sagres, a Bohemia Original, por sinal bem agradável (nota 4).
Serviço eficiente, mas distante.
terça-feira, 23 de junho de 2020
Grupo dos 3 (72ª sessão) : a hora dos Alvarinhos
Quatro meses depois, este núcleo duro de enófilos (Juca, João Quintela e eu) voltou a reunir-se para mais uma prova cega, a primeira em tempos de Covid - 19. Os vinhos vieram da garrafeira do João que escolheu o Magano, um espaço de restauração que dá sempre garantias de boa comida e serviço de vinhos adequado.
Desfilaram:
.Soalheiro Alvarinho 2011 - alguma evolução na cor, fruta de caroço, notas tropicais, alguma acidez e gordura, volume acentuado e final de boca médio (12,5 % vol.). Gastronómico, precisa de comida por perto. Nota 17,5 (provadas noutras situações mais 7 garrafas, com notas entre 17,5 e 18).
.Portal do Fidalgo Alvarinho 2011 - fresco, cítrico e mineral, equilibrio acidez/gordura, muita juventude para a idade, algum volume e final de boca muito longo (12,5 % vol.). Elegante e complexo, acompanha bem uma refeição inteira. Nota 18 (provadas noutras situações mais 5 garrafas, com notas entre 17,5+ e 18).
Estes 2 brancos acompanharam algumas entradas leves e, ainda, uma entrada (umas saborosíssimas lulas fritas à Algarvia) e o prato principal (sopa de tomate com garoupa e ovos escalfados, onde o tomate abafava o resto).
.Casa da Passarella O Fugitivo Colheita Tardia 2010 - presença de citrinos, fresco, alguma acidez e doçura, volume mediano e final de boca curto (12,5 % vol.). Demasiado "light" desiludiu. Nota 16.
Acompanhou doçaria conventual diversa.
A 1ª sessão de desconfinamento, valeu pelos Alvarinhos 2011, especialmente o Portal do Fidalgo, pleno de juventude. Obrigado João!
Desfilaram:
.Soalheiro Alvarinho 2011 - alguma evolução na cor, fruta de caroço, notas tropicais, alguma acidez e gordura, volume acentuado e final de boca médio (12,5 % vol.). Gastronómico, precisa de comida por perto. Nota 17,5 (provadas noutras situações mais 7 garrafas, com notas entre 17,5 e 18).
.Portal do Fidalgo Alvarinho 2011 - fresco, cítrico e mineral, equilibrio acidez/gordura, muita juventude para a idade, algum volume e final de boca muito longo (12,5 % vol.). Elegante e complexo, acompanha bem uma refeição inteira. Nota 18 (provadas noutras situações mais 5 garrafas, com notas entre 17,5+ e 18).
Estes 2 brancos acompanharam algumas entradas leves e, ainda, uma entrada (umas saborosíssimas lulas fritas à Algarvia) e o prato principal (sopa de tomate com garoupa e ovos escalfados, onde o tomate abafava o resto).
.Casa da Passarella O Fugitivo Colheita Tardia 2010 - presença de citrinos, fresco, alguma acidez e doçura, volume mediano e final de boca curto (12,5 % vol.). Demasiado "light" desiludiu. Nota 16.
Acompanhou doçaria conventual diversa.
A 1ª sessão de desconfinamento, valeu pelos Alvarinhos 2011, especialmente o Portal do Fidalgo, pleno de juventude. Obrigado João!
domingo, 21 de junho de 2020
A minha biblioteca vínica (XII) : os livros de Emile Peynaud
Emile Peynaud, considerado o pai da enologia moderna, foi enólogo, investigador, consultor de dezenas de produtores e professor na Universidade de Bordéus. Da sua obra publicada, possuo estes 4 livros:
1."Conhecer e trabalhar o Vinho" (editado por LTC - livros técnicos e científicos, 1982) com 347 páginas
Este livro, muito técnico, está organizado em 8 partes:
.A degustação e a composição do vinho
.A maturação da uva e das vindimas
.Microbiologia do vinho e fermentações
.As vinificações
.Conservação e envelhecimento
.Limpidez e clarificação dos vinhos
.Processos de estabilização dos vinhos
.Acondicionamento dos vinhos em garrafas
2."Le Vin et les Jours" (editora Dunod, 1988) com 367 páginas
Esta obra desdobra-se em 5 capítulos:
.Le Savoir et le Savoir-Faire
.Les Leçons de l' Histoire
.Vendanges et Vinificateurs
.Travail du Raisin et du Vin
.Parler du Vin
3."Oenologue dans le Siècle"
Este livro reproduz uma longa entrevista conduzida por Michell Guillard, director da publicação "L' Amateur de Bordeaux", percorrendo os 60 anos de vida profissional de Emile Peynaud.
Curiosamente, o entrevistado refere a sua presença em Portugal, onde veio a pedido da Casa Ferreirinha para ajudar a resolver uma questão técnica relacionada com a vinificação dos vinhos verdes, tendo aproveitado a ocasião para provar Vinho do Porto, uma das suas paixões.
4."O Gosto do Vinho - o grande livro da prova" em parceria com Jacques Blouin (Litexa Editora, 1997) com 275 páginas
Esta obra é um autêntico tratado da prova e do serviço de vinhos, que todos os enófilos, militantes ou não, deveriam conhecer, abrangendo as seguintes questões:
.A ciência da prova e a sua utilidade
.Mecanismos e mensagens dos sentidos
.A vista e o exame visual
.O olfacto e os aromas
.O gosto e os sabores
.Dificuldades da prova e equívocos dos sentidos
.Técnicas de prova
.Interpretação dos testes gustativos
.Os equilíbrios dos aromas e dos sabores
.Características dos vinhos e vocabulário da prova
.A formação de provadores
.A qualidade e as qualidades dos vinhos
.O saber beber
1."Conhecer e trabalhar o Vinho" (editado por LTC - livros técnicos e científicos, 1982) com 347 páginas
Este livro, muito técnico, está organizado em 8 partes:
.A degustação e a composição do vinho
.A maturação da uva e das vindimas
.Microbiologia do vinho e fermentações
.As vinificações
.Conservação e envelhecimento
.Limpidez e clarificação dos vinhos
.Processos de estabilização dos vinhos
.Acondicionamento dos vinhos em garrafas
2."Le Vin et les Jours" (editora Dunod, 1988) com 367 páginas
Esta obra desdobra-se em 5 capítulos:
.Le Savoir et le Savoir-Faire
.Les Leçons de l' Histoire
.Vendanges et Vinificateurs
.Travail du Raisin et du Vin
.Parler du Vin
3."Oenologue dans le Siècle"
Este livro reproduz uma longa entrevista conduzida por Michell Guillard, director da publicação "L' Amateur de Bordeaux", percorrendo os 60 anos de vida profissional de Emile Peynaud.
Curiosamente, o entrevistado refere a sua presença em Portugal, onde veio a pedido da Casa Ferreirinha para ajudar a resolver uma questão técnica relacionada com a vinificação dos vinhos verdes, tendo aproveitado a ocasião para provar Vinho do Porto, uma das suas paixões.
4."O Gosto do Vinho - o grande livro da prova" em parceria com Jacques Blouin (Litexa Editora, 1997) com 275 páginas
Esta obra é um autêntico tratado da prova e do serviço de vinhos, que todos os enófilos, militantes ou não, deveriam conhecer, abrangendo as seguintes questões:
.A ciência da prova e a sua utilidade
.Mecanismos e mensagens dos sentidos
.A vista e o exame visual
.O olfacto e os aromas
.O gosto e os sabores
.Dificuldades da prova e equívocos dos sentidos
.Técnicas de prova
.Interpretação dos testes gustativos
.Os equilíbrios dos aromas e dos sabores
.Características dos vinhos e vocabulário da prova
.A formação de provadores
.A qualidade e as qualidades dos vinhos
.O saber beber
quinta-feira, 18 de junho de 2020
Prova - Enoteca Restelo - 4,5 *
Este espaço no Restelo (Rua Duarte Pacheco Pereira, 9-E) onde se pode almoçar, jantar, petiscar ou apenas comprar uma garrafa ou um produto de mercearia fina, já foi aqui referido nas crónicas:
."Curtas (XCIX) : (...) e Prova - Enoteca"
."Prova - Enoteca Restelo revisitada"
Voltei a revisitá-lo, agora em tempos de Covid-19. Mesas despojadas e pratos, talheres e copos só na mesa, quando os clientes se sentam. Tudo de acordo com as regras da DGS.
À imagem e semelhança do Sabores d' Itália, também este espaço é comandado por um casal (a Ana Paula nos tachos e o José Marques na sala), bem simpático por sinal.
Partilhei uma eclética e gastronómica tiborna sub-dividida em 4 (cogumelos shiitake, cavala com pesto, farinheira com mel e queijo de cabra com nozes), seguida de um saborosíssimo caril de gambas, já não havendo espaço para a sobremesa.
Para acompanhar resisti a beber um copo de vinho e optei por uma cerveja artesanal acabada de chegar ao mercado, a MiMi Grape Ale da Herdade do Rocim (mais um produtor de vinho a apostar neste tipo de bebida), com mosto de uva Antão Vaz fermentado em ânforas e 7,9º de álcool.
A selecção de vinhos, referida nas crónicas anteriores, é criteriosa e nada óbvia (já aqui comprei vinhos que não são fáceis de encontrar no mercado).
Foi mais uma boa jornada gastronómica, com um serviço deveras profissional e simpático.
Apenas de lamentar que no dia em que almoçámos, só estávamos os 2, uma injustiça!
Em conclusão, recomendo e tenciono voltar para comer, beber e comprar produtos gourmet.
."Curtas (XCIX) : (...) e Prova - Enoteca"
."Prova - Enoteca Restelo revisitada"
Voltei a revisitá-lo, agora em tempos de Covid-19. Mesas despojadas e pratos, talheres e copos só na mesa, quando os clientes se sentam. Tudo de acordo com as regras da DGS.
À imagem e semelhança do Sabores d' Itália, também este espaço é comandado por um casal (a Ana Paula nos tachos e o José Marques na sala), bem simpático por sinal.
Partilhei uma eclética e gastronómica tiborna sub-dividida em 4 (cogumelos shiitake, cavala com pesto, farinheira com mel e queijo de cabra com nozes), seguida de um saborosíssimo caril de gambas, já não havendo espaço para a sobremesa.
Para acompanhar resisti a beber um copo de vinho e optei por uma cerveja artesanal acabada de chegar ao mercado, a MiMi Grape Ale da Herdade do Rocim (mais um produtor de vinho a apostar neste tipo de bebida), com mosto de uva Antão Vaz fermentado em ânforas e 7,9º de álcool.
A selecção de vinhos, referida nas crónicas anteriores, é criteriosa e nada óbvia (já aqui comprei vinhos que não são fáceis de encontrar no mercado).
Foi mais uma boa jornada gastronómica, com um serviço deveras profissional e simpático.
Apenas de lamentar que no dia em que almoçámos, só estávamos os 2, uma injustiça!
Em conclusão, recomendo e tenciono voltar para comer, beber e comprar produtos gourmet.
terça-feira, 16 de junho de 2020
Vinhos em família (CVII) : desconfinar com brancos
Mais 4 vinhos, todos brancos e de grande qualidade, bebidos em família já na fase de desconfinamento, com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega. E eles foram:
.Adega Mãe Terroir 2016 (garrafa nº 354/1761) - com base nas castas Viosinho, Alvarinho e Arinto, foi engarrafado em Setembro 2017 e posto no mercado apenas em Novembro 2019; fruta cítrica e de caroço, notas glicerinadas, equilíbrio acidez/gordura, volume e final de boca assinaláveis (13 % vol.). Personalidade e complexidade. Um grande branco em qualquer parte do mundo. Nota 18,5.
.Vale dos Ares Vinha da Coutada 2016 (uma das 504 garrafas produzidas) - com base na casta Alvarinho, estagiou 12 meses em barricas usadas de carvalho francês e mais 12 em garrafa; nariz intenso, cítrico e floral, notas tropicais, acidez pronunciada, algum amanteigado, volume e final de boca acima da média (13,5 % vol.). Vinho muito elegante e com alguma complexidade, veio projectar este produtor para outro patamar. Nota 18.
.Branco da Gaivosa Grande Reserva 2015 - com base nas castas Malvasia (35 %), Gouveio (35 %), Arinto (15 %) e Avesso (15 %); alguma evolução, presença de citrinos e fruta de caroço, notas glicerinadas, bom balanceamento da acidez com a gordura, algum volume e final de boca persistente (12,5 % vol.). Nota 17,5.
.Redoma Reserva 2017 - com base em vinhas velhas a 400/600 metros de altitude, estagiou 10 meses em barricas de carvalho francês; nariz discreto, fresco e mineral, cítrico e alguma fruta de caroço, equilíbrio acidez/gordura, volume pronunciado e final de boca médio (13,5 %). Gastronómico. Nota 17.
.Adega Mãe Terroir 2016 (garrafa nº 354/1761) - com base nas castas Viosinho, Alvarinho e Arinto, foi engarrafado em Setembro 2017 e posto no mercado apenas em Novembro 2019; fruta cítrica e de caroço, notas glicerinadas, equilíbrio acidez/gordura, volume e final de boca assinaláveis (13 % vol.). Personalidade e complexidade. Um grande branco em qualquer parte do mundo. Nota 18,5.
.Vale dos Ares Vinha da Coutada 2016 (uma das 504 garrafas produzidas) - com base na casta Alvarinho, estagiou 12 meses em barricas usadas de carvalho francês e mais 12 em garrafa; nariz intenso, cítrico e floral, notas tropicais, acidez pronunciada, algum amanteigado, volume e final de boca acima da média (13,5 % vol.). Vinho muito elegante e com alguma complexidade, veio projectar este produtor para outro patamar. Nota 18.
.Branco da Gaivosa Grande Reserva 2015 - com base nas castas Malvasia (35 %), Gouveio (35 %), Arinto (15 %) e Avesso (15 %); alguma evolução, presença de citrinos e fruta de caroço, notas glicerinadas, bom balanceamento da acidez com a gordura, algum volume e final de boca persistente (12,5 % vol.). Nota 17,5.
.Redoma Reserva 2017 - com base em vinhas velhas a 400/600 metros de altitude, estagiou 10 meses em barricas de carvalho francês; nariz discreto, fresco e mineral, cítrico e alguma fruta de caroço, equilíbrio acidez/gordura, volume pronunciado e final de boca médio (13,5 %). Gastronómico. Nota 17.
domingo, 14 de junho de 2020
A minha biblioteca vínica (XI) : os livros de Rychard Mayson
Os livros deste autor britânico podiam ter sido incluídos na crónica "A minha biblioteca vínica (X) : livros de autores estrangeiros sobre Portugal", publicada recentemente, mas achei que este crítico da revista Decanter, especializado nos vinhos da Península Ibérica (com destaque para os fortificados) e que também foi produtor no Alentejo, merecia um destaque especial.
Com efeito, o Richard Mayson foi sócio do Rui Reguinga no projecto "Sonho Lusitano" e proprietário da Quinta do Centro na Serra de São Mamede, entretanto vendida à Sogrape em 2018, cujo último vinho por si produzido foi o Pedra Basta 2013, se a memória não me atraiçoa .
Dos livros publicados por este autor, possuo estes dois:
1."O Porto e o Douro" (Quetzal Editores, 2001) com 379 páginas
Esta obra, além de informação diversa, eatá organizada, essencialmente, em 6 partes:
.O Vinho do Porto até aos Dias de Hoje
.Videiras, Vinhas e Quintas
.O Vinho do Porto : Tradição e Tecnologia de Laboração
.Tipos de Vinho do Porto
.Vinho do Porto : Firmas que o Laboram e Comercializam
.Vinhos do Douro
2."The Wines and Vineyards of Portugal" (editado por Mitchell Beazley, 2003) com 354 páginas
Este livro, para além de informação complementar, desdobra-se em 9 capítulos:
.The Wines of Portugal in History
.Vines, Vineyards and Vintages
.Atlantic Wines
.Mountain Wines
.Wines of the Plains
.Wines of the Islands
.The Rosé Wines of Portugal
.The Sparkling Wines of Portugal
.Cork
Com efeito, o Richard Mayson foi sócio do Rui Reguinga no projecto "Sonho Lusitano" e proprietário da Quinta do Centro na Serra de São Mamede, entretanto vendida à Sogrape em 2018, cujo último vinho por si produzido foi o Pedra Basta 2013, se a memória não me atraiçoa .
Dos livros publicados por este autor, possuo estes dois:
1."O Porto e o Douro" (Quetzal Editores, 2001) com 379 páginas
Esta obra, além de informação diversa, eatá organizada, essencialmente, em 6 partes:
.O Vinho do Porto até aos Dias de Hoje
.Videiras, Vinhas e Quintas
.O Vinho do Porto : Tradição e Tecnologia de Laboração
.Tipos de Vinho do Porto
.Vinho do Porto : Firmas que o Laboram e Comercializam
.Vinhos do Douro
2."The Wines and Vineyards of Portugal" (editado por Mitchell Beazley, 2003) com 354 páginas
Este livro, para além de informação complementar, desdobra-se em 9 capítulos:
.The Wines of Portugal in History
.Vines, Vineyards and Vintages
.Atlantic Wines
.Mountain Wines
.Wines of the Plains
.Wines of the Islands
.The Rosé Wines of Portugal
.The Sparkling Wines of Portugal
.Cork
quinta-feira, 11 de junho de 2020
À volta da cerveja artesanal (XI)
1.Provas
Mais 7 cervejas artesanais e semi-artesanais provadas/bebidas em espaços de restauração e em casa, classificadas de 1 a 5:
Com 5
.8ª Colina Vila Iolanda (Lisboa)
Com 4+
.1927 Bengal Amber IPA
Com 4
.La Rosa IPA (Qtª la Rosa, Pinhão)
.Musa Born in the IPA (Lisboa)
.Musa Frank APA (Lisboa)
.Bohemia Original
.MiMi Grape Ale (Herdade do Rocim) com mosto de uvas Antão Vaz fermentado em ânforas e com 7,9 de álcool
2.Oitava Marquês - 3,5 *
Espaço da 8ª Colina j´aqui referido no ponto 2 da crónica "À volta da cerveja artesanal (VII)".
Nesta revisita em tempos de Covid, aas mesas estavam despojadas de acordo com as directivas da DGS, só sendo postos o prato, talheres e guardanapo de papel quando me sentei.
No piso de entrada inventariei estas 10 torneiras:
.Urraca Vendaval IPA
.Florinda Lisbon Lager
.Wit'or (Musa)
.Musgueira Brut IPA
.Naoki
.Vila Prazeres Rasperry Sour
.Maria Albertipa (em parceria com a Musa)
.Borges Imperial Stout
.Sabino Triple IPA
.Vila Iolanda Double IPA
A oferta gastronómica está muito reduzida, com poucos pratos para escolher, tendo optado por um arroz de pato, que se revelou saboroso e com alguma cremosidade. Seguiu-se a sobremesa tiramisú, aqui feita com a cerveja Zé Arnaldo.
Acompanhou muito bem a Vila Iolanda, cerveja artesanal da 8ª Colina saída de uma das torneiras e acima referida.
Não fica nada a perder com as estagiadas em barricas de Vinho da Madeira.
Mais 7 cervejas artesanais e semi-artesanais provadas/bebidas em espaços de restauração e em casa, classificadas de 1 a 5:
Com 5
.8ª Colina Vila Iolanda (Lisboa)
Com 4+
.1927 Bengal Amber IPA
Com 4
.La Rosa IPA (Qtª la Rosa, Pinhão)
.Musa Born in the IPA (Lisboa)
.Musa Frank APA (Lisboa)
.Bohemia Original
.MiMi Grape Ale (Herdade do Rocim) com mosto de uvas Antão Vaz fermentado em ânforas e com 7,9 de álcool
2.Oitava Marquês - 3,5 *
Espaço da 8ª Colina j´aqui referido no ponto 2 da crónica "À volta da cerveja artesanal (VII)".
Nesta revisita em tempos de Covid, aas mesas estavam despojadas de acordo com as directivas da DGS, só sendo postos o prato, talheres e guardanapo de papel quando me sentei.
No piso de entrada inventariei estas 10 torneiras:
.Urraca Vendaval IPA
.Florinda Lisbon Lager
.Wit'or (Musa)
.Musgueira Brut IPA
.Naoki
.Vila Prazeres Rasperry Sour
.Maria Albertipa (em parceria com a Musa)
.Borges Imperial Stout
.Sabino Triple IPA
.Vila Iolanda Double IPA
A oferta gastronómica está muito reduzida, com poucos pratos para escolher, tendo optado por um arroz de pato, que se revelou saboroso e com alguma cremosidade. Seguiu-se a sobremesa tiramisú, aqui feita com a cerveja Zé Arnaldo.
Acompanhou muito bem a Vila Iolanda, cerveja artesanal da 8ª Colina saída de uma das torneiras e acima referida.
Não fica nada a perder com as estagiadas em barricas de Vinho da Madeira.
terça-feira, 9 de junho de 2020
A minha biblioteca vínica (X) : livros de autores estrangeiros sobre Portugal
1."The Wine and Food Lover's Guide to Portugal" de Charles Metcalfe e Kathryn McWirter (INN House Publishing, 2007) com 446 páginas
Edição dedicada a Luis Pato, abrangendo todas as regiões vitivinícolas e, em cada uma delas, os autores abordam exaustivamente as castas, os vinhos, os produtores, as adegas, as quintas, a gastronomia, os restaurantes, as aldeias históricas, a hotelaria, os pontos de venda, etc.
É uma obra carregada de mapas e aliciantes fotografias, que contou com o apoio das entidades oficiais portuguesas, ligadas ao vinho e ao turismo.
2."Vinhos de Portugal" de Jan Read (Círculo de Leitores, 1989) com 156 páginas
É um livro menos ambicioso e abrangente que o anterior e que contempla, em cada região, a viticultura, as castas, a vinificação e alguns dos vinhos mais emblemáticos.
3."O Guia do Vinho do Porto - Guia do Conhecedor" de Godfrey Spencer (Livros e Livros, 1988) com 224 páginas
Este Guia está organizado em 2 partes:
.História do Vinho do Porto (inclui as castas, as vinhas, estilos de Vinho do Porto e, ainda, como adquirir, conservar e servir o Vinho do Porto)
.Directório de Vinhos do Porto (Firmas Exportadoras de Vinho do Porto, Cooperativas e Quintas Particulares)
4."Guia do Vinho do Porto para o apreciador" de A. Forrester Zamith (Chaves Ferreira Publicações, 2001) com 159 páginas
Muito ilustrada e comentada, esta obra desdobra-se em :
.Breve História do Vinho do Porto
.Região Demarcada do Douro
.A Produção de Vinho do Porto
.Categorias de Vinho do Porto
.Casas de Vinho do Porto
.Rota do Vinho do Porto
.Comprar - Guardar - Servir
.Apreciar / Provar
.Comprar e Investir em Vintages
.Algumas Receitas com Vinho do Porto
5."Douro - As Quintas do Vinho do Porto" de Alex Liddell (Quetzal Editores, 1995) com 245 páginas
Só as 30 páginas da Introdução valem o livro, como é o caso da descrição de "A vida social numa quinta" e "A vida dos trabalhadores numa quinta" (as vindimas, o alojamento, os salários, a alimentação, etc.).
No entanto, o grosso do livro é um levantamento exaustivo das 70 quintas do Douro visitadas pelo autor, arrumadas nas respectivas sub-regiões (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior).
Edição dedicada a Luis Pato, abrangendo todas as regiões vitivinícolas e, em cada uma delas, os autores abordam exaustivamente as castas, os vinhos, os produtores, as adegas, as quintas, a gastronomia, os restaurantes, as aldeias históricas, a hotelaria, os pontos de venda, etc.
É uma obra carregada de mapas e aliciantes fotografias, que contou com o apoio das entidades oficiais portuguesas, ligadas ao vinho e ao turismo.
2."Vinhos de Portugal" de Jan Read (Círculo de Leitores, 1989) com 156 páginas
É um livro menos ambicioso e abrangente que o anterior e que contempla, em cada região, a viticultura, as castas, a vinificação e alguns dos vinhos mais emblemáticos.
3."O Guia do Vinho do Porto - Guia do Conhecedor" de Godfrey Spencer (Livros e Livros, 1988) com 224 páginas
Este Guia está organizado em 2 partes:
.História do Vinho do Porto (inclui as castas, as vinhas, estilos de Vinho do Porto e, ainda, como adquirir, conservar e servir o Vinho do Porto)
.Directório de Vinhos do Porto (Firmas Exportadoras de Vinho do Porto, Cooperativas e Quintas Particulares)
4."Guia do Vinho do Porto para o apreciador" de A. Forrester Zamith (Chaves Ferreira Publicações, 2001) com 159 páginas
Muito ilustrada e comentada, esta obra desdobra-se em :
.Breve História do Vinho do Porto
.Região Demarcada do Douro
.A Produção de Vinho do Porto
.Categorias de Vinho do Porto
.Casas de Vinho do Porto
.Rota do Vinho do Porto
.Comprar - Guardar - Servir
.Apreciar / Provar
.Comprar e Investir em Vintages
.Algumas Receitas com Vinho do Porto
5."Douro - As Quintas do Vinho do Porto" de Alex Liddell (Quetzal Editores, 1995) com 245 páginas
Só as 30 páginas da Introdução valem o livro, como é o caso da descrição de "A vida social numa quinta" e "A vida dos trabalhadores numa quinta" (as vindimas, o alojamento, os salários, a alimentação, etc.).
No entanto, o grosso do livro é um levantamento exaustivo das 70 quintas do Douro visitadas pelo autor, arrumadas nas respectivas sub-regiões (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior).
domingo, 7 de junho de 2020
Sabores d' Itália - 5 *
1.O Sabores d' Itália é o restaurante português com o qual tenho a maior ligação gastronómica e afectiva, desde que o "descobri" depois do José Quitério ou do David Lopes Ramos (já não me lembro qual) ter publicado uma crítica altamente abonatória.
Das minhas diversas visitas, resultaram as seguintes crónicas, publicadas neste blogue e praticamente desde que foi iniciado:
."Almoço no Sabores d' Itália", em 13/6/2010
."Sabores d´Itália, a confirmação", em 31/8/2010
."Sabores d' Itália, sempre!", em 9/3/2011
."Páscoa na Bairrada (II)", em 10/4/2012
."Sabores d' Itália revisitado", em 14/5/2013
."Curtas (XLVI) : Sabores d' Itália e (...)", em 11/12/2014
."Curtas (LVII) : revisitas e novos espaços", em 18/4/2015
."Novo Formato+ (sessão especial) : um almoço memorável nas Caldas da Rainha", em 11/6/2015
."Curtas (LXXVIII) : (...), Sabores d' Itália, (...)", em 11/8/2016
."Curtas (LXXX) : (...), Sabores d' Itália, (...)", em 27/9/2016
."Curtas (XCVII) : Sabores d' Itália, (...)", em 27/2/2018
."Novo Formato+ (32ª sessão) : uma jornada inesquecível nos Sabores d´Itália", em 16/10/2018
2.Em tempos de Covid e logo que este espaço de restauração reabriu, pusemo-nos a caminho e fomos matar saudades às Caldas da Rainha.
As mesas estavam despojadas, de acordo com as directivas da DGS. Só quando nos sentámos é que nos puseram os pratos, talheres, copos e guardanapos de pano. A mesa ficou, então, requintadamente Como habitualmente, o Norberto pontifica na sala e na cozinha a Maria João, uma grande equipa.
Comemos:
.couvert (pão, manteiga e azeite)
.gnocchi 4 queijos
.risotto de sapateira
Tudo saborosíssimo, como é habitual neste espaço, com nota muito alta para o risotto que não me canso de comer sempre que lá vou.
Acompanhou a copo um surpreendente Quinta do Rocio 2013 - enologia de José Neiva Correia (DFJ), com base nas castas Arinto (75 %) e Chardonnay (25 %), tendo estagiado 9 meses em madeira de carvalho e 3 meses em garrafa; presença de citrinos e notas tropicais, bom equilibrio entre a acidez e a gordura, volume e final de boca assinaláveis. Complexo e gastronómico. Nota 17,5+.
A garrafa veio à mesa e dada a provar num bom copo Riedel.
Serviço atento e profissional. Só foi pena que tivessem almoçado apenas 10 pessoas, mas mesmo assim tenho visto noutros espaços menos gente.
Das minhas diversas visitas, resultaram as seguintes crónicas, publicadas neste blogue e praticamente desde que foi iniciado:
."Almoço no Sabores d' Itália", em 13/6/2010
."Sabores d´Itália, a confirmação", em 31/8/2010
."Sabores d' Itália, sempre!", em 9/3/2011
."Páscoa na Bairrada (II)", em 10/4/2012
."Sabores d' Itália revisitado", em 14/5/2013
."Curtas (XLVI) : Sabores d' Itália e (...)", em 11/12/2014
."Curtas (LVII) : revisitas e novos espaços", em 18/4/2015
."Novo Formato+ (sessão especial) : um almoço memorável nas Caldas da Rainha", em 11/6/2015
."Curtas (LXXVIII) : (...), Sabores d' Itália, (...)", em 11/8/2016
."Curtas (LXXX) : (...), Sabores d' Itália, (...)", em 27/9/2016
."Curtas (XCVII) : Sabores d' Itália, (...)", em 27/2/2018
."Novo Formato+ (32ª sessão) : uma jornada inesquecível nos Sabores d´Itália", em 16/10/2018
2.Em tempos de Covid e logo que este espaço de restauração reabriu, pusemo-nos a caminho e fomos matar saudades às Caldas da Rainha.
As mesas estavam despojadas, de acordo com as directivas da DGS. Só quando nos sentámos é que nos puseram os pratos, talheres, copos e guardanapos de pano. A mesa ficou, então, requintadamente Como habitualmente, o Norberto pontifica na sala e na cozinha a Maria João, uma grande equipa.
Comemos:
.couvert (pão, manteiga e azeite)
.gnocchi 4 queijos
.risotto de sapateira
Tudo saborosíssimo, como é habitual neste espaço, com nota muito alta para o risotto que não me canso de comer sempre que lá vou.
Acompanhou a copo um surpreendente Quinta do Rocio 2013 - enologia de José Neiva Correia (DFJ), com base nas castas Arinto (75 %) e Chardonnay (25 %), tendo estagiado 9 meses em madeira de carvalho e 3 meses em garrafa; presença de citrinos e notas tropicais, bom equilibrio entre a acidez e a gordura, volume e final de boca assinaláveis. Complexo e gastronómico. Nota 17,5+.
A garrafa veio à mesa e dada a provar num bom copo Riedel.
Serviço atento e profissional. Só foi pena que tivessem almoçado apenas 10 pessoas, mas mesmo assim tenho visto noutros espaços menos gente.
quinta-feira, 4 de junho de 2020
A minha biblioteca vínica (IX) : livros generalistas de autores estrangeiros
Esgotadas as referências sobre os livros de autores portugueses, as próximas crónicas serão dedicadas aos livros de autores estrangeiros. Começo com as obras generalistas:
1."Encyclopédie des vins & des alcools de tous les pays" de Alexis Lichine (edição Robert Laffont, 1988) com 994 páginas
É uma obra monumental e de referência para os interessados no mundo do vinho. Começa com a história do vinho e dos alcoóis, continuando com a vinha, o serviço, organização de uma garrafeira, etc. Mas a parte mais importante, a que o autor dedica quase 900 páginas, é uma espécie de dicionário com cerca de 5300 entradas. É obra!
2."Dictionnaire des Vins" de Gérard Debuigne (Larousse, 1979) com 256 páginas
É um livrinho para principiantes, se comparado com o anterior, com muitíssimo menos entradas contemplando apenas o básico.
3."101 Coisas que deve saber sobre Vinhos" de Andrew Jefford (Livros Cotovia, 2001) com 236 páginas
É um livro muito interessante que tanto pode ser consultado por principiantes ou enófilos com experiência, estando organizado em 6 partes:
.A Vinha : "cultivar" os vinhos
.A Adega : fazer os vinhos
.A Cave : envelhecer os vinhos
.O Copo : provar os vinhos
.A Loja : comprar os vinhos
.A Mesa : servir os vinhos
4."À Descoberta do Vinho" de Joanna Simon (Editorial Caminho, 1994) com 160 páginas
O livro desta jovem autora britânica, desenvolve-se em 3 partes:
.Como obter o máximo de cada copo
.A produção de vinhos de primeira classe
.Onde são produzidos os melhores vinhos (dedica 4 páginas a Portugal)
5."Le Vin en 80 questions" de Pierre Casamayor (Hachette, 2004) com 173 páginas
Centrado na vinha e na produção do vinho, esta interessante obra desdobra-se em 7 partes, cada qual com umas tantas questões que porei entre():
.Decouvrir le vin (3)
.Decouvir le raisin (3)
.Connaître la culture de la vigne (8)
.Connaître les terroirs (6)
.Comprendre le vin (28)
.Comprendre l'étiquette (32)
6."Guide Pratique du Vin" de Pascal Ribéreau-Gayon e Michel Dovaz (Hachette, 1994) com 175 páginas
Didáctico e de fácil leitura, este livro está organizado em 3 partes.
.De la Vigne au Vin
.L'Art de Boire
.Le Vin Mode d' Emploi
1."Encyclopédie des vins & des alcools de tous les pays" de Alexis Lichine (edição Robert Laffont, 1988) com 994 páginas
É uma obra monumental e de referência para os interessados no mundo do vinho. Começa com a história do vinho e dos alcoóis, continuando com a vinha, o serviço, organização de uma garrafeira, etc. Mas a parte mais importante, a que o autor dedica quase 900 páginas, é uma espécie de dicionário com cerca de 5300 entradas. É obra!
2."Dictionnaire des Vins" de Gérard Debuigne (Larousse, 1979) com 256 páginas
É um livrinho para principiantes, se comparado com o anterior, com muitíssimo menos entradas contemplando apenas o básico.
3."101 Coisas que deve saber sobre Vinhos" de Andrew Jefford (Livros Cotovia, 2001) com 236 páginas
É um livro muito interessante que tanto pode ser consultado por principiantes ou enófilos com experiência, estando organizado em 6 partes:
.A Vinha : "cultivar" os vinhos
.A Adega : fazer os vinhos
.A Cave : envelhecer os vinhos
.O Copo : provar os vinhos
.A Loja : comprar os vinhos
.A Mesa : servir os vinhos
4."À Descoberta do Vinho" de Joanna Simon (Editorial Caminho, 1994) com 160 páginas
O livro desta jovem autora britânica, desenvolve-se em 3 partes:
.Como obter o máximo de cada copo
.A produção de vinhos de primeira classe
.Onde são produzidos os melhores vinhos (dedica 4 páginas a Portugal)
5."Le Vin en 80 questions" de Pierre Casamayor (Hachette, 2004) com 173 páginas
Centrado na vinha e na produção do vinho, esta interessante obra desdobra-se em 7 partes, cada qual com umas tantas questões que porei entre():
.Decouvrir le vin (3)
.Decouvir le raisin (3)
.Connaître la culture de la vigne (8)
.Connaître les terroirs (6)
.Comprendre le vin (28)
.Comprendre l'étiquette (32)
6."Guide Pratique du Vin" de Pascal Ribéreau-Gayon e Michel Dovaz (Hachette, 1994) com 175 páginas
Didáctico e de fácil leitura, este livro está organizado em 3 partes.
.De la Vigne au Vin
.L'Art de Boire
.Le Vin Mode d' Emploi
terça-feira, 2 de junho de 2020
Maio 2012 : o que se passou aqui há 8 anos
Das 18 crónicas publicadas em Maio 2012, destaco estas 4 com os respectivos links para facilitar a vida aos mais curiosos:
."Jantar Esporão"
Recordando um jantar vínico, organizado pela Garrafeira Néctar das Avenidas no restaurante Assinatura, na época áurea do chefe Henrique Mouro, actualmente desaparecido em parte incerta.
Este evento contou com a presença do conceituado enólogo David Baverstock que apresentou alguns dos vinhos Esporão e Qtª dos Murças.
."À volta da colheita 2001"
Recordando um evento vínico na Enoteca de Belém (versão original com o Nelson nos tachos e o Ângelo na sala), onde se juntaram 5 "amigos dos copos" à volta de tintos de 2001 (Juca, João Quintela, Raul Matos, Rui Rodrigues e eu). Nota alta para o Kolheita, com enologia e produção de Luis Soares Duarte.
."O 1º Jantar de Vinhos das CAV : 13 anos depois"
Recordando, uma vez mais, o primeiro jantar vínico organizado pela loja Coisas do Arco do Vinho em 1999 e atribulado quanto baste. O evento já leva 21 anos, mas inclui-o neste balanço por o ter lembrado há 8 anos. Uma 1ª vez nunca se esquece!
."À volta da colheita 2004 com o Núcleo Duro"
Recordando um jantar no restaurante As Colunas com os amigos do Núcleo Duro (Rui Miguel, Jorge Sousa, João Quintela, Juca e Pedro Brandão), onde eu participei a covite do João. Nota alta para o Quinta da Dôna e algumas desilusões.
."Jantar Esporão"
Recordando um jantar vínico, organizado pela Garrafeira Néctar das Avenidas no restaurante Assinatura, na época áurea do chefe Henrique Mouro, actualmente desaparecido em parte incerta.
Este evento contou com a presença do conceituado enólogo David Baverstock que apresentou alguns dos vinhos Esporão e Qtª dos Murças.
."À volta da colheita 2001"
Recordando um evento vínico na Enoteca de Belém (versão original com o Nelson nos tachos e o Ângelo na sala), onde se juntaram 5 "amigos dos copos" à volta de tintos de 2001 (Juca, João Quintela, Raul Matos, Rui Rodrigues e eu). Nota alta para o Kolheita, com enologia e produção de Luis Soares Duarte.
."O 1º Jantar de Vinhos das CAV : 13 anos depois"
Recordando, uma vez mais, o primeiro jantar vínico organizado pela loja Coisas do Arco do Vinho em 1999 e atribulado quanto baste. O evento já leva 21 anos, mas inclui-o neste balanço por o ter lembrado há 8 anos. Uma 1ª vez nunca se esquece!
."À volta da colheita 2004 com o Núcleo Duro"
Recordando um jantar no restaurante As Colunas com os amigos do Núcleo Duro (Rui Miguel, Jorge Sousa, João Quintela, Juca e Pedro Brandão), onde eu participei a covite do João. Nota alta para o Quinta da Dôna e algumas desilusões.
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