terça-feira, 28 de setembro de 2021

Visita ao WOW (II) - Os Museus

 Continuando a minha visita ao WOW, a crónica de hoje é dedicada aos Museus. São 7 os Museus Temáticos, assinalando com * aqueles que visitei:

.The Wine Experience *

.Planet Cork

.Porto Region Across The Ages *

.The Bridge Collection *

.The Chocolate Story *

.Porto Fashion & Fabric Museum

.Pink Palace

Um primeiro reparo: a designação dos museus estar toda em inglês, o que não faz sentido. Mais, as legendas em todos os museus estão também em inglês, aparecendo a sua tradução em segundo plano, quando deveria ser ao contrário.

Reparos à parte, estes espaços museulógicos que terminam numa loja temática, são vincadamente pedagógicos e estão todos muito bem organizados. 

O Museu The Wine Experience está dividido em 21 núcleos temáticos, a saber:

1.Bem vindo à experiência do vinho

2.O Clima e o Mundo do Vinho

3.Solos Vinhateiros

4.Tipos de Videira

5.O Ciclo do Vinho

6.Condução da Vinha

7.O Bago da Uva

8.A Vindima

9.Galeria das Castas (eu aqui faço uma crítica, em relação às castas na Madeira: porque não consta a Terrantez?)

10.Da Vinha para a Adega

11.Vinificação

12.Sala de prensagem

13.Tanoaria e tipos de carvalho

14.Tipos de envelhecimento em madeira

15.A garrafa

16.(não consta o nome, mas tem a haver com a cortiça)

17.Uma viagem pelas Regiões de Vinho em Portugal

18.Regiões de Portugal   

19.Explore os seus sentidos

20.Os aromas do vinho

21.Como provar um vinho (inclui uma prova prática) 

Nota alta para quem organizou isto tudo. É uma visita que aconselho a todos os enófilos militantes ou não. Aprende-se sempre mais alguma coisa.

A terminar, também aconselho uma visita ao Museu The Bridge Collection, a colecção particular do Adrien Bridge, o CEO do grupo Fladgate Partnership que engloba as marcas de Vinho do Porto Taylor's, Fonseca, Croft e Delaforce.

Ao longo de 21 núcleos temáticos, estão expostas cerca de 2000 peças de copos, taças e garrafas para vinho, criadas ao longo de milénios.

Na próxima e última crónica abordarei os espaços de restauração.

sábado, 25 de setembro de 2021

Visita ao WOW (I) - Nota introdutória

 Estive recentemente no World of Wine (WOW), o chamado "O Quarteirão Cultural do Grande Porto", mas que se situa em Gaia. São 7 os "Museus Temáticos", cada um com a sua loja e, ainda, 12 "Restaurantes, Bares & Cafés", embora alguns estivessem encerrados quando da minha visita.

Pode-se ir de carro, pois o WOW possui um parque de estacionamento, com capacidade para 150 veículos. No entanto optámos pelo Alfa Pendular, uma viagem deveras cómoda, onde se pode esticar as pernas, beber um café ou uma cerveja e que não chega a durar 3 horas. O único e grande problema é chegar à estação das Devezas e não encontrar um único táxi, ter que telefonar a pedir um e calhar-lhe o maior vigarista de Gaia que deu uma série de voltas para aumentar a conta do taxímetro. 

O destino foi o Caléway, um hotel de 4* muito bem localizado, em relação ao WOW e, também, à marginal de Gaia. Embora por fora não pareça, é um espaço muito bem aproveitado, com quartos modernos e confortáveis que recomendo, passe a publicidade. Tem também um bom pequeno almoço e empregados bem simpáticos. Embora conste no respectivo site, o restaurante não funciona.

A marginal de Gaia palpita de vida activa, com restaurantes de ponta a ponta, bares, garrafeiras e espaços para prova de vinhos. 

Também a "Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau" já lá chegou, cujo produto inclui Queijo da Serra, uma ligação pornográfica, como lhe chamou a Maria de Lourdes Modesto. Polémica à parte, o espaço é muito bonito e pode-se assistir a um concerto de "órgão de tubos português do século XIX", sem pagar nada.

Em próximas crónicas abordarei alguns dos museus e exposições que visitei e, ainda, os espaços de restauração onde abancámos.

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Grupo ad hoc (1ª sessão)

 Foi constituído mais um grupo de prova que não terá uma constitução fixa. Nesta sessão inaugural que decorreu no Vila Graça, tomaram parte os enófilos João Quintela, José Rosa, Gaspar Arménio e eu próprio.

Desfilaram:


.Quinta San Michel Arinto 2017 ( uma das 1050 garrafas levada por mim) - com base na casta Arinto (100 %), estagiou 6 meses em barricas de carvalho americano e francês; aroma discreto, muito fresco e mineral, notas salgadas, presença de citrinos, acidez no ponto, volume e final de boca notáveis (13 % vol.). Elegante, sofisticado e longevo, vai aguentar mais uns tantos anos. É dos brancos mais interessantes que conheço. Nota 18,5.


.Quinta Seara d' Ordens Talentus Altitude 2018 (garrafa nº 499/603 levada pelo João) - com base em vinhas velhas, estagiou 16 meses em baricas usadas e mais 12 em garrafa; aroma exuberante, presença de citrinos e fruta de caroço, acidez no ponto, algo untuoso, volume de respeito e final dec boca persistente (13,5 % vol.). Uma raridade bem conseguida. Nota 18.


Estes 2 brancos harmonizaram com:

.couvert

.croquetes de carne com mostarda

.polvo estufado

.bacalhau à Brás


.CV 2005 (levada pelo J. Rosa) - 93 pontos na Wine Spectator; com base em vinhas velhas, foi engarrafado em 2007; fresco, ainda com muita fruta vermelha, alguma acidez, notas especiadas com o cacau a impor-se, taninos civilizados, volume e final de boca assinaláveis (14,5 % vol.). A beber nos próximos 4/5 anos. Nota 18.


.Quinta Vale Meão 2012 (levada pelo Arménio) - 97 pontos na Wine Enthusiast, 95 na Decanter e 94 no Parker; com base nas castas Touriga Nacional (58 %), Touriga Franca (35 %), Tinta Barroca (5 %) e Tinta Roriz (2 %), estagiou 16 a 18 meses em barricas novas e usadas (50% em cada); nariz discreto, ainda com fruta vermelha, acidez equilibrada, taninos presentes, especiado, volume notável e final de boca interminável (14 % vol.). Complexo, sofisticado e muito elegante, a beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 19.


.Três Bagos Grande Escolha 2015 (levada por J. Rosa) - 18,5+


Estes 3 tintos maridaram com o referido bacalhau e arroz de pato com foigras.


.Henriques & Henriques Boal 15 Anos (levada pelo João) - 19

.Artur Barros e Sousa Boal Solera 1952 (levada pelo J. Rosa) - sem nota

Estes fortificados acompanharam as sobremesas.


Resta dizer que tudo o que veio para a mesa estava francamente bom, o serviço de vinhos impecável e os copos Riedel. Grande sessão!

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Vinhos em família (CXXVI) : ainda a colheita 2011

 Provados mais 6 vinhos (4 com notas de prova e 2 apenas com a classificação), com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega.

E eles foram:


.Quinta do Lagar Novo Arinto 2017 (DOC Alenquer) - com base na casta Arinto (100 %), estagiou 10 meses em barricas usadas de carvalho francês; cor palha, aroma intenso, cítrico e mineral, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca (13 % vol.). Elegante e gastronómico. Nota 17,5+.


.Encontro 1 2014  - Grande Ouro no Concurso Vinhos de Portugal (2021 ?); com base na casta Arinto, estagiou 6 meses em barricas de carvalho francês; nariz discreto, presença de citrinos e fruta de caroço, acidez no ponto, notas glicerinadas, volume e final de boca assinaláveis (13,5 % vol.). Complexo e gastronómico. Nota 18,5. 

Bebido a par do Duas Quintas Reserva 2014, harmonizou melhor com um prato de Bacalhau à Gomes de Sá.


.Quinta dos Roques Reserva 2011 - com base nas castas tradicionais do Dão, estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês; ainda com fruta vermelha, alguma acidez, notas especiadas, taninos de veludo, algum volume e final de boca longo (14 % vol.). Muito fino e elegante, a beber nos próximos 3/4 anos. Nota 18. 


.Sidónio de Sousa Garrafeira 2011 (garrafa nº 668/5536) - 94 pontos no Parker; com base na casta Baga (100 %), estagiou 24 meses em tonéis velhos de carvalho nacional; ainda com alguma fruta vermelha, fresco na boca, acidez equilibrada, algum especiado, taninos bem presentes mas civilizados, volume acentuado e final de boca persistente (14,5 % vol.). Gastronómico, fino e envolvente, a beber nos próximos 10/12 anos. Nota 18,5.


.Adega Mãe 221 2017 - 18

.Duas Quintas Reserva 2014 - 17,5

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Mais 2 espaços de restauração visitados : Prado e Elevador

 1.Prado - 5 *

Não me canso de ir a este restaurante, tendo a minha última visita dado origem à crónica "Mais 2 espaços de restauração revisitados : Prado e Revolução". O Prado e o Zunzum têm, para mim, as cozinhas mais criativas que conheço, graças à arte e inspiração dos respectivos chefes, o António Galapito e a Marlene Vieira.

Actualizando a minha referida crónica, o menu do Prado disponibiliza, para além do imperdível couvert (pão da Gleba, azeite Bio e banha de porco), 11 entradas/pratos, 7 especiais, 3 sobremesas e 1 selecção de queijos.

Partilhámos (estava tudo super saboroso):

.Berbigão, acelgas, coentros e pão frito

.Lombinho de porco alentejano de bolota, pimentão e yuzu

.Gelado de cogumelos, caramelo e cevada perolada

Quanto à componente vínica, entre vinhos nacionais e estrangeiros, inventariei 8 espumantes (1 a copo), 4 champanhes, 22 brancos (3), 9 "laranjas" (1), 7 rosés (1), 20 tintos (3), 5 fortificados (3 Portos e 2 Madeiras) e, ainda, 2 Late Harvest. A lista é farta, com referências nada óbvias, tudo datado e organizado por preços. Alguma escolhas polémicas, nomeadamente os "laranjas".

O Prado continua atento às cervejas artesanais, disponibilizando de momento 4. Optei pela Debru Plan B IPA (nota 5), oriunda da Trofa.

Serviço atento, simpático e profissional.

A voltar, sempre!


2.Elevador - 4 *

O Elevador é o restaurante do Hotel Santa Justa (Rua dos Correeiros, perto do Rossio). É um espaço agradável e dispõe de 2 simpáticas esplanadas exteriores. Pratos e talheres Vista Alegre e, ainda, guardanapos de pano. No interior, uma televisão ligada, embora sem som. Uma contradição.

O menu disponibiliza 11 entradas, 3 pratos de peixe, 3 de carne, 3 risottos e 6 sobremesas.

Escolhi o couvert (pão aquecido, manteiga de pacote, 2 croquetes artesanais com maionese de coentros e mostarda em grão) e o risotto de camarão selvagem com salsa, tomate cherry e parmesão. Tudo muito saboroso, mas com algum excesso de gordura.

Quanto à componente vínica, inventariei 3 espumantes (1 a copo), 3 champanhes, 9 brancos (6), 2 rosés (1), 12 tintos (5) e 4 Portos. Tudo datado, mas com alguns erros, nomeadamente com os vinhos da Região Vinhos Verdes separados dos outros brancos. 

Optei por uma cerveja sem álcool (Estrella Galicia), considerando que na véspera tinha provado 7 vinhos (oportunamente publicarei a respectiva crónica)!

Uma nota simpática, ao marcar pela plataforma The Fork tive um desconto de 30 % no couvert e prato.

Noutras visitas provei vinhos (branco e tinto), tendo confirmado que as temperaturas eram as correctas, os copos adequados e o serviço profissional, para além de simpático.

Mas o mais interessante neste espaço é o Menu do Dia para almoços de 2ª a 6ª feira. Por 12 € tem-se direito ao couvert simples (pão aquecido e manteiga de pacote), prato principal (à escolha entre peixe, carne ou vegetariano) e 1 bebida. A sobremesa + café custa 3 €. 

Sempre que fui ao Menu do Dia gastei apenas 13 €, o preço do Menu acrescido de 1 € para o café, dispensando a sobremesa. É uma excelente relação preço/qualidade que recomendo. 

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Grupo Novo Formato : 264 vinhos desde finais de 2011 (IV)

 A última crónica dedicada a este núcleo de enófilos, faz o levantamento dos vinhos fortificados provados ao longo de cerca de 10 anos. Dos 59 que foram à mesa, 26 foram classificados por mim com 18,5 ou mais 8 (6 Portos, 18 Madeiras e 2 Moscatéis).

E eles foram:


PORTOS

.Barros Colheita 1963 - 18,5

.Barros Colheita 1974 - 18,5

.Burmester Colheita 1955 - 19

.Krohn Colheita Branco 1964 - 18,5

.Krohn Colheita 1966 - 19

.Krohn Colheita 1967 - 18,5


MADEIRAS 

.Artur Barros e Sousa Verdelho 1983 - 19

.Artur Barros e Sousa Verdelho Reserva Velha - 19

.Blandy Verdelho 1977 - 19

.Blandy Verdelho Solera - 18,5+ (2 garrafas)

.FEM Verdelho Muito Velho - 18,5 e 18,5+ (2 garrafas)

.Madeira Meio Seco Reserva Velha do IVM - 18,5+

.Blandy Terrantez 1977 - 18,5 e 19 (2 garrafas)

.Artur Barros e Sousa Bual Solera 1963 - 18,5

.Blandy Bual 1948 - 18,5+

.Cossart Gordon Bual 1958 - 18,5

.FMA Bual 1964 - 18,5, 19 e 19 (3 garrafas)

.Borges Malvasia + 40 Anos - 19

. (produtor desconhecido) Malvasia 1879 - 18,5 


MOSCATÉIS

.Moscatel Roxo José Maria da Fonseca 1971 - 18,5

.Moscatel Secret Spot 40 Anos - 18,5


É de referir:

.9 fortificados a merecerem 19

.Nos Portos, a ausência de Vintage, com os Colheitas a fazerem o pleno, destacando-se a marca Krohn

.Nos Madeiras, a ausência da casta Sercial, sendo o protagonismo dado à Verdelho (com 8) e à Bual (6).

Quanto a marcas, a Blandy ficou na dianteira com 6 referências, seguida das colheitas particulares FMA e FEM.

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Grupo Novo Formato : 264 vinhos provados desde finais de 2011 (III)

 A crónica de hoje é dedicada aos tintos provados no âmbito deste grupo de enófilos. Dos 108 vinhos degustados, 33 foram classificados por mim com 18,5 ou mais.

E eles foram:


.Barca Velha 2004 (Douro) - 18,5

.Casa Ferreira Vinhas Velhas 2007 (Douro) - 18,5+

.Chryseia 2011 (Douro) - 19

.Ferreirinha Reserva Especial 2007 (Douro) - 18,5

.Ferreirinha Reserva Especial 2009 (Douro) - 18,5+

.Legado 2008 (Douro) - 19

.Passagem Grande Reserva 2009 (Douro) - 18,5

.Pintas 2005 (Douro) - 18,5

.Pintas 2010 (Douro) - 18,5

.Pintas 2011 (Douro) - 18,5 e 18,5+ (2 garrafas)

.Quinta da Gaivosa 2008 (Douro) - 18,5

.Quinta do Crasto Maria Teresa 2007 (Douro) - 19

.Quinta do Crasto Touriga Nacional 2004 (Douro) - 18,5

.Quinta do Crasto Touriga Nacional 2005 (Douro) - 18,5+

.Quinta da Manoella Vinhas Velhas 2012 (Douro) - 18,5

.Quinta do Noval 2007 (Douro) - 18,5

.Quinta do Vale Meão 2005 (Douro) - 18,5 (2 garrafas)

.Quinta do Vale Meão 2011 (Douro) - 18,5

.Quinta da Falorca Garrafeira 2004 (Dão) - 18,5+

.Quinta dos Carvalhais Reserva 2007 (Dão) - 18,5

.Quita da Pellada 2005 (Dão) - 18,5

.Quinta da Pellada Carrocel Lated Realese 2011 (Dão) - 18,5

.Kompassus Private Selection 2005 (Bairrada)- 18,5

.Cinquenta A. S. 2009 (P. Setúbal) - 18,5

.Hexagon 2008 (P. Setúbal) - 18,5

.Herdade do Peso Icone 2007 (Alentejo) - 18,5

.Esporão 1987 (Alentejo) - 18,5

.Quinta do Mouro Rótulo Dourado 2007 (Alentejo) - 18,5

.Aalto 2008 (Ribera del Duero) - 18,5

.Aalto PS 2012 (Ribera del Duero) - 19

.San Roman 2007 (Toro) - 18,5


É de referir:

.A Região Douro com 20 eleitos (60,6 %)

.A empresa Sogrape com 7 (21,2 %), logo seguida pela Wine & Soul com 5

.A colheita 2007 com 9 (27,3 %), logo seguida pela 2005 com 6 e pela 2011 com 5

terça-feira, 7 de setembro de 2021

Curtas (CXXVI) : Vinhos da UE e eventos vínicos e gastronómicos

1.Vinhos da UE

Em viagem recente fiquei hospedado numa unidade hoteleira na Serra da Lousã, onde também jantei. Para grande surpresa e alguma indignação da minha parte, os vinhos que foram servidos foram um branco e um tinto Penedo da Moura, sem indicação de ano de colheita, produzido algures na União Europeia, com  uvas do Chipre, da Roménia ou de qualquer outro país da UE, mas engarrafado em Portugal.

Francamente, com tantos vinhos produzidos em Portugal, esta unidade hoteleira serve vinhos da UE. Cartão amarelo!


2.Eventos vínicos

.Vinhos a Descobrir

Nos dias 25 e 26 Setembro no Mercado Ferreira Borges.

Mais informações em www.vinhosadescobrir.pt

.Vinhos & Sabores 2021

Encontro anual da revista Grandes Escolhas nos dias 16, 17 e 18 Outubro na FIL.

Mais informações em grandesescolhas.com

.Encontro com Vinhos 2021

Evento anual da Revista de Vinhos nos dias 6, 7 e 8 Novembro no Centro de Congressos.

Mais informações em essenciadovinho.com


3.Eventos gastronómicos

.Chefs on Fire

3ª edição nos dias 18 e 19 Setembro no FIARTIL (junto ao Casino do Estoril), contando com a participação de 14 reconhecidos chefes.

Mais informações no blogue Mesa Marcada.

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Grupo Novo Formato : 264 vinhos provados desde finais de 2011 (II)

 Conforme referi na crónica anterior, dos 80 vinhos brancos postos à prova, 19 foram por mim classificados com 18 ou mais.

E eles foram:


.Anselmo Mendes Parcela Única Alvarinho 2014 (V. Verdes) - 18

.Anselmo Mendes Parcela Única Alvarinho 2015 (V. Verdes) - 18

.Soalheiro Alvarinho 1ª Vinhas 2006 (V. Verdes) - 18 e 18+ (2 garrafas) 

.Soalheiro Alvarinho 1ª Vinhas 2007 (V. Verdes) - 18

.Soalheiro Alvarinho 1ª Vinhas 2014 (V. Verdes) - 18

.Soalheiro Alvarinho 1ª Vinhas 2015 (V. Verdes) - 18

.Soalheiro Alvarinho Reserva 2008 (V. Verdes) - 18

.Soalheiro Alvarinho Reserva 2010 (V. Verdes) - 18

.Soalheiro Alvarinho Reserva 2014 (V. Verdes) - 18, 18 e 18,5 (3 garrafas)

.Soalheiro Alvarinho Reserva 2015 (V. Verdes) - 18,5

.Quinta da Sequeira Grande Reserva 2011 (Douro) - 18 (2 garrafas)

.Quinta dos Carvalhais Branco Especial eng. 2015 (Dão) - 18,5

.Redoma Reserva 2003 (Douro) - 18

.Pai Abel 2012 (Bairrada) - 18

.Blanco Nieva Pie Franco Verdejo 2015 (Espanha) - 18


É de referir:

.A Região Vinhos Verdes com 13 eleitos (68,4 %)

.A marca Soalheiro com 11 eleitos (57,9 %)

.O peso reduzido das Beiras (Dão e Bairrada) *

.A ausência de brancos dos Açores e de Lisboa *

* omissão por nossa culpa, a corrigir em provas futuras