quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Terraço Editorial e outros espaços de restauração visitados

 1.Terraço Editorial - 4 *

Tinha curiosidade em conhecer este restaurante, situado num lugar improvável (8º andar da Pollux na Rua dos Fanqueiros, 276), algo badalado inclusivé na blogosfera.

Espaço amplo mais vocacionado para o pessoal da noite, a avaliar pelo tipo de mesas, cadeiras e sofás. Como mais valia, uma esplanada exterior com vistas para a cidade, mas fria nesta altura do ano. Mesas despojadas, mas guardanapos de pano. Música de fundo demasiado alta que só baixaram quando eu estava a terminar o almoço. 

Na ementa constam 12 "Petiscos, Tábuas, Tostadas e Hamburgueres", 8 pratos principais (3 de peixe, 3 de carne e 2 vegetarianos) e 3 sobremesas. Ementa curta, mas com algumas boas e originais ofertas, tendo escolhido 1 entrada (croquetes de choco com a sua tinta) e 1 prato (arroz de polvo e corvina) que estavam divinais.

Quanto à componente vínica, nota alta para a carta bem estruturada com uma selecção de vinhos nada óbvios, não esquecendo os anos de colheita e temperaturas controladas, segundo informação do empregado que me atendeu.

Inventariei 9 espumantes (2 a copo), 40 brancos (4), 7 rosés (2), 30 tintos (3), 3 colheita tardia e 8 Porto (todos a copo), uma oferta mais do que suficiente para este tipo de espaço.

Escolhi, a copo, o branco Quinta do Lagar Novo 2020 (V. R. Lisboa) - fresco, cítrico e mineral, boa acidez, notas tropicais, algum volume e final de boca. Uma boa surpresa. Nota 17.

A garrafa veio à mesa e dada a provar num copo adequado.

Serviço despachado e distante.


2.Outros espaços

Mais espaços recentemente visitados, classificados de 1 a 5 *:

Com 4,5 

.Frade dos Mares

Com 4

.Elevador

.Gabriel (Ericeira)

.Maria Peixeira

.Oven

.Relento (Algés)

.Taberna do Lopes

Nota - os restaurantes sem indicação da localidade situam-se em Lisboa.

terça-feira, 28 de dezembro de 2021

Novo Formato+ (37ª sessão) : Quinta da Falorca 2011 em grande evidência

 Este grupo de enófilos, na sua máxima força (Juca/Mena, João/Paula, J. Rosa/Marieta, eu/Bety), tendo comparecido como convidados o casal Adelino/Carlota, voltou a reunir passados mais de 2 anos. O convívio decorreu na Casa da Dízima, com vinhos da garrafeira do Frederico (1 champanhe, 1 espumante, 2 brancos, 4 tintos e 2 fortificados) e respectiva organização por parte deste enófilo.

A gastronomia e o serviço (a cargo do Pedro Batista) estiveram, uma vez mais, à altura dos acontecimentos.

Desfilaram:


.Espumante Osvaldo Amado Raríssimo 2006 (degorgement em 2020) - com base na casta Arinto (100 %); alguma evolução, belíssima acidez, notas de pão cozido, volume e final de boca assinaláveis, sem excesso de gás. Muito complexo. Nota 18.


.Champagne George Laval Premier Cru 2017 (degorgement em 2019) - excesso de gás, mas com uma acidez alta, esperando-se que melhore nos próximos anos. Não me apaixonou.

Para mim, o espumante impôs-se ao champanhe. Que me desculpem os indefectiveis deste último.

Estes vinhos com borbulhas acompanharam uma série de canapés.


.Villa Oliveira Vinha do Provincio 2012 (garrafa nº 752/1238) - 90 pontos na Wine Enthusiast; enologia de Paulo Nunes; com base numa vinha velha, estagiou 9 meses em cascos de carvalho do Leste; notas cítricas e glicerinadas, equilibrio acidez/gordura, ligeira oxidação nobre, algum volume e final de boca longo (12,5 % vol.). Elegante e gastronómico. Nota 18,5.


.Paço dos Cunhas de Santar Vinha do Contador 2010 - gastronomia de Carlos Lucas; fruta de caroço, alguma acidez, notas amanteigadas, alguma evolução, volume e final de boca médios (13,5 %v vol.). Muito gastronómico. Nota 17,5.

Estes 2 brancos harmonizaram com uma tranche de garoupa e puré com tinta de choco.


.Quinta da Falorca Reserva Lagar 2011 - com base nas castas Tinta Roriz, Touriga Nacional e Alfrocheiro, estagiou em meias barricas de carvalho francês; ainda com fruta vermelha, alguma acidez, notas especiadas, taninos domesticados, algum volume e final de boca persistente (14 % vol.). Fresco e elegante. Nota 18.


.Quinta da Falorca Garrafeira 2011 - 95 pontos no Parker; com base em vinhas velhas; nariz exuberante, fruta vermelha, acidez no ponto, especiado, taninos bem presentes mas civilizados, acentuado volume e final de boca muito longo (14 % vol.). Complexo e cheio de personalidade. Nota 18,5+.


.Quinta da Falorca Noblesse Oblige 2011 - 94 pontos no Parker; estagiou 20 meses em barricas de carvalho francês; ainda com fruta vermelha, fresco e elegante, ligeiramente especiado, taninos dóceis, algum volume e final de boca (14 % vol.). Esperava mais deste tinto. Nota 17,5+ (mesmo assim).


.Vinha do Contador Grande Júri 2011 (garrafa nº 218/5200) - 94 pontos no Parker; com base nas castas Touriga Nacional (60 %), Aragonês (20 %) e Alfrocheiro (20 %), estagiou 18 meses em carvalho francês; presença de fruta vermelha, acidez acentuada, notas especiadas, taninos presentes, volume e final de boca acentuados (14,5 % vol.). Complexo e gastronómico. Nota 18,5.

Estes 4 tintos harmonizaram com uma vitela de comer à colher e risotto de cogumelos silvestres.


.Bastardinho de Azeitão 40 Anos José Maria da Fonseca - fresco, presença de frutos secos e de casca de laranja, algum iodo e caril, estruturado e final de boca muito longo. Nota 18,5. 


.Cossart Gordon Terrantez 1974 - presença de frutos secos, iodo, brandy e vinagrinho, algum volume e final de boca interminável. Uma raridade. Nota 18,5+.

Estes 2 fortificados acompanharam um pão de ló com espuma de avelã.


Foi uma grande sessão de convívio, comeres e grandes vinhos. Obrigado Frederico!

terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Vinhos em família (CXXIX) : surpresas e desilusões

 Mais 5 vinhos (2 brancos e 3 tintos) provados em casa com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega. E eles foram:


.Poejo d' Algures 2019 (Vinho Regional Lisboa) - enologia da Sandra Tavares da Silva em colaboração com Pedro Garcia e João Quintela; com base nas castas Viosinho (70 %) e Arinto (30 %), estagiou 4 meses em barricas usadas; notas florais e salinas, algum citrino e fruta de caroço, acidez no ponto, volume médio e final de boca persistente (12 % vol.). Um vinho exclusivo da Garrafeira Néctar das Avenidas deveras gastronómico. Nota 17,5.


.Stanley Alvarinho 2016 (Vinho Regional de Lisboa) - oxidação nobre, presença de citrinos e fruta de caroço, notas tropicais, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca (13 % vol.). Uma grande surpresa este branco com uma excepcional relação preço/qualidade. Nota 17,5.

No contra-rótulo o produtor escreveu que deve ser bebido até 2021. Discordo totalmente, achando que vai dar muito prazer bebê-lo nos próximos 4/5 anos.


.Stanley Grande Reserva 2015 (Vinho Regional Península de Setúbal) - com base nas castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Petit Verdot e Syrah; ainda com muita fruta vermelha, acidez nos mínimos, notas especiadas com o chocolate preto a impor-se, algum volume e final de boca (14,5 % vol.). Pesado e cansativo desiludiu. Nota 16,5.

O produtor escreveu no contra-rótulo que este tinto poderia ser bebido até 2030. Mais uma vez discordo, pois falta-lhe acidez para isso. A consumir já!


.Quinta Monte d' Oiro Petit Verdot 2012 - com base na casta Petit Verdot, estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês; ainda muito frutado, alguma acidez, notas especiadas, taninos civilizados, volume considerável e final de boca longo (13 % vol.). Elegante e gastronómico, a beber nos próximos 6/7 anos. Nota 17,5+.


.Mouchão 2013 - 96 pontos na Wine Enthusiast e 95 no Parker; com base nas castas Alicante Bouschet (maioritária), Trincadeira e Aragonês, estagia 3 anos em carvalho português e mais 2 na garrafa; ainda com fruta vermelha, acidez presente, notas de lagar e especiadas, taninos presentes mas civilizados, volume e final de boca assinaláveis (14 % vol.). Fresco e gastronómico, a beber nos próximos 5/ 6 anos. Nota 18.


Nota - os vinhos Stanley foram comprados na loja do Museu do Oriente

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

À volta da cerveja artesanal (XXIII)

 1.Mais provas

Provadas mais 9 cervejas (8 artesanais e 1 semi-artesanal), classificadas de 1 a 5.

Com 5

.Letra Bicho do Mato IPA (Vila Verde), com colaboração do chefe Ljubomir Stanisic e 8,8º de álcool

Com 4,5

.8ª Colina Mesquita Blonde Ale (Lisboa), com parceria da José Maria da Fonseca

.Salineira IPA (Aveiro)

.Vadia Thartaruga IPA (Oliveira de Azemeis)

.1927 Bengal Amber IPA

Com 4

.Alma Açoreana IPA (Braga)

.Ermida Blonde Ale (Abrantes) com 8º de álcool

.Koriska IPA (Açores)

.Soberana South Africa IPA (Sintra)



2.Revista de Vinhos (RV)

A RV continua atenta a este mundo nova das artesanais, reservando sempre 1 ou 2 páginas a este tema:

.Outubro 

Dos Santos Craft Beer (Sesmarias, Carvoeiro) com 6 artesanais

.Novembro

Portuguese Craft Beer (Braga) com a Alma Brasileira

.Dezembro

Lince Craft Beer (Lisboa) com a Villa Lince que estagiou em barricas de Vinho de Carcavelos


3.Fugas (separata do Público)

Musa das Virtudes, um novo taproom da Musa agora no Porto.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Grupo FJF (25ª sessão) : 1 branco, 1 tinto e 1 fortificado de eleição

 Mais um almoço vínico deste grupo de prova, com vinhos da minha garrafeira. O repasto decorreu no restaurante Lugar Marcado onde, mais uma vez, a Sandra nos tachos e a Fátima na sala tiveram um grande desempenho.

Como é tradição, a Fátima pôs à prova 3 azeites de qualidade. A minha classificação, de 1 a 5:

.Azête Figueirinha - 5

.Cupido Qtª do Sardoal - 4,5

.Zabodez Qtª dos Lagares - 4,5

Quanto aos vinhos, desfilaram:


.Quinta das Marias Crudos 2018 (garrafa nº 549/960) - com base na casta Encruzado (100 %), estagiou nas borras finas durante 20 meses e foi engarrafado em Maio 2020; nariz delicado mas intenso, presença de citrinos e fruta de caroço, notas tropicais, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca longo (13 % vol.). Uma grande surpresa, este branco fora da caixa, mas com uma grande personalidade e complexidade. Nota 18,5+.

Este branco harmonizou com as entradas (chamuças de bacalhau, croquetes de carne e coelho frito) e, ainda, com um peito de pato.


.Quinta da Falorca Garrafeira 2011 - 95 pontos no Parker; com base nas castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Rufete, estagiou em inox e barricas de carvalho francês durante 24 meses e mais 30 meses em garrafa; ainda com muita fruta vermelha, algum acidez, notas especiadas, taninos civilizados, volume e final de boca de respeito (14 % vol.). Muito elegante e gastronómico, a beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 18,5.

Este tinto maridou com o peito de pato e presa de porco preto.


.Moscatel Alambre 20 Anos José Maria da Fonseca (engarrafado em 2021) - presença de frutos secos e casca de laranja, algum mel, equlibrio acidez/gordura, notas especiadas, algum volume e final de boca interminável. Fresco, complexo e com uma excepcional relação preço/qualidade. Nota 19.

Este fortificado acompanhou Bolo Rançoso e Mousse de Chocolate.


Mais uma grande sessão de convívio, comeres e beberes.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Grupo dos 3 (77ª sessão)

 Mais uma sessão deste grupo de enófilos da linha dura que decorreu no Real Palácio e foi organizada pelo João Quintela com vinhos da sua garrafeira.

Desfilaram:


.Portal do Fidalgo Alvarinho 2010 - alguma oxidação nobre, nariz contido, presença de fruta de caroço, notas tropicais, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca (13,5 % vol.). Um Alvarinho com 11 anos e ainda com saúde, embora a casta não seja muito evidente. Nota 17,5.

Este branco acompanhou uma série de entradas (croquetes de vitela, ovos mexidos com farinheira e espargos com presunto) e um prato de atum com molho virgem.  


.Quinta de Lemos Touriga Nacional 2012 - com base na casta Touriga Nacional (100 %), estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês; fresco, ainda com fruta vermelha, alguma acidez, notas especiadas, taninos polidos mas bem presentes, algum volume e final de boca longo (14,5 % vol.). Muito elegante, deve ser bebido nos próximos 7/8 anos. Nota 18.

Este tinto harmonizou com um prato de filetes de vaca e batata gratinada.


.Quinta da Casa Amarela 10 Anos (engarrafado em 2003) - aroma intenso, presença de frutos secos e citrinos, acidez nos mínimos, algum volume e final de boca. Cansado e algo melado, perdeu o vigor de há alguns anos atrás. Nota 17.

Este fortificado acompanhou alguns doces.


Copos adequados , temperaturas correctas e serviço profissional.

Mais uma boa sessão de convívio, comeres e beberes. Obrigado João.

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Viva Lisboa revisitado e outros espaços de restauração

 1.Viva Lisboa - 4 *

O Viva Lisboa é o restaurante do Neya Lisboa Hotel e já foi aqui referido nas crónicas:

."Dão à Prova, mais uma vez"

.Viva Lisboa, Miguel Laffant novamente" 

Continua um espaço amplo, com as mesas bem aparelhadas, e disponibiliza um Menu Executivo ao almoço de 2ª a 6ª feira, que muda todas as semanas. Por 13,50 € pode-se almoçar uma sopa, um prato (a escolher entre 3), uma sobremesa, bebida e café.

No dia em que o visitei, comi:

.Creme de abóbora

.Fusili de camarão

.Arroz doce

Quanto à componente vínica, inventariei 1 champanhe, 3 espumantes, 7 brancos (4 a copo), 2 rosés e 10 tintos (4). A lista de vinhos é curta mas nada óbvia. Inclui a indicação das castas, mas omite os anos de colheita, para além de alguns erros.

 Serviram-me um desconhecido branco Endal 2019 (Vinho Regional de Lisboa) - nariz exuberante, muito fresco e mineral, notas cítricas, acidez bem presente, volume e final de boca de assinalar. muito equlibrado e fresco é uma óptima surpresa. Nota 17,5.

A garrafa veio à mesa, dada a provar num belo copo "Chef & Somellier" e servida uma quantidade generosa.

Serviço profissional e muito simpático.

No final do almoço, oferta de castanhas assadas e respectiva jeropiga (era dia de S. Martinho).


2.Outros espaços de restauração

Nos últimos tempos (3/4 meses) frequentei, entre outros que não registei, os seguintes (classificados de 1 a 5 *):

Com 5 *

.Suba

Com 4,5 *

.Degust'AR Lisboa

.Retiro do Novo Ramiro (Óbidos)

.Revolução

.Taberna Albricoque

Com 4 *

.Cabana do Pescador (Foz do Arelho)

.MAAT Kitchen

.Marisco na Praça (Cascais)

.Moinho Ibérico (São João das Lampas, Sintra)

.Peixola

.Recanto da Barquinha (Vila Nova da Barquinha)

.Relento (Algés)

.Sebastião

.Taberna dos Trovadores (S. Pedro de Sintra)  

Com 3,5 *

.Dom Roger

.Geographia

.Lx Inn

.Rice Me

Nota - os restaurantes sem indicação da localidade, são todos em Lisboa

sábado, 4 de dezembro de 2021

Vinhos em família (CXXVIII) : um tinto de 2011 a impor-se

 Provados mais 4 vinhos em família (3 brancos e 1 tinto, todos de Lisboa), com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega. E eles foram:


.Morgado Stª Catherina Reserva 2017 - 90 pontos na Wine Enthusiast; com base na casta Arinto (110 %), estagiou 6 meses em barrica; presença de citrinos e alguma fruta tropical, acidez no ponto, notas glicerinadas, algum volume e final de boca extenso (13 % vol.). Gastronómico, pede comida por perto. Nota 17,5+. 


.Ramilo Arinto 2018 - com base na casta Arinto (100 %); aroma discreto, presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, volume e final de boca médios (13,5 % vol.). A casta Arinto não me pareceu muito presente. Nota 17.


.Ramilo Vital 2019 - com base na casta Vital (100 %); aroma mais evidente, fruta de caroço, notas de melão e amanteigadas, alguma  acidez, volume de boca notável e final de boca médio (13 % vol.). Bem mais interessante que o seu "irmão" Arinto e com a casta Vital bem visível. Nota 17,5 


.Quinta Monte d' Oiro Reserva 2011 Late Release (garrafa nº 1396/2011) - com base nas castas Syrah (96 %) e Viognier (4 %), estagiou 19 meses em barricas de carvalho francês e 8 anos em garrafa; ainda com muita fruta vermelha, acidez no ponto, notas especiadas, taninos de veludo, algum volume e final de boca extenso (13 % vol.). Elegante e complexo, a beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 18,5.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Novembro 2013 : o que se passou aqui há 8 anos

 Entre as 13 crónicas publicadas no decorrer de Novembro 2013, destaco estas 3:


."Os vinhos do Celso Pereira"

Recordando um jantar vínico, organizado pela Garrafeira Néctar das Avenidas no Real Palácio Hotel, com a presença do produtor e enólogo Celso Pereira, com o qual, nos tempos das CAV, tinha uma excelente relação pessoal e institucional.


.Provar vinhos no Chafariz com a Herdade das Servas"

Recordando uma apresentação e prova de vinhos da Herdade das Servas no Chafariz do Vinho (um dos sócios era o João Paulo Martins), com a presença dos produtores (os irmãos Mira) e do enólogo (Tiago Garcia).


."Almoço com Vinhos da Madeira"

Recordando um inesquecível almoço vínico na saudosa Enoteca de Belém, uma generosa oferta do nosso amigo enófilo José Rosa, em que participaram os componentes do Grupo dos Madeiras e o convidado especial Jorge S. Borges.

Para além de uns tantos vinhos tranquilos, provámos 5 fortificados (2 Porto Vintage e 3 Madeiras):

.Fonseca 1992 - 18

.Taylor's 1994 - 18,5

.Adega do Torreão Terrantez 1870 - 18,5+

.FMA Bual 1964 - 19

.Blandy Verdelho 1977 - 18,5