quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Grupo dos 3 (79ª sessão) : Alentejo em alta e um grande 30 Anos

 Esta última sessão foi da minha responsabilidade e decorreu no Lugar Marcado. As 26 sessões anteriores organizadas por mim desenrolaram-se em restaurantes diferentes, mas é cada vez mais difícil encontrar um espaço onde se coma bem, tenha um bom serviço de vinhos e que haja uma boa relação com os seus responsáveis. Face ao exposto, decidi voltar ao Lugar Marcado, já aqui referido por diversas vezes, onde a Fátima na sala e no serviço de vinhos e a Sandra nos tachos, estiveram sempre à altura dos acontecimentos.


O repasto começou. por iniciativa da Fátima, com uma prova de azeites, tendo-os eu classificado de 1 a 5:

.Azête Premium Quinta da Figueirinha - 5

.Quinta de Cães (Beira Interior) - 4,5

.Oliveira Ramos Premium - 4


Quanto aos vinhos, desfilaram:

.Herdade Aldeia de Cima Garrafeira 2019 (garrafa nº 3299/5820) - 19 na Grandes Escolhas e 18 na Revista de Vinhos; com base nas castas Antão Vaz (70 %), Arinto (25 %) e Alvarinho (5 %), estagiou 9 meses em barricas de carvalho francês e mais 10 em garrafa; aroma intenso, presença de citrinos e fruta de caroço, notas florais, equilibrio acidez/gordura, volume e final de boca de respeito (14 % vol.). Complexo e muito gastronómico. Nota 18,5.

Este branco harmonizou com empadas de galinha, sopa de tomate com ovo escalfado e coelho frito.


.Mouchão Tonel 3-4 2013 - 96 pontos no Parker e na Jancis Robinson e 18,5 na Grandes Escolhas; com base na casta Alicante Bouschet (100 %), estagiou 3 anos em tonéis de carvalho e castanho seguidos de mais 2 em garrafa; ainda com fruta vermelha e alguma acidez, notas especiadas, taninos presentes e civilizados, estruturado e final de boca longo (14,5 % vol.). Elegante e complexo, a beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 18,5.

Este tinto maridou com o coelho frito e carne de alguidar, batata tomilho e milho frito. 


.Ramos Pinto 30 Anos - 98 pontos na Decanter, 94 na Wine Spectator, Wine Enthusiast e Parker e 19,5 na Grandes Escolhas; presença de frutos secos, notas de caril, iodo e brandy, acidez e taninos equilibrados, volume e final de boca interminável. Um grande Tawny a impor-se à maioria dos Vinntage. Nota 19,5.

Este fortificado acompanhou um bolo rançoso.

Mais uma grande jornada de convívio, comeres e beberes.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Vinhos em família (CXXXI) : brancos de inverno em alta

 Mais 4 vinhos (3 brancos e 1 tinto) provados em casa, com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega com as respectivas apreciações e 5 em restaurantes, estes apenas com as classificações que lhes atribuí.

E eles foram:


.Terra Larga 2013 (selo do IVV) - enologia de Tomás Vieira da Cruz; com base nas castas Fernão Pires, Arinto, Sémillon e Alvarinho (25 % de cada), segundo informação gravada na própria rolha, estagiou 3 anos e 2 meses em garrafa, só saindo para o mercado em Julho 2017; oxidação nobre, presença de citrinos e fruta de caroço, notas glicerinadas, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca (12,5 % vol.). Ainda longe da reforma, este vinho é um bom exemplo de que há brancos que envelhecem muito bem. Nota 18.


.Alvarinho Deu-la-Deu Histórico 2017 - 90 pontos no Parker; com base na casta Alvarino (100 %), é um branco de curtimenta que estagiou 12 meses nas borras finas e mais 3 em garrafa; algo evoluido, presença de fruta de caroço, notas tropicais, acidez no ponto, notas amanteigadas, volume e final de boca assinaláveis (12,5 % vol.). Muito gastronómico, harmonizou bem com pratos de peixe e até com um cabrito no forno. Nota 18.


.Adega Mãe Vinhas Velhas Vinho de Parcela 2018 - enologia de Diogo Lopes; com base na casta Vital da Serra de Montejunto (100 %), estagiou 10 meses em "ovo de cimento" e mais 20 em garrafa; fresco e mineral, notas cítricas e vegetais, acidez no ponto, algum volume e final de boca seco (13 % vol.). Gastronómico e com personalidade. Nota 17,5. 


.Quinta dos Termos Grande Escolha 2011 (Beira Interior) - enologia de Virgilio Loureiro; com base na casta Tinto Cão (100 %), estagiou em barricas novas de carvalho francês; fresco e elegante, presença de fruta vermelha, notas florais, acidez no ponto, taninos civilizados, especiado, algum volume e final de boca (13,5 % vol.). Gastronómico, mas muito unidireccional. Nota 17,5.


.Argilla 2018 branco - 17

.São Luiz Reserva 2019 branco - 17,5

.Vinha Centenária 2019 branco (Pico) - 18

.Guadalupe 2020 branco - 16

.Barranco Longo 2020 rosé - 17

sábado, 19 de fevereiro de 2022

Grupo FJF (26ª sessão) : 2 vinhos alentejanos surpreendentes

 Esta 26ª sessão foi da responsabilidade do Frederico que escolheu o Lagar de Xisto, onde provámos 3 vinhos da sua garrafeira (1 branco, 1 tinto e 1 Madeira).

A componente gastronómica esteve a um nível alto, os copos eram Schott, as temperaturas controladas, mas as 2 TV continuam ligadas, o que pode ser um factor de distração e não faz nenhum sentido.

Desfilaram:


.Monte da Penha Verónica (1 das 4018 garrafas - lote 2018, 2019 e 2020) - enologia de Susana Esteban; com base nas castas Arinto, Fernão Pires, Roupeiro e Trincadeira das Pratas; presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, notas glicerinadas, madeira bem integrada, volume e final de boca assinaláveis (12,5 % vol.). Gastronómico e muito equilibrado, um desconhecido branco alentejano surpreendente. Nota 18.  

Este branco harmonizou com uma série de entradas (queijo fresco, cogumelos recheados, peixinhos da horta e presunto) e um belíssimo robalo do mar.


.Monte da Penha Grande Reserva 2011 - com base nas castas Alicante Bouschet (50 %), Trincadeira (25 %) e Aragonez (25 %), estagiou 12 meses em madeira de carvalho; alguma evolução mas ainda com fruta vermelha, acidez no ponto, notas terciárias, taninos domados, algum volume e final da boca longo (14 % vol.). Elegante e ainda longe da reforma, a consumir até 7/8 anos. Nota 18,5.  

Este tinto maridou com um saboroso naco do lombo de vitela.


.Barbeito Bastardo Reserva Medium Dry - com base na casta Bastardo (100 %); presença de frutos secos, brandy e caril, notas especiadas, taninos civilizados, algum volume e final persistente. Um bom Madeira, mas sem fazer subir aos céus. Nota 17,5.

Este fortificado acompanhou uns tantos doces. 

Mais uma boa sessão de convívio, comeres e beberes. Obrigado Frederico!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Curtas (CXXIX) : Jornadas de Enoturismo, Mês do Sável e mais espaços de restauração

 1.Jornadas de Enoturismo (10ª Edição)

As Jornadas de Enoturismo decorrem hoje e amanhã, no Convento de São Francisco em Santarém. Esta 10ª Edição conta com a participação das 5 Regiões Vinícolas do Centro de Portugal (Bairrada, Beira Interior, Dão, Lisboa e Tejo).

O acesso é gratuito, mas exige inscrição em www.jornadasdeenoturismo.pt.


2.Março, mês do Sável

A Campanha de Gastronomia "Março, mês do Sável" é organizada pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e decorrerá ao longo do mês de Março no respectivo Concelho, em 28 restaurantes aderentes em Alhandra, Castanheira, São João dos Montes, Vialonga e Vila Franca de Xira, cujos nomes ainda não foram divulgados.


3.Mais espaços de restauração

Restaurantes frequentados já neste ano e respectivas classificações (de 1 a 5 *), entre outros que não registei:

Com 5*

.Lugar Marcado

.Suba (Hotel Verride)

.Taberna Albricoque

Com 4,5 *

.Belém 2 a 8

.Belmiro

.Degust'AR Lisboa

.Prova-Enoteca Restelo

.Santa Clara dos Cogumelos

.Swaagat (indiano)

.Zunzum Gastrobar

Com 4 *

.Elevador (Hotel Santa Justa)

.Infame (1908 Lisboa Hotel)

.Lugar de Xisto

Com 3,5 *

.Antigo 1º de Maio

.Chimarrão Campo Grande

.Mestrias Tasca Nova

.Peixaria (Parque das Nações)

.Sebastião (Hotel da Baixa)

Com 3 *

.Estado d' Alma Bistro & Wine Bar

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Uma grande jornada no Sal na Adega - 5 *

 O Sal na Adega Food & Atlantic Wines é o restaurante da Adega Mãe que pertence ao mesmo grupo do Bacalhau Riberalves e já foi aqui comentado na crónica "Mais 2 espaços de restauração visitados : (...) e Sal na Adega".

A ementa tem algumas alterações e agora constam 12 entradas, 7 pratos de bacalhau, 4 de peixe, 4 de carne e 6 sobremesas. Tem, ainda, às 2ª, 4ª, 6ª, Sábado e Domingo, o prato do dia. 

Quanto à componente vínica, a carta também sofreu algumas alterações. Inventariei 3 espumantes, 15 brancos, 2 rosés e 12 tintos, todos Adega Mãe e bebíveis a copo. Para além destes mantem 2 Porto Kramenan, 1 Ginja e a cerveja artesanal Musa.


Não costumo dizer com que amigos vou almoçar, para além dos grupos de prova, mas desta vez faço uma excepção. Fomos eu, o Juca e companheiras. E, na nossa qualidade de antigos donos e animadores do projecto Coisa do Arco do Vinho (CAV), tivemos o privilégio de nos terem sido oferecidos vários vinhos, durante o repasto. A iniciativa foi do Diogo Lopes, enólogo residente da Adega Mãe que já conhecíamos dos tempos das CAV, que almoçava na companhia do produtor e de um convidado.


Desfilaram os vinhos:

.Dory 2020 (?) (Nota 17)

.Adega Mãe Viosinho 2019 (16,5)

.Adega Mãe Reserva 2019 (17,5)

.Adega Mãe Atlântico Pinot Noir 2019 (15)

que fizeram boa companhia ao que comi:

.Couvert (pão, manteigas aromatizadas, azeitonas marinadas, pastéis de bacalhau e azeite)

.Arroz de tomate malandrinho com bochechas de bacalhau à Bulhão Pato

.Pastel de feijão

Serviço eficiente e muito profissional.


No final do almoço, passagem obrigatória pela loja, onde comprei o belíssimo Adega Mãe 221, para além de bacalhau, tendo sido surpreendido com a oferta de 1 garrafa do Adega Mãe Vinha Experimental.

Foi uma grande jornada. Obrigado Diogo!


Última hora - já provei a garrafa que me foi oferecida:

Adega Mãe Vinha Experimental 2019 - fresco e mineral, presença de citrinos e alguma fruta de caroço, acidez bem vincada que lhe prolongará a vida, notas glicerinadas, algum volume e acentuado final de boca (13,5 % vol.). No contra rótulo pode ler-se "Este vinho resulta da experimentação de diferentes castas, que estão plantadas num campo experimental da Adega Mãe". Experiência aprovada! Nota 18.

sábado, 12 de fevereiro de 2022

Grupo FJF : 85 vinhos provados desde Maio 2018 (IV)

 A última crónica dedicada ao Grupo FJF é dedicada aos fortificados. Dos 21 postos à prova classifiquei 14 com 18,5 ou mais (66,7 % do total).

E eles foram:


Com 19,5

.FEM Verdelho Muito Velho

Com 19

.Ramos Pinto 30 Anos

.Blandy Bual 1977

.FMA Bual 1964

.Moscatel da Madeira 1865 (garrafeira particular)

.Moscatel Alambre 20 Anos JMF

Com 18,5+

.Blandy Verdelho 1976

.Moscatel 30 Anos JMF

Com 18,5

.Niepoort Vintage 1977

.Dalva Colheita 1985

.Messias Colheita 1977

.Barbeito Malvasia Frasqueira 1994

.Blandy Terrantez 20 Anos

.Carcavelos Quinta da Bela Vista


É de referir que dos 14 eleitos

.7 são Madeira (50 %)

.3 são Porto Tawny (2 Colheitas e 1 30 Anos) e apenas 1 Porto Vintage

.2 são Moscatel e 1 Carcavelos

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Grupo dos 3 (78ª sessão) : 3 confirmações e 1 surpresa

 Mais uma sessão deste núcleo duro, desta vez com vinhos da garrafeira do Juca que escolheu o restaurante Belmiro (Paço da Rainha). 

Desfilaram:


.Strato 2019 (Pico) - enologia de Bernardo Cabral, com base nas castas Arinto e Verdelho; presença de citrinos e algum tropical, equilibrio acidez/gordura, volume médio e final de boca notável (13 % vol.). Gastronómico é uma boa surpresa vinda dos Açores que desconhecia. Gostava de o voltar a provar daqui a uns tantos anos. Nota 18.

Maridou com uma série de entradas (empadas, salada de polvo, favinhas, ovos mexidos,...).


.Quinta da Pellada Touriga Nacional 1999 - com base na casta Touriga Nacional, estagiou 7 meses em carvalho; ainda com alguma fruta vermelha, acidez no ponto, taninos de veludo, notas especiadas, algum volume e final de boca. Pura "souplesse", mas está na altura de consumir as garrafas que tivermos em casa. Nota 18.


.Antónia Adelaide Ferreira 2008 - com base nas castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Sousão e  vinhas velhas, estagiou 2 anos em barricas novas de carvalho francês; ainda com fruta preta, alguma acidez, taninos bem presentes mas civilizados, especiado com o chocolate preto a impor-se, volume e final de boca assinaláveis (14 % vol.). Complexo e equilibrado, a beber nos próximos 7/8 anos. Nota 18,5.

Estes 2 tintos acompanharam mãozinhas de vitela com grão.


.Henriques & Henriques Terrantez 20 Anos - 95 pontos na Decanter; presença de frutos secos, caril e vinagrinho, notas especiadas, taninos evidentes, volume considerável e final de boca interminável. A Madeira no seu melhor. Nota 19.


Boa gastronomia saída das mãos da equipa do chefe Belmiro que deu o nome a este espaço, serviço profissional e copos Shott na mesa. Mais uma boa sessão de convívio, comeres e beberes.

Obrigado Juca!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Grupo FJF : 85 vinhos provados desde Maio 2018 (III)

 A crónica de hoje é dedicada aos tintos. Dos 27 postos à prova, classifiquei com 18,5 ou mais 16 (59,3 % do total).

E eles foram:


Com 19

.Grandes Quintas Vinha do Cerval 2011 (Douro)

.Quinta dos Carvalhais Único 2015 (Dão)

Com 18,5+

.Quinta do Vesúvio 2011 (Douro)

.Pai Abel 2009 (Bairrada)

Com 18,5

.Quinta do Cidrô Marquis 2017 (Douro)

.Trilho em Pormenor 2015 (Douro)

.Conde Vilar Seco Touriga Nacional Garrafeira 2010 (Dão)

.Quinta da Falorca Garrafeira 2011 (Dão)

.Vinha Othon Reserva 2008 (Dão)

.Foral de Cantanhede Gold Edition Grande Reserva Baga 2009 (Bairrada)

.Lopo de Freitas 2011 (Bairrada)

.Marquês de Marialva Garrafeira 2001 Edição Especial 65 Anos (Bairrada)

.Pai Abel 2013 (Bairrada)

.Pegos Claros Grande Escolha 2016 (Palmela)

.Zambujeiro 2011 (Alentejo)

.Vietti Castiglione Falleto 2004 (Itália)


É de referir:

.a prestação dos tintos da Bairrada (5 presenças) a ultrapassar o Douro (4) e o Dão (4)

.a colheita de 2011, a impor-se uma vez mais

domingo, 6 de fevereiro de 2022

Grupo FJF : 85 vinhos provados desde Maio 2018 (II)

 A crónica de hoje é dedicada aos brancos. Dos 37 postos à prova, classifiquei 17 com 18 ou mais (45,9 % do total de brancos).

E eles foram:


Com 18,5+

.Regueiro Jurácico I (Vinhos Verdes)

.Quinta das Marias Crudos 2018 (Dão)

Com 18,5

.Conceito Ontem 2016 (Douro)

.Quinta do Convento 1999 (Douro)

.M.O.B. Vinha Senna 2019 (Dão)

.Villa Oliveira 1ª Edição Lote 2010/2015 (Dão)

.Adega Mãe Terroir 2016 (Lisboa)

Com 18

.Portal do Fidalgo Alvarinho 2011 (Vinhos Verdes)

.Quinta de Santiago Rascunho Alvarinho 2015 (Vinhos Verdes)

.Vinhos Imperfeitos 2018 (Vinhos Verdes)

.Casa do Côro Reserva 2015 (Douro)

.Gouvyas Reserva 2015 (Douro)

.Quinta dos Carvalhais Branco Especial - eng. 2017 (Dão)

.Quinta San Michel Arinto 2017 (Lisboa)

.5ª de Mahler 2000 (Tejo)

.Muros de Magma Verdelho 2015 (Açores)

.Adega Mãe 221  2015 (IVV)


É de referir:

.o empate técnico das 3 Regiões melhor classificadas (Vinhos Verdes, Douro e Dão)

.o ano 2015, como a colheita melhor classificada

.a presença de 3 brancos de lote de várias colheitas

.2 brancos do século XIX, ainda com saúde

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Grupo FJF : 85 vinhos provados desde Maio 2018 (I)

 Este grupo constituído pelo F (Frederico Oom), J (João Quintela) e F (Francisco Cunha, eu próprio) fez a sua 1ª prova no Magano, com vinhos do Frederico sob o tema "brancos originais e pouco ou nada vistos". Esporadicamente participaram mais 2 J (Juca e José Rosa).

Até hoje foram realizadas 25 sessões de convívio, comeres e beberes em diversos espaços de restauração, a saber: Magano (9 vezes), Lugar Marcado (8), Lagar de Xisto (4), Bacalhoaria Moderna (já encerrada), Coelho da Rocha, Sessenta e Via Graça (1 em cada).

Dos 85 vinhos provados, 37 eram brancos (inclui 2 Colheitas Tardias), 27 tintos e 21 Fortificados.

Destes, 30 sairam da minha garrafeira, 26 do João, 25 do Frederico, 3 do J. Rosa e 1 do Juca. 

Dos vinhos provados, entraram no meu quadro de honra 47 (55,3 % do total), classificados com 18 ou mais os brancos e 18,5 ou mais os tintos e os fortificados.

Destes eleitos, 17 eram brancos (45,9 % do total de brancos), 16 tintos (59,3 % do total de tintos) e 14 fortificados (66,7 % do total de fortificados). Destes 14, 4 eram Porto (1 Vintage, 2 Colheita e 1 30 Anos), 7 Madeira, 2 Moscatel e 1 Carcavelos. 

Dos vinhos tranquilos, por Região, 4 eram Vinhos Verdes, 8 Douro, 8 Dão, 5 Bairrada, 4 Lisboa, 1 Palmela, 1 Alentejo, 1 Açores e 1 estrangeiro.

Em próximas crónicas inventariei os vinhos eleitos para o meu quadro de honra (brancos, tintos e fortificados).

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Janeiro 2014 : o que aconteceu aqui há 8 anos

 Das 17 crónicas publicadas no decorrer de Janeiro 2014, destaco estas 3:

."Cogumelos em Lisboa"

Recordando uma apreciação feita ao restaurante Santa Clara dos Cogumelos (Campo de Stª Clara, onde se realiza a Feira da Ladra) que esteve algum tempo encerrado devido à pandemia, mas já está a funcionar em pleno, embora só aberto ao Sábado para almoços.

Para quem aprecie cogumelos é imperdível. Tenciono revisitá-lo em breve.


."1300 Taberna revisitada"

Recordando uma apreciação a este espaço de restauração situado na Lx-Factory, onde cheguei a participar num almoço vínico do Grupo dos 3 que decorreu muito bem, tanto gastronomicamente como pelo serviço exemplar. 

Também tenciono revisitá-lo brevemente. 


.Pintas 2011 : será desta vez?"

A propósito dos prémios da antiga Revista de Vinhos que até 2014 não tinha reconhecido a competência dos enólogos Jorge S. Borges e Sandra T. Silva, um casal mediático criador do badalado Pintas.

Esta interrogação vinha na sequência da credenciada revista Wine Spectator, no seu nº de 22/1/2014, ter atribuído 98 pontos ao Pintas 2011, a nota mais alta dada a um vinho português não fortificado.