terça-feira, 30 de maio de 2023

Grupo ad-hoc (4ª sessão)

Este grupo, com a mesma constituição da jornada anterior (J. Quintela, Arménio, J. Rosa e eu), voltou a reunir. Desta vez foi n' O Colunas, com uma cozinha de 5 * a cargo da Fátima, copos Riedel na mesa, mas serviço reduzido aos mínimos. O restaurante não estava cheio, o que permitiu uma melhor concentração na prova dos vinhos que foi às cegas.  

Desfilaram:


.Quinta do Rol 2007 (levada por mim) - com base nas castas Arinto e Chardonnay; alguma evolução, fruta de caroço, acidez bem presente, notas amanteigadas, volume e final de boca de assinalar (12 % vol.). Apesar da idade, ainda está longe da reforma. Nota 18.


.Marquesa de Alorna Grande Reserva 2017 (levada por mim) - com base nas castas Verdelho, Loureiro, Antão Vaz e Alvarinho em vinhas velhas, estagiou 8 meses sobre as borras finas; presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, estruturado e com bom final de boca (13,5 % vol.). Muito gastronómico e harmonioso. Nota 18.

Estes 2 brancos harmonizaram com uma série de entradas (queijo fresco, pastéis de bacalhau e de massa tenra. jaquinzinhos e presunto).


.Vallado Reserva 2008 (levado pelo Arménio) - com base em vinhas velhas, estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês; ainda com muita fruta vermelha, acidez no ponto, taninos presentes e cilvilizados, algum especiado, volume e final de boca de assinalar (14,5 % vol.). Uma grande surpresa!  Ainda cheio de saúde, a beber nos próximos 5/6 anos. Nota 18,5+.


.Real Companhia Velha Síbio 2014 (levada pelo João) - 93 pontos na Wine Enthusiast; com base nas castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Francisca e Sousão; ainda com fruta preta, alguma acidez e notas especiadas, taninos firmes, volume e final de boca de respeito (13,5 % vol.). Complexo e elegante, a beber nos próximos 7/8 anos. Nota 18,5.

Estes 2 tintos maridaram com um magnífico pato com arroz no forno.

 

.Moscatel Alambre 20 Anos (levada pelo J. Rosa) - 94 pontos na Wine Enthusiast, 93 no Parker e na Wine & Spirits; notas de tangerina e laranja, acidez equilibrada, algum caril, volume considerável e final de boca envolvente e longo. Um grande Moscatel, sempre! Nota 18,5.

Este fortificado acompanhou uma tarte de amêndoa.


Mais uma boa sessão de convívio, comeres e beberes.

quinta-feira, 25 de maio de 2023

Grupo dos 6 (31ª sessão) : um tawny inesquecível e outros vinhos de eleição

 Este grupo de enófilos (desfalcado do nosso amigo Adelino) voltou a reunir no Magano. Boa gastronomia, serviço profissional, copos topo de gama, mas o barulho habitual.

Desfilaram:


.Grande Druida Encruzado 2019 (garrafa nº 1765 levada pelo Frederico) - com base na casta Encruzado (100 %), estagiou 10 meses em barrica e mais 16 na garrafa; presença de citrinos e fruta de caroço, belíssima acidez, notas amanteigadas, estruturado e final de boca muito longo (12,5 % vol.). Um branco de luxo, complexo e gastronómico. Nota 18,5+.


.Herdade do Perú Private Collection 2019 (garrafa nº 77/850 levada pelo João) - com base na casta Arinto, estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês; presença de citrinos, acidez viva, notas vegetais e algum amanterigado, algum volume e final de boca (12,5 % vol.). Uma raridade. Nota 17,5.

Estes 2 brancos maridaram com as entradas (queijo fresco, empadas, peixinhos da horta) e jaquins com arroz de tomate.


.Casa da Passarella O Oenólogo Vinhas Velhas 2014 (levada pelo Juca) - com base em vinhas com mais de 90 anos, estagiou 18 meses em barricas de carvalho; ainda com fruta vermelha, acidez presnte, notas especiadas, taninos de veludo, algum volume e final de boca (14 % vol.). Fresco e elegante, a beber nos próximos 5/6 anos. Nota 17,5+.


.Quinta da Manoella Vinhas Velhas 2014 (levada pelo J. Rosa) - TOP 30 na Grandes Escolhas e Revista de Vinhos; com base em vinhas velhas teve um longo estágio em barricas de carvalho francês; ainda com fruta preta, acidez equilibrada, especiado, taninos bem presentes mas civilizados, estruturado e final de boca muito extenso (14 % vol.). Fresco e complexo, a beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 18,5.

Estes 2 tintos harmonizaram com costoletas de borrego e porco preto grelhado.


.Burmester Tordiz 40 Anos, engarrafado em 2021 (levada por mim) - 94 pontos na Wine Spectator; presença de frutos secos, notas de iodo e caril, acidez bem nítida, taninos domesticados, volume notável e final de boca interminável.

Um tawny monumental e inesquecivel. Nota 19,5.

Este fortificado acompanhou doçaria conventual.


Mais uma grande sessão de convívio, comeres e beberes!

terça-feira, 23 de maio de 2023

Impulso, Comércio 36 e outros espaços de restauração

1.Impulso - 4 *

O Impulso é o restaurante do Editory Riverside Santa Apolónia Hotel e fica no 1º piso deste hotel de luxo situado na estação dos caminhos de ferro.

Espaço alargado, mas com pouca luz, mesas despojadas, mas guardanapos de pano. Cozinha aberta e copos Riedel.

Na ementa constam 7 entradas (de 9 a 17 €), 4 pratos de peixe (17 a 23 €), 4 de carne (19 a 25 €), 2 vegetarianos e 4 sobremesas (7 a 7,50 €). 

Para além da lista tem 2 Menus:

.22 € (entrada ou sobremesa, prato principal, bebida e café)

.25 € (entrada, prato, sobremesa, bebida e café)

Ambos os Menus incluem o couvert (pão e um belíssimo azeite Valle Pradinhos). As entradas e sobremesas são a escolher entre 2 e o prato entre 3.

Optei pelo Menu de 22 € e escolhi crocantes de risotto e linguini com peixe, ambos correctos mas sem subir aos céus.

Quanto à componente vínica, inventariei 3 espumantes (2 a copo), 11 brancos (5), 3 rosés (2), 11 tintos (4), 1 Moscatel, 1 Madeira, 1 Carcavelos e 1 Abafado. Na lista de bar constam 3 Portos e 2 Moscatéis.

Sem anos de colheita nem cervejas artesanais. Os Verdes estão separados dos Brancos, o que não se entende. A temperatura dos tintos está no limite do aceitável.

Optei pelo branco Tons de Duorum 2021, correcto e a cumprir os mínimos. Nota 15,5.

Para um hotel de luxo, a componente vínica merecia melhor cuidado.


2.Comércio 36 - 4 *

Este restaurante pertence ao Hotel Vincci Baixa e tanto pode ser acedido pela Rua do Comércio, 36 como pela Rua São Julião, 57.

Tem 3 Menus Executivos:

.12 € (prato e salada de frutas)

.15 € (prato e entrada ou sobremesa)

.19 € (entrada, prato e sobremesa)

Qualquer das modalidades tem ainda "amuse bouche", couvert (pão, manteiga, azeite e mousse), água e café.

À parte, vinho da casa a copo (Stanley) a 3 €. 


3.Outros espaços, classificados de 1 a 5 * 

Com 5

.Casa da Dízima

.Lugar Marcado

.Sabores de Itália

.Salsa & Coentros

Com 4,5

.Belmiro

.Elevador

.Laurentina

.Petit d'Algés

.Sauvage

Com 4

.Andorinhas

.Menina Sardinha

quinta-feira, 18 de maio de 2023

Homenagem a Artur de Barros e Sousa (II)

continuando...


3.Eu e a Artur Barros e Sousa (ABS)


3.1. A empresa

Em finais dos anos 90, estava eu de férias no Funchal quando visitei a ABS. Fiquei deveras surpreendido e interrogava-me como é que aquele produtor reduzido aos mínimos dava conta do recado. Contava apenas com 3 pessoas, o Artur que produzia os vinhos, o irmão Edmundo que era o comercial e relações públicas e a mulher deste que garantia o secretariado. Se a memória não me atraiçoa, só tinham um telefone e uma velha máquina de escrever. Nem computador, nem um fax! Um espanto...  


3.2. A prova 


Não descrevendo em pormenor cada um dos 7 vinhos provados, diria que, em geral, se nota a presença de frutos secos, notas de caril e iodo, o característico vinagrinho, estrutura apreciável e final de boca muito longo, nalguns interminável. O grau de doçura vai variando, de acordo com a respectiva casta.

Dos 7, encontrei nos meus registos referência a 6. A excepção foi o Moscatel Velho 1965 que não encontrei qualquer anotação. Também estranhei, ao compulsar os Roteiros de Vinhos Portugueses do José Antóniom Salvador (13), não ter encontrado qualquer referência a este ano.

Quanto aos vinhos provados, por ordem de chegada à mesa, aqui vão as minhas classificações (entre parêntesis as que dei noutras ocasiões):

1.ABSL Listrão de Porto Santo (algo adocicado) - 17,5 (16)

2.ABSL Terrantez 1980 (acentuadamente seco) - 18,5 (18,5)

3.ABSL Verdelho 1965 (muito complexo e intenso) - 19 (19)

4.ABSL Moscatel Velho 1965 (aroma a borracha queimada) - desclassificado (não provado anteriormente)

5.ABSL Moscatel Velho 1890 (enorme moscatel) - 19,5 (18,5+)

6.ABSL Malvazia PJL 1880 (final interminável) - 19 (18,5+)

7.ABSL Boal 1860 (a Madeira no seu melhor!) - 19,5 (19,5)


3.3 Conclusão

Graças ao nosso amigo Adelino e à Néctar das Avenidas, tivemos a oportunidade de participar numa grande prova de Madeiras e homenagear a Artur de Barros e Sousa. Tenho dúvidas que haja em Portugal ou noutras partes do mundo um grupo de enófilos que tenha participado numa prova deste tipo. Prova irrepetível? Só o futuro o dirá.

A fechar, o meu muito obrigado ao Adelino pelos vinhos e ao João e Sara pelo convite e organização desta memorável prova.

Bem hajam!

terça-feira, 16 de maio de 2023

Homenagem a Artur de Barros e Sousa (I)

1.A Artur de Barros e Sousa (ABS) na Néctar das Avenidas


Fui, recentemente, um dos poucos privilegiados a tomar parte numa prova histórica de Vinhos Madeira da ABS, alguns raros e impossíveis de alcançar (3 eram do século XIX). 

O evento aconteceu na Garrafeira Néctar das Avenidas e deve-se em grande parte ao nosso amigo Adelino de Sousa que, para além de levar 5 vinhos da sua garrafeira, fez a apresentação da empresa ABS e dos 7 vinhos * que iam estar em prova. 

A prova estava muito bem organizada, com o serviço dos vinhos prestado pelo João Quintela que também participou, sem tempos mortos, com temperaturas correctas e bons copos. 

Terá sido uma prova irrepetível, para além de histórica? Interrogo-me, mas já o tinha feito noutras ocasiões, como se pode ler em:


."Almoço com Vinhos da Madeira (8ª sessão) : uma jornada Vínica inesquecível" 

e

."Almoço com Vinhos da Madeira (13ª sessão) : uma homenagem à Artur Barros e Sousa". 


* - a identificação e a minha apreciação destes vinhos  constará na última parte desta crónica.


2.A Artur de Barros e Sousa (ABS) e o António José Salvador 


O saudoso crítico António José Salvador (JAS) foi o grande divulgador dos vinhos da ABS, de quem era um apaixonado. Para além de critico o JAS deixou uma importante e extensa obra escrita, cujo levantamento fiz em:

."A minha biblioteca vínica (III) : os livros do José António Salvador (1ª parte)

e

."A minha biblioteca vínica (III) : os livros do António José Salvador (2ª parte)"

No último capítulo de "Os autores dos grandes vinhos portugueses" (Edições Afrontamento, 2003), o JAS elege "uma garrafeira com 21 vinhos de autor para comemorar a passagem pelo século XXI", nela constando 2 espumantes, 3 brancos, 10 tintos, 4 Portos, 1 Moscatel e 1 Madeira.

O Madeira seleccionado foi o Artur Barros e Sousa Terrantez 1980 (que provámos, diga-se já).

No 6º e último volume da obra monumental "Portugal, Vinhos - Cultura e Tradiçao" dedica algumas páginas à ABS, referindo que a firma foi fundada por Pedro José Lomelino (PJL) que a passou ao seu sobrinho Artur de Barros e Sousa, avô dos irmãos Artur e Edmundo, já nossos conhecidos.

Diz JAS a determinada altura que "(...) Como jornalista e enófilo ir à Madeira e não cumprimentar or irmãos Sousa é o mesmo que ir ao Vaticano e não olhar a Capela Sistina pintada por Miguel Âmgelo (...).


continua...

quinta-feira, 11 de maio de 2023

Curtas (CXLV) : Melhores Vinhos do Alentejo, Evora Wine, Alqueva Sunset, Enóphilo Wine Fest, Alentejo em Lisboa e Gala de Vinhos do Tejo

 1.Concurso Melhores Vinhos do Alentejo

Organizado pela Confraria dos Enófilos do Alentejo, com o apoio da CVR Alentejo, o Concurso Melhores Vinhos do Alentejo teve 136 concorrentes.

Entre medalhas de prata, bronze e menções honrosas, destaco as medalhas de ouro:

.vinho branco - Herdade São Miguel Esquecido 2021

.vinho tinto - Cartuxa 2017

.vinho rosé - Maré Viva 2022 (Adega Cooperativa do Redondo) 


2.Evora Wine

Com o apoio do Turismo do Alentejo, CVR Alentejana, Confraria dos Enófilos do Alentejo e Câmara Municipal de Evora, em 19 e 20 Maio, o Evora Wine regressa à Praça do Giraldo.

Estarão presentes 40 produtores alentejanos e 250 vinhos à prova.


3.Alqueva Sunset

No dia 20 Maio a CVR Alentejo vai organizar uma prova de espumantes alentejanos na Amieira Marina, ao pôr do sol e a bordo do Guadiana.


4.Enóphilo Wine Fest 2023 Braga

A 2ª edição deste evento vai realizar-se dia 27 Maio, entre as 15 e as 20 h, no Vila Galé Collection Braga. 

Vai contar com 30 produtores e 200 vinhos à prova.


5.Alentejo em Lisboa

Regressa ao CCB em 2 e 3 Junho o grande evento organizado pela CVR Alentejana.

Estão previstos 60 produtores, 450 vinhos à prova e, ainda, provas temáticas.


6.Gala de Vinhos do Tejo 2023

Promovida pela CVR Tejo, em parceria com a Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo, vai ter lugar dia 3 Junho a entrega de prémios do XIII Concurso Vinhos do Tejo, em evento aberto ao público, na ODE Winery em Vila Chã de Ourique.

terça-feira, 9 de maio de 2023

Grupo dos 3 (85ª sessão) : um branco a brilhar entre grandes vinhos

 Esta última sessão foi da minha responsabilidade, tendo escolhido novamente o Lugar Marcado. Contámos com a Sandra inspiradíssima nos tachos e, na sala, a Fátima a praticar um serviço de vinhos de 5 *. Na mesa bons copos Schott. O habitual...


Começámos, por iniciativa da Fátima, com uma prova de azeites:

.Quinta do  Arnozelo (DOP Trás-os-Montes) - 4 (em 5)

.Quinta do Noval Centenário - 5

.Principal Vintage - 4,5


Quanto a vinhos da minha garrafeira, desfilaram às cegas: 

.Kompassus Private Collection 2016 - com base nas castas Arinto e Cercial, estagiou 7 meses em barricas novas de carvalho francês; presença de citrinos e fruta de caroço, acidez pronunciada, notas amanteigadas, volume apreciável e final de boca muito longo (12,5 % vol.). Complexo, elegante e gastronómico. Nota 19 (se a memória não me atraiçoa, é o meu primeiro 19 a um branco).

Este branco harmonizou com o couvert, chamuças, croquetes, coelho frito e caril de camarão.


.Kompassus Private Collection Baga Vinhas Velhas 2015 - com base na casta Baga (100 %), estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês; fruta vermelha, acidez no ponto, notas especiadas, taninos presentes e civilizados, estruturado e final de boca longo (14 % vol.). Austero e elegante. Nota 18,5.

Este tinto maridou com caril de camarão e presa de porco preto.


.Ramos Pinto R P 30 Anos (engarrafado em 2015) - 98 pontos na Decanter, 94 na Wine Spectator, Wine Enthusiast e Parker; presença de frutos secos, notas de iodo e caril, acidez fabulosa, volume assinalável e final de boca de grande persistência. Nota 19.

Este fortificado acompanhou bolo rançoso.


Mais um agrande sessão de convívio, comeres e beberes.

quinta-feira, 4 de maio de 2023

Vinhos em família e não só (CXLIII)

 Mais 3 vinhos provados em casa, com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega. E mais uns tantos, bebidos em espaços de restauração e sem notas de prova. 

E eles foram:


1.Provados em casa

.Insula Arinto dos Açores 2018 (garrafa nº 1121/4203) - com base na casta Arinto dos Açores (100 %), estagiou 2 anos e meio na garrafa; cítrico e salino, notas tropicais, acidez bem presente, volume médio e final de boca longo (12 % vol.). Original, fresco e elegante. Nota 18.


.Casa de Saima Garrafeira 2015 branco (garrafa nº 796/3200) - com base nas castas Bical, Cercial e Maria Gomes, estagiou 12 meses em madeira de carvalho avinhado; presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, volume e final de boca acentuados (13 % vol.). Complexo e muito gastronómico. Nota 18,5.


.Casa de Saima Garrafeira Baga 2015 tinto - com base na casta Baga (100 %), estagiou 18 meses em toneis de madeira avinhados e mais 12 em garrafa; fruta vermalha, alguma acidez, notas especiadas de pimenta e algum mentol, taninos presentes e civilizados, algum volume e final de boca extenso (13 % vol.). Elegante e gastronómico. Nota 18.


2.Bebidos em restaurantes (maioritariamente brancos)

Com 17,5

.Dona Graça 2018

.Monte da Bonança 2020

Com 17

.Castelo d' Alba 2022

.Planalto Reserva 2021

.Porca de Murça 2021

.Quinta dos Carvalhais Encruzado 2021

.2060 2021

Com 16,5

.Pinta Negra Reserva 2021

.Stanley 2021

terça-feira, 2 de maio de 2023

Abril 2015 : o que aconteceu aqui há 8 anos

 Das 11 crónicas publicadas no decorrer de Abril 2015, destaco estas 3:


."Jantar Susana Esteban : Procuras e Aventuras"

Recordando um jantar vínico com a produtora e enóloga Susana Esteban, organizado pela Garrafeira Néctar das Avenidas e que decorreu no restaurante Sem Dúvida.

Destacou-se o tinto Procura 2012.


."Grupo dos 3 (45ª sessão) : tintos do Douro "travestidos" de alentejanos"

Recordando um almoço deste grupo de enófilos da linha dura (Juca, João Quintela e eu), organizado pelo Juca que decorreu no restaurante Salsa & Coentros.

Os tintos provados às cegas eram ambos Ferreirinha Reserva Especial , mas pareceram-me alentejanos  (um de altitude e o outro da planície)...

A fechar, um grande Madeira, o Artur Barros e Sousa Verdelho 1984!


."Novo Formato+ (21ª sessão) : um grande Colheita para comemorar Abril"

Recordando um almoço com este grupo alargado de enófilos. Organizado por mim, escolhi a saudosa Enoteca de Belém, onde foram provados 7 vinhos da minha garrafeira (2 brancos 2013, 4 tintos 2008 e 1 Porto Colheita).

Nota alta para o Barros Colheita 1974, cujo rótulo ostentava um cravo vermelho.