1.Mês do Sável (Março)
Já são conhecidos os restaurantes aderentes, cuja listagem pode ser vista em cm-vfxira.pt ( o portal da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira).
2.Paixão pelo Vinho Awards Wine Party (3ª Edição)
Realiza-se no dia 7 de Março (das 17 às 23 h) no Hotel Vila Galé Ópera.
Serão entregues os prémios aos vinhos mais pontuados pela revista Paixão pelo Vinho e estarão à prova mais de 200 referências.
3.Beira Interior & Trás-os-Montes
Com organização das garrafeiras Néctar das Avenidas e Wines 9297, estarão à prova vinhos daquelas 2 Regiões praticamente desconhecidas da maioria dos enófilos.
O evento terá lugar no Hotel Real Parque, dia 4 de Abril das 15 às 20 h.
Oportunamente serão divulgados os produtores presentes.
4.Enophilo Wine Fest
Com organização do Luis Gradíssimo (blogue Avinhar), terá lugar mais uma edição deste evento no Lisbon Marriott Hotel, dia 18 de Abril a partir das 15 h.
Com a presença de 40 produtores, estarão à prova mais de 300 referências. Prevêem-se, ainda, a realização de Provas Especiais e de um Jantar Vínico.
sábado, 29 de fevereiro de 2020
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
Vinhos em família (C) : 5 vinhos a portarem-se bem
Mais 5 vinhos (3 brancos e 2 tintos) provados em casa, com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega.
E eles foram:
.Casa de Saima Garrafeira 2015 (garrafa nº 1073/3200) - enologia de Paulo Nunes; com base nas castas Bical, Sercial e Maria Gomes, estagiou 12 meses em madeira de carvalho avinhado; presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, notas glicerinadas e madeira bem casada, algum volume e final de boca (13 % vol.). Gastronómico. Nota 17,5+ (noutra situação também 17,5+).
.Vidigueira Grande Escolha 2017 - com base nas castas Antão Vaz e Perrum, estagiou 4 meses em barricas novas de carvalho francês; evoluido na cor, aroma discreto, presença de citrinos e fruta madura, acidez equilibrada, notas abaunilhadas, volume e final de boca médios (13,5 % vol.). Nota 17 (noutra 17,5).
.Vila Real Premium 2017 (comprado numa loja Lidl) - enologia de Rui Madeira; com base nas castas Viosinho, Malvasia Fina e Gouveio, estagiou em madeira de carvalho francês; presença de citrinos e fruta tropical, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca (13,5 % vol.). Melhora se bebido a 10º/12º. Excelente relação preço/qualidade. Nota 17.
.Qtª do Portal Grande Reserva 2011 - 94 pontos no Parker, 93 na Wine & Spirits e 90 na Wine Spectator; enologia de Paulo Coutinho;com base nas castas Touriga Nacional (60 %), Tinta Roriz (30 %) e Touriga Franca (10 %), estagiou 14 meses em barricas novas de carvalho francês; muito concentrado, presença de fruta preta, alguma acidez, especiado, taninos presentes mas civilizados, volume e final de boca assinaláveis (14,5 % vol.). A beber nos próximos 2/3 anos. Nota 18 (noutra 18,5).
.Marquesa de Alorna Grande Reserva 2011 - 93 pontos na Wine Enthusiast e 91 no Parker; enologia de Martta Simões; estagiou 12 meses em barricas novas de carvalho francês e mais 12 em garrafa; aroma intenso, muita fruta vermelha e algum vegetal, acidez equilibrada, especiado, taninos presentes mas civilizados, volume e final de boca assinaláveis (14 % vol.). A beber nos próximos 5/6 anos. Elegante e estruturado, uma boa surpresa vinda do Tejo. Nota 18 (noutra 17,5+).
E eles foram:
.Casa de Saima Garrafeira 2015 (garrafa nº 1073/3200) - enologia de Paulo Nunes; com base nas castas Bical, Sercial e Maria Gomes, estagiou 12 meses em madeira de carvalho avinhado; presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, notas glicerinadas e madeira bem casada, algum volume e final de boca (13 % vol.). Gastronómico. Nota 17,5+ (noutra situação também 17,5+).
.Vidigueira Grande Escolha 2017 - com base nas castas Antão Vaz e Perrum, estagiou 4 meses em barricas novas de carvalho francês; evoluido na cor, aroma discreto, presença de citrinos e fruta madura, acidez equilibrada, notas abaunilhadas, volume e final de boca médios (13,5 % vol.). Nota 17 (noutra 17,5).
.Vila Real Premium 2017 (comprado numa loja Lidl) - enologia de Rui Madeira; com base nas castas Viosinho, Malvasia Fina e Gouveio, estagiou em madeira de carvalho francês; presença de citrinos e fruta tropical, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca (13,5 % vol.). Melhora se bebido a 10º/12º. Excelente relação preço/qualidade. Nota 17.
.Qtª do Portal Grande Reserva 2011 - 94 pontos no Parker, 93 na Wine & Spirits e 90 na Wine Spectator; enologia de Paulo Coutinho;com base nas castas Touriga Nacional (60 %), Tinta Roriz (30 %) e Touriga Franca (10 %), estagiou 14 meses em barricas novas de carvalho francês; muito concentrado, presença de fruta preta, alguma acidez, especiado, taninos presentes mas civilizados, volume e final de boca assinaláveis (14,5 % vol.). A beber nos próximos 2/3 anos. Nota 18 (noutra 18,5).
.Marquesa de Alorna Grande Reserva 2011 - 93 pontos na Wine Enthusiast e 91 no Parker; enologia de Martta Simões; estagiou 12 meses em barricas novas de carvalho francês e mais 12 em garrafa; aroma intenso, muita fruta vermelha e algum vegetal, acidez equilibrada, especiado, taninos presentes mas civilizados, volume e final de boca assinaláveis (14 % vol.). A beber nos próximos 5/6 anos. Elegante e estruturado, uma boa surpresa vinda do Tejo. Nota 18 (noutra 17,5+).
terça-feira, 25 de fevereiro de 2020
À volta da cerveja artesanal (VIII)
1.Mais provas (classificação de 1 a 5)
Provadas 15 cervejas artesanais (inclui 1 semi-artesanal) neste ano, a saber:
Com 5
.8ª Colina Bardolfo (Lisboa) com estágio em barricas de Vinho da Madeira (casta Verdelho) da Justino's e 10,5º
.8ª Colina Plantageneta com estágio em barricas de Vinho da Madeira (casta Malvasia) da Justino's e 11,5º
.Letra F American India Pale Ale (Vila Verde)
Com 4,5
.8ª Colina Falstaff com estágio em barricas de Vinho da Madeira (casta Sercial) da Justino's e 11º
.Letra Christmas Ale (Vila Verde) com 8º
Com 4
.Bolina IPA (Azambuja)
.Mesmo Boa Grape Ale (Póvoa do Varzim) com vinho Alvarinho
.Rafeira Blonde Ale (Linhó)
.Lince American Ale (Lisboa)
.5 e Meio Mango nº 5 Brown IPA (Venda do Pinhero)
.5 e Meio Doble Doble envelhecida mais de 24 meses com 15º (!?) e uma validade de 5 anos
.Bohemia Original (Sagres)
Com 3,5
.Dois Corvos Prata Pilsner (Lisboa)
.Magana Blonde Ale (Mourão)
Com 3
.Musa David Rosé Brut Ale (Lisboa)
2.Hops Beer & Co. - 4 *
O Hops Beer (Campo Pequeno, 41) é, em Lisboa, o espaço de restauração com a maior oferta de cervejas artesanais portuguesas. Tem 9 torneiras (copos com 25 e 50 cl) e mais 45 em garrafa ou lata ( 10 Letra, 8 Dois Corvos, 7 Praxis, 6 Bolina, 6 Musa, 4 Mean Sardine e 4 Trevo da Caparica). É obra!
O espaço é algo claustrofóbico e mal aproveitado, tendo apenas 1 mesa com luz natural. Mesas bem aparelhadas (o que já não é habitual), guardanapos de pano e bons copos.
Na componente gastronómica há 19 entradas, 7 pratos principais e 3 sobremesas.
Nesta 1ª visita comi uma belíssima "salada de xara" (embora não correspondesse à descrição que estava na ementa) e uma interessante "degustação surf & turf". Pratos saborosos e bem apresentados. Mas fiquei de olho nalgumas outras entradas e pratos que ficarão para outra ocasião.
De 3ª a 6ª feira há um Menu Executico que custa 11,70 €, com direito a couvert, prato, bebida e café, o que é aliciante. Mas, lamentavelmente, no dia que lá fui (passavam poucos minutos das 13 h) já não havia!
Quanto à componente vínica a lista é curta, mas bem construida e inclui os anos de colheita. Inventariei 1 champanhe, 10 brancos (2 a copo), 1 rosé(1) e 10 tintos (3), não constando nenhum espumante nem qualquer fortificado, o que não faz sentido.
Optei por beber uma Letra F, saída da torneira, acima classificada.
O serviço foi exasperadamente lento, embora o único empregado (!?) fosse um bom profissional. O dono (um ex-informático regressado da Venezuela) com pouca experiência na restauração não conseguiu suprir a ausência da empregada faltosa.
Tenciono voltar, fazendo votos para que na próxima o serviço corra mais lesto.
Provadas 15 cervejas artesanais (inclui 1 semi-artesanal) neste ano, a saber:
Com 5
.8ª Colina Bardolfo (Lisboa) com estágio em barricas de Vinho da Madeira (casta Verdelho) da Justino's e 10,5º
.8ª Colina Plantageneta com estágio em barricas de Vinho da Madeira (casta Malvasia) da Justino's e 11,5º
.Letra F American India Pale Ale (Vila Verde)
Com 4,5
.8ª Colina Falstaff com estágio em barricas de Vinho da Madeira (casta Sercial) da Justino's e 11º
.Letra Christmas Ale (Vila Verde) com 8º
Com 4
.Bolina IPA (Azambuja)
.Mesmo Boa Grape Ale (Póvoa do Varzim) com vinho Alvarinho
.Rafeira Blonde Ale (Linhó)
.Lince American Ale (Lisboa)
.5 e Meio Mango nº 5 Brown IPA (Venda do Pinhero)
.5 e Meio Doble Doble envelhecida mais de 24 meses com 15º (!?) e uma validade de 5 anos
.Bohemia Original (Sagres)
Com 3,5
.Dois Corvos Prata Pilsner (Lisboa)
.Magana Blonde Ale (Mourão)
Com 3
.Musa David Rosé Brut Ale (Lisboa)
2.Hops Beer & Co. - 4 *
O Hops Beer (Campo Pequeno, 41) é, em Lisboa, o espaço de restauração com a maior oferta de cervejas artesanais portuguesas. Tem 9 torneiras (copos com 25 e 50 cl) e mais 45 em garrafa ou lata ( 10 Letra, 8 Dois Corvos, 7 Praxis, 6 Bolina, 6 Musa, 4 Mean Sardine e 4 Trevo da Caparica). É obra!
O espaço é algo claustrofóbico e mal aproveitado, tendo apenas 1 mesa com luz natural. Mesas bem aparelhadas (o que já não é habitual), guardanapos de pano e bons copos.
Na componente gastronómica há 19 entradas, 7 pratos principais e 3 sobremesas.
Nesta 1ª visita comi uma belíssima "salada de xara" (embora não correspondesse à descrição que estava na ementa) e uma interessante "degustação surf & turf". Pratos saborosos e bem apresentados. Mas fiquei de olho nalgumas outras entradas e pratos que ficarão para outra ocasião.
De 3ª a 6ª feira há um Menu Executico que custa 11,70 €, com direito a couvert, prato, bebida e café, o que é aliciante. Mas, lamentavelmente, no dia que lá fui (passavam poucos minutos das 13 h) já não havia!
Quanto à componente vínica a lista é curta, mas bem construida e inclui os anos de colheita. Inventariei 1 champanhe, 10 brancos (2 a copo), 1 rosé(1) e 10 tintos (3), não constando nenhum espumante nem qualquer fortificado, o que não faz sentido.
Optei por beber uma Letra F, saída da torneira, acima classificada.
O serviço foi exasperadamente lento, embora o único empregado (!?) fosse um bom profissional. O dono (um ex-informático regressado da Venezuela) com pouca experiência na restauração não conseguiu suprir a ausência da empregada faltosa.
Tenciono voltar, fazendo votos para que na próxima o serviço corra mais lesto.
sábado, 22 de fevereiro de 2020
Grupo dos 3 (71ª sessão) : mais vinhos Conceito
Esta última sessão foi da responsabilidade do João que escolheu a Taberna Albricoque, onde estivemos na sessão anterior com este mesmo grupo de enófilos da linha dura, e pôs à prova mais 2 vinhos Conceito e 1 Madeira.
Desfilaram:
.Contraste 2018 - com base nas castas Rabigato, Códega do Larinho, Arinto e outras em vinhas velhas, tendo 30 % do vinho estagiado 6 meses em barricas de carvalho novas e usadas; presença de citrinos e fruta de caroço, fresco e mineral, acidez no ponto, algum volume e final de boca (13 % vol.). Gastronómico. Nota 17,5.
Este branco harmonizou com o couvert (pão da gleba, cenoura roxa com azeitonas de sal, citrinos), muxama de atum, rissol de berbigão e lingueirão à bulhão pato e, ainda, com uma raia de alhada.
.Conceito 2015 - 95 pontos no Parker e 93 na Wine Enthusiast; com base nas castas tradicionais do Douro, estagiou 20 meses em barricas de carvalho francês (50 % novas); aroma intenso, muito fresco, frutado e algum floral, especiado, taninos civilizados, volume de assinalar e final de boca extenso (14 % vol.). A beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 18,5.
Este tinto maridou com uma açorda de galinha do campo com grão.
.Borges Verdelho 20 Anos - notas de frutos secos, iodo e brandy, presença de vinagrinho, taninos evidentes, algum volume e final de boca interminável. Nota 17,5+.
Este Madeira acompanhou uma série de sobremesas algarvias.
O almoçou confirmou a qualidade da gastronomia da Taberna e abriu aliciantes expectativas para o póximo jantar vinico com os vinhos Conceito, a realizar pela Néctar das Avenidas neste espaço.
Desfilaram:
.Contraste 2018 - com base nas castas Rabigato, Códega do Larinho, Arinto e outras em vinhas velhas, tendo 30 % do vinho estagiado 6 meses em barricas de carvalho novas e usadas; presença de citrinos e fruta de caroço, fresco e mineral, acidez no ponto, algum volume e final de boca (13 % vol.). Gastronómico. Nota 17,5.
Este branco harmonizou com o couvert (pão da gleba, cenoura roxa com azeitonas de sal, citrinos), muxama de atum, rissol de berbigão e lingueirão à bulhão pato e, ainda, com uma raia de alhada.
.Conceito 2015 - 95 pontos no Parker e 93 na Wine Enthusiast; com base nas castas tradicionais do Douro, estagiou 20 meses em barricas de carvalho francês (50 % novas); aroma intenso, muito fresco, frutado e algum floral, especiado, taninos civilizados, volume de assinalar e final de boca extenso (14 % vol.). A beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 18,5.
Este tinto maridou com uma açorda de galinha do campo com grão.
.Borges Verdelho 20 Anos - notas de frutos secos, iodo e brandy, presença de vinagrinho, taninos evidentes, algum volume e final de boca interminável. Nota 17,5+.
Este Madeira acompanhou uma série de sobremesas algarvias.
O almoçou confirmou a qualidade da gastronomia da Taberna e abriu aliciantes expectativas para o póximo jantar vinico com os vinhos Conceito, a realizar pela Néctar das Avenidas neste espaço.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
Jantar Quinta das Bageiras (III)
Este foi o 3º jantar vínico com o produtor Qtª das Bageiras, organizado pela Garrafeira Néctar das Avenidas, em que participei. Os outros 2 foram objecto das crónicas:
."Jantar Qtª das Bageiras", publicada em 12/6/2014 e
."A Qtª das Bageiras no 5º aniversário da Garrafeira Néctar das Avenidas", publicada em 15/12/2016
À semelhança dos anteriores, este jantar também contou com a presença do Mário Sérgio Nuno que apresentou os vinhos e decorreu, mais uma vez, na Casa do Bacalhau.
Neste último jantar destacaram-se os pratos de bacalhau (em carpaccio e à lagareiro) que se apresentaram ao nível da excelência, enquanto que no serviço de vinhos, para além dos copos Riedel e das temperaturas controladas, o restaurante foi reforçado com o Fernando Zacarias, escanção e chefe de sala no Via Graça, uma mais valia.
Quanto aos vinhos apresentados, confesso que fiquei algo desiludido. Esperava algo ao nível do 1º jantar e os Pai Abel fizeram muita falta (o vinho da noite, para mim, foi um Garrafeira branco).
Desfilaram:
.Espumante Bruto Rosé 2017 - um bruto natural à base da casta Baga, ainda muito jóvem e com excesso de gás para o meu gosto (12,5 % vol.). Serviu de bebida de boas vindas. Nota 15.
Acompanhou pastéis de bacalhau.
.Espumante Bruto Grande Reserva 2015 - também bruto natural, produzido com base nas castas brancas Maria Gomes e Bical; muito fresco e cítrico, boa acidez, notas de pão cozido, final de boca persistente (13 % vol.). Tem condições para envelhecer bem. Nota 17.
Harmonizou com um belíssimo carpaccio de bacalhau.
.Qtª das Bageiras Reserva 2017 - com base nas castas Baga (60 %) e Touriga Nacional (40 %), estagiou em tonéis de madeira avinhada; muita fruta, notas florais, acidez equilibrada, taninos civilizados, algum volume e final de boca (13 % vol). Servido decantado, tem uma excelente relação preço/qualidade. Nota 17.
Maridou com um imponente bacalhau à Lagareiro com batatas e grelos.
.Avô Fausto 2017 - também com muita fruta, acidez no ponto, especiado, taninos de veludo, volume e final de boca assinaláveis (12,5 % vol.). Nota 17,5.
.Qtª das Bageiras Garrafeira 2016 - com base na casta Baga em vinha velhas; nariz exuberante, fruta vermelha, notas herbáceas, acidez equilibrada, taninos agressivos, algum volume e final de boca (13,5 % vol.). Perfil muito rústico (deveria ter sido decantado), foi um vinho polémico. Provada uma 2ª garrafa, estava menos agressiva. Defeito ou feitio? Notas 15 (1ª garrafa) e 16,5 (a 2ª).
Estes 2 tintos casaram com uma vitela com risotto de cogumelos selvagens.
.Qtª das Bageiras Garrafeira 2017 - com base nas castas Maria Gomes e Bical, estagiou em tonéis de madeira avinhada; presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca (14,5 % vol.). Gastronómico, complexo e longevo, foi o vinho da noite. Nota 18.
Este branco acompanhou uma tarte de requeijão com doce de abóbora.
Foi ainda servida a Aguardente Vínica Velha, que não provei.
."Jantar Qtª das Bageiras", publicada em 12/6/2014 e
."A Qtª das Bageiras no 5º aniversário da Garrafeira Néctar das Avenidas", publicada em 15/12/2016
À semelhança dos anteriores, este jantar também contou com a presença do Mário Sérgio Nuno que apresentou os vinhos e decorreu, mais uma vez, na Casa do Bacalhau.
Neste último jantar destacaram-se os pratos de bacalhau (em carpaccio e à lagareiro) que se apresentaram ao nível da excelência, enquanto que no serviço de vinhos, para além dos copos Riedel e das temperaturas controladas, o restaurante foi reforçado com o Fernando Zacarias, escanção e chefe de sala no Via Graça, uma mais valia.
Quanto aos vinhos apresentados, confesso que fiquei algo desiludido. Esperava algo ao nível do 1º jantar e os Pai Abel fizeram muita falta (o vinho da noite, para mim, foi um Garrafeira branco).
Desfilaram:
.Espumante Bruto Rosé 2017 - um bruto natural à base da casta Baga, ainda muito jóvem e com excesso de gás para o meu gosto (12,5 % vol.). Serviu de bebida de boas vindas. Nota 15.
Acompanhou pastéis de bacalhau.
.Espumante Bruto Grande Reserva 2015 - também bruto natural, produzido com base nas castas brancas Maria Gomes e Bical; muito fresco e cítrico, boa acidez, notas de pão cozido, final de boca persistente (13 % vol.). Tem condições para envelhecer bem. Nota 17.
Harmonizou com um belíssimo carpaccio de bacalhau.
.Qtª das Bageiras Reserva 2017 - com base nas castas Baga (60 %) e Touriga Nacional (40 %), estagiou em tonéis de madeira avinhada; muita fruta, notas florais, acidez equilibrada, taninos civilizados, algum volume e final de boca (13 % vol). Servido decantado, tem uma excelente relação preço/qualidade. Nota 17.
Maridou com um imponente bacalhau à Lagareiro com batatas e grelos.
.Avô Fausto 2017 - também com muita fruta, acidez no ponto, especiado, taninos de veludo, volume e final de boca assinaláveis (12,5 % vol.). Nota 17,5.
.Qtª das Bageiras Garrafeira 2016 - com base na casta Baga em vinha velhas; nariz exuberante, fruta vermelha, notas herbáceas, acidez equilibrada, taninos agressivos, algum volume e final de boca (13,5 % vol.). Perfil muito rústico (deveria ter sido decantado), foi um vinho polémico. Provada uma 2ª garrafa, estava menos agressiva. Defeito ou feitio? Notas 15 (1ª garrafa) e 16,5 (a 2ª).
Estes 2 tintos casaram com uma vitela com risotto de cogumelos selvagens.
.Qtª das Bageiras Garrafeira 2017 - com base nas castas Maria Gomes e Bical, estagiou em tonéis de madeira avinhada; presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca (14,5 % vol.). Gastronómico, complexo e longevo, foi o vinho da noite. Nota 18.
Este branco acompanhou uma tarte de requeijão com doce de abóbora.
Foi ainda servida a Aguardente Vínica Velha, que não provei.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
Grupo dos 6 (21ª sessão) : mais um Madeira do século XIX estratosférico
Estre grupo de enófilos voltou a reunir-se no Magano para mais uma sessão. A gastronomia e o serviço de vinhos estiveram ao nível que já nos habituaram, isto é, bem.
Desfilaram:
.5ª de Mahler 2000 (garrafa levada pelo João) - este branco de Fernão Pires não para de me surpreender, tal a juventude que aparenta apesar dos seus quase 20 anos; acidez e gordura bem balanceadas, complexo e gastronómico (12,5 % vol.). Ainda longe da reforma. Nota 18+ (noutras situações 18/17,5+/17,5+/18/18).
Acompanhou as entradas habituais.
.Casa da Passarella Fugitivo 2018 (garrafa nº 91/580 levada pelo Frederico) - com base na casta Uva Cão (100 %); alguma fruta cítrica, acidez muito evidente, algum volume e final de boca (12,5 % vol.). Precisa de tempo para crescer (3 a 4 anos). Nota 17,5.
Harmonizou com uma massada de garoupa com gambas.
.Poeira 2009 (levada pelo Juca) - Prémio Excelência 2011 da RV (a antiga) e 94 pontos no Parker; ainda com alguma fruta vermelha e notas vegetais, acidez equilibrada, aromas/sabores terciários, taninos ligeiramente adstringentes, volume e final de boca de assinalar (14 % vol.). No ponto óptimo de consumo. Nota 18 (noutras 17,5/18,5/18,5/17,5).
.Gloria Reynolds 2009 (garrafa nº 3983/5000 levada por mim) - 18,5 no Painel de Tintos do alentejo da Grandes Escolhas e 95 pontos no Parker; com base nas castas Alicante Bouschet (50%) e Trincadeira (50 %) só foi posto à venda 10 anos depois!; mais fresco e elegante que o vinho anterior, alguma fruta e notas florais, bela acidez, taninos firmes e civilizados, encorpado e final de boca longo (14 % vol.). A beber nos próximos 4/5 anos. Nota 18,5.
Estes 2 tintos maridaram muito bem com um cabrito no forno e grelos.
.Graham's Vintage 1960 (este Porto e o Madeira foram levados pelo Adelino) - notas de frutos secos e tangerina, acidez evidente, especiado, taninos civilizados, algum volume e final de boca muito persistente. Se provado às cegas passaria por um tawny velho. Nota 18,5.
.A. Favila Verdelho 1867 - nariz a impor-se, presença de frutos secos, notas de iodo, caril e brandy, vinagrinho, taninos no sítio, volume notável e final de boca interminável. A Madeira no seu melhor e mais uma raridade do século XIX para um grupo de privilegiados. Nota 19.
Estes 2 fortificados acompanharam pastéis de amêndoa e doçaria conventual.
Foi mais uma grande sessão de convívio, comeres e beberes.
Desfilaram:
.5ª de Mahler 2000 (garrafa levada pelo João) - este branco de Fernão Pires não para de me surpreender, tal a juventude que aparenta apesar dos seus quase 20 anos; acidez e gordura bem balanceadas, complexo e gastronómico (12,5 % vol.). Ainda longe da reforma. Nota 18+ (noutras situações 18/17,5+/17,5+/18/18).
Acompanhou as entradas habituais.
.Casa da Passarella Fugitivo 2018 (garrafa nº 91/580 levada pelo Frederico) - com base na casta Uva Cão (100 %); alguma fruta cítrica, acidez muito evidente, algum volume e final de boca (12,5 % vol.). Precisa de tempo para crescer (3 a 4 anos). Nota 17,5.
Harmonizou com uma massada de garoupa com gambas.
.Poeira 2009 (levada pelo Juca) - Prémio Excelência 2011 da RV (a antiga) e 94 pontos no Parker; ainda com alguma fruta vermelha e notas vegetais, acidez equilibrada, aromas/sabores terciários, taninos ligeiramente adstringentes, volume e final de boca de assinalar (14 % vol.). No ponto óptimo de consumo. Nota 18 (noutras 17,5/18,5/18,5/17,5).
.Gloria Reynolds 2009 (garrafa nº 3983/5000 levada por mim) - 18,5 no Painel de Tintos do alentejo da Grandes Escolhas e 95 pontos no Parker; com base nas castas Alicante Bouschet (50%) e Trincadeira (50 %) só foi posto à venda 10 anos depois!; mais fresco e elegante que o vinho anterior, alguma fruta e notas florais, bela acidez, taninos firmes e civilizados, encorpado e final de boca longo (14 % vol.). A beber nos próximos 4/5 anos. Nota 18,5.
Estes 2 tintos maridaram muito bem com um cabrito no forno e grelos.
.Graham's Vintage 1960 (este Porto e o Madeira foram levados pelo Adelino) - notas de frutos secos e tangerina, acidez evidente, especiado, taninos civilizados, algum volume e final de boca muito persistente. Se provado às cegas passaria por um tawny velho. Nota 18,5.
.A. Favila Verdelho 1867 - nariz a impor-se, presença de frutos secos, notas de iodo, caril e brandy, vinagrinho, taninos no sítio, volume notável e final de boca interminável. A Madeira no seu melhor e mais uma raridade do século XIX para um grupo de privilegiados. Nota 19.
Estes 2 fortificados acompanharam pastéis de amêndoa e doçaria conventual.
Foi mais uma grande sessão de convívio, comeres e beberes.
domingo, 16 de fevereiro de 2020
Os Óscares do Vinho (2019)
Em jantares recentes, foram divulgados os "Óscares do Vinho" pelas principais revistas especializadas, primeiro a Revista de Vinhos (RV) com 30 "Excelência" e, a seguir, a Vinho Grandes Escolhas (GE) com o seu TOP 30.
Não houve grande diferença quanto ao tipo de vinhos premiados por ambas as revistas. Enquanto a GE distribuiu os seus prémios por 2 espumantes (7 % do total), 4 brancos (13 %), 18 tintos (60 %) e 6 fortificados (20 %), a RV premiou 1 espumante (3 %), 7 brancos (23 %), 13 tintos (43 %), 7 fortificados (23 %) e, ainda, a causar surpresa, 1 rosé e 1 palhete.
Passando por cima dos espumantes, do rosé e do palhete, analisando os prémios atribuídos aos brancos, a RV foi a mais democrata ao distribui-los por 5 regiões (Vinhos Verdes, Dão, Beira Interior, Colares e Alentejo), enquanto que a GE se ficou por 3 (Vinhos Verdes, Dão e Bairrada). Enquanto que a GE premiou marcas conhecidas, a RV escolheu marcas pouco ou nada divulgadas, como é o caso de Pequenos Rebenteos, Cascale Síria ou Ramilo Malvasia de Colares. De referir, ainda, que apenas 1 branco consta nas 2 listas, o Regueiro Alvarinho Jurássico.
Quanto aos tintos, ambas as revistas contemplaram 6 regiões, sendo 5 coincidentes (Douro, Trás-os- Montes, Bairrada, Lisboa e Alentejo) e 2 não (Dão na GE e Tejo na RV). De referir algumas escolhas da RV algo surpreendentes, como é o caso de Qtª da Vacariça 2008 (Bairrada), APF Grande Escolha 2011 (Lisboa) ou Falcoaria Grande Escolha 2015 (Tejo). Quanto a vinhos escolhidos por ambas as revistas, foram 4 (Qtª do Crasto Vinha Maria Teresa 2016, Aeternus 2017, Palácio dos Távoras Gold Edition 2016 e Tapada de Coelheiros Garrafeira 2012).
Finalmente, nos fortificados, a RV atribuiu os prémios a 4 Porto Vintage 2017 e a 3 Madeira, enquanto que a GE privilegiou 2 Porto Vintage 2017, 1 Porto Colheita, 1 Madeira e 2 Moscatéis 20 Anos, sendo o Graham's The Stone Terrasses Vintage 2017 o único coincidente.
Todos os prémios atribuídos pela GE podem ser vistos no respectivo portal (este blogue tem um link para esta revista), enquanto que a RV não publicou no seu site. Só mesmo comprando a revista ( o nº de Fevereiro).
A fechar, não é demais congratular-me com o prémio da Melhor Garrafeira, atribuído pela GE aos meus amigos João e Sara Quintela da Néctar das Avenidas. Um prémio mais que merecido, só pecando por tardio. Quem não ficou bem na fotografia foi o Aníbal Coutinho, o tal dos Prémios W (a bom entendedor...).
Não houve grande diferença quanto ao tipo de vinhos premiados por ambas as revistas. Enquanto a GE distribuiu os seus prémios por 2 espumantes (7 % do total), 4 brancos (13 %), 18 tintos (60 %) e 6 fortificados (20 %), a RV premiou 1 espumante (3 %), 7 brancos (23 %), 13 tintos (43 %), 7 fortificados (23 %) e, ainda, a causar surpresa, 1 rosé e 1 palhete.
Passando por cima dos espumantes, do rosé e do palhete, analisando os prémios atribuídos aos brancos, a RV foi a mais democrata ao distribui-los por 5 regiões (Vinhos Verdes, Dão, Beira Interior, Colares e Alentejo), enquanto que a GE se ficou por 3 (Vinhos Verdes, Dão e Bairrada). Enquanto que a GE premiou marcas conhecidas, a RV escolheu marcas pouco ou nada divulgadas, como é o caso de Pequenos Rebenteos, Cascale Síria ou Ramilo Malvasia de Colares. De referir, ainda, que apenas 1 branco consta nas 2 listas, o Regueiro Alvarinho Jurássico.
Quanto aos tintos, ambas as revistas contemplaram 6 regiões, sendo 5 coincidentes (Douro, Trás-os- Montes, Bairrada, Lisboa e Alentejo) e 2 não (Dão na GE e Tejo na RV). De referir algumas escolhas da RV algo surpreendentes, como é o caso de Qtª da Vacariça 2008 (Bairrada), APF Grande Escolha 2011 (Lisboa) ou Falcoaria Grande Escolha 2015 (Tejo). Quanto a vinhos escolhidos por ambas as revistas, foram 4 (Qtª do Crasto Vinha Maria Teresa 2016, Aeternus 2017, Palácio dos Távoras Gold Edition 2016 e Tapada de Coelheiros Garrafeira 2012).
Finalmente, nos fortificados, a RV atribuiu os prémios a 4 Porto Vintage 2017 e a 3 Madeira, enquanto que a GE privilegiou 2 Porto Vintage 2017, 1 Porto Colheita, 1 Madeira e 2 Moscatéis 20 Anos, sendo o Graham's The Stone Terrasses Vintage 2017 o único coincidente.
Todos os prémios atribuídos pela GE podem ser vistos no respectivo portal (este blogue tem um link para esta revista), enquanto que a RV não publicou no seu site. Só mesmo comprando a revista ( o nº de Fevereiro).
A fechar, não é demais congratular-me com o prémio da Melhor Garrafeira, atribuído pela GE aos meus amigos João e Sara Quintela da Néctar das Avenidas. Um prémio mais que merecido, só pecando por tardio. Quem não ficou bem na fotografia foi o Aníbal Coutinho, o tal dos Prémios W (a bom entendedor...).
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020
Curtas (CXX) : João Rodrigues, o melhor sommelier..., Wine Shop Ervideira e o mês do Sável
1.João Rodrigues no Mercado da Ribeira
Fui conhecer, recentemente, a banca do estrelado chefe João Rodrigues, vencedor em 2 prémios atribuídos pelo blogue Mesa Marcada (Chefe e Restaurante), no Mercado da Ribeira.
Nesta altura do ano, disponibiliza 6 entradas, 3 pratos de peixe, 3 de carne, 1 vegetariano e 5 sobremesas e, ainda, a sugestão do mês (spaghetti nero de sepia, marisco, lima e coentros) que foi o prato que escolhi. Saborosíssimo!
A acompanhar o branco Lupucinus 2017 (5 €) - presença de citrinos, fresco e mineral, boa acidez, notas amanteigadas, algum volume e final de boca. Uma boa surpresa. Nota 17.
O café, conjugado com um belíssimo bocado de chocolate preto, foi tomado na banca Bettina Corrallo.
2.O melhor Sommelier do Mundo
Apanhei na RTP2, precisamente há 1 semana, este programa que relata o concurso mundial de sommeliers, ocorrido em 2016 na Argentina, acompanhando praticamente todas as provas (algumas muito duras) a que são sujeitos os escanções de todo o mundo, que se candidataram ao referido prémio.
Eram cerca de 60 à partida, chegaram 15 à semi final e 3 à finalíssima (1 francês o favorito, 1 sueco que veio a ganhar e 1 irlandesa muito bem preparada, mas que falhou nas últimas provas).
De referir a quantidade de candidatos nórdicos em concurso, o facto das concorrentes femininas (4) terem chegado todas à semi final e ausência de escanções portugueses.
3.Wine Shop da Ervideira no Restelo
O produtor de vinhos Ervideira vai abrir, neste próximo Sábado dia 15, uma Wine Shop no Restelo (Rua Gonçalves Zarco, 21), onde se poderá provar ou beber um copo ou, ainda, comprar uma garrafa.
A aposta forte é no turismo mas, oxalá eu esteja enganado, nunca vi qualquer turista na Gonçalves Zarco, muito longe dos Jerónimos e da Torre de Belém.
4.Março, mês do Sável 2020
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai organizar, uma vez mais, a Campanha de Gastronomia "Março, mês do Sável" no respectivo concelho, disponível em 20 restaurantes aderentes durante todo o mês de Março.
Solicitada à CMVFX a lista dos restaurantes aderentes, não obtive qualquer resposta até este momento e no respectivo portal também nada consta.
Fui conhecer, recentemente, a banca do estrelado chefe João Rodrigues, vencedor em 2 prémios atribuídos pelo blogue Mesa Marcada (Chefe e Restaurante), no Mercado da Ribeira.
Nesta altura do ano, disponibiliza 6 entradas, 3 pratos de peixe, 3 de carne, 1 vegetariano e 5 sobremesas e, ainda, a sugestão do mês (spaghetti nero de sepia, marisco, lima e coentros) que foi o prato que escolhi. Saborosíssimo!
A acompanhar o branco Lupucinus 2017 (5 €) - presença de citrinos, fresco e mineral, boa acidez, notas amanteigadas, algum volume e final de boca. Uma boa surpresa. Nota 17.
O café, conjugado com um belíssimo bocado de chocolate preto, foi tomado na banca Bettina Corrallo.
2.O melhor Sommelier do Mundo
Apanhei na RTP2, precisamente há 1 semana, este programa que relata o concurso mundial de sommeliers, ocorrido em 2016 na Argentina, acompanhando praticamente todas as provas (algumas muito duras) a que são sujeitos os escanções de todo o mundo, que se candidataram ao referido prémio.
Eram cerca de 60 à partida, chegaram 15 à semi final e 3 à finalíssima (1 francês o favorito, 1 sueco que veio a ganhar e 1 irlandesa muito bem preparada, mas que falhou nas últimas provas).
De referir a quantidade de candidatos nórdicos em concurso, o facto das concorrentes femininas (4) terem chegado todas à semi final e ausência de escanções portugueses.
3.Wine Shop da Ervideira no Restelo
O produtor de vinhos Ervideira vai abrir, neste próximo Sábado dia 15, uma Wine Shop no Restelo (Rua Gonçalves Zarco, 21), onde se poderá provar ou beber um copo ou, ainda, comprar uma garrafa.
A aposta forte é no turismo mas, oxalá eu esteja enganado, nunca vi qualquer turista na Gonçalves Zarco, muito longe dos Jerónimos e da Torre de Belém.
4.Março, mês do Sável 2020
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai organizar, uma vez mais, a Campanha de Gastronomia "Março, mês do Sável" no respectivo concelho, disponível em 20 restaurantes aderentes durante todo o mês de Março.
Solicitada à CMVFX a lista dos restaurantes aderentes, não obtive qualquer resposta até este momento e no respectivo portal também nada consta.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2020
Lampreia no Varanda de Lisboa (Hotel Mundial) - 4,5 *
1.Uma introdução
Em finais de Janeiro fui um dos convidados * para um almoço especial de apresentação da temporada de lampreia que começou em 5 de Fevereiro e estará disponível, todos os dias ao almoço e jantar, até 15 de Março. O Menu Especial Lampreia tem um custo de 40 €, com direito a entrada, prato (Arroz de Lampreia à Mundial ou Lampreia à Bordalesa) e sobremesa.
Não vou repetir o meu histórico afectivo com o Hotel Mundial, mas pode ser lido nas crónicas
."Lampreia no Varanda de Lisboa" e
."Lampreia e Sável no Hotel Mundial"
* também participaram os blogues Mesa Marcada e Mesa do Chefe e, ainda, Time-Out, Evasões, Edições do Gosto, VIP Gourmet e Caras, para além dos anfitriões (CEO, Director Geral, Director F & B e a responsável pelo Marketing).
2.O almoço
À chegada fomos recebidos com um copo do espumante Almeida Garrett Bruto Nature Chardonnay 2014, uma simpática surpresa vinda das Beiras.
Já na mesa, foi-nos servido um escabeche de lampreia (demasiado soft, para o meu gosto) e um saborosíssimo arroz de lampreia. A fechar o repasto, um agradável pudim de limão e café de balão.
A acompanhar a entrada, provei o Muros Antigos Loureiro 2018 - fresco e mineral, acidez pronunciada, ligou bem com a entrada. Muito novo, vai melhorar com mais 3 ou 4 anos. Nota 16.
Com a lampreia foi bebido o Vallado Sousão 2019 "Divina Lampreia" em garrafa magnum, especialmente concebido para alguma restauração e apresentado por um elemento da Qtª do Vallado, também presente no almoço - muita fruta preta, acidez elevada, taninos algo agressivos, algum volume, mas final de boca curto. Nota 15,5.
Os vinhos foram bebidos em copos Schott, mas de pequena dimensão. As temperaturas foram as correctas.
De registar a presença do chefe Vitor Sobral, agora consultor do Varanda, que apresentou os pratos, uma mais valia. Na cozinha continua o chefe residente Carlos Queijo, da velha guarda. De referir, também, o bom trabalho do escanção Pedro Lopes.
3.O restaurante
Recentemente renovado, ficou mais atraente, confortável e luminoso. A placa alusiva ao casal José Saramago e Pilar, continua visível no mesmo local. A componente histórica do Mundial manteve-se, o que é de louvar.
A carta foi renovada e oferece 2 sopas, 7 entradas, 5 pratos de peixe, 4 de carne, 3 de cozinha de sala, 2 pastas, 3 arrozes e 10 sobremesas.
Tem, ainda, um Menu do Dia a 19,50 € com direito a entrada, prato e sobremesa. Bebidas à parte e couvert a custar 3,50 não é nada simpático e fica perder com a concorrência (só na Baixa há pelo menos 5 hotéis a oferecerem um menu completo a um preço mais baixo).
Quanto à componente vínica, a melhoria é mais do que evidente, com um espaço climatizado (15,5 º) com capacidade para 320 garrafas. É obra!
Inventariei 5 espumantes (1 a copo), 4 champanhes (1), 39 brancos (3), 7 rosés (2), 57 tintos (3) e mais 15 (vinhos tintos de outro tempo, sendo o mais novo da colheita de 2001). A carta ainda não contempla os fortificados, que aparecem na lista do bar (11 Porto, 2 Madeira, 2 Moscatéis e 1 Carcavelos) e ainda não aderiu às cervejas artesanais.
A carta está muito bem organizada, inclui vinhos nada óbvios e tem tudo datado. Uma mais valia!
Um único senão: os vinhos a copo são poucos e a quantidade servida (apenas 12 cl) insuficiente.
4.A fechar
Foi uma bela jornada e, ainda por cima, ofereceram aos convidados uma embalagem com 2 vinhos (branco e tinto) que a Adega Mãe engarrafou propositadamente para o Hotel Mundial.
Os meus agradecimentos, na parte que me toca.
Em finais de Janeiro fui um dos convidados * para um almoço especial de apresentação da temporada de lampreia que começou em 5 de Fevereiro e estará disponível, todos os dias ao almoço e jantar, até 15 de Março. O Menu Especial Lampreia tem um custo de 40 €, com direito a entrada, prato (Arroz de Lampreia à Mundial ou Lampreia à Bordalesa) e sobremesa.
Não vou repetir o meu histórico afectivo com o Hotel Mundial, mas pode ser lido nas crónicas
."Lampreia no Varanda de Lisboa" e
."Lampreia e Sável no Hotel Mundial"
* também participaram os blogues Mesa Marcada e Mesa do Chefe e, ainda, Time-Out, Evasões, Edições do Gosto, VIP Gourmet e Caras, para além dos anfitriões (CEO, Director Geral, Director F & B e a responsável pelo Marketing).
2.O almoço
À chegada fomos recebidos com um copo do espumante Almeida Garrett Bruto Nature Chardonnay 2014, uma simpática surpresa vinda das Beiras.
Já na mesa, foi-nos servido um escabeche de lampreia (demasiado soft, para o meu gosto) e um saborosíssimo arroz de lampreia. A fechar o repasto, um agradável pudim de limão e café de balão.
A acompanhar a entrada, provei o Muros Antigos Loureiro 2018 - fresco e mineral, acidez pronunciada, ligou bem com a entrada. Muito novo, vai melhorar com mais 3 ou 4 anos. Nota 16.
Com a lampreia foi bebido o Vallado Sousão 2019 "Divina Lampreia" em garrafa magnum, especialmente concebido para alguma restauração e apresentado por um elemento da Qtª do Vallado, também presente no almoço - muita fruta preta, acidez elevada, taninos algo agressivos, algum volume, mas final de boca curto. Nota 15,5.
Os vinhos foram bebidos em copos Schott, mas de pequena dimensão. As temperaturas foram as correctas.
De registar a presença do chefe Vitor Sobral, agora consultor do Varanda, que apresentou os pratos, uma mais valia. Na cozinha continua o chefe residente Carlos Queijo, da velha guarda. De referir, também, o bom trabalho do escanção Pedro Lopes.
3.O restaurante
Recentemente renovado, ficou mais atraente, confortável e luminoso. A placa alusiva ao casal José Saramago e Pilar, continua visível no mesmo local. A componente histórica do Mundial manteve-se, o que é de louvar.
A carta foi renovada e oferece 2 sopas, 7 entradas, 5 pratos de peixe, 4 de carne, 3 de cozinha de sala, 2 pastas, 3 arrozes e 10 sobremesas.
Tem, ainda, um Menu do Dia a 19,50 € com direito a entrada, prato e sobremesa. Bebidas à parte e couvert a custar 3,50 não é nada simpático e fica perder com a concorrência (só na Baixa há pelo menos 5 hotéis a oferecerem um menu completo a um preço mais baixo).
Quanto à componente vínica, a melhoria é mais do que evidente, com um espaço climatizado (15,5 º) com capacidade para 320 garrafas. É obra!
Inventariei 5 espumantes (1 a copo), 4 champanhes (1), 39 brancos (3), 7 rosés (2), 57 tintos (3) e mais 15 (vinhos tintos de outro tempo, sendo o mais novo da colheita de 2001). A carta ainda não contempla os fortificados, que aparecem na lista do bar (11 Porto, 2 Madeira, 2 Moscatéis e 1 Carcavelos) e ainda não aderiu às cervejas artesanais.
A carta está muito bem organizada, inclui vinhos nada óbvios e tem tudo datado. Uma mais valia!
Um único senão: os vinhos a copo são poucos e a quantidade servida (apenas 12 cl) insuficiente.
4.A fechar
Foi uma bela jornada e, ainda por cima, ofereceram aos convidados uma embalagem com 2 vinhos (branco e tinto) que a Adega Mãe engarrafou propositadamente para o Hotel Mundial.
Os meus agradecimentos, na parte que me toca.
domingo, 9 de fevereiro de 2020
Grupo FJF (15ª sessão) : um branco raro de eleição e um belo Porto Colheita
Esta última sessão do Grupo FJF (Frederico, João e Francisco) decorreu no Lugar Marcado, com vinhos da minha garrafeira, iniciando uma nova temporada. Em vez de cada um de nós levar um vinho, optámos por concentrar na mesma pessoa a escolha do restaurante e dos vinhos (1 branco, 1 tinto e 1 fortificado, todos para provar às cegas), tendo sido eu o voluntário de serviço.
Por iniciativa da Fátima, a proprietária, foram provados 3 azeites (Qtª Vale Meão Bio, Mouchão Galega e Principal Vintage), todos muito bons, mas o Vale Meão e o Principal a impressionarem mais.
Desfilaram:
.Conceito Ontem 2016 branco (uma das 900 garrafas) - com base nas castas Rabigato, Verdelho, Síria, Dona Branco e Encruzado de vinhas centenárias a 700 metros de altitude e fora da região demarcada (situa-se entre o Douro e o Dão), estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês; fruta de caroço, algum citrino, grande equilíbrio acidez/gordura, volume e final de boca notáveis (11,5 % vol.). Original e muito complexo. Nota 18,5 (noutra situação 17,5).
Maridou com chamuças de bacalhau, ameijoas à Bulhão Pato e camarões panados à moda da chefe Sandra.
.Conceito 2011 tinto - 90 pontos na Wine Spectator e 95 no Parker; com base nas castas tradicionais do Douro, estagiou 20 meses em barricas de carvalho francês (50 % novas e 50 % usadas); aromático, alguma fruta e acidez, especiado, taninos civilizados, estrutura e final de boca apreciáveis (14 % vol.). No ponto óptimo de consumo. Nota 18.
Harmonizou com coelho frito, bife do lombo com molho de café, milho frito e batatinhas no forno.
.Dalva Colheita 1985 (engarrafamento de 2018) - 92 pontos no Parker; presença de frutos secos e alguma tangerina, acidez equilibrada, taninos de veludo, volume e final de boca de referir. Frescura e complexidade. Notável relação preço/qualidade. Nota 18,5 (noutras 18,5/17+/18,5/18,5).
Acompanhou o bolo de chocolate "improvável" e um sortido de gelados.
Foi mais uma grande sessão de comeres e beberes, com a gastronomia da Sandra e o serviço da Fátima à altura dos acontecimentos.
Por iniciativa da Fátima, a proprietária, foram provados 3 azeites (Qtª Vale Meão Bio, Mouchão Galega e Principal Vintage), todos muito bons, mas o Vale Meão e o Principal a impressionarem mais.
Desfilaram:
.Conceito Ontem 2016 branco (uma das 900 garrafas) - com base nas castas Rabigato, Verdelho, Síria, Dona Branco e Encruzado de vinhas centenárias a 700 metros de altitude e fora da região demarcada (situa-se entre o Douro e o Dão), estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês; fruta de caroço, algum citrino, grande equilíbrio acidez/gordura, volume e final de boca notáveis (11,5 % vol.). Original e muito complexo. Nota 18,5 (noutra situação 17,5).
Maridou com chamuças de bacalhau, ameijoas à Bulhão Pato e camarões panados à moda da chefe Sandra.
.Conceito 2011 tinto - 90 pontos na Wine Spectator e 95 no Parker; com base nas castas tradicionais do Douro, estagiou 20 meses em barricas de carvalho francês (50 % novas e 50 % usadas); aromático, alguma fruta e acidez, especiado, taninos civilizados, estrutura e final de boca apreciáveis (14 % vol.). No ponto óptimo de consumo. Nota 18.
Harmonizou com coelho frito, bife do lombo com molho de café, milho frito e batatinhas no forno.
.Dalva Colheita 1985 (engarrafamento de 2018) - 92 pontos no Parker; presença de frutos secos e alguma tangerina, acidez equilibrada, taninos de veludo, volume e final de boca de referir. Frescura e complexidade. Notável relação preço/qualidade. Nota 18,5 (noutras 18,5/17+/18,5/18,5).
Acompanhou o bolo de chocolate "improvável" e um sortido de gelados.
Foi mais uma grande sessão de comeres e beberes, com a gastronomia da Sandra e o serviço da Fátima à altura dos acontecimentos.
sábado, 8 de fevereiro de 2020
Fogo by chefe Alexandre Silva - 4 *
Muito (demasiado) badalado este novo espaço de restauração do chefe Alexandre Silva, abriu com pompa e circunstância em meados de Dezembro. A aposta forte é cozinhar todo o menu, que pode ser visto no portal respectivo, em forno de lenha. Em contramão com a crítica e com dezenas de opiniões que se podem ler na net, acho que nem tudo o que luz ali é ouro, nomeadamente os preços. Por exemplo, no referido portal o preço do serviço de pão é 5 € (paguei 6 €) a raia 16 € (paguei 18 €)! Convenhamos que é pouco sério.
O restaurante não tem janelas, é muito escuro e um pouco claustrofóbico, embora acolhedor em dias frios. Mesas despojadas à moda, tampos de madeira, mas guardanapos de pano. Cozinha à vista, onde actua o chefe residente, Manuel Libaut de seu nome, com um balcão onde se podem sentar meia dúzia de clientes. No dia em que fui lá almoçar, contei 6 empregados na cozinha e outros tantos na sala, além de uma relações públicas.
Comi o chamado serviço de pão (pão tipo Gleba feito no local, azeite, manteiga, rillette de porco e pickles caseiros) e a raia na grelha com molho de manteiga e alho que achei algo seca. Escolhi este prato para testar o "fogo", pois se fosse carne era mais fácil ficar bem na fotografia. Como mais valia, o prato foi devidamente explicado, o que fazem com toda a ementa.
Serviço distante, mas profissional.
Quanto à componente vínica, não tive a oportunidade de inventariar a lista como costumo fazer, mas percebi que estava tudo datado e a selecção não era nada óbvia.
Optei por um copo do tinto bairradino Rama & Selas 2017 (4 €) - alguma fruta, notas vegetais e acidez, algum volume e final de boca, perfil muito rústico. Nota 16.
A garrafa veio à mesa e dada a provar num bom copo, com uma temperatura aceitável.
Quanto ao balanço final sim, mas...De qualquer modo, tenciono voltar para testar o menu carnívoro.
O restaurante não tem janelas, é muito escuro e um pouco claustrofóbico, embora acolhedor em dias frios. Mesas despojadas à moda, tampos de madeira, mas guardanapos de pano. Cozinha à vista, onde actua o chefe residente, Manuel Libaut de seu nome, com um balcão onde se podem sentar meia dúzia de clientes. No dia em que fui lá almoçar, contei 6 empregados na cozinha e outros tantos na sala, além de uma relações públicas.
Comi o chamado serviço de pão (pão tipo Gleba feito no local, azeite, manteiga, rillette de porco e pickles caseiros) e a raia na grelha com molho de manteiga e alho que achei algo seca. Escolhi este prato para testar o "fogo", pois se fosse carne era mais fácil ficar bem na fotografia. Como mais valia, o prato foi devidamente explicado, o que fazem com toda a ementa.
Serviço distante, mas profissional.
Quanto à componente vínica, não tive a oportunidade de inventariar a lista como costumo fazer, mas percebi que estava tudo datado e a selecção não era nada óbvia.
Optei por um copo do tinto bairradino Rama & Selas 2017 (4 €) - alguma fruta, notas vegetais e acidez, algum volume e final de boca, perfil muito rústico. Nota 16.
A garrafa veio à mesa e dada a provar num bom copo, com uma temperatura aceitável.
Quanto ao balanço final sim, mas...De qualquer modo, tenciono voltar para testar o menu carnívoro.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
Comemorar os 50 anos (versão 2020)
À semelhança dos anos anteriores, fiz um levantamento da oferta de fortificados de 1970, com incidência nas garrafeiras da Baixa de Lisboa. Para quem quiser comemorar o 50º aniversário de qualquer acontecimento, seja nascimento, casamento, divórcio ou outro pretexto para abrir uma garrafa especial, tem o trabalho facilitado.
Inventariei 29 referências e é só escolher uma destas (com o respectivo preço em €):
1.Garrafeira Nacional (14)
.Barros Vintage - 235,00
.Burmester Vintage - 285,00
.Cockburns Vintage - 225,90
.Ferreira Vintage - 179,50
.Fonseca Vintage - 349,00
.Graham's Vintage - 289,00
.Krohn Vintage - 215,00
.Noval Vintage - 239,00
.Taylor's Vintage - 319,00
.Warre Vintage - 314,50
.Barão de Vilar Colheita - 149,00
.Burmester Colheita - 267,50
.Krohn Colheita - 199,00
.Niepoort Colheita - 243,50
2.Manuel Tavares (6)
.Borges Vintage - 122,5
.Burmester Vintage - 250,50
.Krohn Vintage - 335,00
.Ramos Pinto Vintage - 489,00
.Messias Colheita - 364,00
.Vista Alegre Colheita - 252,50
3.Casa Macário (5)
.Borges Vintage 170,00
.Krohn Vintage - 330,00
.Maynard's Colheita - 168,00
.Qtª da Devesa Colheita - 150,00
.Vista Alegre Colheita 250,00
4.Napoleão (3)
.Ramos Pinto Vintage - 349,95
.Maynard´s Colheita - 329,95
.Vista Alegre Colheita - 349,95
5.Mercado da Praça da Figueira (1)
.Krohn Vintage - 280,00
De referir:
.mais uma vez, a Garrafeira Nacional bate aos pontos a concorrência na oferta disponibilizada
.mais uma vez, o Solar do Vinho do Porto que deveria ser uma montra do Vinho do Porto, continua fechado ( o prédio continua em obras!?), sem que haja um alerta no respectivo portal.
Boas comemorações!
Inventariei 29 referências e é só escolher uma destas (com o respectivo preço em €):
1.Garrafeira Nacional (14)
.Barros Vintage - 235,00
.Burmester Vintage - 285,00
.Cockburns Vintage - 225,90
.Ferreira Vintage - 179,50
.Fonseca Vintage - 349,00
.Graham's Vintage - 289,00
.Krohn Vintage - 215,00
.Noval Vintage - 239,00
.Taylor's Vintage - 319,00
.Warre Vintage - 314,50
.Barão de Vilar Colheita - 149,00
.Burmester Colheita - 267,50
.Krohn Colheita - 199,00
.Niepoort Colheita - 243,50
2.Manuel Tavares (6)
.Borges Vintage - 122,5
.Burmester Vintage - 250,50
.Krohn Vintage - 335,00
.Ramos Pinto Vintage - 489,00
.Messias Colheita - 364,00
.Vista Alegre Colheita - 252,50
3.Casa Macário (5)
.Borges Vintage 170,00
.Krohn Vintage - 330,00
.Maynard's Colheita - 168,00
.Qtª da Devesa Colheita - 150,00
.Vista Alegre Colheita 250,00
4.Napoleão (3)
.Ramos Pinto Vintage - 349,95
.Maynard´s Colheita - 329,95
.Vista Alegre Colheita - 349,95
5.Mercado da Praça da Figueira (1)
.Krohn Vintage - 280,00
De referir:
.mais uma vez, a Garrafeira Nacional bate aos pontos a concorrência na oferta disponibilizada
.mais uma vez, o Solar do Vinho do Porto que deveria ser uma montra do Vinho do Porto, continua fechado ( o prédio continua em obras!?), sem que haja um alerta no respectivo portal.
Boas comemorações!
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
Grupo dos 3 (70ª sessão) : Villa OLiveira e Moscatel Alambre em alta
Esta última sessão decorreu na Taberna Albricoque, já aqui referida mais de uma vez, com vinhos da minha garrafeira. E eles foram, provados às cegas:
.Villa Oliveira Encruzado 2015 (garrafa nº 469/2417) - estagiou 9 meses em barricas de carvalho (1/3 novas); nariz discreto, presença de citrinos e notas florais, algum vegetal, belíssima acidez, algum volume e final de boca longo (13 % vol.). Austero e gastronómico, aguentando bem o vinagre de algumas das entradas. Nota 18.
Harmonizou com o couvert (pão da Gleba, salada de pau roxo e tiborna de citrinos) e, ainda, moreia frita, tártaro de carapau e rissol de berbigão.
.Villa Oliveira Touriga Nacional 2011 (garrafa nº 384/2511) - 93 pontos no Parker; com base na Touriga Nacional em vinhas velhas, estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês; ainda com fruta vermelha, fresco e floral, acidez equilibrada, especiado, grande volume e final de boca persistente (13,5 % vol.). Complexo e elegante, a beber nos próximos 10 a 12 anos. Nota 18,5.
Não ligou bem com a feijoada de litão, mas maridou muito bem com o pernil com nabos e tupinambor.
.Moscatel Alambre 20 Anos José Maria da Fonseca (engarrafamento de 2019) - 94 pontos na Wine Enthusiast e 19 na Grandes Escolhas; presença de citrinos e frutos secos , acidez e gordura, complexidade, notável volume e final de boca extenso. Um grande Moscatel, com uma relação preço/qualidade imbatível. Nota 18,5.
Este fortificado casou bem com trilogia algarvia, citrinos e folar de Olhão.
Na componente gastronómica, com a excepção do litão, tudo o que veio para a mesa tinha muita qualidade e originalidade. Na componente vínica, é de salientar os bons copos, temperaturas adequadas e o serviço muito profissional a cargo do Clovis Silva.
Como mais valia, os chefes Bertílio Gomes e Bruno Salvado vieram à nossa mesa.
Foi mais uma grande sessão de convívio, comeres e beberes.
.Villa Oliveira Encruzado 2015 (garrafa nº 469/2417) - estagiou 9 meses em barricas de carvalho (1/3 novas); nariz discreto, presença de citrinos e notas florais, algum vegetal, belíssima acidez, algum volume e final de boca longo (13 % vol.). Austero e gastronómico, aguentando bem o vinagre de algumas das entradas. Nota 18.
Harmonizou com o couvert (pão da Gleba, salada de pau roxo e tiborna de citrinos) e, ainda, moreia frita, tártaro de carapau e rissol de berbigão.
.Villa Oliveira Touriga Nacional 2011 (garrafa nº 384/2511) - 93 pontos no Parker; com base na Touriga Nacional em vinhas velhas, estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês; ainda com fruta vermelha, fresco e floral, acidez equilibrada, especiado, grande volume e final de boca persistente (13,5 % vol.). Complexo e elegante, a beber nos próximos 10 a 12 anos. Nota 18,5.
Não ligou bem com a feijoada de litão, mas maridou muito bem com o pernil com nabos e tupinambor.
.Moscatel Alambre 20 Anos José Maria da Fonseca (engarrafamento de 2019) - 94 pontos na Wine Enthusiast e 19 na Grandes Escolhas; presença de citrinos e frutos secos , acidez e gordura, complexidade, notável volume e final de boca extenso. Um grande Moscatel, com uma relação preço/qualidade imbatível. Nota 18,5.
Este fortificado casou bem com trilogia algarvia, citrinos e folar de Olhão.
Na componente gastronómica, com a excepção do litão, tudo o que veio para a mesa tinha muita qualidade e originalidade. Na componente vínica, é de salientar os bons copos, temperaturas adequadas e o serviço muito profissional a cargo do Clovis Silva.
Como mais valia, os chefes Bertílio Gomes e Bruno Salvado vieram à nossa mesa.
Foi mais uma grande sessão de convívio, comeres e beberes.
domingo, 2 de fevereiro de 2020
2019 : na hora do balanço (VII) - as 10 crónicas mais lidas
Com a crónica de hoje, referente às 10 mais lidas e publicadas no decorrer do ano passado, termino este balanço de 2019.
Para os mais interessados ou que as não tenham lido na altura, fica aqui um link para cada uma delas.
E elas foram, por ordem descendente:
."Jantar do 8º Aniversário da Garrafeira Néctar das Avenidas"
."Bastardo revisitado 4 * "
."Dezembro 2010 : o que se passou aqui há 8 anos".
."Agosto 2011 : o que se passou aqui há 8 anos"
."Taberna Albricoque - 4 * "
."Fevereiro 2011 : o que se passou aqui há 8 anos"
."Espaços de restauração revisitados : Santa Clara dos Cogumelos e Farol da Torre"
."Julho 2011 : o que se passou aqui há 8 anos"
."As contradições dos Prémios W atribuídos pelo Aníbal Coutinho"
."Mais 1 restaurante que vale a pena conhecer : Bacalhoaria Moderna - 4 * "
De referir o interesse:
.sobre o que se passou há 8 anos neste blogue (40 % das crónicas mais lidas)
.dos amigos e clientes da Néctar das Avenidas (o 8º aniversário e os Prémios W)
.pelas críticas (positivas ou negativas) aos espaços de restauração
Para os mais interessados ou que as não tenham lido na altura, fica aqui um link para cada uma delas.
E elas foram, por ordem descendente:
."Jantar do 8º Aniversário da Garrafeira Néctar das Avenidas"
."Bastardo revisitado 4 * "
."Dezembro 2010 : o que se passou aqui há 8 anos".
."Agosto 2011 : o que se passou aqui há 8 anos"
."Taberna Albricoque - 4 * "
."Fevereiro 2011 : o que se passou aqui há 8 anos"
."Espaços de restauração revisitados : Santa Clara dos Cogumelos e Farol da Torre"
."Julho 2011 : o que se passou aqui há 8 anos"
."As contradições dos Prémios W atribuídos pelo Aníbal Coutinho"
."Mais 1 restaurante que vale a pena conhecer : Bacalhoaria Moderna - 4 * "
De referir o interesse:
.sobre o que se passou há 8 anos neste blogue (40 % das crónicas mais lidas)
.dos amigos e clientes da Néctar das Avenidas (o 8º aniversário e os Prémios W)
.pelas críticas (positivas ou negativas) aos espaços de restauração
sábado, 1 de fevereiro de 2020
Janeiro 2012 : o que se passou aqui há 8 anos
Das 16 crónicas publicadas em Janeiro de 2012, destaco estas 3:
."Júlia Vinagre : uma grande senhora caída no esquecimento"
Lembrando uma referência no panorama gastronómico nacional, lamentavelmente esquecida e que nem sequer mereceu um comentário na crónica mencionada.
É de inteira justiça recordar a Júlia e a parceria com as Coisas do Arco do Vinho (CAV) na elaboração da carta de vinhos no restaurante Terreiro do Paço.
."Jantar Qtª das Bageiras"
Por coincidência, participei ainda ontem em mais um jantar vínico com este produtor na Casa do Bacalhau, organizado pela Néctar das Avenidas.
Há 8 anos decorreu no Assinatura, nos tempos áureos do chefe Henrique Mouro.
."Mais uma boa jornada na Fonte Santa"
Recordando um convite do nosso amigo Alfredo Penetra, na altura cliente das CAV e elemento do painel de prova cega, prematuramente desaparecido.
Pertencia ao Banco de Portugal e, nessa qualidade, tinha acesso à Quinta da Fonte Santa, podendo levar os seus convidados. Eu fui um desses privilegiados.
."Júlia Vinagre : uma grande senhora caída no esquecimento"
Lembrando uma referência no panorama gastronómico nacional, lamentavelmente esquecida e que nem sequer mereceu um comentário na crónica mencionada.
É de inteira justiça recordar a Júlia e a parceria com as Coisas do Arco do Vinho (CAV) na elaboração da carta de vinhos no restaurante Terreiro do Paço.
."Jantar Qtª das Bageiras"
Por coincidência, participei ainda ontem em mais um jantar vínico com este produtor na Casa do Bacalhau, organizado pela Néctar das Avenidas.
Há 8 anos decorreu no Assinatura, nos tempos áureos do chefe Henrique Mouro.
."Mais uma boa jornada na Fonte Santa"
Recordando um convite do nosso amigo Alfredo Penetra, na altura cliente das CAV e elemento do painel de prova cega, prematuramente desaparecido.
Pertencia ao Banco de Portugal e, nessa qualidade, tinha acesso à Quinta da Fonte Santa, podendo levar os seus convidados. Eu fui um desses privilegiados.
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