O melhor fim de tarde em Lisboa, que se possa imaginar, é passar pelo Gambrinus e beber um cálice ou mais dos Madeiras que este restaurante de luxo tem à prova. Em recente visita, degustei algumas das relíquias da Adega do Torrão, concretamente o Bual 1856 e o Malvasia 1875. Ainda me deram a provar outro Malvasia sem data. Puro prazer, pois estão todos na área da excelência. Ficou por provar, entre mais uns tantos Madeiras, um Bastardo que me disseram ser imperdível.
Uma dica ao Miguel Pires, autor do guia "Lisboa à Mesa" : no Factor X relativo ao Gambrinus, para além do crepe suzete ao vivo, acrescentar a degustação destes Madeiras, raridades praticamente impossiveis de encontrar noutros espaços.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
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Francisco,
ResponderEliminarEsse é um dos segredos mais bem guardados. Não devia ser divulgado pois qualquer dia acaba.
Abraço,
rlp
É um risco que corro mas, feliz ou infelizmente, gosto de partilhar.
ResponderEliminartenho uma malvazia de 1875 ...
ResponderEliminarinteressados vicente.duarte@gmx.com ...
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