Esta última sessão foi da responsabilidade do Juca com vinhos da sua garrafeira (1 branco, 1 tinto e 1 colheita tardia), tendo decorrido no Copostteria. Boa comida de tacho, bom serviço e copos Zwiesel e Riedel topo de gama na mesa.
Desfilaram, às cegas:
.Espinho Noémi 2024 - rótulo elaborado pelo escultor João Cutileiro; com base nas castas Rabigato, Viosinho, Códega do Larinho e Gouveio, estagiou 3 meses em inox; cítrico, fruta de caroço, algum floral, equilibrio acidez/gordura, bom volume e final de boca longo (13 % vol.). Uma boa surpresa de um branco do Douro totalmente desconhecido. Nota 17,5.
Este branco harmonizou com as entradas (queijo fresco, tártaro de atum, peixinhos da horta e o "nosso Braz") .
.Poeira 48 Barricas 2010 - com base nas castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês; ainda com muita fruta vermelha, belíssima acidez, notas especiadas, taninos algo vigorosos, boa estrutura e final de boca extenso (14 % vol.). Complexo, ainda com alguma juventude e gastronómico, a beber desde já. Nota 18,5.
Este tinto maridou com um fabuloso arroz de entrecosto e enchidos da Sertã.
.Herdade da Calada Clemente de B. 2018 - com base na casta Antão Vaz, estagiou 10 meses em barricas usadas de carvalho francês; alguma acidez, muito frutado, ligeiras notas especiadas e de citrinos, volume e final de boca medianos (10 % vol.). Demasiado "light". Nota 16,5.
Este colheita tardia acompanhou farófias.
A terminar, foi mais uma boa sessão de convívio, comeres e beberes. Obrigado Juca!
Sem comentários:
Enviar um comentário