O FJF voltou a reunir no Salsa & Coentros. Boa comida de tacho, serviço à altura dos acontecimentos, mesas bem aparelhadas, guardanapos de pano e copos Riedel na mesa, um luxo!
O João organizou e trouxe 4 vinhos da sua garrafeira (2 brancos, 1 tinto e 1 Madeira).
Desfilaram, às cegas:
.Poejo d' Algures Alvarinho (lote dos anos 2016, 2017 e 2018) - com base na casta Alvarinho (100 %) e produzido pela PROVAM, estagiou em barrica mais de 1 ano; um projecto do João Quintela e do Pedro Garcia e exclusivo da Garrafeira Néctar das Avenidas; ligeira oxidação nobre, cítrico e mineral, notas balsâmicas, equilibrio acidez/gordura, volume e final de boca de assinalar (13 % vol.). Muito gastronómico, a beber todo o ano. Nota 18,5.
.Bourgogne Cote d' Ôr Vieilles Vignes 2020 Domaine Rémi Jobard - com base na casta Chardonnay (100 %), estagiou 6 meses em barrica (50 %) e em Foudres (50 %); notas cítricas e minerais, boa acidez e frescura, algum volume e final de boca (13 % vol.). Esperava mais e perdeu no confronto com o "tuga". Nota 17,5.
Estes 2 brancos harmonizaram com as entradas (queijo fresco, presunto e empadas) e o prato de peixe (filetes de peixe galo com arroz de grelos).
.Quinta das Bageiras Fogueira 2004 (garrafa nº 420/1075) - 95 pontos no Parker; com base na casta Baga (100 %), estagiou em tonel de madeira avinhada; ainda com alguma fruta e acidez, ligeiramente especiado, taninos bem presentes mas civilizados, algum volume e final de boca longo (14 % vol.). A consumir desde já. Nota 18.
Este tinto maridou com um bife de lombo grelhado e batatas fritas.
.Justino's Sercial 1998 (garrafa nº 430/500) - 96 pontos na International Wine Challenge 2024; presença de frutos secos, notas de caril e brandy, alguma estrutura e final de boca muito longo. Uma raridade e a Madeira no seu melhor! Nota 19.
Este fortificado acompanhou um "pijama" de sobremesas (tarte de laranja, tarte de requeijão e doce de chocolate).
Foi mais uma boa sessão de convívio, comeres e beberes. Obrigado João!
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