Podemos encontar em meios de comunicação social uma coluna de efemérides, recordando notícias de há 10 ou 100 anos. Aqui vai ser diferente, nem 100 nem 10, apenas 8 anos.
Foi em Março de 2010 que passámos (eu e o meu sócio e amigo de longa data, Oliveira Azevedo, mais conhecido pelo Juca),para outras mãos, a loja/garrafeira Coisas do Arco do Vinho (CAV). Mas não me desliguei destas coisas do vinho, pois em 19 de Março estava a publicar a minha 1ª crónica neste blogue.
No final de cada mês mencionarei o que mais interessante, na minha óptica, aconteceu no enófilo militante há 8 anos atrás. Hoje é o dia dedicado às crónicas publicadas no decorrer de Março 2010.
Entre as 13 crónicas publicadas, seleccionei estas:
."Núcleo Duro", em 19/3
Foi a 52ª prova cega em que participei com este grupo de 7 amigos, criado pelo Rui Massa (blogue Pingas no Copo) e Jorge Sousa. Os restantes participantes eram o Juca, João Quintela (um dos donos da Néctar das Avenidas), Paula Costa, Pedro Brandão e eu.
Entre outros vinhos, foram provados 6 tintos 2004 do Douro, tendo eu eleito vencedor o Abandonado, logo seguido pelo Pintas e o BOCA (um CARM, cujo lote foi criado pelo Juca e por mim, em Almendra).
."Almoço no Q.B.", em 22/3
Esta crónica sobre este restaurante na Beloura, mereceu um comentário do João Paulo Martins.
."O Anti-Jantar", em 25/3
Aconteceu no Faz Figura, com vinhos da Herdade de Cadouços. entretanto desaparecida. Aconteceu tudo ao contrário do que deve ser um jantar vínico.
."Grupo de prova dos 3", em 30/3
Foi a 1ª sessão deste grupo de prova (Juca , João Quintela e eu) que decorreu no restaurante Nariz de Vinho Tinto, na Rua do Conde, entretanto encerrado.
Os vinhos eram da minha garrafeira, os Scala Coeli 2008 branco e 2007 tinto e, ainda, o Blandy Malvasia 1990.
Este grupo ainda funciona e já vai na 58ª sessão.
."Prova dos 3+4", em 30/3
Foi um almoço, no restaurante As Colunas (na Venda Nova), com um grupo mais alargado, pois aos já mencionados 3 juntaram-se mais 4 antigos amigos e clientes das CAV (Paula Costa, Raul Matos, Carlos Borges e Rui Rodrigues).
Entre outros, foram provados às cegas os Aalto 2004, 2005 e 2006 (este, de longe, o melhor), saídos da garrafeira do João. Marchou, ainda, um Blandy Bual 1948!
domingo, 1 de abril de 2018
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