Este grupo de enófilos, com o Frederico no lugar do J. Rosa, reuniu no Salsa & Coentros para provar às cegas 4 vinhos brancos (2 franceses, 1 português e 1 espanhol). Boa comida de tacho, copos Riedel e Schott e serviço à altura dos acontecimentos.
Desfilaram:
.Domaine Latour-Giraud Chardonnay 2022 (garrafa levada pelo Frederico) - com base na casta Chardonnay (100 %), estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês (25 % novas); nariz discreto, presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, alguma cremosidade e volume e final de boca longo (12,5 % vol.). Entrou tímido, mas foi crescendo de complexidade ao longo da prova. Nota 18.
.Regueiro Jurácico II (garrafa nº 1507/1920 levada por mim) - com base na casta Alvarinho (100%) de 3 colheitas diferentes (2009, 2010 e 2011); nariz contido, presença de citrinos, alguma fruta de caroço, notas tropicais discretas, acidez vibrante, notas amanteigadas, volume notável e final de boca prolongado (13 % vol.). É um grande Alvarinho e bateu-se bem com os brancos franceses. Nota 18,5+.
Estes 2 brancos harmonizaram com uma série de entradas (empadas, presunto pata negra e ovos com cogumelos).
.Meursault Les Tessons 2018 (levada pelo Arménio) - com base na casta Chardonnay (100 %); nariz discreto, cítrico e mineral, equilibrio acidez/gordura, bem estruturado e final de boca extenso (13 % vol.). Um grande branco muito equilibrado, complexo e gastronómico. Nota 19.
Este branco maridou com filetes de peixe galo e arroz de grelos.
.Blanco Nieva Verdejo 2010 (levada pelo João) - com base na casta Verdejo (100 %) ; nariz neutro, presença de citrinos e alguma mineralidade, ligeiro pico na língua que se foi desvanecendo, alguma acidez, gordura acentuada, algum volume e final de boca (12,5 % vol.). Foi o elo mais fraco destes brancos. Nota 17.
Este branco acompanhou um pijama de doces.
Mais uma boa sessão de convívio, comeres e beberes. Obrigado a todos!
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