O conceito é do chefe Bertílio Gomes (já meu conhecido dos bons tempos do restaurante Vírgula, onde as Coisas do Arco do Vinho organizaram alguns jantares vínicos), embora não esteja em permanência. Mas a equipa funciona bem em qualquer situação.
O espaço é informal, as cadeiras almofadadas, os toalhetes de papel, mas os guardanapos são de pano, um luxo para uma taberna. Mais, conservaram-se o chão de pedra e os antigos armários na parede. Tem ainda uma esplanada no exterior e uma sala de jantar que só abre quando é necessário.
Com o couvert vem sempre pão da Gleba e em cima das mesas há flor de sal.
Ao almoço, para além de uma ementa petisqueira algo reduzida, o que não acontece ao jantar, há sempre 3 pratos à escolha (peixe, carne e vegetariano). A cozinha é na maioria de inspiração algarvia.
Numa 1ª visita escolhi um dos pratos do dia, o fabuloso arroz de berbigão com peixe espada frito. Como sobremesa avançou a trilogia algarvia (alfarroba, amêndoa e gelado de figo).
Numa 2ª visita, fui para os petiscos (rissol de berbigão, tártaro de carapau e muxama de atum) e ficaram-me na memória os dois primeiros. No final do almoço entrei na porta do lado na Ice Gourmet, também do Bertílio, e comi um delicioso gelado.
Quanto à componente vínica, inventariei 2 espumantes (1 a copo), 16 brancos (4), 3 rosés (1), 18 tintos (2) e 3 Portos. Uma lista interessante, mas com alguns preços exorbitantes, nomeadamente os vinhos a copo. Quanto a cerveja, ainda não aderiram às artesanais. Dois pontos a rever.
Vinhos provados:
Peripécia Chardonnay 2018 (6,50 €) - presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca. Gastronómico e uma boa surpresa. Nota 17.
.Barranco Longo 2017 rosé (6 €) - nariz expressivo, muito frutado, acidez vibrante, volume assinalável e final de boca seco. Gastronómico e um rosé que não me canso de beber. Nota 17+.
Em qualquer das situações a garrafa veio á mesa, o vinho dado a provar num bom copo Spiegelau e servida uma quantidade generosa.
De um modo geral, serviço eficiente e simpático.
Recomendo vivamente e tenciono voltar.
O espaço é informal, as cadeiras almofadadas, os toalhetes de papel, mas os guardanapos são de pano, um luxo para uma taberna. Mais, conservaram-se o chão de pedra e os antigos armários na parede. Tem ainda uma esplanada no exterior e uma sala de jantar que só abre quando é necessário.
Com o couvert vem sempre pão da Gleba e em cima das mesas há flor de sal.
Ao almoço, para além de uma ementa petisqueira algo reduzida, o que não acontece ao jantar, há sempre 3 pratos à escolha (peixe, carne e vegetariano). A cozinha é na maioria de inspiração algarvia.
Numa 1ª visita escolhi um dos pratos do dia, o fabuloso arroz de berbigão com peixe espada frito. Como sobremesa avançou a trilogia algarvia (alfarroba, amêndoa e gelado de figo).
Numa 2ª visita, fui para os petiscos (rissol de berbigão, tártaro de carapau e muxama de atum) e ficaram-me na memória os dois primeiros. No final do almoço entrei na porta do lado na Ice Gourmet, também do Bertílio, e comi um delicioso gelado.
Quanto à componente vínica, inventariei 2 espumantes (1 a copo), 16 brancos (4), 3 rosés (1), 18 tintos (2) e 3 Portos. Uma lista interessante, mas com alguns preços exorbitantes, nomeadamente os vinhos a copo. Quanto a cerveja, ainda não aderiram às artesanais. Dois pontos a rever.
Vinhos provados:
Peripécia Chardonnay 2018 (6,50 €) - presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca. Gastronómico e uma boa surpresa. Nota 17.
.Barranco Longo 2017 rosé (6 €) - nariz expressivo, muito frutado, acidez vibrante, volume assinalável e final de boca seco. Gastronómico e um rosé que não me canso de beber. Nota 17+.
Em qualquer das situações a garrafa veio á mesa, o vinho dado a provar num bom copo Spiegelau e servida uma quantidade generosa.
De um modo geral, serviço eficiente e simpático.
Recomendo vivamente e tenciono voltar.
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