Ainda desfalcado de 1 dos seus elementos, este grupo de enófilos reuniu no Magano para mais uma grande jornada.
Desfilaram:
.Chablis Premier Cru La Forest 2013 (garrafa levada pelo J. Rosa) - presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, notas glicerinadas, volume assinalável e final de boca longo (13 % vol.).Muito complexo, é um grande branco em qualquer parte do mundo. Nota 18,5.
.Série Impar Sercialinho 2017 (garrafa nº 382/2050, trazida pelo Frederico) - presença de citrinos, notas tropicais, acidez bem inserida, notas amanteigadas, volume e final de boca de referir (12,5 % vol.). Também um grande branco, mas mais unidireccional. Nota 18.
Estes 2 brancos harmonizaram com uma série de entradas (queijo fresco, peixinhos da horta e pimentos padron) e uma bela cabeça de garoupa.
.Quinta de Lemos Touriga Nacional 2013 (levada por mim) - 92 pontos no Parker; com base na casta Touriga Nacional (100 %) estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês; ainda com fruta vermelha, acidez no ponto, algum especiado, taninos elegantes, volume e final de boca assinaláveis (14 % vol.). A beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 18,5.
.Dona Maria Grande Reserva 2013 (levada pelo Juca) - 93 pontos no Parker; com base nas castas Alicante Bouschet (50 %), Touriga Nacional, Petit Verdot e Syrah, estagiou 1 ano em barricas novas de carvalho francês; ainda com fruta preta, alguma acidez, taninos dóceis, chocolate preto, estrutura e final de boca de referir (14,5 % vol.). A beber nos próximos 5/6 anos. Nota 18.
Estes 2 tintos maridaram bem com um saboroso bacalhau no forno.
.Blandy Bual 1977 (das1241 garrafas produzidas, levada 1 pelo João) - notas de frutos secos, iodo, brandy e caril, vinagrinho presente, estrutura e final de boca interminável. Complexo e elgante, a Madeira no seu melhor. Nota 19.
Este fortificado acompanhou doces conventuais.
Copos Spiegelau na mesa, sala cheia e algo barulhenta.
Mais uma grande sessão de convívio, comeres e beberes.
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